Edição 517 - Jornal Visão

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Leia online a edio 517 do Jornal Viso - Penha/SC

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<ul><li><p>O JORNAL DA CIDADEDistribuio GratutaLitoral Norte, 13 de Junho de 2015 Ano XI Edio 517</p><p>CMARA DE VEREADORES DE PENHA REALIZA SARAU LITERRIO</p><p>NAVEGANTES ENTREGA </p><p>NOVA ESCOLA NO </p><p>CENTRO</p><p>Pag. 07</p><p>BARRA VELHA REALIZA PROJETO </p><p>CAMINHANDO PARA UMA VIDA SAUDVEL</p><p>Pag. 08</p><p>BALNERIO PIARRAS TEM O PRIMEIRO</p><p>CURSO DE PERCUSSO PARA SURDOS DO BRASIL</p><p>Pag. 14</p><p>Pag. 5</p></li><li><p> Expediente</p><p>e-mail: jvisao@gmail.com</p><p>As matrias, colunas, artigos e ou contedos publicitrios assinados, no expressam a opinio do Jornal, sendo de total responsabilidade de seus autores.</p><p>Publicao: Producenter Editora Ltda.RTD 004 Folha 003 Livro 01 - Sede: Rua Bento Gonalves, 651 Armao - CEP 88.385-000 Balnerio de Penha - SC</p><p>Direo Geral:............................Arno Brning J. Jr.</p><p>Editorao.................................J. Brning</p><p>Diretora Administrativa...............Marli de Oliveira</p><p>Jornalista Responsvel................Hlio Ribas Micheleto - DRT-PR 022.01.12/79</p><p>Atendimento..............................3398-0928/9107-0367</p><p>Depto. Jurdico...........................Dr. Ivan Naatz - OAB SC 9145</p><p>Diagramao..............................Natlia de Oliveira Bruning</p><p>Reportagens..............................Jota Jr. - Paulo A. Simeo - Marli de Oliveira</p><p>Colaboradores...........................Augusto Cesar Diegoli - Iria Schnaider - Dr. Jougla Lafitte </p><p> Job Carneiro - Elenita de Oliveira</p><p>Impresso:................................Press Alternativa</p><p>Circulao Semanal....................3.000 exemplares - Penha - Balnerio Piarras - Navegantes e B. Velha</p><p>PREVISO DO TEMPO</p><p>Circulao normal aos sbados</p><p>Onde encontrar o Jornal na CidadeBancas - Supermercados - Farmcias Panificadoras e Postos de Combustveis nos Municpios de Penha </p><p>Baln. Piarras - Navegantes - Barra Velha</p><p>Para Anunciar Ligue: 47 - 3398-0928E mail: jvisao@gmail.com</p><p>Nosso Site: www.jornalvisaopenha.com.br</p><p>COMENTANDOCOMENTANDO</p><p>Litoral Norte, 13 de Junho de 2015O p i n i o2</p><p>Fbrica RenauxA primeira praa do leilo de bens perecveis da Fbrica de Tecidos Carlos Renaux, realizado na ltima semana no F-rum de Brusque, no teve interessados. Com isso, j est marcado um novo leilo para o dia 22 de junho, s 14 horas. O lance inicial de R$ 317 mil para o lote nico que contm vrios tipos de tecidos, fios, corantes, produtos qumicos de tinturaria e almoxarifado. PoupanaO volume de resgate da poupana voltou a recuar em maio. Segundo dados do Banco Central, a quantia de saques su-perou a de depsitos em R$ 3,2 bilhes no ms passado. Em abril, o resgate lquido na caderneta havia sido de R$ 5,8 bilhes e, em maro, de R$ 11,4 bilhes. Com o resultado de maio, o saldo total da poupana ficou em R$ 648,7 bilhes, j incluindo os rendimentos do perodo. Os depsitos em maio somaram R$ 153,2 bilhes, enquanto as retiradas fo-ram de R$ 156,4 bilhes. No acumulado do ano, o resultado est negativo em R$ 32,2 bilhes. Reforma da Lei de ArbitragemFoi sancionada dia 26 de maio a reforma da Lei de Arbitra-gem, que estava em discusso no Congresso desde 2013. O texto saiu do Palcio do Planalto que vetou a previso da ferramenta para causas trabalhistas, relaes de consumo e litgios relacionados a contratos de adeso. Espera-se que a Arbitragem seja agora mais usada para desafogar o Judi-cirio. MansoCorre entre afortunados de que a Justia vai leiloar at outu-bro a manso do ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira (leia-se Banco Santos). O palacete de 8 mil m2 est avaliado em R$ 120 milhes. Com as centenas de obras de arte que l esto, a conta pode subir um pouco. Economia