Edição 9 Revista TUDO

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Revista TUDO edio 9

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  • 14 maio 2011

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  • Editorial

    Quem no se lembra da Penlope do Castelo R-tim-bum? Atriz, bailarina, cantora, escritora e

    diretora Angela Dip. Saiba mais sobre esta mulher de talento e determinao que presenteia a Revista

    Tudo com uma linda entrevista.A vida um eterno perde e ganha e a morte

    algo inevitvel, por mais difcil que seja, temos que aceit-la, ela vem e nos leva sem avisar.

    Esta edio dedico a esta guerreira e amiga Tia Lerner que se foi repentinamente, e que

    deixar saudades....Muitas vezes a perda nos leva depresso, saiba

    sobre esta doena muito comum e que atinge milhes de pessoas.

    O que ser um grande lder? Leia na seo mercado de trabalho os pilares que regem a

    inteligncia moral de um bom lder.Em Viajar preciso, desbravamos a Espanha,

    este pas conhecido por seu legado artstico e pela beleza de suas cidades, um dos roteiros mais

    visitados por turistas do mundo todo.Comida rabe, que delcia....conhea sobre

    esta culinria muito apreciada pelos brasileiros na seoGastronomia.

    O sistema virio o grande problema de nossa regio. Em entrevista exclusiva , o Secretrio de

    Habitao e Urbanismo de Cotia, Jos Lopes discute e avalia a situao atual e apresenta os

    projetos desenvolvidos no setor.Voc acredita em bruxas???...conhea sua origem

    e entre nesta magia em nosso espao esotrico.Os dias quentes esto chegando e com eles,

    aquela vontade de se refrescar.Se voc sonha com uma piscina em casa, no deixe de ver as

    novidades em piscinas e dicas de manuteno na seo Casa & jardins.

    E para finalizar, receba o guia de bolso da Tudo, com uma entrevista com Juan Alba, que estria a

    pea Sabor a Freud, no Centro Cultural Wurth. Veja tambm dicas das principais peas teatrais

    em cartaz, espetculos, baladas,exposies, passeios na regio e em So Paulo, alm dos

    ltimos lanamentos em livros para voc ler e curtir!Espero que gostem desta edio!

    Boa leitura,

    Roberta Smilari

    ExpedientePublisherRoberta Smilari | roberta@revistatudo.comDiretora ExecutivaRegina Imperatore | regina@revistatudo.comEditora e Jornalista ResponsvelDenise Berto - MTB 12.310 | jornalismo@revistatudo.comJornalista | Juliana Martins - MTB 57.882 | juliana@revistatudo.comDireo de Arte e DiagramaoMarina Bevilaqua | design@revistatudo.comAlexandre Pessa | design@revistatudo.comDesigner PublicitrioCarol Smilari |carol@revistatudo.comFotografia | Guido Bompan | fotografia@revistatudo.comFoto capa |Mario FontesFotos complementares | DreamstimeComercial:Anselmo Neiva Rosilene Marchi Sandra Smilaricontato@revistatudo.com

    @revistatudowww.revistatudo.com

    A Revista TUDO uma publicao da Editora Imperatore Ltda.Rua das Tipoanas, 237 - Granja Viana | Carapicuba-SPTel: 3535-4268. As matrias assinadas no expressam necessariamente a opinio da revista.A incluso do nome de colaboradores neste expediente no implica em vnculo empregatcio.Outros ttulos da editora: Fazendinha e So Paulo II em revistaTiragem: 17 mil exemplares | Periodicidade: MensalDistribuio: gratuita, condomnios e pontos comerciais instalados na Granja Viana, ao longo da Rodovia Raposo Tavares, Cotia, Caucaia do Alto, Vargem Grande, Carapicuba, Embu das Artes, So Roque.

    6 Gastronomia

    Casa e jardins

    34 Entrevista

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    44Espaoesotrico

    14 Viajar preciso

    20 Moda

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  • 6 outubro 2011

    Extica e ao mesmo tempo austera, a comida da Arbia Saudita fruto da riqussima mescla das tradies do Oriente Mdio.

    A culinria da Arbia Saudita tem fundamen-tal influncia dos bedunos, que buscavam alimentos adequados s condies inspi-tas que enfrentavam diariamente: a travessia do deserto. Embora o mundo rabe se constitua de muitos Estados diferentes, a religio em comum os conecta de forma inseparvel. A maioria dos ra-bes muulmana e, como tal, segue normas ali-mentares ditadas pelo Alcoro. O Isl determina a vida e cultura de seus fiis, influenciando de forma decisiva, a extica e ao mesmo tempo austera co-mida local. Os Sauditas gostam muito de peixes e frutos do mar, tais como hamour (Cherne), Kandad (Cavala ), Zubaydi (similar truta). Carangueijos e lagostas, tambm tm seu lugar. Alm disso, sua culinria tem bastante influncia da India e Paquisto, ou seja muito curry, muitas especia-rias fortes, tmaras, ch gelado, Arak, etc.

    As carnes mais comuns so o frango e o carneiro,

    Sabor das Arbiassendo a carne suna proibida por lei. As comidas mais encontradas so o arroz, as lentilhas, homus (pasta de gro-de-bico), kultra (espetadas de frango ou carneiro), kebab (servido com sopa e legumes), me-zze (entradas variadas) e muhalabia (pudim de ar-roz). O lcool proibido no pas, por isso, as bebidas mais consumidas so a gua mineral, os sucos de frutas e os refrigerantes. O Champagne Saudita feito base de suco de ma e gua Perrier.

    Outros pratos muito apreciados so: os shikamba (sopa cremosa, almndegas de cordeiro), legu-mes e salada de frutas feita com mas, tmaras, nozes, alface, maionese, iogurte e limo; kofta que feita com espinafre, carne picada, arroz, espe-ciarias e molho de tomate, kebabs com legumes e kultra; o tabule (um dos mais famosos internacio-nalmente), que consiste em uma salada fria com diferentes espcies de smola de trigo e o po pita que acompanha a maioria dos pratos.

    Sabor das Arbias

    gastronomia

  • outubro 2011 7

    Viajar preciso

    Localizada no efervescente Oriente Mdio, a Arbia Saudi-ta faz fronteira com a Jordnia e com o Iraque no norte e nordeste, com o Kuwait, Catar e Emirados rabes Unidos no leste, com Om no sudoeste e com o Imen no sul. O Golfo Prsico fica a nordeste e o Mar Vermelho a oeste do pas. Sua populao atual de 28 milhes de habitantes espalhados nos seus 2,14 milhes de quilmetros qua-drados de extenso.

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  • 8 outubro 2011

    Pratos FamososATAIF (katayef, kataif, atayef) Pequenas panquecas recheadas de nozes ou queijo e umedecidas com uma calda rala feita de gua, acar, limo, gua de rosas ou de flor de laranjeira. Tambm usado o mel no lugar da calda. uma sobremesa lu-xuosa, muito usada em casamentos por todo o Oriente Mdio e mundo rabe.

    Charuto com folha de uvaRendimento da Receita: 8 pores/ Tempo de preparo: 2 horas + tempo de cozimento

    Ingredientes: 500 g de folhas de uva pequenas

    Recheio:sal a gosto; 2 cebolas picadas; 2 colheres (sopa) de leo; 2 dentes de alho socados; 1colher (caf) de pi-menta sria; xcara (ch) de hortel fresca picada; 2 xcaras (ch) de arroz cru lavado e escorrido 1 kg de capa de fil moda

    Modo de Preparo: Elimine os talos das folhas de uva, lave e mergulhe-as numa panela com gua fervente at murchar. Reti-re e deixe escorrer. Recheio: numa tigela, junte todos os ingredientes e misture bem. Abra as folhas de uva,

    deixando a parte mais opaca para cima. Coloque o recheio no centro das folhas (cerca de 1 colher de sobremesa), dobre as laterais e enrole em formato de charuto. Deixe sempre uma folga porque o arroz cresce durante o cozimento. Forre o fundo de uma panela grande com algumas folhas de uva. Disponha os charutos em camadas, regando cada camada com azeite. Sobre a ltima camada, distribua alguns dentes de alho com casca. Encha a panela com gua e junte sal a gosto. Cubra com um prato de loua, para que os charutos no biem e leve ao fogo por aproximadamente 1 hora e meia. Sirva com coalhada fresca.

    Fonte: http://www.muitomaisreceitas.com.br

    BAKLAWA (baklava) Sobremesa composta de vrias camadas de massa phylo intercaladas por um recheio de frutas secas (em geral nozes embebidas na calda de ma e limo) e regada com mel ou calda de flor de laranjeira. Ge-ralmente no formato de tringulo.

    BERIANI (Biriani, Biryani)Prato de carneiro base de arroz, amndoas, uva-passa e pinoli, originrio do Iraque. BASBOOSA Bolo denso de trigo e iogurte que ensopado em um xarope doce. Possui vrios nomes e vrias formas de fazer. Os srios e os palestinos chamam-no de Hareesa e usam farinha como o ingrediente principal; os libanesaes chamam-no de Nammoura e acrescentam coco mistura, e os egpcios chamam-no Bas-boosa e usam a smola de trigo em vez de farinha.

    gastronomia

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  • 10 outubro 2011

    crnica

    Nobreza a nossa capacidade de abrir portas, navegar por novos portos, romper barreiras, alar superao, ser resiliente, ter compaixo.

    Mostre o seu melhor. A vida te dar em dobro

    nobreza no somente o que acumulamos

    em riquezas e conhecimentos, pois se fixarmos somente

    nisso seremos levados ao orgulho e

    preconceito.

    10 outubro 2011

  • outubro 2011 11

    chegada a data comemorativa dos Finados. Mais que uma data emocionalmente tris-te, um momento em que nos lembramos daquelas pessoas que nos deixaram e por elas abandonados num grande vazio.

    Pessoas que fizeram ou tentaram fazer deste mundo um lugar melhor.

    Tenho meus dolos: John Lennon, Ayrton Senna, Joseph Campbell, Joo Paulo II e agora Steve Jobs so alguns deles. E aos 53 anos de idade, herdei meus heris particulares.

    Um deles foi meu tio-av, que na falta de pai e me, me criou. Alis, no me criou. Mais que isso, foi meu Mestre.

    Um mestre que ensinou que preciso ser humil-de e no humilhado.

    Que nobreza no somente o que acumula-mos em riquezas e conhecimentos, pois se fixar-mos somente nisso seremos levados ao orgulho e preconceito. Mostrou que nobreza a nossa capacidade de abrir portas, navegar por novos portos, romper barreiras, alar superao, e a ser resiliente, e a ter compaixo.

    Yukio Haranaka (*)

    outubro 2011 11

    Assim foi meu tio-av, um pequeno homem, um grande monge que viveu plenamente O Carma do Drago:

    Era segunda-feira. O telefone tocou. Era o ltimo captulo.... e ento, era primavera novamente.

    - Seu av no passa de quarta-feira era um amigo de infncia e agora o mdico dele. Meu av era quem havia me criado. Tinha sido meu pai, minha me. Meu norte, meu sul, meu leste e oeste. Um velho monge que aos 78 anos de ida-de resolvera me dar vida e agora, aos 98 resolve-ra deixar a sua.

    Aps desligar o telefone, mergulhado em pro-funda reflexo dos meus tenros 20 anos, comecei a arrumar a valise da viagem quando o telefone tocou mais uma vez, gelando minha espinha.

    - Olha... era o mesmo amigo, hesitante eu sou o mdico e para mim ele no passa de quarta,

    Um mestre que ensinou que preciso ser humilde e no humilhado.

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  • 12 outubro 2011

    Sutis atitudes queconstroem grandes personalidades e moldam o carter

    O texto acima parte integrante do livro O Carma do Drago, de autoria de Yukio Haranaka, em fase de con-cluso e lanamento no ano cristo de 2012 o ano do Drago no horscopo chins. Haranaka massagista e acupunturista h 35 anos, professor em MTC - Medicina

    Tradicional Chinesa, jornalista, palestrante e escritor, e-mail: massagista.haranaka@gmail.com

    mas ele pediu para lhe dar um recado: Venha no sbado de manh. Ao deixar sua vasta vida de quase um sculo de existncia, preocupava-se com pequenas coisas como amenizar minha ausncia no trabalho. Confiaria na sabedoria do mdico ou na iluminao do meu av?

    Naquele sbado entrei apressadamente pelo minsculo hospital do interior paulista sentindo o cheiro dos remdios e o bater dos talheres do caf da manh no carrinho que seguia pelos cor-redores. Ao entrar no quarto ele abriu um sorriso sereno, o olhar quase infantil.

    - Bom voc ter vindo hoje sussurrou est um belo dia l fora um tmido amanhecer anuncia-va um dia ensolarado - aps o funeral volte de imediato ao seu trabalho... nosso ofcio sagrado e preciso honrar sempre a quem nos confia um emprego... ele disse.

    Senti uma presso no peito e um n na gar-ganta ao lembrar-me daquilo que o velho mon-ge me dissera h muito tempo: Sutis atitudes que constroem grandes personalidades e mol-dam o carter.

    - No chore... ele me encarou suponhamos que eu faa um cruzeiro e em todos os portos al-gum me dissesse que voc procurou por mim. desalentador porque no conseguiria apreciar este momento sublime da viagem e me pergun-taria toda hora: deveria voltar? Ento no fixe seus pensamentos em minha partida. Quero aproveitar esta oportunidade da Grande Via-gem. A esta altura da vida, desencarnado sou muito mais til. disse.

