edição 93 - maio 2015 - jornal nosso bairro jacarepaguá

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RISCO NAS CALADAS - Caladas estreitas, sem manuteno e indevidamente ocupadas em Jacarepagu representam uma ameaa para os pedestres, cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoo. Fiscalizao da prefeitura ineficiente para acabar com o problema, to frequente na regio. | Sade - Conhea os tipos de parto e os benefcios de realizar o pr-natal pela rede bsica municipal de sade | Cultura - Conhea o morador de Jacarepagu que teve sua tela exposta no Museu do Louvre, na Frana | Esporte - Professor Jorge dos Santos, lidera equipe de basquete da regio e recebe ttulos estaduais | Direito - Saiba quais foram as mudanas na lei sobre o Seguro Desemprego.

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  • Periodicidade Mensal - Distribuio Gratuita - Edio n 93 - Maio/2015 - Ano VII - Tiragem: 22.000 exemplares

    Caladas estreitas, sem manuteno e indevidamente ocupadas emJacarepagu representam uma ameaa para os pedestres, cadeirantes e pessoascom dificuldade de locomoo. Fiscalizao da prefeitura ineficiente paraacabar com o problema, to frequente na regio.

    RISCO NAS CALADAS| Pgina 13

    | Pginas 10 e 11

    | Pgina 21

    SadeConhea os tipos de parto eos benefcios de realizar o pr-natal pela rede bsica muni-cipal de sade

    CulturaConhea o morador de Jaca-repagu que teve sua telaexposta no Museu do Louvre,na Frana

    | Pgina 16

    EsporteProfessor Jorge dos Santos,lidera equipe de basquete da re-gio e recebe ttulos estaduais

    Saiba maisDireito | Pgina 4Saiba quais foram asmudanas na lei sobreo Seguro Desemprego

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    Editorial NELSON CARDOSO Expediente

    CNPJ: 29.418.852/0001-85

    Diretor: Nelson Cardosonelson@nossobairro.netCoordenao de Redao:Stella Walliterstella@nossobairro.netEdio:editor@nossobairro.netRevisoHeloisa BrumRedao e fotografiaAlessandra Nunesredacao@nossobairro.netFinanceiroMaristella Alvesadm@nossobairro.net

    Projeto Grfico / ArteLeandro J. Nazrioarte@nossobairro.netDiagramaoLeonardo C. Costadiagramacao@nossobairro.net

    Publicidade / Comercialcomercial@nossobairro.netTel./fax:(21) 3627-7945 / 2440-4549

    ColunistasFtima Guerra, Ghabriela Almas, JorgeBrum, Maria Helena dos Santos, MaluRodrigues e Nivea Salgado

    LOGSTICA / CIRCULAOCoordenador: Ernani Matoscirculacao@nossobairro.netAssistente: Adilson SantiagoDistr. Gratuita Jornal Nosso BairroTel./fax:(21) 3627-7945 / 2440-4549

    As matrias e os artigos assinados so de responsa-bilidade dos autores. permitida a reproduo, desdeque seja citada a fonte e que nos seja enviada a cpia domaterial. O jornal no se responsabiliza pelas matriasassinadas e pela veracidade dos anncios veiculados.

    Ano VII - Edio 93 - maio/2015

    Nossa missoO Jornal Nosso Bairro Jacarepagu nasceucom o objetivo de promover a disseminao dasinformaes que interferem no cotidiano e di-vulgar os eventos sociais e culturais da regio.

    JORNAL FILIADO | ADJORI-RJASSOCIAO DOS DIRETORES DE JORNAIS DOINTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

    Nosso compromissoNosso compromisso tentar, atravs datransmisso das informaes, melhorar aqualidade de vida dos moradores da Bai-xada de Jacarepagu.

    Qual a idade para aimpunidade e para o crime?No sei se foi a onda de violncia ou abaixa popularidade que os nossos de-putados vem amargando, o verdadeiromotivo para o desenterro de um pro-jeto de lei dos anos 90, que diminui para16 anos a maioridade penal. Por ser umalei muito polmica e que gera opiniesimpetuosas e contraditrias, o Congressoescolheu um timo momento para re-tirar os holofotes de cima dos deputa-dos envolvidos na Operao Lava Jato.Interesses parte, o debate econsequentemente a votao tm quese basear em conceitos certos, ticos almdo parecer de juristas e educadores, masno em momentos de clamor pblico.De fato, controverso o fato de umjovem com 16 anos poder votar, as-sumindo maturidade para escolher odestino do Pas, mas no estar prontopara responder pelos seus atos.Porm, com um olhar mais atento a estaquesto, pode-se notar um sutil vis deimpunidade; ou seja, ao permitir queos nossos jovens (filhos, sobrinhos, vi-

    zinhos, etc.) possam cometer crimes sema devida punio, estamos incentivan-do o uso de menores pela criminalidade,o que j um fato inquestionvel nonosso bairro.A Histria Contempornea tem mostra-do que a flexibilidade de algumas leis necessria, pois elas tm o dever de res-ponder aos anseios da sociedade numdeterminado momento histrico. Nummundo em acelerada transformao, al-gumas leis tm que ser mudadas, aindaque a mudana no seja para sempre.No ms em que celebramos o Dia dasMes, devemos atentar para a impor-tncia do papel da famlia na forma-o do indivduo. A transmisso dos va-lores e das responsabilidades sociais soiniciadas no seio familiar e compartilha-das nas instituies de ensino.Na minha opinio, esta discusso e estalei se faz necessria devido a nossa in-capacidade, como sociedade, de edu-car e dar condies de uma vida dignaaos nossos jovens.

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    Direito

    DRA. MARIA HELENA DOS SANTOSADVOGADA CIVIL

    INFORMAES: 99335-1036MHS1@IBEST.COM.BR

    Seguro Desemprego

    Caro leitor, nesta edio vamos conversar sobre SEGURO DESEMPRE-GO. Seguro Desemprego um bnus que o trabalhador recebe ao serdispensado sem justa causa de seu emprego. Com o advento da Me-dida Provisria 665, que alterou a Lei 7.998/90, algumas medidas fo-ram modificadas. As alteraes ocorreram nos artigos 3, que fala dodireito percepo do benefcio; e no artigo 4, que dispe sobre osmeses trabalhados e a parcela a receber.Solicitao do Seguro Desemprego pela primeira vez: o trabalhadordever comprovar o recebimento de salrios de pessoa jurdica ou pessoafsica a ela equiparada em pelo menos 18 meses consecutivos ou no,nos ltimos 24 meses imediatamente anteriores data da dispensa. Issosignifica dizer que a pessoa ter que trabalhar, pelo menos, dezoito mesesnum perodo de 24 meses. Esse recebimento poder ser direto ou al-ternado, desde que esteja dentro do perodo de 24 meses. Melhor ex-plicando, o trabalhador pode ter laborado seis meses em uma empre-sa e 12 meses em outra, porm, no poder esse recebimento de 18meses exceder ao perodo de 24 meses.Ocorre que, por conta da presso dos sindicatos, das classes traba-lhadoras e da sociedade como um todo, j se fala em mudanas quan-to ao prazo para requisio do primeiro pedido de Seguro Desempre-go. Em vez de 18 meses est-se falando em 12 meses.No tocante ao nmero de parcelas a receber, o tempo de durao dotrabalho influencia. Ou seja, para ter direito a quatro parcelas, o traba-lhador ter que ter laborado 23 meses ao longo de 36 meses. Caso tenhalaborado 24 meses, o nmero de parcelas aumentar de quatro paracinco, o que significa dizer que o valor de cada uma ser menor.Na segunda solicitao do Seguro Desemprego: o trabalhador devercomprovar 12 meses de trabalho ao longo dos 16 meses anteriores data de sua dispensa. Nesta situao, o trabalhador ter que observaro tempo laborado. Quanto maior o tempo, menor o valor das parcelasassim como maior nmero de parcelas no perodo de 36 meses.OBS: Os meses contabilizados para uma determinada solicitao noserviro para uma prxima. O que significa dizer que o trabalhador nopode lanar mo da contagem da solicitao anterior para compor asolicitao a seguir.Tanto para a contagem dos salrios recebidos, quanto para a conta-gem dos meses trabalhados, o aviso prvio trabalhado ou indenizadovale como mais um ms. Ento, se o indivduo trabalhou 23 meses, oaviso prvio ser o vigsimo quarto ms.Espero que tenha cooperado para uma compreenso de seus direitos.Fique com Deus.

    Foto: Divulgao / Internet

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    A Fsica e o cotidiano

    JORGE BRUMFSICO

    BRUMJJ@GMAIL.COM

    A fsica do cotidianoO mundo em cooperao

    Imaginem os senhores um mundo onde a humanidade (ou parte dela pelomenos) trabalhasse em prol de um objetivo comum que beneficiasse a muitos. de se esperar que tal atividade demandasse enorme esforo para sercompletada. Talvez ainda no estejamos prontos para isso...Ou estamos?Em 2008, a Universidade de Washington, nos EUA, desenvolveu um jogoem que o objetivo bsico era encontrar a soluo de problemas de bioqu-mica seguindo determinadas regras bsicas e contando sempre com umpropsito cientfico.J em 2011 foi proposto aos jogadores desse sistema que resolvessem um que-bra-cabeas que j durava uma dcada s melhores mentes cientficas da rea.A tarefa era decifrar a estrutura tridimensional de uma protena diretamenterelacionada ao vrus da Aids. E usurios de um aplicativo online, sem qual-quer experincia cientfica a priori, de forma colaborativa, resolveram em meros10 dias o que cientistas treinados estavam h 10 anos tentando! Incrvel, no?!Os centros de pesquisa sempre buscaram desenvolver computadores cadavez mais poderosos para trabalhar em pesados clculos que, em algunscasos, poderiam facilmente superar anos ou at dcadas em computado-res domsticos. Porm, os oramentos sempre limitaram o desejo por es-sas mquinas. A soluo encontrada foi a de se utilizar os computadorespessoais de qualquer pessoa do mundo, resolvendo pequenos pedaos dosclculos em vez de o clculo completo e compondo o que se chama decomputao colaborativa. Com essa iniciativa, pessoas comuns podem ajudarna busca por vacinas como a da Aids; podem auxiliar os centros de previ-so do tempo a obter resultados mais precisos de nosso clima; podem ajudaro SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence) na sua busca por intelignciaextraterrestre etc.Outro exemplo so os aplicativos que se utilizam de informaes dos usu-rios para aprimorarem seus servios. Existe um muito conhecido nos gui-ando pela melhor rota diariamente...Alan Turing, um dos pais da computao, tambm partiu dessa ideia cen-tral quando construiu a mquina que decifrou o "enigma", ou o gerador ale-mo de mensagens criptografadas, e que possibilitou o encurtamento daSegunda Guerra Mundial em cerca de dois anos, poupando assim milhesde vidas.Sua mquina tinha a capacidade de, dadas algumas regras iniciais, testarsoluo a soluo o problema proposto. Se uma pessoa fizesse esse mes-mo trabalho, levaria