Edição 9 Revista TUDO

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Revista TUDO edio 9

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<ul><li><p>14 maio 2011 </p></li><li><p>05</p><p>25</p><p>75</p><p>95</p><p>100</p></li><li><p>CM</p><p>Y</p><p>CM</p><p>MY</p><p>CY</p><p>CMY</p><p>K</p><p>Untitled-3 1 17/10/11 13:02</p></li><li><p>Editorial</p><p>Quem no se lembra da Penlope do Castelo R-tim-bum? Atriz, bailarina, cantora, escritora e </p><p>diretora Angela Dip. Saiba mais sobre esta mulher de talento e determinao que presenteia a Revista </p><p>Tudo com uma linda entrevista.A vida um eterno perde e ganha e a morte </p><p>algo inevitvel, por mais difcil que seja, temos que aceit-la, ela vem e nos leva sem avisar. </p><p>Esta edio dedico a esta guerreira e amiga Tia Lerner que se foi repentinamente, e que </p><p>deixar saudades....Muitas vezes a perda nos leva depresso, saiba </p><p>sobre esta doena muito comum e que atinge milhes de pessoas.</p><p>O que ser um grande lder? Leia na seo mercado de trabalho os pilares que regem a </p><p>inteligncia moral de um bom lder.Em Viajar preciso, desbravamos a Espanha, </p><p>este pas conhecido por seu legado artstico e pela beleza de suas cidades, um dos roteiros mais </p><p>visitados por turistas do mundo todo.Comida rabe, que delcia....conhea sobre </p><p>esta culinria muito apreciada pelos brasileiros na seoGastronomia.</p><p>O sistema virio o grande problema de nossa regio. Em entrevista exclusiva , o Secretrio de </p><p>Habitao e Urbanismo de Cotia, Jos Lopes discute e avalia a situao atual e apresenta os </p><p>projetos desenvolvidos no setor.Voc acredita em bruxas???...conhea sua origem </p><p>e entre nesta magia em nosso espao esotrico.Os dias quentes esto chegando e com eles, </p><p>aquela vontade de se refrescar.Se voc sonha com uma piscina em casa, no deixe de ver as </p><p>novidades em piscinas e dicas de manuteno na seo Casa &amp; jardins.</p><p>E para finalizar, receba o guia de bolso da Tudo, com uma entrevista com Juan Alba, que estria a </p><p>pea Sabor a Freud, no Centro Cultural Wurth. Veja tambm dicas das principais peas teatrais </p><p>em cartaz, espetculos, baladas,exposies, passeios na regio e em So Paulo, alm dos </p><p>ltimos lanamentos em livros para voc ler e curtir!Espero que gostem desta edio!</p><p>Boa leitura,</p><p>Roberta Smilari</p><p>ExpedientePublisherRoberta Smilari | roberta@revistatudo.comDiretora ExecutivaRegina Imperatore | regina@revistatudo.comEditora e Jornalista ResponsvelDenise Berto - MTB 12.310 | jornalismo@revistatudo.comJornalista | Juliana Martins - MTB 57.882 | juliana@revistatudo.comDireo de Arte e DiagramaoMarina Bevilaqua | design@revistatudo.comAlexandre Pessa | design@revistatudo.comDesigner PublicitrioCarol Smilari |carol@revistatudo.comFotografia | Guido Bompan | fotografia@revistatudo.comFoto capa |Mario FontesFotos complementares | DreamstimeComercial:Anselmo Neiva Rosilene Marchi Sandra Smilaricontato@revistatudo.com</p><p>@revistatudowww.revistatudo.com</p><p>A Revista TUDO uma publicao da Editora Imperatore Ltda.Rua das Tipoanas, 237 - Granja Viana | Carapicuba-SPTel: 3535-4268. As matrias assinadas no expressam necessariamente a opinio da revista.A incluso do nome de colaboradores neste expediente no implica em vnculo empregatcio.Outros ttulos da editora: Fazendinha e So Paulo II em revistaTiragem: 17 mil exemplares | Periodicidade: MensalDistribuio: gratuita, condomnios e pontos comerciais instalados na Granja Viana, ao longo da Rodovia Raposo Tavares, Cotia, Caucaia do Alto, Vargem Grande, Carapicuba, Embu das Artes, So Roque.</p><p>6 Gastronomia</p><p>Casa e jardins</p><p>34 Entrevista</p><p>24</p><p>44Espaoesotrico</p><p>14 Viajar preciso</p><p>20 Moda</p><p>4 outubro 2011 </p></li><li><p>05</p><p>25</p><p>75</p><p>95</p><p>100</p></li><li><p>6 outubro 2011 </p><p>Extica e ao mesmo tempo austera, a comida da Arbia Saudita fruto da riqussima mescla das tradies do Oriente Mdio.