edicao 15 - jornal crq

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  • CONSELHO REGIONAL DE QUMICA 10 REGIO / CRQ-XFuno Institucional - Fiscalizao do Exerccio Prossional na rea da Qumica no Estado do Cear, relativa a empresas e prossionais da Qumica.R. Floriano Peixoto, 2020 - Jos Bonifcio

    Fortaleza /CE - CEP: 60.025-131 Ano IX Ed. XXII - Setembro de 2014.

    INFORMATIVO DO CONSELHO REGIONAL DE QUMICA-CE

    N E W SCRQX

    Veja nesta edio:

    CONHEA A RESOLUONORMATIVA N 114/89.

    AMPLIAO DAS INSTALAESDO CRQ-X .

    A FINALIDADE DO CONSELHO -ENTENDA O SISTEMA CFQ - CRQS.

  • OS PROFISSIONAIS DA QUMICA NO CEAR

    EDITORIAL.

    Prof. Cludio Sampaio Couto,Presidente do CRQ-X.

    A Lei 2.800 de 18.06.1956 estabeleceu como prossionais da qumica os qumicos, os qumicos industr iais, os qumicos industr iais agrcolas, os engenheiros qumicos, os bacharis em qumica e os tcnicos em qumica. Contudo, no Cear as at ividades prossionais de natureza qumica at 1983 foram exercidas pelos bacharis em qumica, pelos qumicos industr iais, pelos engenheiros qumicos e pelos tcnicos em qumica de nvel mdio, conforme as atr ibuies de cada uma destas categorias de prossionais da qumica.

    O papel pioneiro que esses prossionais desempenharam foi fundamental para o desenvolvimento da qumica e para a consolidao da prosso.

    Aps as promulgaes da Resoluo Normativa N. 46 de 27.01.1978, relat iva aos Tecnlogos e Engenheiros de Al imentos e da Resoluo Normativa n. 94, de 19.09.1986, relat iva aos Licenciados em Qumica, do Conselho Federal de Qumica, determinando o registro desses prossionais nos Conselhos Regionais de Qumica, para o exerccio de suas atividades, o elenco das categorias de prossionais de qumica foi ampliado, o que vem tambm contr ibuindo para o desenvolvimento da qumica a nvel prossional, especialmente no setor de al imentos, no ensino e na rea de ser vios de natureza qumica.

    Atualmente esto tambm registando-se no CRQ-X os Tecnlogos em Processos Qumicos que so prossionais com curr culo de natureza tecnolgica semelhante ao curr culo dos Qumicos Industr iais. Outros prossionais com curr culo de natureza tecnolgica na rea da

    Qumica, entre eles os Tecnlogos em Recursos Hdricos/Saneamento Ambiental e os Tecnlogos em Gesto Ambiental, bem como os Tcnicos em Meio Ambiente, para o e xe rc c i o d e s u a s at i v i d a d e s , co n fo r m e a s at r i b u i e s q u e l h e s co m p e te m , e fe t u a m re gi s t ro n o Co n s e l h o R e gi o n a l d e Q u m i c a - 1 0 . R e gi o.

    O conjunto de prossionais da qumica ainda ampliado com a incluso do registro dos prossionais provisionados e auxi l iares.

    Entendemos que estas categorias de prossionais da qumica, cada uma delas com suas atr ibuies especcas, conforme curr culos escolares e Resolues Normativas do CFQ, esto dando excelente contr ibuio para o desenvolvimento da qumica no Cear, nos ramos industr ial , ensino e ser vios.

    INFORMAO SOBRE ART

    As ARTs emitidas pelo Conselho Regional de Qumica, relativas s atividades pelas quais os prossionais se declaram responsveis, tem embasamento legal nas atribuies destes prossionais conforme Resoluo Normativa n 36 do Conselho Federal de Qumica.

    A Cincia tem suas catedrais construdas pelo esforo de uns poucos arquitetos e de muitos trabalhadores. G. N. Lewis

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  • INFORMAO SOBRE ART

    As ARTs emitidas pelo Conselho Regional de Qumica, relativas s atividades pelas quais os prossionais se declaram responsveis, tem embasamento legal nas atribuies destes prossionais conforme Resoluo Normativa n 36 do Conselho Federal de Qumica.

    O Sistema Conselho Federal de Qumica Conselhos Regionais de Qumica foi criado pela Lei 2.800 de 18 de junho de 1956, tendo como diretriz geral o princpio fundamental que norteou a criao de todos os Conselhos e Ordens das Prosses.

    O Conselho Regional de Qumica da 10 Regio, atualmente com jurisdio no Estado do Cear, criado pela Resoluo Normativa n 70, de 26.05.1983, do CFQ, tem como funo principal a scalizao do exerccio prossional, na rea da qumica, com relao a empresas e prossionais da qumica de todas as categorias, no sentido de:

    1) Detectar irregularidades praticadas por empresas e prossionais, procurando sanar essas irregularidades, a m de que a sociedade seja beneciada com produtos e servios de boa qualidade;

    2) Zelar pelo cumprimento da tica nas atividades prossionais, contribuindo para o desenvolvimento da qumica e da tecnologia da qumica.