    Respirei fundo e comecei meu av...- Pssssiu ele fez tenho mais coisas para lhe

    dizer do que voc a mim sussurrou.- No sei se existe um cu ou um inferno... nin-

    gum sabe... continuou tambm no sei se existe a reencarnao... se for meu carma ser enviado ao inferno, me conforta a certeza que Algum me ache til por l; se for dirigido para o Portal da Reencarnao, ento pedirei uma pe-quena licena. Visitarei a Austrlia. Ao trmino da II Guerra, quando retornava ao Japo, o navio passou pela costa daquele pas... o entardecer... aqueles belos cangurus olhando curiosamen-te para ns... nunca consegui voltar... De todo modo, se nada disso existir, gostaria que minha ausncia fizesse com que as pessoas pensassem que afinal, no fui um velho to ruim sorriu se-reno neste momento invejo o doutor desviou o olhar ao meu amigo mdico, que estava pos-tado atrs de mim sendo ateu no sofre dessas aflies e respirou profundamente.

    - Meu av disse-o segurando sua mo magra,

    ainda macia foi muito bom ter sido criado pelo senhor... sussurrei quase sem foras, a garganta ressecada. Ele apertou minha mo.

    Foi uma honra t-lo conhecido... disse fe-chando os olhos e apertando pela ltima vez a minha mo.

    O bird comeou a apitar, meu av no era mais uma onda viva mas uma linha contnua no monitor cardaco Adeus... sussurrei e num lti-mo suspiro ele murmurou: estou vendo... a Aus-trlia... a mo, agora sem vida, pousada em minha palma.

    Algum desligou o monitor. Senti a mo do meu amigo em meu ombro e quando me virei, aquele doutor, com os lbios estremecendo, chorava... mas eu no chorei.

    Alguns anos depois, ao visitar alguns amigos na-quela cidadezinha, lembrei-me de um casal de velhinhos que meu av sempre doava frutas e verduras. Decidi visit-los. L chegando a anci me recebeu com um grande abrao, seguido pelo seu marido.

    - Ns sabamos que voc viria hoje - ela disse alegremente.

    - Como?!! perguntei espantado e rindo.- Seu av no tinha nem dia nem hora para vir

    aqui, mas toda vez que ele vinha eu sabia desde a primeira hora da manh, porque todas as flores se abriam, tudo ficava perfumado e havia um en-canto no ar...

    Ento eu chorei.... era primavera novamente...

    crnica

  • Famlia

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  • 14 outubro 2011

    Incorpore Dom Quixote e descubra asmaravilhas hispnicasVale pena conhecer a terra de Cervantes, Picasso, Dali, entre tantos filhos brilhantes da Espanha.Complete sua viagem mergulhando na histria, dana e cultura da desbravadora potncia do sculo 16.

    viajar preciso

    14 outubro 2011

  • outubro 2011 15

    Viajar preciso

    outubro 2011 15 Plaza Mayor

  • 16 outubro 2011

    viajar preciso

    Embora um dos cartes postais da Espanha seja a Tourada, es-petculo bizarro, condenado pelo prprio povo nativo amante dos animais, a terra de Dom Quixote tem incontveis atrativos. Sua arte , historicamente, uma das mais bri-lhantes da Europa. A contribuio rabe marcante at o sculo 15, principalmente na arquitetura. O renascimento espanhol trouxe algu-mas das lendas da pintura clssica, como El Greco, Diego Velsquez e Francisco de Goya. O Surrealismo re-cebeu imensa contribuio de Sal-vador Dal , Joan Mir e do cineasta Luis Buuel. Mas, foi Pablo Picasso, com seu cubismo, que revolucionou a arte, transformando-se no artista plstico mais lembrado do sculo 20. Alm da pintura, os destaques incluem msica flamenga, arquitetu-ra, cinema e literatura.

    A maioria dos Turistas invadem a Es-panha durante os meses de Julho e Agosto, quando o sol mais forte. Os meses ideais para visit-la so Maio, Junho e Setembro quando poderemos saborear um clima agradvel e um grupo menor de turistas nas cidades.

    Na cidade de Madri, os invernos so frios com geadas frequentes e neve ocasional. Os veres so clidos e se-cos com temperaturas mximas que muitas vezes superam os 35 C. uma das cidades mais visitadas da Europa e a principal da Espanha. rica em arte e histria, albergando alguns dos museus mais importantes do mundo. Mas no s de arte vive a capital espanhola: o Palcio Real de Madrid, o Parque do Bom Retiro, a Catedral de Almudena, a Plaza de Espaa, Plaza Mayor e a Puer-ta del Sol so locais de elevado interes-se turstico e histrico que todos os dias so visitados por centenas de pessoas.

    Na Plaza Mayor todos os anos no final de maio, princpio de junho, acontece a Feira do Livro de Madrid. Tambm anualmente, mas no ms de feverei-ro, organizada na Feira de Madrid, a exposio de Arte Contempornea (ARCO). A, renem-se diversos artistas do pas e de todo o mundo para apre-sentar ao pblico suas obras.

    Catedral Sagrada Famlia

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    Viajar preciso

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    Tenha a certeza de visitar a maior galeria de arte do mundo, o Museu do Prado, onde resi-dem as obras do mundo inteiro destacando a cultura espanho-la e italiana dos sculos 15 a 19. Goya e Diego Velasquez esto to bem representados que far voc sentar-se diante de seus quadros e apenas admirar por horas! Na sada voc pode visi-tar o Parque do Retiro e o Jardim Botnico, lindssimos e ficam nas proximidades do museu.

    Capital da CatalunhaUma viagem Espanha no

    estar completa se a prxima parada, depois de Madri, no for Barcelona. Maior cidade e capital da comunidade autno-ma da Catalunha, no nordeste da Espanha, tambm a capi-tal da comarca de Barcelons e da provncia de Barcelona. La Rambla

    A cidade foi sede dos Jogos Olmpicos de 1992. Possui um imenso patrimnio histrico, com vrios prdios na lista da Unes-co. tambm o centro cultural da lngua catal. A arquitetura da cidade um dos destaques, principalmente os prdios deixa-dos pelo genial Antonio Gaud. O prprio carto-postal da cida-de, a Catedral Sagrada Fam-lia, assinada por ele, o melhor exemplo disso. uma constru-o impressionante, para dizer o mnimo, uma vez que no h adjetivo que as descreva.

    No deixe de visitar a Igreja de Barcelona, onde se pode entrar e conhecer os claustros da poca da inquisio.

    Na cidade se encontram as instituies mais importantes do governo da Catalunha. Na Fun-dao Joan Mir, so realizadas exposies itinerantes proceden-tes de museus de todo mundo.

  • 18 outubro 2011

    viajar preciso

    Palcio Real de Madrid

    Catedral de Almudena

    Museu do Prado

    O Museu Picasso conta com uma importante coleo de obras pouco conhecidas deste pintor, sobretudo de suas pocas ini-ciais. A arte da poca atual fica no recm construdo Museu de Arte Contempornea de Barce-lona. Tambm so de relevncia o Centro de Cultura Contempo-rnea de Barcelona situado em El Raval, o museu da Fundao Antoni Tpies, o Caixa Frum e o Museu da Cincia, agora cha-mado de CosmoCaixa.

    Um passeio especial cami-nhar pelo pitoresco boulevard La Rambla que parte do centro histrico e termina no Mar Me-diterrneo. Ali, so encontrados quiosques de flores, cafeterias, restaurantes e lojas comerciais. Passeando pela La Rambla po-de-se admirar vrios edifcios de interesse, como o Palcio da Vir-reina, o mercado de La Boque-ria e o famoso Grande Teatro do Liceu. A rua lateral La Rambla conduz Praa Real, uma pra-a com palmeiras e edifcios que abriga cervejarias e restaurantes.

    La Rambla termina junto ao porto antigo, onde a esttua de Cristovo Colombo (ou Monu-mento a Colombo) aponta para o mar. Prximo dali se encontra o Museu Martimo (ou Museu Maritim), dedicado sobretudo historia naval do Mediterrneo, e no qual se exibe a reproduo em escala real de uma antiga galera de combate. O porto antigo oferece outros atrativos, como um centro de cio, com comrcios, restaurantes, um ci-nema IMAX e um aqurio da fauna marinha mediterrnea.

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    Uma viagem Espanha no estar completa se a prxima parada, depois de Madri, no

    for Barcelona.

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  • 20 outubro 2011

    moda

    O que usar no cruzeiro martimo que voc pretende fazer neste final de ano? Pegue seu caderninho e anote as dicas de nosso colunista

    sagaz especializado em moda.

    Elegncia em mar aberto

    Desde que o mundo mundo existe uma dvida que assola a mente de alguns ma-reados seres vivos que, a despeito dos pro-vveis enjos martimos, deleitam-se em imensas espreguiadeiras estrategicamente dispostas nos decks destes que so verdadeiros shopping cen-ters flutuantes. E a questo a seguinte: possvel ser elegante em alto mar?

    No se desespere. At para o mais desatento e unfashion ser humano, sempre existe uma sa-da. Ento, assuma sua posio, aprenda a fazer n de marinheiro e no deixe de seguir este po-cket guide que promete no deixar voc a ver navios, literalmente!

    A dica bsica usar roupas leves mas que aqueam. O sol durante o dia pode estar escal-dante, mas isto no significa que voc dever ficar de biquni at s 2 da manh de popa proa. Para a mulher, uma pashimina se faz essen-

    Elegncia em mar abertoCelso Finkler (*)

    cial (ok... duas, vai!). Protege o colo e tambm a cabea nos passeios noturnos aos decks do na-vio. Prenda-a com aquele lindo broche que her-dou de famlia, isto se voc no quiser deix-la como oferenda Iemanj, claro.

    Para o homem, dois cardigans de textura fina (um claro e outro escuro) que possam ser usados tanto com camisa social quanto com blusa de ma-lha, resolvem bem o problema. Calas esportivas em tons cqui completam o look masculino.

    No esquea de levar uma (sim, apenas uma!) roupa de festa bem elegante para voc, heim?... mas nada de brilho. O bacana estar bem vestida mas nunca chamando a ateno, desnecessaria-mente. Aproveite para usar aquelas jias que difi-cilmente so usadas na cidade. Voc vai ver o su-cesso que ir fazer! Master dica: aproveite os finais de tarde e se jogue no salo de beleza. Uma mu-lher, com uma linda jia, mos e ps impecveis e

  • outubro 2011 21 outubro 2011 21

    Elegncia em mar abertoElegncia em mar aberto

    com os cabelos alinhadssimos... sempre estar bem vestida mesmo de jeans e camiseta... que, alis, so imprescindveis, tambm. Mas use apenas camisetas lisas, ok? Sapatos: um par deles, de salto mdio, maravilhosamente confortvel, j est -T-I-M-O!!!! Nada de sapatos novos, no! Crocs, sand-lias de borracha (mesmo sendo as legtimas) ou rasteirinhas, nem pensar! Alis, pegue as suas rasteirinhas e atire-as pela janela, agora! Quer coisa mais deselegante do que ver al-gum calando uma rasteirinha em pleno Baile do Capito? Se eu fosse o hostess no deixaria voc adentrar o salo alm de mostrar, imediatamente, o caminho do convs. Ningum merece tamanha afronta navegando em guas profundas. E nem se preocupe em estar levando apenas um par de sapa-tos pois ningum ir notar tanto se voc os repetir. Assim como voc, seus novos amigos de navio estaro mais preocupados em aproveitar e usufruir de toda a infinidade de entretenimen-tos disponveis a ficar reparando em seus delicados pezinhos.

    isso. Faa a sua reserva, escolha uma cabine e boa viagem!

    (*)Celso Finkler publicitrio, ps-graduado em psicobiofsica, diretor executivo da May Harris Comunicao e Fashion Business,

    alm de dirigir a Made in Brazil Models celso@mayharris.com.br

    *C

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  • 22 outubro 2011

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  • outubro 2011 23

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  • 24 outubro 2011

    casa e jardins

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    Quem nunca sonhou em ter uma bela piscina sua disposi-o em casa para se refrescar nos dias de calor intenso? Mais que isso, quem nunca imaginou festas ao luar em vol-ta de uma piscina maravilhosa? Desejos como estes, sempre esti-veram no imaginrio popular. E como nada impossvel, ter a tal piscina em casa, tambm no . Com os avanos na indstria de revestimento, surgem novas opes e tendncias para embelezar e modernizar essa rea da residncia, diz Douglas Ramos da Portoro, estabelecimento da Granja Viana especializado em revestimentos.

    Segundo ele, os detalhes de cada projeto so variados e ao gosto de cada cliente. As piscinas podem ser curvas, coloridas e com desenhos exclusivos. Para isso, so usados diversos materiais como pastilhas de vidro e pisos cimentcios, destaca.

    Ramos explica que tanto para usar nas bordas quanto no piso, existem materiais com propriedades atrmicas, que so caracters-ticas marcantes, mesmo sob sol intenso no absorve o calor, pro-porcionando conforto ao tato. Sua textura porosa torna a superfcie

    Mergulhenesta idia!gua sempre foi sinnimo de prazer. Ter uma vasta quantidade dela em casa para o deleite da famlia e amigos tudo. Conhea as ltimas novidades em piscinas.

  • 26 outubro 2011

    casa e jardins

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    anti-derrapante. Ele lembra que uma enorme variedade de tama-nhos e formatos esto disponveis, com destaque para as bordas que atendem aos projetos de pis-cina mais personalizados. Com a linha Atrmica da Castelatto, por exemplo, ele diz que possvel ex-plorar infinitas variaes inovando o espao externo com ousadia e criatividade. Entre os mais usados, conforme Ramos, est o revesti-mento Deck Madeyra Vecchia, da marca Castellato. Uma opo para substituir o deck de madei-ra (e este ecologicamente cor-reto). J o cimentcio remete ao material natural, exige pouca ma-nuteno e antiderrapante. O produto atersanal, esquentando menos que a madeira.