</p><p>A culinria da Arbia Saudita tem fundamen-tal influncia dos bedunos, que buscavam alimentos adequados s condies inspi-tas que enfrentavam diariamente: a travessia do deserto. Embora o mundo rabe se constitua de muitos Estados diferentes, a religio em comum os conecta de forma inseparvel. A maioria dos ra-bes muulmana e, como tal, segue normas ali-mentares ditadas pelo Alcoro. O Isl determina a vida e cultura de seus fiis, influenciando de forma decisiva, a extica e ao mesmo tempo austera co-mida local. Os Sauditas gostam muito de peixes e frutos do mar, tais como hamour (Cherne), Kandad (Cavala ), Zubaydi (similar truta). Carangueijos e lagostas, tambm tm seu lugar. Alm disso, sua culinria tem bastante influncia da India e Paquisto, ou seja muito curry, muitas especia-rias fortes, tmaras, ch gelado, Arak, etc.</p><p>As carnes mais comuns so o frango e o carneiro, </p><p>Sabor das Arbiassendo a carne suna proibida por lei. As comidas mais encontradas so o arroz, as lentilhas, homus (pasta de gro-de-bico), kultra (espetadas de frango ou carneiro), kebab (servido com sopa e legumes), me-zze (entradas variadas) e muhalabia (pudim de ar-roz). O lcool proibido no pas, por isso, as bebidas mais consumidas so a gua mineral, os sucos de frutas e os refrigerantes. O Champagne Saudita feito base de suco de ma e gua Perrier.</p><p>Outros pratos muito apreciados so: os shikamba (sopa cremosa, almndegas de cordeiro), legu-mes e salada de frutas feita com mas, tmaras, nozes, alface, maionese, iogurte e limo; kofta que feita com espinafre, carne picada, arroz, espe-ciarias e molho de tomate, kebabs com legumes e kultra; o tabule (um dos mais famosos internacio-nalmente), que consiste em uma salada fria com diferentes espcies de smola de trigo e o po pita que acompanha a maioria dos pratos. </p><p>Sabor das Arbias</p><p>gastronomia</p></li><li><p>outubro 2011 7 </p><p>Viajar preciso</p><p>Localizada no efervescente Oriente Mdio, a Arbia Saudi-ta faz fronteira com a Jordnia e com o Iraque no norte e nordeste, com o Kuwait, Catar e Emirados rabes Unidos no leste, com Om no sudoeste e com o Imen no sul. O Golfo Prsico fica a nordeste e o Mar Vermelho a oeste do pas. Sua populao atual de 28 milhes de habitantes espalhados nos seus 2,14 milhes de quilmetros qua-drados de extenso.</p><p>0</p><p>5</p><p>25</p><p>75</p><p>95</p><p>100</p></li><li><p>8 outubro 2011 </p><p>Pratos FamososATAIF (katayef, kataif, atayef) Pequenas panquecas recheadas de nozes ou queijo e umedecidas com uma calda rala feita de gua, acar, limo, gua de rosas ou de flor de laranjeira. Tambm usado o mel no lugar da calda. uma sobremesa lu-xuosa, muito usada em casamentos por todo o Oriente Mdio e mundo rabe.</p><p>Charuto com folha de uvaRendimento da Receita: 8 pores/ Tempo de preparo: 2 horas + tempo de cozimento</p><p>Ingredientes: 500 g de folhas de uva pequenas</p><p>Recheio:sal a gosto; 2 cebolas picadas; 2 colheres (sopa) de leo; 2 dentes de alho socados; 1colher (caf) de pi-menta sria; xcara (ch) de hortel fresca picada; 2 xcaras (ch) de arroz cru lavado e escorrido 1 kg de capa de fil moda</p><p>Modo de Preparo: Elimine os talos das folhas de uva, lave e mergulhe-as numa panela com gua fervente at murchar. Reti-re e deixe escorrer. Recheio: numa tigela, junte todos os ingredientes e misture bem. Abra as folhas de uva, </p><p>deixando a parte mais opaca para cima. Coloque o recheio no centro das folhas (cerca de 1 colher de sobremesa), dobre as laterais e enrole em formato de charuto. Deixe sempre uma folga porque o arroz cresce durante o cozimento. Forre o fundo de uma panela grande com algumas folhas de uva. Disponha os charutos em camadas, regando cada camada com azeite. Sobre a ltima camada, distribua alguns dentes de alho com casca. Encha a panela com gua e junte sal a gosto. Cubra com um prato de loua, para que os charutos no biem e leve ao fogo por aproximadamente 1 hora e meia. Sirva com coalhada fresca. </p><p>Fonte: http://www.muitomaisreceitas.com.br</p><p>BAKLAWA (baklava) Sobremesa