    Aqueles que exercem a prosso de Qumico sem que estejam devidamente habilitados pelo CRQ de sua jurisdio cam sujeitos imposio de penalidades mediante processo administrativo, o que poder culmi-nar em multa. O CRQ-X tem a atribuio legal de apurar casos que tome conhecimento de exerccio irregular da prosso de Qumico em sua jurisdio.

    03

    A FINALIDADE DO CONSELHO ENTENDA O SISTEMA CFQ CRQs

    EXERCCIO IRREGULAR DA PROFISSO DE QUMICA

  • Aqueles que exercem a prosso de Qumico sem que estejam devidamente habilitados pelo CRQ de sua jurisdio cam sujeitos imposio de penalidades mediante processo administrativo, o que poder culmi-nar em multa. O CRQ-X tem a atribuio legal de apurar casos que tome conhecimento de exerccio irregular da prosso de Qumico em sua jurisdio.

    IMPORTANTE

    SABER!Antes de chegar s nossas torneiras, a gua que consumimos segue um longo trajeto e passa por vrias etapas de tratamento at estar apta; de acordo com os padres da Organizao Mundial de Sade (OMS) para ser consumida. Deix-la nessa condio trabalhoso e oneroso, da a necessidade de se racionar seu uso, evitando toda espcie de desperdcio. A gua importante e essencial para tomarmos banho, lavarmos roupas, louas e cozinhar os alimentos alm, claro, matar a nossa sede. Para quem reside em Fortaleza e na sua Regio Metropolitana, a partir do aude Gavio, a 33 km da capital cearense, que todo esse procedimento tem incio. Cerca de 90 prossionais de diversas reas trabalham, de forma direta e indiretamente, em sintonia para operar a Estao de Tratamento de gua do manancial a ETA Gavio, equipamento que trata 8m de gua por segundo e at 22 milhes de m por ms, segundo a Companhia de gua e Esgoto do Cear (Cagece).

    So nmeros expressivos. Tudo isso para fornecimento aos mais de 2,7 milhes de pessoas que so beneciadas diariamente com gua potvel em suas residncias. Atualmente, alm de ser o maior sistema produtor de gua da Cagece, a ETA Gavio tambm se destaca por ser a maior estao de ltrao direta do Brasil. Com mais de 30 anos em funcionamento, o equipamento alvo constante de investimentos e modernizao de sua tecnologia de operao, at mesmo por imposio da portaria de nmero 2914/2011, do Ministrio da Sade s empresas fornecedoras de gua em todo o Pas.

    Para chegar s nossas torneiras, necessrio um conjunto de processos qumicos e fsicos, evitando qualquer tipo de contaminao e transmisso de doenas. So pelo menos seis procedimentos, que vo desde a captao da gua bruta do meio ambiente at a distribuio, parte nal do ciclo de tratamento e onde a gua efetivamente entregue ao consumidor: coagulao, oculao, ltrao, desinfeco, uoretao e distribuio. Alm disso, de duas em duas horas, coletada uma amostra de gua que est sendo tratada pela estao, procedimento que permite saber os nveis de colorao, turbidez, pH, uoretos, residual de cloro e dixido de cloro, prevenindo qualquer alterao na qualidade de gua passada por todas as etapas de tratamento.

    No Cear, so cerca de 70 sistemas de abastecimento de gua que adicionam or durante o tratamento. A Portaria 2914 dene que o teor mximo de or a ser adicionado gua tratada de 1,5 mg/litro.

    TRATAMENTO DGUA ETAPAS Coagulao quando a gua, em sua forma bruta, entra na ETA, ela recebe nos tanques uma determinada quantidade de sulfato de alumnio. Esta substncia serve para aglomerar (unir) partculas slidas que se encontram no lquido como, por exemplo, a argila.

    Floculao em tanques de concreto com a gua em movimento, as partculas slidas se aglutinam em ocos maiores.

    Filtrao a gua passa por filtros formados por carvo, areias e pedras de diversos tamanhos. Nesta etapa, as impurezas de tamanho pequeno cam retidas no ltro. No caso da ETA Gavio, esse processo se d atravs da ltrao direta.

    Desinfeco aplicado na gua cloro ou oznio para eliminar micro-organismos causadores de doenas.

    Fluoretao aplicado flor na gua para prevenir a formao de crie dentria em crianas e em adultos.

    Distribuio ltima etapa e onde o consumidor recebe a gua pronta para o consumo.

    Trecho da matria exibida no Jornal Dirio do Nordeste, em 30 de julho de 2014.

    Tratamento: ETA Gavio o equipamento que trata 8m de gua por segundo, de acordo com a Companhia de gua e Esgoto do Cear (Cagece).

    Curiosidade: a gua do Aude Gavio, por exemplo, j tem uma presena natural da ordem de 0,3 mg/litro, o que permite que o or seja adicionado em menor quantidade, apenas para complementar esse teor.

    04

    A GUA TRATADA DE CADA DIA

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  • CONHEA A RESOLUO NORMATIVA N 114/89 DO CONSELHO FEDERAL DE QUMICA

    A Resoluo Normativa 114/89 do Conselho Federal de Qumica no seu artigo 1 diz, que so obrigados ao registro em Conselho Regional de Qumica os rgos do Servio Pblico da Unio, dos Estados, do Distrito Federal, Territrios, Municpios e os respectivos rgos da administrao direta e indireta, bem como as