edio completa 45 ano 9

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  • ISSN 0100-1485

    entrevista

    Hlio Sartori,

    gerente setorial de

    Engenharia de Materiais,

    Corroso e Integridade

    na SEQUI-ETCM da

    Petrobras

    Ano 9N 43Set/Out 2012

    entrevista

    Ano 10N 45Jan/Fev 2013

    Hlio Sartori,

    gerente setorial de

    Engenharia de Materiais,

    Corroso e Integridade

    na SEQUI-ETCM da

    Petrobras

    novas tecnologias

    revolucionam o setor

    pintura industrialpintura industrial

    novas tecnologias

    revolucionam o setor

    Capa45:Capa35 4/5/13 1:42 PM Page 1

  • Av. Anglica 672 4 andarO1228-OOO So Paulo SPTel.: (11) 3825-7022escrit@italtecno.com.brwww.italtecno.com.br

    Aporte

    PR-TRATAMENTO PARA PINTURA DO ALUMNIO

    LL-Alugold SCRLL-Alugold SCR

    Processo isento de cromo, visvel na cor castanha avermelhadaProcesso isento de cromo, visvel na cor castanha avermelhada

    Tecnologia inovadora SiNo Fuso dos Conceitosda Tecnologia dos Silanos e da Nanotecnologia

    Resistncia corroso com 1000 horas de Salt Spray Actico

    100% de aprovao nos testes de aderncia seca e mida

    Controle operacional e de qualidade pela variao da cor

    Preserva o meio ambiente pela inexistncia de cromo

    Lanamento MundialPatente Internacional

    Atende s normas nacionais e internacionais: ABNT NBR 14125 / Qualicoat / AMMA

    Vdeo do processo em operao em:www.italtecno.com.br

    HOMOLOGADO peLA QUALICOAT

    Italquali21x28:ItaltecnoMoreno 4/5/13 8:59 PM Page 1

  • Sumrio

    Artigos Tcnicos

    4Editorial

    Alta demanda por profissionais

    5Consultoria & Gesto ISOO perigo de cair na irrelevncia

    Orlando Pavani Jnior

    6Entrevista

    Petrobras: um passo frente no combate corroso

    8Boas-vindas

    9Cursos

    10Pintura Industrial

    Novas tecnologias revolucionam o setor

    16Metalizao Asperso trmica

    Prestadores de Servio

    29Notcias de mercado

    34Opinio

    Empresas devem investir em inovaoRicardo Yogui

    C & P Janeiro/Fevereiro 2013 3

    A revista Corroso & Proteo uma pu bli cao oficial daABRACO Asso ciao Bra sil eira de Corroso, fundada em17 de outu bro de 1968. ISSN 0100-1485

    Av. Venezuela, 27, Cj. 412Rio de Janeiro RJ CEP 20081-311Fone: (21) 2516-1962/Fax: (21) 2233-2892www.abraco.org.br

    Diretoria Executiva Binio 2013/2014PresidenteEng. Rosileia Montovani Jotun Brasil

    Vice-presidenteDra. Denise Souza de Freitas INT

    DiretoresAcio Castelo Branco Teixeira qumica unioEng. Aldo Cordeiro DutraCesar Carlos de Souza WEG TINTASM.Sc. Gutemberg de Souza Pimenta CENPESIsidoro Barbiero SMARTCOATEng. Pedro Paulo Barbosa LeiteDra. Simone Louise Delarue Cezar Brasil

    Conselho Cientfico M.Sc. Djalma Ribeiro da Silva UFRNM.Sc. Elaine Dalledone Kenny LACTECM.Sc. Hlio Alves de Souza JniorDra. Idalina Vieira Aoki USPDra. Ida Nadja S. Montenegro NUTECEng. Joo Hipolito de Lima Oliver PETROBRS/TRANSPETRODr. Jos Antonio da C. P. Gomes COPPEDr. Lus Frederico P. Dick UFRGSM.Sc. Neusvaldo Lira de Almeida IPTDra. Olga Baptista Ferraz INTDr. Pedro de Lima Neto UFCDr. Ricardo Pereira Nogueira Univ. Grenoble FranaDra. Simone Louise D. C. Brasil UFRJ/EQ

    Conselho EditorialEng. Aldo Cordeiro Dutra INMETRODra. Clia A. L. dos Santos IPTDra. Denise Souza de Freitas INTDr. Ladimir Jos de Carvalho UFRJEng. Laerce de Paula Nunes IECDra. Simone Louise D. C. Brasil UFRJ/EQSimone Maciel ABRACODra. Zehbour Panossian IPT

    Reviso TcnicaDra. Zehbour Panossian (Superviso geral) IPTDra. Clia A. L. dos Santos (Coordenadora) IPTM.Sc. Anna Ramus Moreira IPTM.Sc. Srgio Eduardo Abud Filho IPTM.Sc. Sidney Oswaldo Pagotto Jr. IPT

    Redao e PublicidadeAporte Editorial Ltda.Rua Emboaava, 93So Paulo SP 03124-010Fone/Fax: (11) 2028-0900aporte.editorial@uol.com.br

    DiretoresJoo Conte Denise B. Ribeiro Conte

    EditorAlberto Sarmento Paz Vogal Comunicaesredacao@vogalcom.com.br

    ReprterCarlos Sbarai

    Projeto Grfico/EdioIntacta Design julio@intactadesign.com

    GrficaAr Fernandez

    Esta edio ser distribuda em abril de 2013.

    As opinies dos artigos assinados no refletem a posio darevista. Fica proibida sob a pena da lei a reproduo total ouparcial das ma trias e imagens publicadas sem a prvia auto -ri zao da editora responsvel.