composta de vrias camadas de massa phylo intercaladas por um recheio de frutas secas (em geral nozes embebidas na calda de ma e limo) e regada com mel ou calda de flor de laranjeira. Ge-ralmente no formato de tringulo. </p><p>BERIANI (Biriani, Biryani)Prato de carneiro base de arroz, amndoas, uva-passa e pinoli, originrio do Iraque. BASBOOSA Bolo denso de trigo e iogurte que ensopado em um xarope doce. Possui vrios nomes e vrias formas de fazer. Os srios e os palestinos chamam-no de Hareesa e usam farinha como o ingrediente principal; os libanesaes chamam-no de Nammoura e acrescentam coco mistura, e os egpcios chamam-no Bas-boosa e usam a smola de trigo em vez de farinha.</p><p>gastronomia</p><p>8 outubro 2011 </p></li><li><p>05</p><p>25</p><p>75</p><p>95</p><p>100</p></li><li><p>10 outubro 2011 </p><p>crnica</p><p>Nobreza a nossa capacidade de abrir portas, navegar por novos portos, romper barreiras, alar superao, ser resiliente, ter compaixo.</p><p>Mostre o seu melhor. A vida te dar em dobro</p><p>nobreza no somente o que acumulamos </p><p>em riquezas e conhecimentos, pois se fixarmos somente </p><p>nisso seremos levados ao orgulho e </p><p>preconceito. </p><p>10 outubro 2011 </p></li><li><p>outubro 2011 11 </p><p> chegada a data comemorativa dos Finados. Mais que uma data emocionalmente tris-te, um momento em que nos lembramos daquelas pessoas que nos deixaram e por elas abandonados num grande vazio.</p><p>Pessoas que fizeram ou tentaram fazer deste mundo um lugar melhor. </p><p>Tenho meus dolos: John Lennon, Ayrton Senna, Joseph Campbell, Joo Paulo II e agora Steve Jobs so alguns deles. E aos 53 anos de idade, herdei meus heris particulares. </p><p>Um deles foi meu tio-av, que na falta de pai e me, me criou. Alis, no me criou. Mais que isso, foi meu Mestre. </p><p>Um mestre que ensinou que preciso ser humil-de e no humilhado. </p><p>Que nobreza no somente o que acumula-mos em riquezas e conhecimentos, pois se fixar-mos somente nisso seremos levados ao orgulho e preconceito. Mostrou que nobreza a nossa capacidade de abrir portas, navegar por novos portos, romper barreiras, alar superao, e a ser resiliente, e a ter compaixo. </p><p>Yukio Haranaka (*)</p><p>outubro 2011 11 </p><p>Assim foi meu tio-av, um pequeno homem, um grande monge que viveu plenamente O Carma do Drago:</p><p> Era segunda-feira. O telefone tocou. Era o ltimo captulo.... e ento, era primavera novamente.</p><p>- Seu av no passa de quarta-feira era um amigo de infncia e agora o mdico dele. Meu av era quem havia me criado. Tinha sido meu pai, minha me. Meu norte, meu sul, meu leste e oeste. Um velho monge que aos 78 anos de ida-de resolvera me dar vida e agora, aos 98 resolve-ra deixar a sua. </p><p>Aps desligar o telefone, mergulhado em pro-funda reflexo dos meus tenros 20 anos, comecei a arrumar a valise da viagem quando o telefone tocou mais uma vez, gelando minha espinha.</p><p>- Olha... era o mesmo amigo, hesitante eu sou o mdico e para mim ele no passa de quarta, </p><p>Um mestre que ensinou que preciso ser humilde e no humilhado. </p><p>0</p><p>5</p><p>25</p><p>75</p><p>95</p><p>100</p></li><li><p>12 outubro 2011 </p><p>Sutis atitudes queconstroem grandes personalidades e moldam o carter</p><p>O texto acima parte integrante do livro O Carma do Drago, de autoria de Yukio Haranaka, em fase de con-cluso e lanamento no ano cristo de 2012 o ano do Drago no horscopo chins. Haranaka massagista e acupunturista h 35 anos, professor em MTC - Medicina </p><p>Tradicional Chinesa, jornalista, palestrante e escritor, e-mail: massagista.haranaka@gmail.com </p><p>mas ele pediu para lhe dar um recado: Venha no sbado de manh. Ao deixar sua vasta vida de quase um sculo de existncia, preocupava-se com pequenas coisas como amenizar minha ausncia no trabalho. Confiaria na sabedoria do mdico ou na iluminao do meu av? </p><p>Naquele sbado entrei apressadamente pelo minsculo hospital do interior paulista sentindo o cheiro dos remdios e o bater dos talheres do caf da manh no carrinho que seguia pelos cor-redores. Ao entrar no quarto ele abriu um sorriso sereno, o olhar quase infantil.