brasileiraA mais importante das agncias de risco, a Moodys, divul-gou seu diagnstico sobre a economia brasileira. O nvel da dvida pblica brasileira continuar a subir, porque o ajuste fiscal apenas uma das variveis que determina essa rela-o. Com o crescimento econmico menor, haver declnio das receitas fiscais, que ser apenas parcialmente compen-sado pelo corte de gastos. Com a queda da receita, im-provvel que se alcance o supervit primrio de 1,2% em 2015 e de 2% em 2016. Mesmo que alcance as metas de supervit, as altas taxas de juros continuaro a pressionar a dvida pblica. Mafra a opoA alem Kromberg &amp; Shubert, que fabrica chicotes eltricos para a indstria automobilstica, avalia se instala unidade em Mafra (SC). A proximidade com portos e uma montadora da Volkswagen em So Jos dos Pinhais (PR) vista como estra-tgica pela empresa. A Kromberg tem outras duas unidades em So Paulo e Minas Gerais e 30 unidades na Europa, sia, frica e Amrica Latina. A deciso dever ser anunciada nos prximos dias. O investimento previsto de R$ 12 milhes e possvel gerao de dois mil empregos a longo prazo. DesempregoA taxa de desemprego subiu para 8% no trimestre que en-globa fevereiro, maro e abril, segundo dados do IBGE. A pesquisa mostrou que 511 mil pessoas perderam o emprego nesse perodo. O nmero de ocupados caiu 0,6% em compa-rao com o trimestre anterior, que terminou em janeiro. O nmero de desempregados ficou em 8 milhes ante 6,8 mi-lhes do trimestre anterior, o que representa alta de 18,7%.</p><p>Sabdo 13/06 - Uma massa de ar seco avana pela Regio e provoca queda nas temperaturas. H previso de geada ao amanhecer em todo o RS e no Planalto Serrano de SC. No cen-tro-norte do PR muitas nuvens se formam e chove ao amanhe-cer. Tempo firme nas demais reas.</p><p>Domingo 14/06 - Uma massa de ar seco avana pela Regio e provoca queda nas temperaturas. H previso de geada ao amanhecer em todo o RS e no Planalto Serrano de SC. No cen-tro-norte do PR muitas nuvens se formam e chove ao amanhe-cer. Tempo firme nas demais reas.</p><p>Segunda-feira 15/06 - Uma massa de ar seco avana pela Re-gio e provoca queda nas temperaturas. H previso de geada ao amanhecer em todo o RS e no Planalto Serrano de SC. No centro-norte do PR muitas nuvens se formam e chove ao ama-nhecer. Tempo firme nas demais reas.</p><p>(Outras notcias: www.acdiegoli.blogspot.com)Fonte: Climatempo</p><p>Por Job Carneiro</p><p>Editorial</p><p> ESTRATIFICANDO A SOCIEDADE</p><p> Os aglomerados humanos se formam gradativamente em que as vilas (pequenos povoados) crescem at se constiturem grandes cidades. um fenmeno natural, que por um lado, devido a necessidade, que o homem tem, de viver uns prximos aos outros, devido ao fato que sozinhos somos mais vulnerveis, e quando nos aglomeramos, nos apoiamos uns aos outros. Isso n te-oria da banalizao do homem como um ser social, ou seja, dependemos uns dos outros. Em eras remotas, os machos roubavam as mulheres jovens, de outros aglo-merados, para se acasalarem. Os grupamentos tambm tinham o intuito de garantir a defesa, por ataques de outros aglomerados. Falamos de priscas eras. As aldeias cresceram, viraram povoados, que por sua vez aumen-tou para cidades, que por sua vez, tansformaram-se em metrpoles. Si o crescimento dos povoados por um lado benfico, por outro traz consigo problemas. Quanto maior a cidade, mais problemtico ele fica. Veja atual-mente a greve dos transportes coletivos, em So Paulo. Si uns tm o direito de reivindicar melhores salrios, ou-tros tm o direito de ter um nibus para o transporta at o local de trabalho, A legitimidade de um movimento pe em risco a liberdade de outra parcela da sociedade que necessita dele. Principalmente porque so locais muito distantes da moradia. Faz 22 anos que trooquei a cidade grande pela pequena e at agora no me arrepeni.