edição 530

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  • FOLHAda manhA alegria que eu dou pro outro vem em dobro pra mim

    JORNAL

    PRMIO ADJORI DE JORNALISMO

    PGINA 05

    CARROS ANTIGOS

    A PAIXO QUE VIROU NEGCIO A mecnica dos irmos Rodrigues a nica de Santa Catarina que trabalha somente com carros Ford modelo A

    PGINA 12

    5 DE DEZEMBRO 2015 N 530 Joaaba/SCR$ 3,50

    Gino Costa Beber tem 86 anos e todos os dias tapa os buracos da estrada geral da Linha Grafunda, no interior de Luzerna. Detalhe: ele no funcionrio da prefeitura.

  • PUBLICIDADE02 FOLHAda manhJORNAL

  • QUEM FAZ A FOLHA DA MANH

    DIRETORA E GERENTE ADMINISTRATIVADirce Schmitt

    REPORTAGENSCarla Dildey

    Jornalista 0004476/SC

    COLUNISTASClaudio Prisco Paraso

    Gecielle StofelBrbara Cristina Anrain

    CIRCULAO Joaaba, Herval dOeste,

    Luzerna, Tangar

    DIAGRAMAODda Design(48) 30472022

    EDITORClemir Schmitt

    Jornalista 02671/SC

    TODOS OS MATERIAIS ASSINADOS SO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DE SEUS AUTORES, NO TRADUZINDO OBRIGATORIAMENTE A OPINIO DO VECULO. AS FOTOS PUBLICADAS

    PELOS COLUNISTAS TAMBM SO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DOS MESMOS.

    EDIO 5 DEZEMBRO

    2015

    N 530

    PERIODICIDADE QUINZENAL

    POLTICA 7

    GERAL 8

    GERAL 14

    SADE 13

    REGIO 18

    GERAL 17

    SOCIEDADE 10/11

    EDITORIALFOLHAda manhJORNAL

    FOLHAda manhJORNAL

    03

    Empresa Jornalstica Folha da ManhRua Getlio Vargas,Fone: (49) 3522-4432Joaaba SC

    Quem vai arcar com o prejuzo deixado em 2015?

    CDL realiza segundo sorteio da promoo de Natal

    Mensalidades na Unoesc sofrero

    reajustes de 11,96%

    Paciente Idoso e os cuidados com a sade Bucal

    Hospital So Roque recebe ajuda da populao

    Tucanos em novos partidos

    Aprovado em Tangar projeto que estima receita para 2016

    O Programa Minha Casa, Mi-nha Vida, criado em 2009, veio em reao crise finan-ceira internacional de 2008, como uma das medidas anticclicas para manter o ritmo do crescimento econmico do pas, estimulando o se-tor da construo civil e, tambm, como tentativa de equacionar o dficit habita-cional, principalmente entre as famlias de baixa renda. Hoje, mais de seis anos aps o incio do programa, percebemos o impacto positivo na cadeia produtiva da construo civil, que responde por uma fatia de 6,5% do PIB brasileiro.

    Porm, juntamente com o nme-ro crescente de financiamentos no programa, a inadimplncia tambm aumentou. No primeiro semestre deste ano, a inadimplncia acima de 90 dias ficou em 19,9% na faixa 1, e 2,2% para as faixas 2 e 3 - mas esse nmero muito superior, se considerarmos os atrasos de 0 a 60 dias, que ficou em 18%. A inadimplncia acima de 90 dias, na Caixa, gira em torno de R$ 2,4 bilhes, considerando os contratos que se encontram em fase de pagamento.

    Cabe lembrar que apesar do pata-mar elevado que se encontra a inadim-plncia na faixa 1, a Caixa declarou que as contrataes na Faixa 1, dado o seu carter eminentemente social, no se constituem em operaes de crdito e no expem as instituies financeiras a qualquer risco. No fim de 2014 foi sancionada a Lei 13.043, que dispen-sou tratamento diferenciado para os imveis retomados, excluindo a ne-cessidade do leilo e reincluindo esses imveis no programa habitacional.

    A preocupao com a inadim-

    plncia grande nas faixas 2 e 3, pois apesar da Lei 9.514/97 ter tornado fcil e clere a retomada dos imveis, no existe nenhum dispositivo legal para saber qual tratamento ser dado aos mesmos. O Programa Minha Casa Minha Vida foi criado para trans-formar o sonho da casa prpria em realidade. Sua principal finalidade a de criar mecanismos de incentivo produo e aquisio de novas unidades habitacionais.

    Para cumprir o seu objetivo de facilitar o acesso das famlias de baixa renda, o programa garantiu aos seus beneficirios taxas de juros inferiores, bem como subsdio, que nada mais que um desconto que visa comple-mentar o valor do imvel, tem carter pessoal e intransfervel, e destina-se a elevar a capacidade de pagamento do beneficirio com a reduo do valor das prestaes mensais

    Logo, se existe um incentivo finan-ceiro o subsdio para a aquisio desse imvel, no caso de retomada do mesmo, como ficariam esses recur-sos? Com a atual legislao para a retomada de imveis, o prejuzo social imensurvel, pois alm de no ter cumprido sua funo social, qual seja a de garantir a moradia, onerou os cofres pblicos, pois os valores gastos com subsdios no iro retornar.

    Hoje os gastos com subsdio totali-zam quase R$ 13 bilhes, considerando os recursos do FGTS e do Oramento Geral da Unio. Se o governo no for suficientemente capaz de reverter a situao, o prejuzo inegvel. E voc capaz de adivinhar quem vai pagar essa conta?