    Para o revestimento interno a tendncia, de acordo com ele, usar pastilhas de vidro. As marcas Colormix e Glass Mosaic tm diver-sas linhas, tamanhos e uma gran-de gama de cores, possibilitando assim projetos exclusivos, como miscelneas e desenhos em mo-saicos. As pastilhas de vidro ofere-cem acabamento muito superior em relao s pastilhas cermicas ou de porcelana, recomenda ele. Seu aspecto visual no se altera com o passar do tempo, permane-cendo com seu brilho e cores origi-nais. Alm disso, segundo Ramos, o custo das pastilhas de vidro com-petitivo, igualando-se hoje ao das pastilhas cermicas. Vale ressaltar que a pastilha de vidro conside-rada um revestimento nobre, agre-gando mais valor obra, destaca.

    Ele finaliza dizendo que o assen-tamento das pastilhas feito por uma nica argamassa, prpria para piscinas que assenta e rejunta. Fornecida pela marca Quartzobrs (Plastifix Piscina) ela acompanha as cores das pastilhas e mais resisten-te ao desenvolvimento de fungos e proliferao de bactrias.

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  • outubro 2011 27

    Dicas de manutenoDiariamente Verificar as condies de transparncia da gua; Colher sujeiras no espelho dgua com a peneira; Filtrar a gua da piscina; Clorar a gua (ao entardecer);Semanalmente: Medir PH e cloro ou sempre que observar qual-quer alterao na transparncia da gua; Limpeza das bordas com limpa borda; Escovar a parte interna da piscina; Colocar algicida de manuteno na gua; Colocar floculante no dia seguinte; Aspirar no dia seguinte;Quinzenalmente:Fazer a retrolavagem da areia do filtro.Mensalmente: Colocar oxidante diludo (gera economia de cloro)Anualmente Trocar a carga de areia do filtro. Indispensvel!

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  • 28 outubro 2011

    O off-road motorizado que hoje utilizado como esporte e terapia, nasceu de uma ne-cessidade de guerra. Os primeiros veculos foram criados durante a 2 Guerra Mundial com o objetivo de penetrar e deslocar tropas e soldados em locais de difcil acesso. Alm de lazer, as ativi-dades off-road so motivo de disputadas compe-ties. No Brasil, o mais conhecido e conceituado o Rally dos Sertes que a partir de 2004 passou a englobar pases vizinhos. considerado o maior da Amrica Latina. No mundo, centenas de aventurei-ros se arriscam no famoso rally Paris-Dakar, conside-rado o maior e mais perigoso do planeta.

    O primeiro veculo deste tipo foi o Jeep da Chrysler, em 1941: o original Willys MA. Nascido no calor da batalha, o Go-Anywhere, Do Anything-Jeep 4x4 , surgiu como um heri para milhares de soldados alia-dos ao redor do mundo. Os demais que se seguiram estabeleceram a marca como lder em tecnologia 4x4. O radical 2003 Jeep Wrangler Rubicon foi um dos veculos mais capazes j produzidos pela marca. J o Compass e Patriot foram os primeiros a chegar para o segmento de utilitrios de pequeno porte. O Modelo Liberdade custa em torno de US$ 23,2 mil.

    Um dos mais cobiados veculos desta linha o Land Rover. O primeiro foi apresentado em 1948. Concebido com robustez e durabilidade, estima-se que, seis dcadas depois de seu lanamento, mais de dois teros de todos os modelos produzidos na-quela poca ainda se encontrem em circulao.

    Desbravar caminhos inspitos, descobrir lugares desconhecidos. S os off-road proporcionam estas emoes.

    Onde encontrar: Aba Motors (GM) 4613-8800; Discovel (VW) 4148-9000; Sonnervig (Ford)- 4617-9300 www.landrover.com/br www.mitsubishimotors.com.br

    Em 1970, foi introduzido um produto radical inteira-mente novo, o Range Rover original. Incorporava todas as capacidades de um Land Rover com o conforto de prestaes de veculo de passageiros convencional. Um Range Rover Vogue 3.6 TD V8 diesel, custa R$ 356.908,00 (Set/11).

    Verses mais leves so o EcoSport da Ford e o Tou-areg da Volks, com preos de R$65,8 mil (4WD, 2.0, 16V, 5p, gasolina) e R$ 224,6 mil (3.6, V6, 24V, 5p) res-pectivamente. O primeiro est disponvel em duas opes de motorizao: 1.6L 8V Flex e 2.0L 16V Flex, transmisso automtica e trao nas quatro rodas - sistema 4WD. O da Volks consome apenas 8,2 litros de combustvel por 100km, sendo que o Touareg Hybrid pode ser conduzido at 50 km/h em modo puramente eltrico livre de emisses.

    Por sua vez, nesta linha a GM oferece a Blazer (R$68,8 mil) que possui coluna de direo regulvel em altura que proporciona maior conforto e ergono-mia, alm de robustez, beleza e esportividade, exclu-sivas para determinadas configuraes. J a Pajero Dakar a diesel da Mitsubishi (R$147,9 mil) equipada com motor a diesel 3.2 Commmon Rail DI-D de 165 cv de potncia, com robustez e desempenho para ser utilizado em diversos tipos de terreno.

    Aventure-secom estes carros!

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  • 30 outubro 2011 Waldorf

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    educao

    Antes de escolher a escola fundamental ter bem definido o que os pais querem para a criana, alerta a pedagoga e mestre em psi-cologia da educao, Cline Lorthiois. A priorida-de o desenvolvimento da personalidade da crian-a, o respeito a suas caractersticas individuais, ou consideram imprescindvel que absorva os conte-dos escolares condizentes com a sua faixa etria? Respondida esta pergunta, Cline recomenda que haja total compatibilidade dos valores e da filosofia de vida da famlia com os da escola.

    Segundo ela, as crianas podem dar algumas di-cas: s vezes, pais que privilegiam o desenvolvimen-to psicolgico de seu filho pequeno, ficam surpresos ao constatar que ele no quer brincar no! Ele quer estudar, quer contedos! Outras vezes, acontece o contrrio, e isso gera uma situao com a qual muito mais difcil de lidar. Na realidade, a opo por determinada escola deveria ser decorrente de uma anlise do perfil de cada criana, acredita. J a pedagoga Heloisa Fernandes, mais generalista. Para ela, o ideal que a escola oferea uma edu-cao abrangente, que leve em conta o ser como um todo, privilegiando o querer, o sentir e o pensar.

    Quais critrios devem nortear a escolha pela escola mais adequada para seu filho?

    Escola,como escolher?

    Celine lembra que muito comum os pais es-colherem determinada escola, mas acabam no dando conta de arcar com suas elevadas mensa-lidades. Ento, o jeito optar pela escola possvel. O desejo um estabelecimento de ensino demo-crtico ou bilnge, mas preciso se conformar com um de formato bem tradicional. Neste caso, a ateno, cuidado e participao deles far, toda a diferena,ressalta.

    A veterana professora Heloisa Fernandes lembra; melhor economizar em outros aspectos doms-ticos, mas nunca no conhecimento. A educao deve ser prioridade para a famlia. Em contrapar-tida ela acredita que o governo est devendo mui-to nesta parte: falta investir verdadeiramente nas escolas, a exemplo de pases da sia que supera-ram as dificuldades educacionais investindo inten-samente no ensino fundamental

    Heloisa destaca ainda que trabalhando no ensino fundamental, mdio e superior v que o preparo dos alunos est cada vez mais aqum do espera-do. H um grande desafio de educar nossos jovens com a participao ativa dos pais. Penso que nossa sociedade est cada vez mais delegando para as

  • outubro 2011 31

    Viajar preciso

    A linha pedaggica importante?Tradicional, Construtivista, Montessoriana ou Waldorf ? En-tre as vrias linhas existentes, estas so as mais adotadas no Brasil. A Tradicional, baseada no Iluminismo, e tem por ob-jetivo universalizar o acesso do indivduo ao conhecimento. A construtivista foi desenvolvida pelo filsofo Jean Piaget e prope que o conhecimento resulta da interao de uma inteligncia sensrio-motora com o ambiente. A Montesso-riana foi criada por Maria Montessori. Na sua viso, a criana dotada de infinitas potencialidades e deve ser incentivada a desenvolver um senso de responsabilidade pelo prprio aprendizado e o ensino deve ser ativo. J a Waldorf surgiu a partir de 1919, em conferncias do filsofo Rudolf Steiner sobre educao. O mtodo baseia-se nos trs eixos de de-senvolvimento da criana: fsico, social e individual. Sua pro-posta baseada no movimento da criana, na atividade motora. So contra o uso da televiso e de brinquedos in-dustrializados, preferem dar aos alunos pedaos de madeira para que eles os transformem em brinquedos.

    Fonte: www.mulherdeclasse.com.br

    escolas a educao dos filhos e es-tes pais no tem preparo, nem tem-po para educar. Precisa haver uma maior interao entre as famlias e as escolas.Acredito que necess-rio criar uma escola para os casais que esto realmente interessados em educar seus filhos., ressalta.

    Neste sentido, Celine complemen-ta: Acho que a escola pblica uma opo vlida, mas ela pede um envolvimento maior dos pais, no sentido de participar mesmo da vida escolar, de todas as maneiras possveis... No no sentido de cobrar o professor que j d o melhor dele mesmo, de maneira geral, mas no sentido de estabelecer um dilogo com as autoridades escolares e o corpo docente, de estabelecer vn-culos sadios com as pessoas encar-regadas de instruir seu filho.

    Contatos: celine.mosaicos@ig.com.br

    helohf@yahoo.com.br

  • 32 outubro 2011

    Uma das doenas mais comuns da atualidade, a depresso, atinge mais as mulheres.A proporo de 2 para 1. Crianas e adolescentes tambm sofrem com a doena.

    Depresses so quadros clnicos de rebai-xamento do estado de nimo, vivencia-dos com tristeza, desnimo extremo e ini-bio das funes psicofsicas. H diversos tipos de depresses, que vo desde aquelas que so reaes a acontecimentos traumatizantes at outras extremamente graves, verdadeiras doen-as depressivas, chamadas depresses maiores, ou endgenas, em virtude de sua causa interna. As causas delas parecem ser transtornos bioqu-micos dos neurotransmissores cerebrais, gene-ticamente transmitidos. As depresses reativas so devidas a eventos desairosos da vida, como morte de pessoa querida, separaes conjugais, fracassos econmicos, etc.

    Estima-se que cerca de 15 a 20% da populao sofra pelo menos uma experincia depressiva em algum momento da vida. Em alguns pases (como a Austrlia, por exemplo), uma em cada quatro

    Depresso tem cura?

    Fernando Castanheira (*)

    mulheres e cerca de um em cada oito homens de meia idade j sofreram de depresso. Ela mais frequente em pessoas com idade entre 25 e 45 anos. Tambm pode acontecer em crianas e adolescentes, em situaes como separao dos pais, problemas na escola e rejeio. Seus sintomas nas crianas so diferentes daqueles dos adultos e incluem tristeza, incapacidade de se divertir, irritabilidade, dores de cabea, clicas abdominais, mau desempenho escolar, desni-mo, dificuldades de concentrao ou alteraes do sono e da alimentao. As mulheres so mais afetadas pelas depresses, na proporo de 2 para 1. Esta diferena, contudo, no existe em crianas ou a partir dos 50-55 anos, o que sugere que ela se deva tambm a fatores hormonais.

    As depresses tm causas mltiplas. Acredita-se que nas depresses endgenas haja uma gran-de participao hereditria, via transtorno dos

    sade

  • outubro 2011 33 outubro 2011 33

    As depresses so doenas reversveis e, se

    tratadas adequadamente, curam-se completamente.

    (*) Fernando Castanheira mdico da Odebrecht - Contato: fcastanheira@odebrecht.com

    neuro-hormnios cerebrais. As ou-tras depresses so causadas por fatores estressantes, como estilo inadequado de vida, separao dos pais, rejeio, drogas, proble-mas na escola, etc.Trs sintomas esto inevitavelmente presentes nas depresses graves, geralmente endgenas: profundo sentimento de tristeza, desesperana e pessi-mismo. Geralmente esse sintoma se acompanha tambm de ansie-dade e sensao de vazio afetivo; inibio psicomotora, que implica em diminuio e lentido das ati-vidades motoras e dos ritmos fisio-lgicos; lentido do curso do pen-

    samento, fala escassa e lenta, dificuldades de concentrao, raciocnio e memorizao.

    A taxa de suicdio entre depressivos trinta ve-zes maior do que a mdia da populao geral. As depresses so doenas reversveis e, se tratadas adequadamente, curam-se completamente. O tratamento bsico das depresses endgenas feito com medicamentos antidepressivos. Os antidepressivos so medicaes que, em geral, no causam dependncia e so bem tolerados e seguros, se prescritos de maneira correta e de-vidamente monitorados pelo mdico.

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  • 34 outubro 2011

    entrevista

    Angela Dip

    Ecltica, determinada, insacivel

    Angela Dip

    Ecltica, determinada, insacivel

    Depois de conquistar o pblico infantil como a rosssima Penlope do Castelo R Tim Bum, a atriz, bailarina, escritora, diretora e cantora, Angela Dip,

    seguiu em busca de novos desafios. No parar nunca sua meta.

  • outubro 2011 35

    Viajar preciso

    Gacha de So Bor-ja, ngela Ortiz Dip, 50 anos, apresenta ao pblico da Granja Viana, todo o talento de uma artis-ta completa, contracenando com Juan Alba na pea Sa-bor a Freud, em cartaz no Centro Cultural Wurth.

    Presena marcante em no-velas de todas as emissoras de tev com destaque para Retrato Falado, Sob Nova Direo, mini-srie Maysa, Malhao, filmes como Guer-ra de vizinhos, onde contra-cenou com Eva Wilma; par-ticipaes em peas dos Parlapates, esquetes e Tera Insana, entre outras, a super ativa atriz conta detalhes de sua carreira TUDO. Descen-dente de libaneses e alemes, a simptica e eterna Penlo-pe, diz em tom de deboche: enlouqueci, mudei meu nome para Dippe. Eu mesma inventei uma numerologia na minha cabea. Quem sabe assim, ela consiga realizar to-dos e no so poucos pro-jetos iniciados e idealizados: terminar as inmeras peas que comeou a escrever; fa-zer teatro, cinema e TV, tudo ao mesmo tempo. Sou muito ativa e quero continuar traba-lhando muito, destaca.

    Denise Berto (*)

    Revista Tudo - Conte como e quando se encantou pela carreira artstica? Fale de voc. Parentes artistas te inspiraram? Formao acadmica,etc.ngela Dip - Sou a nica e primeira palhaa da famlia, que ganha dinheiro com isso. Desde pequena, meus pais me colo-caram em aulas de dana, ingls, de pintura e teatro e a quan-do chegou a poca da faculdade, eles queriam que eu fizesse Direito. Meu pai queria que eu fosse diplomata. Imagine! Que equvoco n? Sempre estudei dana. Meu sonho era ser bai-larina. Aos 17 anos entrei num grupo profissional de dana em Porto Alegre e um ano depois entrei em outro grupo de criao e direo coletiva de teatro e ao mesmo tempo fazia a facul-dade de Direito. De repente, aos 22 anos, larguei tudo, resolvi vir para So Paulo, para fazer aula de dana e a comecei a fazer performances em bares paulistanos, esquetes, telegramas animados. Cursei a faculdade de dana da Unicamp. Mas no terminei porque minha vida profissional estava rolando forte em So Paulo. Fiz workshops com todos os diretores. Ia muito Ofici-na Cultural Trs Rios. Ento, meu vocabulrio corporal j estava pronto. Mas o forte do meu aprendizado a prtica mesmo. RT - Voc se considera uma artista completa j que atriz, bailari-na, escritora e diretora? AD - No. Na verdade cada vez estou me sentindo menos cada coisa. Porque antes eu era bailarina, no me sentia atriz. Agora me sinto atriz e no bailarina. J dirigi, mas nunca me vi diretora, mas sentia-me confortvel assim. Hoje em dia , no sei se sabe-ria dirigir. J escrever um sofrimento atroz. Sempre acho que estou perdendo tempo. No caso do monlogo Barril, objeto que serve de roupa durante toda a pea; e do Stand up que escrevi, ambos esto rendendo muito. O primeiro h 12 anos e o segundo h quatro. Alm dos esquetes que tambm escre-vi. Mas tenho mil peas comeadas e no terminadas. No d para parar de fazer as coisas e escrever. Demanda muito tem-po. Uma hora talvez termine. No sei.

    RT - O que essencial para galgar degraus na carreira e chegar ao topo? O que te motiva?AD - s vezes sorte, bons relacionamentos. Talento com certeza no . s olhar por a. Tem muita gente que no tem o menor talento e est muito bem na carreira. No tenho mais grandes expectativas, mesmo em funo da idade. O que me motiva estar sempre trabalhando e quero mais, sou hiper ativa. Quero fa-zer cinema, teatro e televiso sempre, ocupar os trs turnos. No tive filhos, portanto posso dedicar-me inteiramente carreira.

    RT - O que lhe d mais satisfao: atuar, danar, escrever ou dirigir?AD - Atuar. Mas, tambm adoro fazer aula de dana, de canto. Acredito que cantar profissionalmente deve ser um grande pra-zer. Sou uma atriz que canta, no uma cantora e se eu fosse ape-nas isso, tambm seria frustrante. Na verdade no me satisfao com uma atividade apenas. J fiz musicais com Os Parlapates, Carmen Miranda entre outros. Vrios trabalhos nos quais eu can-tava. Dou um truque, no me considero cantora.

  • 36 outubro 2011

    RT - Ser atriz o que mais te completa o que mais te realiza?AD - . Principalmente se junto com este trabalho, eu estiver usando minhas outras habilidades de bailarina e cantora. A fica bem melhor.

    RT - O que representou em sua carreira o trabalho no Castelo R Tim Bum? E na Tera Insana? Qual voc considera o que te fez decolar? Como atuar para um pblico infantil? AD - O Castelo R Tim Bum representou um gran-de trabalho. Aquele que me deu grande visibili-dade junto ao pblico. De excelente qualidade e o fato de ser dirigido a crianas, exigiu muita dedicao, j que a responsabilidade muito grande. Muitos garotos e moas com 18 ou 20 anos hoje ainda me reconhecem como Penlo-pe. muito gratificante. s vezes voc passa uma vida inteira e no consegue fazer um trabalho as-sim, com esta repercusso e durao. Porque ele ainda est sendo reprisado at hoje. Tambm a Tera Insana foi muito importante em minha car-reira, mas no sinto que decolei. Se eu pudesse fazer todas as viagens que eu quero e estivesse sobrando dinheiro, a eu me sentiria decolada. claro que j h algum tempo venho podendo es-colher o que quero fazer, o que importante. Isso um orgulho. No existe qualquer trabalho que eu me envergonhe de ter feito.

    RT - E as novelas o que significam para voc? Gosta de faz-las ou so um mal necessrio (j que so bastante cansativas e extensas)? AD - No acho que as novelas sejam um mal necessrio de jeito nenhum. Foram vrias expe-rincias que eu tive. J trabalhei na Band, Re-cord, Globo, Cultura, Gazeta, praticamente to-das. Foi muito gratificante para mim. Acho sim que os atores que protagonizam podem achar cansativo e desgastante. Mas eu nunca tive de gravar todos os dias, ento, sempre foi muito prazeroso. Adorei fazer novelas. um trabalho como outro qualquer.

    RT - Como foi participar da mini-srie Maysa? AD - Foi um trabalho muito especial, foram s trs meses de gravao, muito bem cuidado, a fo-tografia foi feita pelo mesmo profissional que tra-balha com Almodovar. Houve muito capricho. O diretor era seu filho e o fato de ter participado da reproduo de uma histria verdica da msica brasileira foi muito gratificante para mim.

    entrevista

  • outubro 2011 37

    Viajar preciso

    RT - Qual sua empatia com o cinema? Quais filmes te trouxeram maior satisfao? AD - J fiz muitas pontinhas. Costumo dizer que se juntassem todas, daria um longa- metragem. Fiz curtas com todos os diretores que hoje so fa-mosos: Luis Vilaa, Srgio Bianchi, entre outros. O ltimo que eu fiz foi de Rubens Xavier: Guerra dos Vizinhos onde interpretei a antagonista da perso-nagem de Eva Wilma. Foi um filme muito legal. Mas o oramento era baixo, ento quase no teve visibilidade. Foi uma pena porque eu tinha um papel importante. Outro que fiz foi Bodas de papel com Helena Ranaldi.

    RT - Quem voc considera o ator ou atriz mais com-pletos no Brasil? E no mundo? Alguma inspirao? No que se refere a dramaturgia, quem na sua opi-nio o mestre dos mestres brasileiros?AD - Adoro atores e atrizes que cantam e danam. Mas, ao mesmo tempo, ver Fernanda Montenegro, sentada interpretando Simone Deboire, um arra-so. Gosto de filmes argentinos e em Hollywood no

    tem ator ruim. Na verdade existem muitos bons e poucos ruins. Na dramaturgia, impossvel deixar de lembrar de monstros sagrados como Nelson Rodrigues, Plinio Marcos, entre outros. Dos novos, Roberto Alvin, Luis Alberto de Abreu, Vincius Calde-rone, este da dramaturgia contempornea que a gente at se surpreende porque no tem comeo, meio ou fim. uma forma de expresso que no visa o circuito comercial, mas a vanguarda.

    RT - Voc j escreveu e dirigiu vrias peas. Onde buscou inspirao? AD - Todo livro que eu leio quero fazer uma pea. s vezes at uma reportagem me inspira. Idias no faltam. O difcil organiz-las e mont-las num espetculo.

    RT - Voc acredita que a beleza mais cobrada da mulher ? Principalmente artista? AD - Hoje em dia, a questo da beleza est sen-do cobrada para todo mundo. No s para ar-tistas. Virou algo muito valorizado, importante. com certeza meio caminho andado.

    RT - H quanto tempo voc est atuando na pea Sabor a Freud? Como analisa sua personagem? AD - H quatro meses com outro ator contrace-nando comigo e agora estamos voltando com o Juan Alba. Sinto-me bem, mas nunca o suficiente. Sempre fui muito crtica comigo mesma. A idia da pea a dupla personalidade de paciente e psiquiatra. Ambos tem um lado contido e outro oposto. Na verdade, razo x paixo. Acho que o envolvimento mdico-paciente muito comum. No acho antitico. So seres humanos, Tem coi-sas que a gente no consegue barrar.

    RT - Quais seus projetos futuros? AD - Adoraria ganhar muito dinheiro e ficar via-jando (risadas). Na verdade, gostaria de termi-nar as inmeras peas que comecei a escre-ver. Quero fazer teatro, cinema e TV, tudo ao mesmo tempo. Sou muito ativa e vou continuar trabalhando muito.

    RT - Conhecia a Granja Viana? O que achou do lugar? Moraria aqui?AD - J conhecia, acho timo, tirando o trnsito da Raposo Tavares, brbaro. O ideal mesmo ir de helicptero (risos).

  • 38 outubro 2011

    perfil

    O grupo Atual Segurana e Servios um dos maiores em seu segmento, com 13 anos de atuao, profissionais formados nas melhores escolas de segurana e experincia em todas as vertentes de prestao de servios e segurana privada, e acaba de chegar na regio para atender a crescente e exigente demanda por qualidade. Na hora de escolher o servio de segurana para proteger seu patrimnio, a anlise de alguns requisitos fundamental: idoneida-de, experincia e um padro de qualidade reconhecido pela exceln-cia, atestado pelo sindicato da categoria e com premiaes do setor de servios, isso faz com que o Grupo Atual se destaque no mercado, uma vez que traz esses requisitos em sua bagagem, relata Gabriela Cardozo Secomandi, diretora do Grupo Atual Segurana e Servios.

    Ela sabe do que est falando: moradora da Granja Viana desde o incio de 2010 e entende que a segurana uma das principais pre-ocupaes das famlias. Casada e me de dois filhos, acredita que a segurana privada pode colaborar com a qualidade de vida da populao e, por isso, procura focar o trabalho de sua empresa para garantir a mxima tranquilidade aos seus clientes. Resolveu investir na regio e acaba de abrir uma base avanada da empresa por aqui. Dentro de nossa expectativa de crescimento, escolhemos o local para agregar valor, alm de ampliar a gama de servios da regio oferecendo uma soluo diferenciada, tecnologia e inteligncia aliados a mo de obra qualificada, justifica.

    Nova opoem segurana e servios na regioAtual Segurana chega regio para oferecer servios diferenciados, tecnologia de ponta e excelncia que j tem destaque na capital e interior do estado de So Paulo.

  • outubro 2011 39

    Viajar preciso

    A empresa, com uma gama de servios que en-globa: segurana patrimonial, segurana pesso-al, zeladoria, jardineiros, limpeza e conservao, recepcionistas, portaria controlador de acesso e fiscal de piso, j tem uma fatia importante do mer-cado - de sua cartela de clientes, j fazem parte empresas de grande porte como a Loga (respon-svel pela coleta de resduos de So Paulo e de aterros sanitrios importantes como o da Bandei-rantes), o Sport Club Corinthians Paulista, o Sonda Supermercados, grandes eventos como o Salo do Automvel, o Salo Duas Rodas entre outros -, comea a ter destaque tambm na nossa regio, onde j possui alguns clientes importantes e aca-ba de conquistar mais um: o residencial So Paulo II (um dos maiores condomnios da Amrica Latina). importante mostrar para a regio que mesmo com uma rea significativa e um nmero de resi-dncias que exige muita ateno, como o caso do Condomnio So Paulo II, possvel dar aos mo-radores a tranquilidade, o cuidado necessrio e um servio diferenciado, pois a nossa empresa foca na caracterstica de cada cliente, atendendo de for-ma personalizada, comenta Gabriela.

    Alm da Atual Segurana, h outras duas empre-sas - Victria Servios que tem o foco voltado para o mercado de grandes shows e eventos e Valor Sustentvel Assessoria e Consultoria Scio Ambien-tal, que alm de ser uma empresa de consultoria e

    assessoria, atende a demanda de projetos sociais e ambientais que o grupo hoje mantm. A Victria Servios atende a cerca de 90% das grandes feiras de negcios que ocorrem em So Paulo e a Va-lor Sustentvel atende empresas, condomnios e eventos que necessitam destinar adequadamen-te seus resduos e gerar ndices sociais na regio ou no seguimento que atuam. Agora, tudo isso est aqui bem pertinho: profissionalismo, vontade e de-terminao para honrar compromissos assumidos, confiana e respeito ao ser humano e ao meio ambiente, e ousadia para correr riscos.

    O Grupo Atual Segurana e Servios busca o reconhecimento em nossa regio, como empresa que atua de forma tica e responsvel na pres-tao de multi servios, facilities e segurana, primando sempre pela qualidade, responsabili-dade e eficincia; objetivando um crescimento duradouro e sustentado; que desenvolve, busca e retm valores humanos, motivando e incentivan-do-os a serem parceiros e comprometidos, part-cipes, transformadores, inovadores e criativos; que interage em harmonia nos ambientes onde atua e combina adequadamente recursos humanos e tecnolgicos, finaliza Gabriela Secomandi.

    Contatos: Tel: 3969-0482 www.atualseguranca.com.brwww.victorialimpeza.com,br

    Informe publicitrio

  • 40 outubro 2011

    solidariedade

    Diverso, aprendizado, muita conversa e ain-da uma forma de aumentar o oramento domstico. Este o trabalho desenvolvido pelo grupo Joaninhas e Borboletas Artesanatos e Conversas de Ibina, interior paulista. Enquanto as mos trabalham, vamos conversando sobre assun-tos variados que trazem alegria, amizade e muita diverso, diz Rita Albuquerque, artes de sucatas uma das professoras voluntrias que ensina as alu-nas a reciclarem seu lixo, fazendo do lixo um luxo com latinhas, embalagens diversas e vidros.

    Ela conta que as 30 alunas fixas a quem chama de joaninhas e mais de uma dezena de bor-boletas que vo e vem, aprendem tric, croch, bordado, patch aplique, pintura em tecido, cus-tomizao em sandlias, entre outros trabalhos.

    Rita destaca que o perfil das alunas, na maioria mulheres, bastante diversificado. So morado-ras do bairro, caseiras, agricultoras, aposentadas, paisagistas, decoradoras, donas de casa e artess amadoras com idade variando de 10 70 anos.

    Joaninhas e borboletas trabalhadoras

    Ensinar a pescar, este o lema do grupo voluntrio de Ibina que ministra aulas gratuitas populao local.

    Muitas, de acordo com ela, j utilizam o que aprenderam para reforar o oramento fami-liar. A enfermeira aposentada Ruth, de 60 anos, por exemplo, j exportou os chinelos que faz at para o Chile. A agricultora Eliane, de 23 anos, est agregando mais frutos aos que cos-tuma colher na plantao onde trabalha. Com o tric, croch, pintura, bordado e chinelos que vende para os vizinhos no bairro dos Coelhos, est levando mais dinheiro para casa. Rita lem-bra que at como terapia, os cursos tem fun-cionado muito bem: Uma de nossas alunas, Cleide, de 60 anos, aposentada, andava meio desanimada. O aprendizado e convvio com as outras alunas, deram nova cor a sua vida. Hoje, tudo o que faz presenteia a quem gosta e sente-se muito feliz com isso.

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    Rita conta que tudo comeou em 2009, quando a Se-cretaria do Meio Ambiente de Ibina deu incio ao Projeto ECOS RECREIO (Espao Comunitrio Oficinas Socioambien-tais), idealizado por Maria Aparecida Lypai, que j promo-via com a ajuda de colaboradores do bairro Recreio Re-sidencial Ibina, a festa do Dia das Crianas e a festa de Natal para aproximadamente 400 crianas. Ao saber que a Escola de Ensino Fundamental do bairro seria desativa-da, ela entrou em contato com a prefeitura de Ibina e solicitou autorizao para fazer desse espao temporaria-mente ocioso um local de encontro e compartilhamento de ideias atravs de artesanato e palestras. O Projeto ECOS da prefeitura funciona s quintas feiras, porm o grupo in-dependente Joaninhas e Borboletas, Artesanatos e Con-versas, vem se mantendo. Assim como Cida Lipay, nin-gum recebe remunerao ou tem vnculo de trabalho, s o amor e a vontade de ajudar nos move, diz satisfeita.

    E finaliza: nosso grupo faz um bazar espordico com a doao de peas confeccionadas pelas alunas para a manuteno do espao e para ajudar na festa do dia das crianas e de natal patrocinadas pelas integrantes do gru-po e colaboradores da regio.

    Contatos: Cida Lypai (15) 3249 2831; Rita Albuquerque (15) 3249 1017

    lembuques@gmail.com

  • 42 outubro 2011

    nosso bairro

    A Estrada Fernando Nobre estampa a coluna Nosso Bairro desta edio, lugar onde o bucolismo e o progresso se misturam.

    A Estrada Fernando Nobre tem cerca de 7 qui-lmetros e passa por trs municpios: Cotia, Jandira e Barueri. No local, esto indstrias, comrcios, restaurantes, escolas, alm de chca-ras para comprar verduras e legumes fresquinhos sem adubos orgnicos. O local conta ainda com muitos atrativos: o maior Templo Budista da Am-rica do Sul e uma igreja catlica histrica. Para mim, a Fernando Nobre sinnimo de crescimen-to. Foi aqui, boa parte pela beleza natural, que vis-lumbrei a realizao do meu sonho antigo, meu ne-gcio - Camarima Beleza & Spa. Sei que ser aqui, em um futuro prximo, um local para se resolver a vida toda. Casa, trabalho, escola, ginstica, cursos, compras e servios, comenta Kelly Serrano Mattei.

    A mistura do buclico com o progresso foram as duas caractersticas que fizeram eu e meu pai escolhermos a regio para investir e abrir uma loja de roupas femininas. Aqui encontramos uma socie-dade como nas pequenas comunidades, em que todos procuram a chamada qualidade de vida e tambm a desacelerao, tentando escapar do corre-corre e dos problemas encontrados nas gran-des cidades. Estou contente com a vida que leva-mos e esperanosa com o crescimento, comenta Sandra Negretti. E Marlia Costa completa: Inau-guramos a pizzaria Due Vie h dez anos, quando

    ainda no havia iluminao pblica. Era um asfalto cheio de buraco, pudemos acompanhar de perto a modernizao dessa estrada, endereo de mui-tos amigos e caminho para o desenvolvimento da regio. A cada dia uma nova mudana para me-lhor. Vejo um futuro brilhante, preservando a ideia de que estamos na Granja Viana onde procura-mos harmonia com a natureza.

    Mas nem tudo no local um mar de rosas: por cor-tar trs municpios, a estrada fica s vezes revelia das Prefeituras. A Fernando Nobre carece de uma administrao mais sria por parte das prefeituras s quais est submetida. So milhares de morado-res, contribuintes, que no tem uma estrada de-cente e segura para trafegar em suas idas e vindas, o que lamentvel, reclama Lzaro Kerges Bueno Borges Junior. O arquiteto Ciro Akaki complemen-ta: est em crescimento como toda regio, o que me preocupa a prpria Estrada que, sem a infra-estrutura que a demanda necessitar, no dever comportar. Os nmeros espantam: pela estrada, trafegam cerca de 8000 veculos por dia e nos resi-denciais moram, aproximadamente, 10000 pessoas e com projetos de lanamento de novos empreen-dimentos que anexaro mais 4000 moradores.

    Mas melhorias j esto sendo feitas: o governo do Estado est investindo R$ 3.952.606,22 em obras

    Natureza interagindo com

    agitao

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    Viajar preciso

    de recapeamento. Estamos localizados aqui des-de 2006 e um lugar tranquilo e de fcil acesso. No momento, a Estrada est sendo alargada e reca-peada, esto colocando as guias e, dessa forma, possibilitando que sejam feitas as caladas. An-teriormente havamos solicitado Prefeitura que fossem tomadas providncias em relao sinali-zao em frente a nossa escola. Agradecemos Prefeitura e parabenizamos a todos os moradores pela conquista, comemora Sandra Pires. A nos-sa estrada est cada vez mais completa, alm de escolas de qualidade, barzinho, restaurantes, quadra de futebol, farmcia, quitanda, revistaria e muitos outros comrcios, que embora no sejam grandes redes, tem diferenciais insuperveis, bom atendimento, produtos de qualidade e claro ami-zades que superam a relao comerciante clien-te. Mas o melhor que sua infraestrutura est finalmente sendo melhorada, tornando-a uma estrada realmente digna da Granja Viana, opina Guto dA Revistaria.

    Mas apesar de alguns percalos, quem escolheu o local, no se arrepende. Comprei um terreno l pelos lados do Caiapi e constru uma casinha. Durante a obra passava pela Estrada e notei au-

    sncia de muita coisa, inclusive de um mdico. Abri meu consultrio no 1020 e hoje atendo a mui-tas crianas que moram ali nas redondezas. Co-nheo quase todo mundo da estrada: farmcia, restaurantes, lavanderias, academias, escultores, padeiros... e agora ela est maior, mais larga! Es-tou me mudando do Caiapi, mas continuarei na Fernando Nobre: s vezes, as razes do trabalho so mais fortes do que da morada, comenta o pediatra Jorge Huberman.

    Recebo os pacientes tensos e, quando sentam na cadeira e vem esquilos, macacos e tucanos, a natureza quebra o medo e a tenso. A Fernan-do Nobre, para mim, isso: natureza interagindo com o dia-a-dia agitado! Trabalho aqui h anos e no abro mo dessa opo de vida, resume a cirurgi-dentista Dra. Fabiana Tristo e Mello. Es-trada agradvel, com muita vegetao nas suas margens e em fase de muita transformao. Ns continuaremos na torcida para que este acesso continue sempre com o charme do verde e do comrcio local, voltado principalmente para a ali-mentao saudvel, o bem estar, enfim, para o jei-to granjeiro de ser, finaliza Flvia Vilhena.

  • 44 outubro 2011

    espao esotrico

    O dia das bruxas (Halloween) comemorado em outubro, ganha a cada ano mais adeptos. Conhea

    sua origem e entre neste clima de magia.

    O clebre ditado de Miguel de Cervantes em Dom Quixote: No creo em Brujas pero que las hay, las hay, continua a intrigar o imaginrio popular. Afinal, elas exis-tem? Pelo menos a festa que comemora a magia, o ocultismo sim. E, mesmo no sendo de origem brasileira, o Halloween ganha mais entusiastas ano aps ano.

    Sua origem remonta cultura dos antigos povos celtas que habitavam a Europa.

    O movimento eterno da Terra e da vida eram celebrados pelos celtas em rituais (Sabs, Sabbaths). Os ciclos da vida nos mostram que em alguns momentos temos que sacrificar algumas coisas em nome de novas oportunidades. Os Sabs eram celebraes em que o homem refletia sobre os processos de mudanas, meditando e realizando uma conexo pessoal com a Grande Me Terra.

    Cada Sab aciona uma energia que o Pla-neta estar vivendo, e como fazemos parte das energias telricas, bom meditar, refletir e aprender um pouco sobre as lies que a Roda do Ano nos d.

    A maior parte do povo do hemisfrio sul descendente de europeus e, por esse motivo, alguns Sabs, por sua fora histrica, so co-memorados de acordo com as tradies do hemisfrio norte.

    No dia 31 de outubro, por exemplo, as energias da terra no hemisfrio sul so pro-pcias para a comemorao do Beltane A Celebrao da Vida, o final do inverno, mas

    Las brujas, son reales?

    Ana Elizabeth Cavalcanti (*)

    44 outubro 2011

  • (*)Ana Elizabeth Cavalcanti - Formada em Histria e Estudos Sociais. Autora de diversas obras esotricas

    (Editora Berkana) e de peridicos sobre Filosofia, Psicanlise, Histria (Mythos Editora). Colaboradora da

    revista Sexto Sentido. anaelizabeth5@hotmail.com

    T

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    a tradio europia do Halloween muito forte e realizam-se festas com as famosas mscaras de abbora em comemorao ao dia das bru-xas, que no hemisfrio norte fazem parte do fes-tival do Samhain (sou-ein) Tempo de Reflexo.

    A vida, para os celtas, inicia-se na escurido (o ventre, a terra) e, por este motivo, suas celebra-es sempre comeavam na noite anterior ao dia da comemorao. Preparavam-se durante o dia, procurando manter sua energia equilibrada.

    O dia 31 de outubro mar-ca festejos que tm a

    durao de 3 dias, terminando no dia

    2 de novembro. Estes trs dias so c o n s i d e r a d o s como um pero-

    do em que o tempo no contado e energias sutis so facilmente canalizadas.

    As mscaras de abboras, ainda presentes nas festas de Halloween, eram usadas pelos celtas quando precisavam sair durante a noite de Sa-mhain. Acreditavam que as sombras provocadas pela mscara esculpida na abbora afastavam os maus espritos.

    O atual costume americano, em que as crian-as, nas noites de Halloween, saem s ruas dizen-do Trick or treating, tem sua origem no costume celta. Era vivenciado pelos adultos que saiam entoando cnticos tpicos, de casa em casa e como retribuio, recebiam alguns presentes.

    Os conceitos celtas de honra aos ancestrais fo-ram incorporados ao cristianismo: 1 de novembro como dia de Todos os Santos e 2 de novembro, dia de Finados.

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    Sempre digo que o ditado dinheiro no traz felicidade est equi-vocado. Mas, pelo que a ironia do senso comum apregoa, real-mente, o dinheiro no a traz, no a compra e no capaz mandar entregar em domiclio nenhuma poro de felicidade.

    Em minha opinio, para corrigirmos a expresso e realmente expli-carmos o sentimento comum da sociedade moderna, dependente do dinheiro, deveramos dizer: No o dinheiro que traz felicidade, mas sim a falta dele que traz tristeza. E quo triste viver sem dinheiro.

    Um surrado e-mail, passado naquelas correntes que disseminam azar pela rede caso o receptor no remeta a mais cinco, 10 ou mais pessoas no espao mximo de 15 minutos, diz que o dinheiro pode comprar o colcho, mas no o sono; o sexo, mas no o amor; a comida, mas no o alimento; o livro, mas no a sabedoria; o atendi-mento mdico, mas no a sade; e por a vai.

    Tudo isso verdade e s refora a necessidade da correo que proponho ao ditado. Veja o irrefutvel caso da sade. Tendo como premissa que o dinheiro compra atendimento mdico e hospitalar, mas no a sade. Uma pessoa com recursos disponveis pode optar pelo atendimento em um hospital como o Srio Libans. J uma pessoa sem um plano adequado ou condies financeiras mnimas precisa depen-der exclusivamente do Sistema nico de Sade (SUS).

    No clssico filme Felicidade no se compra, a perspectiva de que

    possvel ser feliz sem dinheiro, lrica e bonita. E na vida real? Funciona?

    Afinal, mais fcil

    ser f

    eliz

    com

    dinh

    eiro

    ? por Mauro Calil (*)

    finanas

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    Viajar preciso

    O mesmo acontece com pessoas de baixa ren-da que no conseguem garantir um teto e um prato de comida para toda a famlia. No pos-svel ser plenamente feliz quando as dificuldades financeiras no permitem atender s nossas ne-cessidades bsicas.

    Em Terespolis (RJ) e anos antes em Blumenau (SC), as chuvas fizeram muitas vtimas, dos mais dife-rentes nveis e classes sociais. No entanto, enquanto as famlias com mais condies financeiras j con-seguiram se restabelecer, os mais carentes ainda dependem dos benefcios das esferas governa-mentais, das doaes e ainda moram em abrigos.

    Em um vdeo muito interessante disponvel no YouTube, o mdico Hans Rosling mostra a histria do desenvolvimento social do planeta nos ltimos

    dois sculos. Nas imagens, ele deixa muito claro que as melhorias na sade e o aumento da expectativa de vida da populao mun-dial esto intimamente ligados ao aumento da riqueza dos pases. Quanto maior a rique-za, mais saudvel e maior a expectativa de vida de uma populao.

    Uma populao formada de famlias que so formadas por indivduos. Portanto, a populao ser tanto mais rica quanto seus indivduos e famlias o forem.

    Ampliando o conceito de riqueza, alm do dinheiro, ter tranquilidade nos trar felicida-de. Ter como prioridade a certeza de que seu filho, voc e toda sua famlia tero, para sempre, um teto e boa comida, atendimen-to mdico adequado quando for necessrio e uma terceira idade com o mesmo padro de consumo de seus melhores dias na ativa, pode no ser sinnimo de felicidade, mas, sem dvida, premissa para afastar muitas tristezas de sua vida.

    No o dinheiro que traz felicidade, mas sim a falta

    dele que traz tristeza

    *Mauro Calil palestrante, educador financeiro e autor do livro A Receita do Bolo.Contato: www.calilecalil.com.br

  • 50 outubro 2011

    Atualmente, os Transtornos Ansiosos esto entre os principais proble-mas da sade do brasileiro, des-taca a psicloga Cintia Barana. Alm disso, segundo ela, estimativas mdicas norte-americanas apontam que 25% das pessoas no mundo apresentam al-gum tipo de transtorno de ansiedade. Mas, grande parte dos indivduos no procura tratamento ou por falta de co-nhecimento, ou por medo de se expor ou at mesmo pela fobia ser simples e no estar atrapalhando no momento.

    Para a psicloga e terapeuta Narrati-va Ssmaia Abdul, no d para separar a ansiedade dos valores culturais que imperam em nossas vidas atualmente. De acordo com ela, quando as pessoas a procuram no consultrio se queixando de ansiedade, uma das primeiras per-guntas que faz : como a sua vida? A partir disso, identifica junto com o pa-ciente, quais situaes e em quais mo-mentos a ansiedade domina. Depois, su-gere pequenas mudanas do tipo: quais hbitos poderia abandonar e quais po-deria adquirir, acreditando que os mes-mos ajudariam a combater o problema.

    Pequenas atitudes so santos rem-dios, explica a psicloga, tais como: alimentar-se bem e nos horrios ade-quados, iniciar uma prtica esportiva, ouvir msica e at selecionar as infor-maes. Ela ressalta: Sim, isto mesmo, selecionar os estmulos que eu quero ou no receber. Por exemplo: acordar logo cedo e se focar em noticirios ge-ralmente faz com que iniciemos o dia, j estressados e com a ansiedade au-mentada, enfatiza.

    Ansiedade,como controlar esta avalanche?

    Todos querem tudo para ontem. Todos se cobram:

    preciso dar conta de tudo!. Est instalada a ansiedade!

    comportamento

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    Apesar disso, Ssmaia diz que sentir-se ansioso, nos dias de hoje, em que temos que enfrentar tantas tarefas, dar conta de inmeros compro-missos at normal. Ela acrescenta que o sculo XXI pode ser definido como a era da ansiedade.

    Sua colega, a psicloga Patrcia Morello con-corda. O ritmo da vida moderna cobra muito e exige resultados imediatos, gerando uma an-siedade natural em atender todos os apelos. Mas no caso do ansioso, estas cobranas caem como bomba em seu crebro e ele passa a agir como um carro sem freio descendo ladeira abaixo. Patrcia conta que uma de suas pacien-tes chega a tirar cinco extratos bancrios por se-mana para ver se est tudo certo. Um exagero que gera mais ansiedade, estresse e desgaste, analisa. Apesar de afirmar que cada caso deve ser analisado em sua profundidade, ela asse-gura que s o uso de ansiolticos no resolve o problema. preciso o acompanhamento tera-putico para efetuar mudanas reais nos hbi-tos destas pessoas.

    Cintia Barana - Psicloga -Abordagem Cognitivo -Comportamental cintiabarauna@uol.com.brPatrcia Morello Psicoterapeuta patimorelo@uol.com.brSsmaia Abdul - Psicloga e Terapeuta Narrativa - ssmaia.abdul@gmail.com

    Era da AnsiedadeCntia Barana destaca alguns dos principais

    agravantes da ansiedade: Ataques de Pnico, Fo-bia Social, Transtorno Obsessivo-Compulsivo e Trans-torno de Ansiedade Generalizada, entre outros.

    Apesar da gravidade, nem tudo est perdido, afir-ma Ssmaia Abdul. Ela lembra que sempre h uma possibilidade de mudarmos nossa histria e, princi-palmente, a maneira como nos relacionamos com as informaes e com o nosso cotidiano.

    Quando a pessoa se d conta, seja por meio da terapia ou no, de que ela capaz de fa-zer escolhas que iro ajud-la a viver uma vida mais intensa em termos de prazer, consegue vencer a ansiedade, finaliza.

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  • 52 outubro 2011

    mercado de trabalho

    Integridade, compaixo, responsabilidade e perdo. Princpios que regem a inteligncia moral de um verdadeiro lder.

    Apesar de o tino comercial ser imprescindvel para qualquer lder de uma grande organi-zao, ele apenas uma pea do enigma da liderana. Como qualquer CEO, VP ou Fun-dador sabe, muito complicado ser um lder de sucesso. Traos de carter nunca vm em Curr-culos. E contam mais da gnese do que das habi-lidades aprendidas.

    Ento, entreolham-se os leitores, lder nasce bem-sucedido?

    Bom, vamos descer das frmulas mgicas e das frases prontas que evitam o estudo, o debate e a leitura atenta e constante. Vamos direto ao bom senso. No se trata de descobrir o caminho. A vida cheia de som e fria, disse Shakespeare. E morreu, acaba. Falo de coisas simples, humanas e univer-sais. Inteligncia Moral.

    Por causa da epidemia de diagnsticos que vi-vemos em todos os setores, da economia at a violncia, todo mundo tem razes. Isto por cau-sa disto; ah, isto porque antes era bom agora difcil. Ou complicado; a palavra que todo mundo usa para no dizer que no sabe o que est rolando. Reparem.

    Quando eu falo em Inteligncia Moral, diferente de alguns autores, no estou falando de outro tipo de QI ou QE. Apenas de um conjunto de prticas que so produtivas em qualquer circunstncia. O simples saber o que certo e errado. A epidemia de diagnsticos sobrecarregou a tica. tica va-rivel. Era tico em Esparta matar recm-nascidos com deficincias fsicas. Ainda tico mutilar mu-lheres em alguns regimes polticos ou em correntes religiosas. No na nossa tica, mas na que vigen-te naquele local e momento histrico. No Brasil as

    Voc tem fome e sede de que?

    Anubis Rezende (*)

    mulheres s votaram mesmo depois de 46 e na Ar-gentina em 51. Foi tico impedir por tanto tempo? Pois . tica uma vetusta senhora com os ombros em cuia, pelo peso que se lha demos. Ok fui casti-o. Mas o ponto aqui que h valores e princpios humanos que so vlidos universalmente: a Integri-dade (do Cro-Magnon at os Avatares mister e inquestionvel), a Compaixo, a Responsabilidade e, pasmem, o Perdo. ele mesmo. Aquele que o Facebook quis transformar em Like-Dislike, como se o mundo fosse s Preto ou Branco. Inteligncia Mo-ral fazer uso, no cognitivo ou no emocional destes princpios universais. saber quando o Cinza pode ser Preto e quando pode ser Branco.

    Sem esses quatro princpios, lderes podem usar sua influncia, seu carisma ou a confiana das pes-soas para destruir. Um segredo: assim comeam e se mantm as guerras, do Pel (Pelonoponeso) at o Estado Palestino. Quando faltam compaixo e perdo porque tem algum ganhando muito dinheiro com plvora prensada.

    No mundo corporativo, quando faltam integrida-de e responsabilidade porque tem algum ga-nhando muito dinheiro. E ponto. Ser sustentvel pero no mucho o que os americanos chamam de green washing. D uma lavadinha verde e at leo diesel parece ser azeite de oliva... O que falta? Integridade ou responsabilidade. Corrup-o. O que falta? T l a Integridade estendida no cho. Massacrado por skinheads? Falta de perdo. Discriminado pela cor ou por abraar o filho no me-tr? Falta de compaixo.

    Inteligncia Moral sim o fator essencial para ga-rantir o sucesso de qualquer lder. E por que? Por-que mesmo que no possua enorme capacidade

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    Viajar preciso

    Av. Joo Ablas, 451 sl. 4 - Cep 06711-250 - Granja Viana - SP

    (*) Anubis Rezende Psiclogo pela PUC/ SP, ps graduado em Administrao de RH pela UNIP, com

    MBA Executivo pela USP . consultor internacional em estratgia humana com parcerias nos Estados Unidos e

    Inglaterra e scio da Prates & Mendona consultores.Contato: anubis.rezende@pratesmendonca.com.br

    comercial ou viso de mercado, mesmo que no consiga fazer discursos arrebatadores, nem acerte em fuses perfeitas ou aquisies estratgicas, o l-der Moralmente Inteligente est cercado de pesso-as que querem a vo ajud-lo. E, o que o torna um lder extraordinrio, ele aceitar ajuda naturalmen-te, reconhecer e se puder recompensar. Por que para ser bem sucedido preciso reunir, alinhavar e direcionar interesses, objetivos e consequencias das aes. E o lder que mostra Inteligncia Moral no precisa responder perguntas como aonde terminam as empresas e executivos imorais? Exe-cutivos so to predispostos a anos de treinamento no core business, que muitas vezes perdem a capa-cidade de aprender a conduzir atravs da moral e princpios comportamentais.

    E sem nenhuma defesa do marxismo, que creio no servir ao homem, encontro uma interessan-te frase de Karl Marx: A propriedade privada nos tornou de tal maneira estpidos e limitados que s consideramos um objeto nosso, quando o possu-mos. Para quem acha o velho barbudo (Marx no Papai Noel) um bobo (tendo ou no lido sua obra pesadssima), lembro que hoje colocamos msicas,

    filmes e fotos na nuvem para compartilhar gratuita-mente com qualquer um. Voc no precisa ter uma obra. Voc pode apreci-la quando e onde quiser. Mas voc tem fome e sede de que?

    Pense com Inteligncia Moral: o mundo nosso mesmo ou apenas leasing? Converse sobre estes quatro princpios com as pessoas com quem trabalha. Chefes, colegas, subordinados, clientes e fornecedores. Escute as opinies e vises sobre Inteligncia Moral. E talvez oua algum dizer: , mas para ganhar dinheiro mesmo tem que... bom eu no penso assim e acho que isso o primeiro passo da corrupo dos valores. E voc? Perdoa esta minha reflexo?

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    entre ns

    por Juliana Martins

    Garantir moradia de qualidade e digna para a populao tem sido um compromisso contnuo da Secretaria da Habitao e Ur-banismo de Cotia. Muito j foi conquistado para o municpio: Cidade Legal, onde aproximadamente 845 imveis foram regularizados em uma parceria com o Governo Estadual; Minha Casa Minha Vida, em parceria com Governo Federal; desocupao de reas de risco; entre outros benefcios. Nesta entrevista, o secretrio Jos Lopes fala do trabalho que vem sendo desenvolvido para um crescimento ordenado da cidade. Meu compromisso, quando assumi a Secretaria, foi estrutur-la para prestar um atendimento melhor ao pblico. E todo esse traba-lho tem o apoio dos dois secretrios adjuntos: Mar-cio Camargo e Onofre Ferreira. Sem a fora deles, seria difcil tocar a Secretaria, ressalta.Voc, que est em Cotia h tanto tempo, como avalia a habitao da cidade?

    A falta de planejamento ocasionou um cresci-mento desordenado; tudo aconteceu da rodovia para parte interna do municpio. Estamos tentando estruturar o Plano Diretor da cidade e sua ocupa-o, para adequar melhor o espao que j est ocupado e, claro, com os loteamentos que j es-to aprovados. Um fator curioso que a ocupao

    de Cotia, at a dcada de 90, estava num proces-so vagaroso, ento, dava para respirar e planejar. Com o advento do transporte alternativo, a ocu-pao foi extremamente rpida e o municpio no estava preparado. Hoje, a grande preocupao estruturar os bairros adequadamente para aten-der a populao. Acreditamos que conseguimos minimizar todos os problemas com as aplicaes, principalmente, do Plano Diretor. Mas uma coisa extremamente fundamental e que sentimos a fal-ta da participao na elaborao desses planos. importante que a populao participe porque a cidade de todos. Temos uma preocupao tam-bm com os novos empreendimentos para que se espalhem adequadamente. Pouqussimos lotea-mentos e lotes vagos esto sendo aprovados, mas sim condomnios de casas prontas. Por incrvel que parea, na regio metropolitana de So Paulo, Cotia foi a que menos contribuiu com lanamen-tos. Temos muitas reas livres, reas de ocupao complexa por conta de proteo ambiental e 1/3 do municpio est na Reserva do Morro Grande. Cotia muito rica hidrologicamente. Ento, isso leva a uma ocupao mais adequada e uma preocupao no acabar com essas reas.

    Por um crescimento

    ordenadoO secretrio da Habitao e Urbanismo de Cotia, Jos Lopes, reconhece: enquanto no resolvermos o problema da Rodovia Raposo Tavares e contarmos com um transporte coletivo mais eficiente, teremos essa dificuldade no sistema virio.

    Marcio Camargo e Z Lopes

  • outubro 2011 55

    Em sua opinio, qual o maior problema da cidade? Sistema virio, j que o corredor Raposo Tava-

    res corta o nosso municpio. Por mais que o Prefei-to anuncie obras nas principais vias arteriais para facilitar a movimentao interna, ns vamos cair na Raposo. Ento, enquanto no resolvermos efetivamente o problema da Rodovia e de um transporte coletivo mais eficiente de maneira ge-ral na Regio Metropolitana, teremos essa dificul-dade no sistema virio.Cotia tem 1,2 mil famlias em reas de risco. H algum projeto para remov-las?

    Estamos fazendo um trabalho gradativo. Inicia-mos com aproximadamente 100 famlias na vr-zea do Rio Cotia, na regio do Jardim Sandra e do Jardim So Miguel. Atravs do auxlio-moradia emergencial, parceria entre Estado e Prefeitura, removemos as famlias dessas reas, demolimos as casas e estamos aguardando o programa ha-bitacional para que ocupem efetivamente uma moradia prpria. O Estado est pagando um aluguel de R$ 300 mensais. Paralelamente a isso, removemos 84 famlias do que chamamos de n-cleo de favelamento, perto do Estdio Municipal, para apartamentos do CDHU no Jardim So Mi-guel; a Prefeitura est subsidiando as prestaes e ficou em um valor acessvel para as famlias. Tambm em continuidade, o Governo do Esta-do, atravs da Secretaria do Estado e Habitao, comandada pelo Dr. Silvio Torres, liberou 800 uni-dades do CDHU para famlias de reas de risco. A Prefeitura est entrando com o terreno, j fize-mos uma proposta de uma rea de 26 mil m no Porto, e os estudos esto sendo elaborados pelo CDHU para viabilizar essas moradias.Como tem sido a postura da prefeitura com rela-o s ocupaes irregulares?

    Junto com a Secretaria de Assistncia Social, es-tamos fazendo o cadastramento das famlias que esto em reas invadidas e todas esto inscritas no Programa Minha Casa, Minha Vida e nos pro-gramas de habitao municipal. Os moradores do km 21 - ncleo do Recanto Suave, Rua do Crito e favela do Chiclete - so os prioritrios no momen-to, j que uma regio que sofre constantemente com alagamentos. Apesar das aes do governo, como o sistema de macrodrenagens, o ideal remover essas famlias dessas reas. O trabalho evitar novas ocupaes e recuperar essas outras.H algum projeto para a regularizao fundiria?

    Temos o Cidade Legal, que uma parceria com Estado. Temos previso de regularizao de, aproximadamente, 18 mil imveis. Montamos uma equipe especializada s para esse fim. Acre-

    ditamos que, em 2012, j vamos colher os frutos disso e uma previso de 1,2 mil regularizaes efetivas. Temos tambm alguma coisa particular em nvel de Prefeitura. Se por acaso no sair pelo Cidade Legal, sai pelo programa da Prefeitura. E como esto os projetos habitacionais em par-ceria com o governo federal?

    O Prefeito tem encontrado as portas abertas, independente de situao partidria. O Governo Federal tem, atravs de alguns parceiros, dado todo apoio cidade. Vamos ver se agora con-seguimos efetivamente viabilizar o Minha Casa, Minha Vida. No um problema exclusivo de Cotia, h dificuldade de viabiliz-lo na Regio Metropolitana para famlias de 0 a 3 salrios pelo alto custo do terreno, infraestrutura e tudo mais. Mas agora aumentou o valor da unidade do pro-grama, o governo do Estado est dando um sub-sdio de at 20 mil reais para complementar e a Prefeitura entra com terreno, a fim de exatamen-te diminuir todo esse custo e viabilizar. Temos mais de 10 mil pessoas inscritas no programa. Em fevereiro, foi lanado o Disk Fiscalizao para atender denncias e irregularidades. A po-pulao tem reclamado e denunciado?

    Sim, principalmente em denncias de depsito de entulho, obra irregular, falta de muro e de pas-seio, limpeza de terreno, esgoto lanado na rua.A Habitao foi a primeira a assinar parceria de estgios entre Prefeitura e CIEE. Como est esta parceria?

    Temos trs estagirias trabalhando: direito, en-genharia civil e arquitetura. muito importante, porque d oportunidades para os estudantes e auxilia tambm a Prefeitura com um pessoal mais tcnico, especializado. uma parceria que est funcionando muito bem e esperamos ampliar.Quais so os projetos futuros?

    Principalmente os programas habitacionais para populao de baixa renda, retirando famlias de reas de risco para um local adequado. Acabar com as reas de invaso; reurbanizando essas re-as e dando uma cara nova para a cidade. Tam-bm estamos terminando o Cdigo de Edificaes do Municpio de Cotia que deve entrar em votao na Cmara Municipal at o incio do prximo ano.

    Fale com a Secretaria de Habitao e UrbanismoLigao gratuita: 0800 757 10 10Tels.: 4614-7718 e 4614-4120

  • 56 outubro 2011

    De acordo com levantamento feito pela Organizao Mundial de Sade (OMS) atualmente existem mais de 20 mil medicamentos dife-rentes disponveis, e com apenas 316 a humanidade poderia tratar as doenas mais importantes, entre as quais as enfermidades crni-cas.Os dados ainda apontam que em torno de 50% dos antibiticos do mundo so subutilizados ou utilizados sem indicao. Diz ainda que nos Estados Unidos os efeitos adversos decorrentes do uso ina-dequado de medicamentos uma das seis causas mais importantes de morte. A utilizao errada dos antibiticos est levando criao de bactrias resistentes e j tornou, por exemplo, o protozorio cau-sador da malria resistente a cloroquina (medicamento padro de tratamento) em 80 pases. A penicilina no mais capaz de curar a gonorria em 98% dos casos. Os exemplos de utilizao inadequada so vrios: supertratamento de doenas simples; mau uso dos anti-biticos, automedicao, tratamentos incompletos ou tratamento incorreto de doenas srias. A OMS alerta: esses fatos ocorrem em todos os pases e no s nos menos desenvolvidos.

    Fonte: http://www.corposaun.com

    Enquanto a representante de Angola, comemo-rava o ttulo de Miss Universo 2011, realizado em setembro, quase que simultaneamente, no dia 17, eram eleitas as mais belas presidirias no Centro de Progresso Penitenciria Feminino Dra. Marina Marigo Cardoso de Oliveira do Butant, que hoje conta com 700 presas em regime semi-aberto. De acordo com a diretora Gizelda Morato Costa, o Concurso Beleza, Simpatia e Cultura atrs das grades, uma ao social organizada anual-mente na penitenciria desde 2004. Seu objetivo promover a participao social e a elevao da auto-estima das mulheres que se encontram em situao de aprisionamento assim como propiciar, atravs da ao, a humanizao da pena. O jri, formado por empresrios ligados moda e inds-tria cosmtica, no conseguiu eleger apenas uma mais bela, trs concorrentes levaram o primeiro prmio: Stefany Ermina de Souza, de 19 anos, June de Souza Nardes, 24 e Naiara Fernandes dos Santos, de 22. No quesito Cultura, cujo tema era Propsito da vida em liberdade, a presa Patrcia Oliveira Cndido, 26 anos, foi a escolhida com a redao: Em busca da Felicidade. Um relato que, segundo a diretora Giselda, emocionou as quase 700 pessoas presentes ao evento. O ttulo de mais simptica ficou para a presa Tamires Ruth Gonalves, de 23 anos. As vencedo-ras receberam Kits de beleza, livros, cadernos entre outros prmios. Mas, o melhor deles, foi a chance de mostrar que so mulheres belas e capazes de reescrever uma nova histria para suas vidas.

    acontece

    No MundoAuto-medicao alarmante

    Beleza, Simpatia e Cultura atrs das gradesNo Brasil

  • Embu das Artes amplia infraestrutura turstica

    Exploses na Fazendinha

    Cotia tem ronda noturna

    Escola cotiana destaque na

    Revista Exame

    Maior aoantienchentes de Cotia

    J est funcionando a Praa de Alimentao de Embu das Artes, criada depois que a Secretaria de Turismo realizou um levantamento em que ficaram constatadas as ms condies de infraestrutura e atendimen-to no setor de alimentao da Feira de Arte e Artesanato. O espao conta com 24 quiosques de alvenaria, equipados com gua e energia eltrica, pergolado de madeira, que servem comidas rpidas, lanches, doces e bebidas. H ainda parque infantil, palco para eventos, banhei-ros, fraldrio e deque. O local, com mesas e cadeiras para mil pessoas, bem iluminado e tem cmeras de monitoramento 24 horas.

    O Movimento de Defesa da Granja Viana est enga-jado numa enquete sobre as frequentes exploses que se tem ouvido na Fazendinha e que, inclusive, j quebraram vidraas de duas casas. Para partici-par, basta enviar um e-mail para mdgv@globomail.com respondendo: H quanto tempo acontecem? Com qual frequncia? Em que horrios? J teve pre-juzos em sua casa devido s exploses? O barulho lhe incomoda? De posse dessas informaes, ser enviado um ofcio ao Ministrio Pblico pedindo es-clarecimentos a este respeito. E em tempo: o MDGV agora reconhecido como Entidade Ambientalista, j que faz parte do Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas do Ministrio do Meio Ambiente.

    A Guarda Civil de Cotia deu incio, em se-tembro, ronda oficial no perodo noturno com suporte do comando da corporao. De acordo com o comandante Meirelles, o intuito da ao reforar o policiamento do municpio, e manter a integrao entre guardas civis e o comando, que ser um condutor a mais no apoio das ocorrncias, e controle na qualidade de atendimento da Guarda Municipal ao cidado.

    A Revista Exame, da Editora Abril, dedicou oito pginas exclusivas para mostrar que possvel vencer o ensino at mesmo onde as crianas esto mais vulnerveis, e a Escola Municipal do Caputera, em Cotia, dividiu as pginas com mais duas escolas: uma na cidade de Careiro, no Amazonas, e outra em Teresina, no Piau. A escola foi indicada pela UNICEF e reconhecida nacio-nalmente pelo avano nas notas do ndice de Desen-volvimento da Educao Bsica (IDEB).

    Mais de R$ 30 milhes sero investidos em obras que vo dar mais vazo ao Rio Cotia, evitando os estran-gulamentos que causavam alagamentos. Os recursos viro do Governo Estadual, em decorrncia da con-trapartida exigida pelo municpio para renovao do contrato com a SABESP. Dos eixos contemplados, es-to os bairros Recanto Suave (Rua do Cristo Chicle-te), Granja Viana (Mediterrneo Cascavel Rio Boni-to) e Jardim So Vicente (Estrada do Embu). As obras incluem colocao de aduelas, aumento da vazo dos rios e melhorias no entorno, com implantao de parques lineares em zonas urbanas.

    Na Regio

    outubro 2011 57

  • 58 outubro 2011

    acontece

    Na Regio

    Mais de 100 rvores nativas foram cortadas no Clu-be Paiquer atendendo ao pedido de um construtor alegando que as rvores em frente ao terreno de um empreendimento poderiam futuramente cair sobre as novas casas. Ambientalistas afirmam que o corte teve autorizao da Secretaria do Meio Ambiente de Cotia.

    No dia 27 de setembro, o Governo da Cidade de Embu das Artes recebeu o prmio de 1 lugar no Programa de Controle da Tuberculose no Es-tado de So Paulo, durante o Frum Estadual da Tuberculose, ocorrido em So Paulo. De acordo com o coordenador da Vigilncia Epidemiolgi-ca da Secretaria Municipal de Sade, Leonardo Marcolan, em mdia, so registrados, anualmen-te, 100 casos de Tuberculose na cidade, mas a taxa de cura de 93% e a de abandono, pes-soas que deixam o tratamento, menor que 2%.

    Embu respondeQuanto matria Erro de construo leva de-molio de laje de creche, publicada na edi-o n 8 da Revista TUDO, a prefeitura de Embu das Artes esclarece que, aps a execuo do concreto da laje da Creche do Jardim Santo Eduardo, verificou-se que a mesma no atingiu a resistncia requerida no projeto, portanto a fis-calizao da Secretaria de Obras, Edificaes e Orientao Urbana determinou a demolio. A laje ser refeita pela empresa contratada, que assumiu toda a responsabilidade pelo erro, no havendo qualquer despesa para a prefeitura. Quanto ao cronograma da obra, informa que no haver atraso, pois a entrega da creche

    est prevista para dezembro de 2011.

    Falsos mdicos atuavam em Cotia: na Medical Corp Assessoria a Sade e Bem-estar, localizada na Rua Topzio, 211, no Jardim Nomura. Em buscas no escritrio da empresa, foram encontrados diversos carimbos de profissionais da sade que no atuavam no local. A boa notcia que, atravs de investigao do 2 DP Cotia, equipe coordenada pelo Dr Alexandre Palermo, a quadrilha foi autuada e j no oferece mais perigo.