</p><p> Muito se discute a respeito da maioridade penal do Brasil. Por conta disso, pelo clamor popular, a Cmara dos Deputados deve votar nos prximos dias a nova lei sobre a reduo da maioridade penal. Entendo, com a devida vnia, que tal matria deveria estar decidida h muito tempo e no somente agora ir a plenrio. O mundo mudou, tudo evoluiu. Se compararmos os costumes antes da dcada de 20 com os de agora, no existe semelhana. A histria nos mostra que um garoto naquele tempo era verdadeiramente uma criana, no tinha o discer-nimento, o conhecimento e a vivacidade das crianas atuais, no exercia as funes sociais e nem tinha responsabilidade, portanto, no era cobrado como hoje. O adolescente mudou muito. Hoje tem tanto ou mais conhecimento que um maior de idade, pratica crimes hediondos, chefia quadrilha de criminosos, tanto na venda de drogas, quanto em assaltos ou sequestros. Tem mais peri-culosidade e inteligncia para o crime que muitos criminosos com mais idade. Se o menor hoje considerado capaz para tantos atos da vida civil, destacando-se, inclusive, para votar e ele-ger governadores e presidente da Repblica, por que o ab-surdo de ser isento da responsabilidade penal pelos crimes brbaros que praticam? Ora, se assim fosse, mostrariam fragilidade e no arrogncia e prepotncia quando presos. Outro dia, con-versando com um amigo, membro do Poder Judicirio que defende a no reduo da menoridade penal, lhe falei: "Se o menor to bonzinho, porque voc no o leva para sua casa?, confesso, no obtive resposta. Como advogado criminalista h mais de 30 anos, diuturnamente presenciamos nas delegacias a polcia se des-dobrar para descobrir o criminoso e, quando prende, ouve a clebre fase "no me toque sou di menor". s vezes, infeliz-mente, o menor criminoso sai da delegacia antes das teste-munhas e da vtima, pois a polcia pouco ou nada pode fazer. A sociedade no pode continuar calada, no pode permitir esse descaso legal, verdadeiro absurdo. necessrio presso em cima dos nossos legisladores, em movimento nacional, semelhante a de um Impeachment, para que se opere mu-danas e a sociedade possa dar um passo frente, buscando um pouco de paz.Se nada fizermos e continuarmos somente reclamando para nos mesmos, vamos continuar a conviver com esse estado de coisas, com os crimes violentos praticados, perda de entes queridos e importantes em nossas vidas, sabendo de ante-mo que o menor no inocente, mas sim delinquente, e o que pior, ser solto sumariamente, dando risadas de nossa caras. E a polcia, mais uma vez, ser desmoralizada e ridicu-larizada, com a palavra mgica sou di menor". * Bernardo Campos Carvalho</p><p>Di menor inocente ou delinquente?</p></li><li><p>EconomiaLitoral Norte, 13 de Junho de 2015 3Ministro garante</p><p>apoio para instalao de fbrica da Novaer Craft </p><p>em Santa Catarina O ministro da Cincia, Tecnologia e Inovao, Aldo Rebelo, manifestou total apoio ao projeto da fbrica da Novaer Craft em Santa Catarina, em reunio nesta quarta-feira, 10, em Braslia, com o governador Raimundo Colombo. Conforme ele, o Ministrio far o possvel para viabilizar as pendncias que impedem a instalao da unidade em Lages para produo de aeronaves de pequeno porte. Vamos trabalhar para fazer estes avies, vamos encontrar os meios para isto. O Brasil no pode deixar passar os investimentos neste nicho de mercado, desta-cou.</p><p> A inteno da Novaer produzir comercialmente o T-Xc, aeronave em fibra de carbono para dois passageiros na categoria militar e quatro passageiros na categoria civil. O pro-ttipo j realizou seu primeiro voo em agosto de 2014 e, atual-mente, encontra-se em fase de testes, comprovando as carac-tersticas estimadas. Estamos na reta final para produzir esses avies em Santa Catarina. um projeto fenomenal e que agora demos mais um importante passo em direo construo da fbrica. um ganho em tecnologia significativo para o Estado, que possui o melhor curso de engenharia mecnica do pas, salientou Colombo.</p><p> O projeto do T-Xc possui apoio do Governo Federal, via subveno econmica da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI). Em 2012, a SC Parcerias tornou-se scia da em-presa, com 22% das aes. No entanto, para dar seguimento s prximas etapas do processo (certificao e industrializao), a Novaer necessita da liberao do financiamento Finep 30 dias, j aprovado, porm com a exigncia de carta de fiana bancria de dez instituies como garantia, o que inviabiliza a obteno do recurso, por se tratar de empresa pr-operacional. Como recentemente a Novaer Craft firmou contrato com os Emirados rabes Unidos para o desenvolvimento de ou-tro modelo de aeronave militar, fato reportado oficialmente ao ministro, o objetivo que o mesmo seja referendado pelo Go-verno Federal. Firmamos este contrato com o governo rabe, no valor de US$ 80 milhes em dois anos, vendendo tecnologia, e gostaramos que ele servisse como a garantia exigida, salien-tou o presidente do conselho administrativo da Novaer Craft, Paulo Junqueira. Segundo ele, o Brasil o segundo maior mer-cado consumidor de avies de pequeno porte e no os produz. A expectativa que a fbrica de Lages gere 400 empre-gos diretos, todos de alto nvel tecnolgico. Participaram do en-contro o secretrio de Articulao Nacional, Aclio Casagrande, e o presidente da SC Parcerias, Paulo Csar da Costa</p><p>Secretrios daAgricultura do Codesul </p><p>tratam da sanidadeanimal dos quatro</p><p>estados Os secretrios da Agricultura dos quatro estados que formam o Conselho de Desenvolvimento e Integrao Sul (Code-sul) Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paran e Mato Grosso do Sul estaro reunidos nesta tera-feira, 9, em Porto Alegre para tratar da sanidade animal e da situao da febre aftosa na regio. Esta ser a primeira reunio do grupo de trabalho e con-tar com a presena do secretrio Nacional de Defesa Agropecu-ria, Dcio Coutinho. O encontro acontecer das 9h30 s 16h na sede do BRDE.</p><p> O grupo de trabalho tem como objetivo discutir tecni-camente a suspenso da vacina contra febre aftosa no Paran, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, elevando o status sa-nitrio da regio. Atualmente, Santa Catarina o nico estado brasileiro considerado livre de febre aftosa sem vacinao pela Organizao Mundial de Sade Animal (OIE). O secretrio da Agricultura e da Pesca de SC, Moacir Sopelsa, lembra que o lti-mo foco da doena no estado foi em 1993 e a vacinao foi sus-pensa h 15 anos. O reconhecimento internacional aconteceu em 2007, os outros trs estados do Codesul so livres da doena com vacinao. Para manter a excelncia sanitria do rebanho catari-nense, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrcola de Santa Catarina (Cidasc) e o Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuria (Icasa), mantm um rigoroso controle das doenas animais. A Cidasc mantm 63 barreiras sanitrias permanentes nas divisas com os estados do Paran e do Rio Grande do Sul e tambm com a Argentina para impedir o ingresso de animais e produtos de origem animal que possam contaminar o rebanho. A febre aftosa a enfermidade que mais causa pre-juzo econmico a um pas, especialmente pelas restries aos mercados internacionais de animais e seus produtos. uma do-ena altamente contagiosa e causada por vrus. Entre os animais domsticos a enfermidade acomete os bovinos, bubalinos, su-nos, ovinos e caprinos. O Codesul composto pelo Rio Grande do Sul, Pa-ran, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul e tem o objetivo de fomentar aes para o crescimento econmico e social dos estados membros, alm de incentivar iniciativas de relaes internacionais.</p></li><li><p>Penha Litoral Norte, 13 de Junho de 20154INAPC-Instituto de </p><p>Apoio s Pessoas com Cncer comemora </p><p>trabalho realizado em Penha</p><p> Penha/SC - O Instituto de Apoio s Pessoas com Cn-cer de Penha iniciou suas atividades, oficialmente, em abril de 2014. Porm, muito...</p></li></ul>