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Enade 2014 PUC Goiás

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  • e.BOOK: QUESTES DO ENADE COMENTADAS

    Curso: Licenciatura em Filosofia

    Organizador(es): Coordenador do Curso Prof. Dr. Pedro Adalberto Gomes de O. Neto. Prof.

    Dr. Membro do NDE Jos Barbalho. Profs. Ms. Membros do NDE: Waldir Guimares,

    Antnio Guimares, Amarildo Pessoa. Prof. Ms. Domingos Barbosa, Wilame Gomes. Profas.

    Ms. Ana Kelly Souto e Polliana Pires. Secretaria: Maria Messias Cirqueira e Almeri Ferreira.

  • SUMRIO

    QUESTO N 11

    Autor(a): Prof. Ms. Waldir Guimares.

    QUESTO N 12

    Autor(a): Prof. Ms. Wilame Gomes de Abreu.

    QUESTO N 13

    Autor(a): Prof. Dr. Joo O. Barbalho.

    QUESTO N 14

    Autor(a): Prof. Dr. Pedro Adalberto Gomes de O. Neto.

    QUESTO N 15

    Autor(a): Prof. Dr. Joo O. Barbalho.

    QUESTO N 16

    Autor(a): Prof. Ms. Antnio Guimares

    QUESTO N 17

    Autor(a): Prof. Dr. Pedro Adalberto Gomes de O. Neto.

    QUESTO N 18

    Autor(a): Prof. MS. Waldir Guimares

    QUESTO N 19

    Autor(a): Profa. Ms. Ana Kelly Souto

    QUESTO N 20

    Autor(a): Prof. Ms. Wilame Gomes de Abreu.

    QUESTO N 21

    Autor(a): Prof. Dr. Pedro Adalberto Gomes de O. Neto.

    QUESTO N 22

    Autor(a): Prof. Ms. Antnio Guimares

    QUESTO N 23

    Autor(a): Prof. Dr. Pedro Adalberto Gomes de O. Neto.

    QUESTO N 24

    Autor(a): Prof. Dr. Pedro Adalberto Gomes de O. Neto.

    QUESTO N 25

    Autor(a): Prof. Dr. Pedro Adalberto Gomes de O. Neto.

    QUESTO N 26

    Autor(a): Prof. Ms. Waldir Guimares.

    QUESTO N 27

    Autor(a): Prof. Ms Domingos Barbosa.

    QUESTO N 28

    Autor(a): Profa. Ms. Polliana Pires.

    QUESTO N 29

    Autor(a): Prof. Ms. Waldir Guimares.

    QUESTO N 30

    Autor(a): Prof. Dr. Pedro Adalberto Gomes de O. Neto.

    QUESTO N 31

    Autor(a): Prof. Ms. Wilame Gomes de Abreu.

    QUESTO N 32

    Autor(a): Profa. Ms. Polliana Pires.

    QUESTO N 33

  • Autor(a): Prof. Dr. Pedro Adalberto Gomes de O. Neto.

    QUESTO N 34

    Autor(a): Prof. Dr. Pedro Adalberto Gomes de O. Neto.

    QUESTO N 35

    Autor(a): Profa. Ms. Ana Kelly Souto.

    QUESTO N 36

    Autor(a): Prof. Dr. Pedro Adalberto Gomes de O. Neto.

    QUESTO N 37

    Autor(a): Prof. Dr. Pedro Adalberto Gomes de O. Neto.

    QUESTO N 38

    Autor(a): Prof. Dr. Pedro Adalberto Gomes de O. Neto.

    QUESTO N 39

    Autor(a): Profa. Ms. Ana Kelly Souto.

    QUESTO N 40 (Anulada)

    Autor(a): Prof. Ms. Wilame Gomes de Abreu.

    QUESTO DISCURSIVA N 4

    Autor(a): Prof. Ms. Antnio Guimares.

    QUESTO DISCURSIVA N 4

    Autor(a): Prof. Ms. Antnio Guimares.

    QUESTO DISCURSIVA N 5

    Autor(a): Prof. Dr. Pedro Adalberto Gomes de O. Neto.

  • QUESTO N 11

    UESTO 11

    Com efeito, que nos diz a experincia? Ela nos mostra que a vida da alma ou, se se quiser, a

    vida da conscincia, est ligada vida do corpo, que h solidariedade entre eles e nada mais.

    Mas este ponto jamais foi contestado, e h uma grande distncia entre isto e a afirmao de que

    o cerebral o equivalente do mental, que poderamos ler no crebro tudo o que se passa na

    conscincia correspondente. A conscincia est incontestavelmente acoplada a um crebro,

    mas no resulta de nenhum modo disto que o crebro desenhe todos os detalhes da conscincia,

    nem que a conscincia seja uma funo do crebro.

    BERGSON, H. A alma e o corpo. In: Coleo Os pensadores. So Paulo:

    Abril Cultural, 1979, p. 86-7.

    De acordo com o pensamento de Henri Bergson, a relao existente entre a alma e o corpo a

    de equivalncia PORQUE h mais atividade na conscincia humana que no crebro

    correspondente. Acerca dessas asseres, assinale a alternativa correta.

    A) As duas asseres so proposies verdadeiras, e a segunda uma justificativa correta da

    primeira.

    B) As duas asseres so proposies verdadeiras, e a segunda no uma justificativa correta

    da primeira.

    C) A primeira assero uma proposio verdadeira, e a segunda, uma proposio falsa.

    D) A primeira assero uma proposio falsa, e a segunda, uma proposio verdadeira.

    E) Tanto a primeira quanto a segunda asseres so proposies falsas.