    MINHA CASA, MINHA VIDA

    GIRLENE PAUTA DE VOTAES EST EM DIA.

  • CIDADE 05FOLHAda manhJORNAL

    CARROS ANTIGOS

    A paixo que virou negcio

    O antigomobilismo trabalho, mas tambm lazer

    Certificado junto federao

    A mecnica dos irmos Rodrigues a nica de Santa Catarina que trabalha somente com carros Ford modelo A

    Eles so irmos gmeos, trabalham na mesma oficina mecnica e her-daram do pai o fascnio por carros antigos. Os irmos Remi e Rudy Rodri-gues abriram a oficina em 1988, mas s trabalhavam com carros novos e impor-tados. Foi a exuberncia dos carros an-tigos atrelada a uma nova oportunidade de mercado que fez com que os irmos passassem a trabalhar somente com res-taurao de carros antigos, mais especi-ficamente os Ford modelo A.

    Os carros Ford modelo A foram fa-bricados em larga escala entre os anos de 1928 e 1931. Atualmente so os carros an-tigos rodando em maior nmero por todo o mundo. Alm da restaurao, os irmos Rodrigues tambm fabricam peas que so vendidas para todo o Brasil. Traba-lhamos com a parte mecnica, eltrica e chapeao e recebemos carros de vrias cidades do sul do Brasil para fazermos a restaurao e tambm fabricamos as peas desse modelo de Ford e enviamos para todo pas, explica Remi Rodrigues.

    A ideia de fabricar peas surgiu em 2001, quando os irmos sentiram difi-culdade em encontrar uma pea da sus-penso dianteira. No encontramos em lugar nenhum e ento resolvemos fabricar e tudo comeou por ali. Sobre o valor e o tempo que demora para restaurar um car-ro antigo, Rudy diz que muito relativo. O valor depende muito do estado do carro, mas j demoramos de oito meses at cinco anos trabalhando em um veculo, conta.

    Alm de se dedicarem na restau-rao de carros antigos, os irmos Ro-drigues so membros do Veteran Car Club de Joaaba. A instituio que foi fundada em 1980 a mais antiga do estado e hoje conta com 30 associados e mais de 50 veculos de vrias marcas e modelos. O Veteran um grupo de amigos que gostam da mesma coisa. O gosto por carros antigos vem de quan-do a gente era criana e via aqueles carros do av, do tio e no podamos t-los, mas hoje a gente pode, comen-ta o presidente do Clube, Luciano Pala-vicini. Outra finalidade do grupo aju-dar os membros e outras associaes a conseguirem as peas, pois quanto mais antigo for o carro, maior a difi-culdade de encontrar peas originais.

    O principal problema encontrado por quem ingressa no mundo do anti-gomobilismo o investimento. A pes-soa acha que vai gastar um valor, mas acaba gastando muito mais. Alguns car-ros tem um valor muito alto para com-pra e no porque o carro tem um alto custo que est em bom estado. muito difcil ganhar dinheiro com um carro antigo, um hobby, enfatiza Luciano.

    Somente a famlia Rodrigues pos-

    sui 15 carros antigos e utilizam estes no dia a dia. Nunca chegamos num evento com os carros carregados num caminho, sempre vamos rodando

    e j chegamos a fazer viagens muito longas. No possumos carros novos, sempre usamos os carros antigos.

    So considerados automveis an-

    tigos aqueles que possuem mais de 25 anos de fabricao, mas recebem a pla-ca preta somente aquele que tm mais de 30 anos e 80% de originalidade.

    No ms passado o clube joaabense se filiou Federao Brasileira de Veculos Antigos. De acordo com Remi, que diretor tcnico do Clube, a filiao be-nfica para que o Veteran Car Club tenha maior representatividade junto ao poder pblico. Atravs da Federao temos quem busca as reivindicaes dos antigomobilis-tas junto ao governo, explica.

    Para a Federao tambm muito importante contar com inmeros clubes filiados, o que demonstra a fora da instituio. Agradeo confiana do clube de Joaaba por estar entrando para nosso grupo de associados. Para ns isso representa o reconhecimento do nosso trabalho que faz com que os clubes tenham uma voz, alm de poderem dar sugestes e crticas. Nossa inteno sempre preservar e ter a livre circulao dos autom-veis antigos, disse o presidente da Federao, Roberto Suga.

    OS IRMOS RUDY E REMI COM DOIS CARROS FORD MODELO A PERTENCENTES FAMLIA

    O MINUCIOSO TRABALHO DE RESTAURAO DA LATARIA

  • http://www.realmacro.com.br

    www.facebook.com/realmakro

    Av. XV de Novembro | 530 - Centro | Joaaba

    49 3522-1245

  • HISTRICOAntes da morte de Eduardo Campos, Geraldo Alckmin e o pernambucano se aproximaram e trocaram muitas figurinhas. A ponto de o PSB ter indicado o vice-governador paulista, Mrcio Fran-a, articulao que fez Acio Neves torcer o bico.

    PMDB CARENTEJ Jos Serra cairia como uma luva no PMDB, partido de onde saiu com outros prceres para fundar o PSDB em 1988. O Manda Brasa tem no vice-presidente, Michel Temer, uma liderana sem poder de votos. Quem se ensaia, pela visi-bilidade em funo das Olimpadas, o prefeito do Rio, Eduardo Paes. Mas ele no deve resistir politicamente, pois os esqueletos de sua gesto j esto saindo do armrio carioca.

    MUDA O EIXOO pleito de 2018 tem tudo para marcar o encer-ramento do ciclo de polarizao entre PSDB e PT na disputa nacional. Este ltimo, em frangalhos e com a marca

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