    Desmatamento

    Embu das Artes a melhor do Estado no

    controle da Tuberculose

    Presa quadrilha de falsos mdicos em Cotia

    Cidades concedem anistia de IPTU

    As Prefeituras de Vargem Grande Paulista e Cotia esto dando a chance dos contribuin-tes em dbito com os municpios regularizarem seus impostos com desconto de juros e multas. Se est com o IPTU em atraso, basta dirigir-se ao departamento de dvida ativa das cidades

    para aproveitar a anistia.

  • O Projeta Brasil Cinemark tem grande colaborao de todos os produtores e distribuidores que cedem seus filmes para o evento. No sero exibidos nas salas Prime e Premier. Renda revertida para iniciativas de apoio ao cinema nacional. O ator Eriberto Leo e o fotgrafo Alexandre Salgado cederam seus cachs.

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    Com apenas 2 reais, voc assiste aos grandes filmes brasileiros e ainda ajuda o cinema nacional.

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  • 60 outubro 2011

    fatos e fotosfatos e fotos

    Restaurante Hiro Com ambiente moderno e descontrado, o restaurante japons Hiro abre sua quarta casa no The Square Open Mall. Aliando a culinria tradicional a um ambiente descontrado, mas com toques de sofisticao, o Hiro o pioneiro no Brasil na implantao do kaiten zushi, esteira rolante no qual os sushis deslizam e os clientes pegam os pratos que desejam. Cada prato tem uma cor, que define os preos (de R$ 5,50 a R$ 19,00) dos mais de 50 tipos de sushis que so servidos. Telefone: 4702-6848.

    Frans CafCom cafs saborosos e inovadores e um cardpio que atende a diferentes clientes, o Frans Caf chega ao The Square com um espao agradvel e aconchegante que traduz com estilo e sofisticao a arte de servir bem o caf. Na inaugurao, um minucioso ritual foi celebrado: a quebra da xcara. Sinal de sorte e bons negcios, como se isso fosse necessrio, j que quem prova Frans Caf se apaixona de qualquer maneira. Telefone: 7600-4894

    Jacques JanineA nova casa localizada no The Square Open Mall - pos-sui profissionais habilitados a empreenderem os servios com a qualidade que faz da grife Jacques Janine ser referncia nacional na concepo Beleza Completa, reunindo em um mesmo ambiente a beleza do corpo e o bem-estar da mente, da qual pioneira. Em plena expanso de franquias, esta a 65 unidade da rede. Telefone: 3898-9580

    Opo de lazerEm meio ao charme e ao verde da nos-sa regio, nasceu uma opo para quem quer curtir momentos de lazer e tranquili-dade junto a praas e alamedas verdes, cercadas por diferentes opes de servi-os, gastronomia, diverso e cultura. O The Square Open Mall chega como uma alter-nativa agradvel e diferente, em um proje-to que recria o ambiente de uma peque-na cidade, com uma arborizada praa de 3.600m cercada de restaurantes e cafs ao ar livre. Dentre as mais de 10 opes, possvel conferir o famoso fil parmegia-na do ituano Bar do Alemo ou um pou-co da tradio dos hambrgueres e mi-lkshakes do Milk&Mellow. Na mega livraria Nobel, os visitantes tambm encontraro um conceito absolutamente inovador que valoriza a enocultura e gastronomia. Alm disso, o The Square ter a segunda sala de cinema IMAX do Estado de So Paulo e mais seis salas de cinema de ltima ge-rao. A populao da regio, alm dos cinemas e restaurantes, ganhar tambm uma seleo de lojas diferenciadas de ser-vios que incluir a academia Cia Athl-tica e cerca de 500 escritrios. O espao tambm vai ser um plo de eventos cultu-rais, somando o charme da Granja Vianna caracterstica cosmopolita de So Paulo, proporcionando programaes variadas queles que desejam fugir da rotina da ci-dade grande sem ter que viajar. O primeiro evento o Movieflex, Festival de Cinema Digital que acontece em outubro. Vale a pena dar uma passada pelo The Square (Rod. Raposo Tavares, km 22) e conferir as muitas opes.

  • Noite mexicana beneficente

    O sabor da alcachofraAt 30 de outubro, a cidade de So Roque anfi-tri de um evento que une diverso, gastronomia, compras e muitas atraes. Visitando a Expo So Roque que, em 2011, est em sua 19 edio - voc poder apreciar diferentes pratos a base de alcachofra e aprender a preparar esta flor comes-tvel de sabor marcante e delicado. Voc tambm ter a oportunidade de conhecer os stands das vi-ncolas que fazem de So Roque sinnimo de vinho em todo o pas. E mais: a Expo reconhecida como evento oficial do Momento Itlia-Brasil e, como tal, preparou uma programao especial sobre a Itlia: a tradicional pisa da uva, apresentaes do grupo Brasitale (tarantela com coreografias clssicas) e a pea teatral Caminhos que retrata a histria da imigrao italiana. De sexta a domingo, das 10h s 22h, no Recanto da Cascata. Mais informaes em www.exposaoroque.com.br.

    Turismo com seguranaVoc que gosta de viajar e no abre mo de uma boa qualidade dos servi-os prestados, a TAM Viagens uma so-luo. Uma das maiores operadoras de turismo do Brasil e ligada ao grupo TAM Linhas Areas, oferece roteiros completos que incluem passagens areas, traslados, acomodao, passeios e todos os demais servios voltados para o turismo nacional e internacional. Consulte pelo telefone 4612-4287 ou, se preferir, visite a loja que fica no Shopping Granja Vianna (Rodo-via Raposo Tavares, n 23500 - Piso L1). Os proprietrios Juliana Avila Farah de Souza e Gustavo Karman de Almeida Lima ga-rantem a montagem de roteiros especfi-cos divididos em oito reas de interesse: ecoturismo; escapadas; esportes; famlia; experincias; diverso e entretenimento; eventos e feiras; e praias. Ademais, clien-tes Fidelidade TAM que desejam transfor-mar seus pontos em viagens, a TAM Via-gens a operadora ideal para programar o restante da viagem de acordo com as necessidades de cada um.

    Moda casual e formalNo dia 08 de outubro, as mulheres da re-gio ganharam mais uma opo em moda. A Be You Daily Wear chegou Es-tao do Sino (Rua Jos Flix de Oliveira, 882) com a proposta de vestir as mulheres da Granja, com uma coleo casual, con-fortvel e de muito estilo. Os proprietrios Carolina, Maria Antonia e Jos Eduardo pensaram em todas as idades e tamanhos, sem esquecer quelas que precisam de looks mais formais. Tem modelos exclusivos desenvolvidos por estilista contratada e os preos so absolutamente acessveis em toda loja. Telefone: 4612-5073

    O S Seor! Mexican Grill promoveu, no dia 5 de outu-bro, uma noite beneficente em prol da Festa do Dia das Crianas, organizada anualmente pela Socieda-de Amigos de Bairro do km 21 (SABs) para 1500 crian-as. Quem compareceu ao evento contribuiu com uma causa nobre e ainda degustou um open bar de margarita frozen, chope e muitas especialidades. O S Seor fica no piso Lyfestyle do Shopping Granja Vianna (Rodovia Raposo Tavares, km 23,5). Telefone: 4612-8454

    outubro 2011 61

  • 62 outubro 2011

    fatos e fotos

    De aquarismo clnica veterinriaNo incio, uma loja especializada em aquarismo. Hoje, uma clnica veterinria. Foi em Outubro de 2001, que dois amigos decidiram transformar uma loja de aqurio em clnica veterinria e assim nasceu a Puppyland. So 10 anos de histria que fazem da Puppyland refern-cia em servios veterinrios e tambm em inovao, j que foi a primeira da regio a atender 24 horas. Alm de clnica geral e cirrgica, oferece esttica com os melhores produtos do mercado, internao, laborat-rio, adestramento, personal trainer dog, farmcia e pet shop. Se tudo no bastasse, ainda tem hotel onde es-paosos canis possibilitam estadias confortveis e com segurana. E sem contar os experientes profissionais e plantonistas. No toa que so 10 anos de sucesso e trs unidades (Granja Viana, Ibina e SPII). A Puppyland da Granja Viana fica na Rua Jos Felix de Oliveira, 1420. Telefone: 4617-3694.

    Paladar dos anos 50O sabor dos anos 50 j chegou a Granja Viana: o The Fifties Traditional Burguer - que j faz sucesso em So Paulo, Rio de Janei-ro e Distrito Federal acaba de inaugurar uma unidade na regio. No cardpio, inovaes como o Cheese Arbia (che-eseburger com maionese no po rabe) e o Tradicional Fifties (fil mignon, queijo derretido, bacon e maionese, no po ciabatta), alm de variaes de hambr-gueres como os de calabresa, rosbife e peito de frango. Na seo de beirutes, a indicao o Fifties (po srio com fil, presunto, mussarela, ovo, alface, tomate, organo e maionese). Vale a pena conferir tambm o tradicional cachorro-quente DogFifties (maxi-salsicha num macio po de hot-dog acompanhada de batata chips crocantes) e os sanduches italianos frios. O menu conta ainda com omeletes e mini saladas. Entre as sobremesas, esto as tortilhas recheadas acompanhadas por sorvete, entre outros. Para completar o toque anos 50, h os clssicos milk shakes. Corra provar e se deliciar: a lanchonete fica no Espao Granja Viana, centro comercial localizado no km 23 da Rodovia Raposo Tavares (sentido interior). www.thefifties.com.br

    Roupa tratada com carinho H 24 anos, a Lavanderia Santiago vem cuidando das roupas com profissionalis-mo, dedicao e muito carinho. Conquis-tando, a cada dia, mais e mais clientes, a marca acaba de chegar Itapecerica da Serra: na Av. XV de Novembro, 1668 - sala 5. Para sua comodidade, h ainda mais dois endereos em Cotia: Av. Jos Giorgi, 1181 - lj 3 Granja Viana; Rua Gui-do Fecchio, 514 - Centro. Telefones: 4612-3593/ 4703-5080/ 4666-6672.

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  • 66 outubro 2011

    espao livre

    A frase que desde o falecimento de Steve Jobs foi estampada em negrito nas mdias sociais e despertou o interesse de tan-tas pessoas, tem a ver com valores e atributos que servem como diferencial na contratao de um profissional nas empresas. Entre as principais exigncias que as empresas fazem hoje pode-mos destacar: a proficincia em idiomas, conhecer informtica e possuir um curso de MBA. Quem dispe desses atributos tem me-lhores chances de conseguir um trabalho. Mesmo assim no fcil.

    Saber ouvir com ateno s pessoas uma arte. Jamais subestime um interlocutor. Muitas vezes pessoas dizem coisas que so de grande utilidade e deixamos passar em branco ou no damos o devido valor. O controle da ansiedade outro atributo importante. Costumo dizer que existem dois tipos de ansiedade. A ansiedade positiva que contri-buiu para o crescimento pessoal e profissional e a ansiedade txica. A ansiedade positiva aquela que contribui para a concluso de um projeto e que nos motiva ao longo do percurso. Ela serve como um combustvel para voc encontrar o sucesso. J a ansiedade txica aquela que coloca tudo a perder. Que nos faz dar passos equivoca-dos e impensados que todos ns j experimentamos.

    Manter a curiosidade desperta uma das principais qualidades que um ser humano pode ter para obter sucesso. No acredite que o conhecimento que adquiriu ser suficiente para seu futuro, espe-cialmente na atualidade. Se voc faz parte da corrente que acre-dita ter aprendido o suficiente, inevitavelmente ficar acomodado. A acomodao evolui rapidamente para a estagnao. Manter a chama por novos conhecimentos, permanentemente acesa em busca de novos conhecimentos primordial.

    Ser persistente outro atributo importante para obter sucesso. Portanto, persiga com obstinao seus objetivos. Na qualidade de seres humanos estamos suscetveis ao sentimento de tristeza e de-snimo. Faz parte da natureza humana, mas no permita que isso tome muito de seu estado de esprito. Valorize atributos importantes como a tica, responsabilidade, empenho, capacidade de traba-lhar em equipe, humildade e a lealdade entre outros.

    No acredite que os fins justificam os meios. Essa tese que por mui-to tempo serviu como regra para muitos, cada vez mais perde valor, pois corrompe valores essenciais e o carter humano, mas sobretudo valorize seu esforo e o esforo de seus pais ao longo de sua jornada. O mundo perdeu Steve Jobs, mas os valores que ele deixou ficaro como estmulo para muitos seguirem com dignidade sua trajetria e tornar o mundo que vivemos um lugar melhor de se viver.

    A clebre frase do magnata norte americano, Steve Jobs, falecido recente-mente recomenda: nunca se satisfaa totalmente, nem desista, s porque

    voc viu como pode fazer besteira, ou como seus sonhos so ilusrios.

    (*) Marco Pontes carioca e morador na Granja Vianna. autor do livro Paisa-gens da Vida que pode ser encontrado na Livraria Nobel da Granja Vianna ou

    a pedido pelo telefone (11)7736-2850. Contato: matdp58@hotmail.com

    Nascido em San Francisco Califrnia, em 1955, Steven

    Paul Jobs , foi um inven-tor, empresrio e magnata

    norte-americano no setor da informtica. Notabilizou-se como co-fundador, presi-

    dente e diretor executivo da Apple. Em 1984, esta em-

    presa lanou o Macintosh, o primeiro e nico compu-

    tador geral com recursos de desenho, tipografia, alm de uma interface grfica

    abundante. Jobs foi tambm diretor executivo da empre-

    sa de animao por compu-tao grfica Pixar e acio-nista individual mximo da The Walt Disney Company.

    Aps perder uma disputa de poder com a mesa diretora

    em 1984, Jobs demitiu-se da Apple e fundou a Next. O empresrio morreu em 5 de Outubro de 2011, aos 56 anos, devido a um cncer

    no pncreas.

    Marco Pontes (*)

    Continue esfomeado, continue tolo(Stay hungry, stay foolish)

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