</p><p>- Bom voc ter vindo hoje sussurrou est um belo dia l fora um tmido amanhecer anuncia-va um dia ensolarado - aps o funeral volte de imediato ao seu trabalho... nosso ofcio sagrado e preciso honrar sempre a quem nos confia um emprego... ele disse.</p><p>Senti uma presso no peito e um n na gar-ganta ao lembrar-me daquilo que o velho mon-ge me dissera h muito tempo: Sutis atitudes que constroem grandes personalidades e mol-dam o carter.</p><p>- No chore... ele me encarou suponhamos que eu faa um cruzeiro e em todos os portos al-gum me dissesse que voc procurou por mim. desalentador porque no conseguiria apreciar este momento sublime da viagem e me pergun-taria toda hora: deveria voltar? Ento no fixe seus pensamentos em minha partida. Quero aproveitar esta oportunidade da Grande Via-gem. A esta altura da vida, desencarnado sou muito mais til. disse.</p><p>Respirei fundo e comecei meu av...- Pssssiu ele fez tenho mais coisas para lhe </p><p>dizer do que voc a mim sussurrou.- No sei se existe um cu ou um inferno... nin-</p><p>gum sabe... continuou tambm no sei se existe a reencarnao... se for meu carma ser enviado ao inferno, me conforta a certeza que Algum me ache til por l; se for dirigido para o Portal da Reencarnao, ento pedirei uma pe-quena licena. Visitarei a Austrlia. Ao trmino da II Guerra, quando retornava ao Japo, o navio passou pela costa daquele pas... o entardecer... aqueles belos cangurus olhando curiosamen-te para ns... nunca consegui voltar... De todo modo, se nada disso existir, gostaria que minha ausncia fizesse com que as pessoas pensassem que afinal, no fui um velho to ruim sorriu se-reno neste momento invejo o doutor desviou o olhar ao meu amigo mdico, que estava pos-tado atrs de mim sendo ateu no sofre dessas aflies e respirou profundamente.</p><p>- Meu av disse-o segurando sua mo magra, </p><p>ainda macia foi muito bom ter sido criado pelo senhor... sussurrei quase sem foras, a garganta ressecada. Ele apertou minha mo. </p><p> Foi uma honra t-lo conhecido... disse fe-chando os olhos e apertando pela ltima vez a minha mo.</p><p>O bird comeou a apitar, meu av no era mais uma onda viva mas uma linha contnua no monitor cardaco Adeus... sussurrei e num lti-mo suspiro ele murmurou: estou vendo... a Aus-trlia... a mo, agora sem vida, pousada em minha palma.</p><p>Algum desligou o monitor. Senti a mo do meu amigo em meu ombro e quando me virei, aquele doutor, com os lbios estremecendo, chorava... mas eu no chorei.</p><p>Alguns anos depois, ao visitar alguns amigos na-quela cidadezinha, lembrei-me de um casal de velhinhos que meu av sempre doava frutas e verduras. Decidi visit-los. L chegando a anci me recebeu com um grande abrao, seguido pelo seu marido. </p><p>- Ns sabamos que voc viria hoje - ela disse alegremente.</p><p>- Como?!! perguntei espantado e rindo.- Seu av no tinha nem dia nem hora para vir </p><p>aqui, mas toda vez que ele vinha eu sabia desde a primeira hora da manh, porque todas as flores se abriam, tudo ficava perfumado e havia um en-canto no ar...</p><p>Ento eu chorei.... era primavera novamente...</p><p>crnica</p></li><li><p>Famlia</p><p>ORLANDO</p><p>9 NOITES</p><p>Areo ida e volta + hospedagem + seguro viagem+ pontos no programa Fidelidade+ bolsa de viagem</p><p>Preos por pessoa, em apto duplo (exceto roteiros para Orlando apto qudruplo), sem taxas, calculados em 14/10/2011, com sadas de So Paulo. Consulte-nos para sadas de outras cidades. Os preos so baseados na rota da TAM Linhas Areas de menor tarifa entre as cidades, no vlidos para perodos de feriados, congressos, feiras e eventos. Preos vlidos para viagens de ida e volta. Reservas sujeitas disponibilidade do produto anunciado. *Consulte nossa poltica de parcelamento. Os preos em dlar norte-americano sero convertidos para real pelo cmbio do dia da compra. **Preos calculados ao cmbio de R$ 1,86 do dia 14/10/2011. A TA...</p></li></ul>