    20Revisando conceitos: corroso em

    frestas Parte 1Por Cristiane Vargas Pecequilo e Zehbour

    Panossian

    30Identificao de sensitizao nos

    ensaios EPR-DL de campo por meiode redes neurais

    Por Abrao D. G. Barreto, Hlio Cordeirode Miranda, Tathiane C. Andrade,

    Gerbson de Queiroz Caetanoe Jesualdo P. Farias

    Sumrio45:Sumrio/Expedient36 4/8/13 5:29 PM Page 1

  • or diversas vezes a Revista Corroso & Proteo abordou a falta de mo de obra espe-cializada no Brasil. As razes so vrias e as solues complexas e de mdio a longo prazo. Algumasaes tm contribudo para a melhoria desse cenrio, como as certificaes em Pintura Industrial,

    em cursos ministrados pela ABRACO, porm o esforo deve ser muito maior e ter um planejamentoestratgico com propostas consistentes.

    A alta demanda por profissionais faz com que o Brasil seja um dos pases preferidos por profissionaisestrangeiros que chegam para trabalhar principalmente nas reas de engenharia, tecnologia, anlise de sis-temas, petrleo e gs, construo civil e infraestrutura. Apenas em 2012, por exemplo, segundo o Ministriodo Trabalho, foram concedidos 73 mil vistos de trabalho.

    Nos ltimos trs anos, o nmero de profissionais de outros pa ses com autorizao temporria para per-manecer no pas cresceu mais de 130 %. Portugal, Espanha e China lideram, com folga, o ranking deestrangeiros quali ficados que escolhem o Brasil para trabalhar. Em 2012, o nmero de vistos emitidos a por-tugueses cresceu 81 % em relao a 2011; para espanhis o aumento foi de 53 %; e para chineses, 24 %.

    O assunto passou a ser absolutamente relevante para atender snecessidades de desenvolvimento do Brasil e at para gerar compar-tilhamento de experincias tcnicas com os profissionais que exercemsuas funes no mercado nacional, muitos deles em seu primeiroemprego. Por isso, o Ministrio do Trabalho anuncia um sistema deimigrao mais gil e simples para conceder autorizao para traba -lhadores estrangeiros atuarem em nosso territrio. O sistema permi-tir, por exemplo, que todo o procedimento seja feito pela internet,com certificao digital.

    E mais! A SAE, Secretaria de Assuntos Estratgicos, est avaliando formatar uma poltica que incen-tive a imigrao de trabalhadores qualificadores. Segundo a SAE, o fluxo migratrio influencia o processoprodutivo e, portanto, deve ser debatido para ser mais eficiente para o pas. Mesmo porque o Brasil preci -saria ter cinco vezes mais imigrantes para alcanar a mdia latino-americana; dez vezes mais para estar namdia mundial; e 50 vezes mais para estar na mdia da Amrica do Norte.

    Para dar sustentao a essa demanda, o Conselho Nacional de Imigrao do Ministrio do Trabalhoinstalou, em fevereiro, uma comisso para estudar mudanas nas regras de visto de trabalho paraestrangeiros de alta qualificao profissional. Entre os objetivos da comisso, esto a reduo do custo paraas empresas e a desburocratizao do processo.

    O que fica desse momento que o Brasil deve definitivamente investir fortemente em educao, complanos srios e comprometidos com resultados. Sem isso, cada vez que o pas comear a experimentar umaonda de crescimento, ficar rapidamente sem flego para atender s necessidades que esse momento impe.

    Boa leitura

    Os editores

    Alta demanda por profissionais

    Carta ao leitor

    Ministrio do Trabalho anuncia a simplificao

    do processo de imigrao para agilizar a

    concesso de vistos para trabalhadores

    estrangeiros qualificados a atuarem no Brasil

    4 C & P Janeiro/Fevereiro 2013

    Editorial45:Editorial36 4/5/13 1:52 PM Page 1

  • Consultoria & Gesto ISO

    O perigo de cair na irrelevncia

    ada vez fica mais claro que empresas que em preendem projetosde adequao s normas ISO 9001:2008, por mais diferentesque sejam o modo pelo qual so implementados pelas empre-

    sas de consultoria, merecero o mesmo selo de empresa certificada.Os sistemas de gesto implementados e, de algum modo ainda

    aderentes s normas adotadas, esto to diferentes entre si, principal-mente sob o ponto de vista qualitativo, que comum empresas estaremcertificadas, sem que enxerguem alguma melhora em suas operaes. Oque temos so certificaes muito diferentes, mas com o mesmo rtu-lo de empresas certificadas sem nenhum tipo de distino!A primeira grande omisso refere-se ao escopo da respectiva certi-

    ficao, ou seja, existem empresas certificando um pedao do pedaodo pedao de sua gesto e divulgam que esto certificados! Umabsurdo que poderia ser minimizado se os organismos competentesobrigassem todas as empresas certificadas a divulgar tambm a efetivaabrangncia de quais processos organizacionais ou quais caixinhas doorganograma esto efetivamente certificados.Outro lapso a percepo de que a inexistncia de no-conformi-

    dades, durante as auditorias internas e/ou externas, representa que agesto vai muito bem! Muitos sistemas de gesto esto sendo imple-mentados de forma a mascarar uma no-conformidade. Basta umaempresa dizer em seus procedimentos documentados que seus padresde trabalho tm intervalos bem espaados de qualidade para que umano-conformidade seja quase impossvel.Por exemplo, uma empresa do segmento mdico que atende pa -

    cientes com hora marcada tem alto grau de probabilidade de no-con-formidade, pois o atendimento deficitrio. Um meio de encobrir asno-conformidades dizer que o intervalo para considerar uma horamarcada at 4 horas depois da hora agendada A hora marcadapara algumas empresas validada se o atendimento ocorre