    Gabarito: D

    Tipo de questo: fcil

    Contedo avaliado: Epistemologia

    Autor(a): Prof. Ms. Waldir Guimares

    Comentrio:

    Bergson um pensador intuicionista e crtico das concepes cientificistas e materialistas de

    sua poca. A intuio, para ele, a faculdade por excelncia da alma humana, atravs da qual

    ocorrem todos os fenmenos da cultura. Esta, a cultura, no determinada pelos aspectos

    fsicos ou sensoriais da experincia, sendo antes a expresso do que pode significar para o

    homem a mesma experincia.

    Referncias:

    BERGSON, H. A alma e o corpo. In: Coleo Os pensadores. So Paulo: Abril Cultural,

    1979, p. 86-7.

  • QUESTO N 12

    Em Poltica II, Aristteles ope-se vigorosamente teoria platnica da Repblica,

    precisamente porque a cidade a considerada como indivduo; se fosse possvel realizar tal

    reduo, no seria preciso faz-lo: aniquilaramos a cidade. A polis no indivduo, comunidade; a diferena clara: indivduo vivo um composto cujas partes permanecem em

    potncia, uma comunidade pluralidade cujas partes ou elementos esto em ato.

    VERGNIRES, S. tica e Poltica em Aristteles: Physis, Ethos, Nomos. 2 ed. So Paulo:

    Paulus, 2003. p. 301.

    Na obra A Poltica, de Aristteles, a cidade (polis)

    A) reunio de indivduos e comunidade natural.

    B) aglomerao de habitantes e sociedade civil.

    C) associao de pessoas e comunidade econmica.

    D) organizao hierarquizada e comunidade poltica.

    E) conjunto de pessoas e comunidade tica e poltica.

    Gabarito: D

    Tipo de questo: mdia

    Contedo avaliado: Filosofia Poltica Aristotlica

    Autor(a): Prof. Ms. Wilame Gomes de Abreu.

    Comentrio:

    Porque, segundo Aristteles, a cidade goza de anterioridade em relao s partes (a qualquer

    indivduo). Aristteles s aceita duas ocorrncias que configuram um ser sem-Polis: ou se trata de uma fera, ou de uma divindade (pois ambos so naturalmente autossuficientes); no h

    homem fora da polis, naturalmente. Isto se sustenta pela considerao de que o homem um animal poltico por natureza, de tal forma que esta razo poltica de ser do homem, capacidade de politicidade pela comunicabilidade (pois o nico vivente que tem palavra).

    Com o discurso o homem enxerga o til e prejudicial, justo e injusto, s ele capaz de sentir o

    bem e mal, justo e injusto, e, assim, acaba formando comunidade poltica, j que no tem

    autossuficincia naturalmente sozinho. Neste sentido que se diz que a justia prpria da

    polis, que a ordem da comunidade de cidados (pessoas livres, e porque so assim, se

    igualam; no implicando em dissoluo de diferenas sociais) e consiste no discernimento do

    que justo, enquanto equitativo.

    Referncias:

    VERGNIRES, S. tica e Poltica em Aristteles: Physis, Ethos, Nomos. 2 ed. So Paulo:

    Paulus, 2003. p. 301.

  • QUESTO N 13

    Assim, pois, a inteligncia de Deus constitui a medida de tudo, no podendo, porm, ser

    medida ou comensurada por ningum e por nada, ao passo que as coisas da natureza so ao

    mesmo tempo comensurantes e comensuradas. Ao contrrio, a nossa inteligncia

    comensurada; tambm comensurante, no porm em relao s coisas criadas, mas em

    relao aos produtos do engenho humano. Portanto, o objeto natural est colocado entre duas

    inteligncias e se denomina verdadeiro segundo a sua conformidade com ambas. Segundo a

    conformidade com a inteligncia divina, a coisa criada se denomina verdadeira, na medida

    em que cumpre a funo para a qual foi destinada pela inteligncia divina.

    Segundo a conformidade com a inteligncia humana, a coisa criada se denomina verdadeira,

    na medida em que apta a fornecer por si mesma uma base para um julgamento correto.

    AQUINO, T. Questes discutidas sobre a verdade. In: Sto Toms de Aquino/

    Dante Alighieri/John Duns Scot/William of Ockam. 1. ed. So Paulo: Abril,

    1973. (Coleo Os Pensadores). p. 23-59.

    Considerando o trecho acima, em que Toms de Aquino discute a questo da verdade, analise

    as afirmaes abaixo.

    I. A inteligncia humana a medida das coisas criadas.

    II. A medida de nossa inteligncia so as coisas da natureza.

    III. A conformidade do objeto natural com a inteligncia divina posterior conformidade

    com a inteligncia humana.

    IV. A conformidade do objeto natural com a inteligncia divina anterior conformidade

    com a inteligncia humana.

    V. A conformidade do objeto natural com a inteligncia divina simultnea conformidade

    com a inteligncia humana.

    correto apenas o que se afirma em

    A I e III.

    B I e IV.

    C II e IV.

    D II e V.

    E III e V.

    Gabarito: C

    Tipo de questo: mdia

    Contedo avaliado: Filosofia Medieval

    Autor(a): Prof. Dr. Joo O. Barbalho

    Comentrio:

    Se a inteligncia de Deus perfeitssima, porquanto Ele o puro ato de existir, ento no h

    outro ser que possa lhe servir de comparao. Ao contrrio do que decorre do puro ato de

    existir: a criao, os seres naturais e, dentre estes, os seres humanos, pode ser examinada em

    conjunto. Outro ponto importante que a verdade a conformidade com a coisa. Uma vez que

    os seres humanos possuem inteligncia, eles se deparam com a verdade natural medida que

    esta correspondncia com a coisa natural.

  • Referncias:

    AQUINO, T. Questes discutidas sobre a verdade. In: