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O Jornal Comunidade em Ação, foi fundado no dia 24 de maio de 2009 na cidade de Cidreira, litoral norte do Rio Grande do Sul, por Jesus Olavo Luz da Silva. Tendo como objetivo principal levar informações e oportunidades de negócios a toda a comunidade litorânea do RS. O conteúdo do jornal Comunidade é composto por artigos e notícias, incluindo atualidades, política local, entretenimento, fotos de eventos sociais, entrevistas, receitas, charges, cultura, esportes e dicas de saúde. Aqui no Jornal Comunidade em Ação, você tem uma excelente oportunidade para garantir a visibilidade que sua empresa merece, aliado ao retorno que você quer. Ligue já: 51 99137658 c/ Jesus.

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  • 300,00 CNPJ 20.572.017/0001-20

  • COMUNIDADE EM AO INFORMAES E OPORTUNIDADES DE NEGCIOSTRAMANDA

    Prefeitura de Tramanda faz melhorias na escola IndianpolisA obra atende antigas reivindicaes da comunidade escolar

    A Prefeitura de Tramanda atravs

    da Secretaria de Educao e

    Cultura realizou uma importante

    obra de melhoria da estrutura

    fsica da EMEF Indianpolis que

    atende cerca de 340 alunos e tem

    na direo a professora Onelisa

    da Silva.

    A entrega de novos

    espaos reformados e ampliados

    foi feita na tarde de sexta-

    feira(15), na presena do prefeito

    Edegar Rapaki, vice-prefeito

    Clayton Ramos, secretria de

    Educao e Cultura, Liane

    Freitas, vereadores, secretrios

    municipais, professores, alunos,

    amigos da escola e da Banda

    Municipal de Tramanda.

    A obra atende reivindica-

    es da comunidade escolar e

    com o servio feito de reforma e

    ampliao agora novos espaos

    no refeitrio, cozinha, banheiros

    com acessibilidade e sala de

    leitura oportunizam melhores

    condies de trabalho e estudo

    aos professores, funcionrios e

    alunos.PMT

    Contra fatos no h argumentos.

    O que acontece atualmente com

    relao ao desabastecimento de

    gua em So Paulo se enquadra

    na retrica de que uma mentira

    repetida muitas vezes acaba

    virando verdade.

    O governo paulista

    insiste em negar que se as obras

    necessrias tivessem sido

    realizadas poderia ser menos

    dramtica a atual situao. E

    insiste ainda em responsabilizar

    So Pedro pelo caos evidente. A

    culpa no da seca! A seca parte

    do problema, pois desde sempre

    se soube que ela poderia vir.

    Os gestores pblicos

    tambm negam que existe

    racionamento, armando que o

    abastecimento de gua est

    garantido at maro de 2015,

    apesar de, na prtica, o raciona-

    mento existir ocialmente em

    dezenas de municpios.

    Em visita ao interior de

    So Paulo, no inicio de agosto,

    pude constatar uma situao que

    ainda no tinha me dado conta. A

    gravidade da crise hdrica atinge

    no apenas a regio metropolitana

    da capital, como a imprensa d a

    entender ao enfatizar o colapso do

    sistema Cantareira, mas atinge

    todo o Estado mais rico da Unio.

    Dos 645 municpios

    paulistas, a Sabesp (Companhia

    de Saneamento Bsico de So

    Paulo) responsvel por fornecer

    gua a 364, quem somam um total

    de 27,7 milhes de pessoas. Nos

    outros 281 municpios (no

    abastecidos pela Companhia), o

    abastecimento de gua a 16

    milhes de pessoas ca a cargo

    das prprias prefeituras ou de

    empresas por elas contratadas.

    Se, por um lado, a

    companhia estadual de abasteci-

    mento nega haver adotado rodzio

    de gua em qualquer um dos

    municpios atendidos por ela,

    inclusive na capital, tal armao

    logo desmentida pelos usurios

    que relatam interrupes no

    abastecimento, principalmente

    noite.

    Nos municpios no

    atendidos pela Sabesp, medidas

    restritivas esto sendo tomadas

    por centenas de empresas e

    gestores locais devido crise. Em

    Guarulhos, na grande So Paulo,

    o abastecimento de 1,3 milhes de

    moradores atendido por um

    servio municipal, o SAAE

    (Servio Autnomo de gua e

    Esgoto), e seus moradores

    passam sem gua um em cada

    dois dias.

    Em 18 municpios, cerca

    de 2,1 milhes de pessoas esto

    submetidas ao racionamento

    ocial no estado de So Paulo,

    correspondendo a 5% da

    populao total, segundo

    levantamento do jornal Folha de

    So Paulo (11/Ago). Alm do

    racionamento, medidas de

    incentivo economia de gua tm

    sido adotadas, indo desde multas

    para reprimir o desperdcio a

    campanhas com rifas de carro e

    TV para quem poupar e reduzir o

    consumo voluntariamente.

    O que chama a ateno

    de todos, alm da dimenso

    estadual da crise hdrica em So

    Paulo, a insistncia dos gestores

    em negar a existncia do raciona-

    mento na rea de atuao da

    Sabesp mesmo contestados

    pelos moradores, que sofrem na

    prtica com o rodzio provocado

    pela companhia, com cortes

    crescentes no fornecimento de

    gua.

    A contrapartida do poder

    a ao responsvel. E o governo

    paulista tem se mostrado

    irresponsvel com o seu povo,

    alm de incompetente e medocre

    para resolver questes bsicas

    para a sua populao. hora de

    assumir a gravidade da situao e

    dos erros cometidos, e, natural-

    mente, fazer as obras urgentes e

    necessrias para garantir o

    fornecimento seguro deste bem

    fundamental vida.

    Chega de hipocrisia, chega de

    culpar So Pedro que no pode se

    defender.

    Heitor Scalambrini CostaA crise hdrica em So Paulo Professor da Universidade Federal de Pernambuco

    Av. Curitiba esta sendo asfaltada... A Administrao Municipal j est realizando o asfaltamento da Av. Curitiba, no trecho em direo a Av. Beira Mar em Nova Tramanda

  • Balnerio Pinhal

    EXPEDIENTE

    I. Vericao de qurum -

    chamada dos Vereadores

    II. Leitura das Correspondn-

    cias

    III. Leitura da Ata n 28, de

    18/08/2014.

    IV. Proposies

    1 Projeto de Lei n 28/2014

    Autoriza o Poder Executivo

    a contratar em carter

    excepcional, por tempo

    determinado, recursos

    humanos para prestao de

    servio na Administrao

    pblica. De Origem do

    Poder Executivo. Para dar

    Publicidade.

    2 Projeto de Lei n 14/2014

    Denomina a Rua 21,

    situada no Bairro Pinhal Sul,

    neste municpio De Origem

    do Poder Legislativo. Autor:

    Vereador Alequis Lopes Pinto

    Para dar Publicidade

    3 Indicao n 53/2014

    Dispe sobre a obrigatorie-

    dade de tratamento e

    assepsia da areia dos locais

    destinados ao lazer e

    recreao infantil, existentes

    em reas pblicas ou

    privadas. Autor: Vereador

    Hans

    Leal Tassoni. Para dar

    Publicidade.

    4 Requerimento n 04/2014

    Requer criao de comis-

    so especial para apurar

    irregularidades no transporte

    escolar municipal Autores:

    Vereador Heron Ricardo de

    Oliveira , Vereador Alequis

    Lopes Pinto e Vereador

    Leandro Luis Lauer. Para dar

    Publicidade.5 Pedido de

    Providncia n64/2014

    Autor: Vereadora Isabel

    Ballejo. Para dar Publicida-

    deGRANDE EXPEDIENTE

    V. Ordem do Dia

    COMUNICAES

    DISCUSSO DA PAUTA

    VI. Processo de votao

    6 Projeto de Lei n26/2014

    Altera a alquota de

    contribuio previdenciria

    devida pelo Municpio ao

    Regime Prprio de Previdn-

    cia Social RPPS prevista

    no inciso III do artigo 37 de

    Alei Municipal n 682/2007.

    De Origem do Poder Executi-

    vo. Para Votao Final

    7 Projeto de Decreto

    Legislativo n 02/2014

    Dispe sobre o julgamento

    das Contas do Poder Executi-

    vo Municipal de Balnerio

    Pinhal, referente ao Exerccio

    Financeiro 2011. - Autor:

    Comisso de nanas,

    oramento e tributao. Para

    Votao Final8 Moo

    n05/2014 Moo de Apoio

    a abertura de Posto dos

    Correios o Distrito do Magis-

    trio - Autor: Vereador Reni

    da Silva. Para Votao Final.

    VEREADORES PARA

    EXPLICAES PESSOAIS

    Hans Leal Tassoni

    Alequis Lopes Pinto

    Antonio Cardoso dos Santos

    Generoso Porcincula

    Gonalves

    Heron Ricardo de Oliveira

    Isabel Cristina Brilhante

    Ballejo

    Leandro Luis Lauer

    Maria Cardoso Faistauer

    Reni da Silva

    Encerramento dos trabalhos

    da Sesso Ordinria

    Reunio Ordinria da Sesso Legislativa do dia 25 de agosto de 2014

    Reunio Ordinria da Sesso Legislativa do dia 18 de agosto de 2014

    EXPEDIENTE

    I. Vericao de qurum -

    chamada dos Vereadores

    II. Leitura das Correspondn-

    cias

    III. Leitura da Ata n 27, de

    11/08/2014.

    IV. Proposies

    1 Pedido de Providncia n

    63/2014 Autor: Vereador

    Alequis Lopes Pinto. Para

    dar Publicidade

    GRANDE EXPEDIENTE

    V. Ordem do Dia

    COMUNICAES

    DISCUSSO DA PAUTA

    VI. Processo de votao

    VEREADORES PARA

    EXPLICAES PESSOAIS

    Hans Leal Tassoni

    Alequis Lopes Pinto

    Antonio Cardoso dos Santos

    Generoso Porcincula

    Gonalves

    Heron Ricardo de Oliveira

    Isabel Cristina Brilhante

    Ballejo

    Leandro Luis Lauer

    Maria Cardoso Faistauer

    Reni da Silva

    Encerramento dos trabalhos

    da Sesso Ordinria

    Reunio Ordinria da Sesso Legislativa do dia 01 de setembro de 2014

    EXPEDIENTE

    I. Vericao de qurum -

    chamada dos Vereadores

    II. Leitura das Correspon-

    dncias

    III. Leitura da Ata n 29, de

    25/08/2014.

    IV. Proposies

    GRANDE EXPEDIENTE

    V. Ordem do Dia

    1 Projeto de Lei n

    29/2014 Autoriza o Poder

    Executivo a rmas convnio

    com Instituto Federal de

    Educao, Cincia e

    Tecnologia do Rio Grande

    do Sul IFRS - e d outras

    providncias. De Origem

    do Poder Executivo. Para

    dar Publicidade.

    2 Indicao n 54/2014

    INDICA ao Chefe do Poder

    Executivo que seja criado o

    programa municipal de

    sade Vocal e Auditiva aos

    professores e integrantes