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  • a lusoFonia e uMa ConCepo de poltiCa linGustiCa

    Nancy dos Santos CasagrandePontifcia Universidade Catlica de So Paulo

    Neusa Barbosa Bastos Pontifcia Universidade Catlica de So Paulo

    Universidade Presbiteriana Mackenzie Vera Lucia Hanna

    Pontifcia Universidade Catlica de So Paulo Universidade Presbiteriana Mackenzie

    RESUMO: O presente artigo objetiva discutir polticas lingusticas implemen-tadas em diferentes momentos no que tange questo lusfona. Deste modo, concepes de Poltica Lingustica e de Lusofonia, assim como a relao entre ideologia e imposio cultural, so debatidas. A esse respeito, apresenta-se como responsabilidade do Estado a formao de indivduos com esprito crtico e defende-se como imperativo o entendimento da noo da interseco de lngua, comunicao e cultura, condio sine qua non para que se alcance o domnio da lngua materna e da estrangeira, sobretudo, a implantao de um ensino que contemple tal dimenso. PALAVRAS-CHAVE: Poltica Lingustica; Lusofonia; cultura; ideologia

    ABSTRACT: This article aims at discussing the linguistic politics accom-plished in different periods of time concerning lusophone issues. Therefore, conceptions of Linguitic Politics and Lusophony, as well as the relationship between ideology and cultural imposition are subjects of interest in this study. In this sense, it is responsibility of the State the formation of the individual on the subject of critical minds; it is claimed as mandatory the understanding of the notion that language, communication and culture are intertwined, a truism, when the purpose is the mastery of either the mother or the foreign language and, above all, the implementation of a method of learning and teaching that respects such vision. KEYWORDS: Linguistic Politics; Lusophony; culture; ideology

  • 49A Lusofonia e uma Concepo de Poltica Lingustica

    Nos ltimos anos, tem havido muito interesse acerca de Poltica Lingus-tica, cujas bases aliceram-se nas discusses sobre a identidade cultural e lin-gustica de um povo. Em nosso caso, objetivamos discutir polticas lingusticas implementadas em diversos momentos no que tange questo lusfona. Por isso, julgamos necessrio apresentar as concepes de Poltica Lingustica e de Lusofonia numa acepo mais ampla dos termos.

    Num primeiro momento, temos em Calvet (1996) a concepo de Poltica Lingustica como uma relao imposta pelo Estado a um determinado povo. Dessa maneira, o primeiro passo seria o de estabelecer uma planificao lin-gustica de modo que uma maioria fosse obrigada a adotar a lngua de uma minoria, pois, ainda segundo o autor, o poder poltico que privilegia esta ou aquela lngua, quando de sua imposio a uma comunidade. Entendamos por planificao lingustica, ainda, as intervenes sobre as lnguas, no que se refere promoo de lnguas, isto , a criao de programas de revitalizao, manuteno, escrituralizao, criao de escolas bilngues e de legislao es-pecfica para a questo das lnguas, estando a atrelada a questo dos direitos e do patrimnio lingustico.

    Ora, se o Estado o responsvel pela imposio da lngua, temos, nessa situao, a imposio de uma nova identidade, que se concretiza quando a tal lngua imposta acaba por consolidar-se no processo de nacionalizao de um grupo. A partir da, temos a formao de uma sociedade que entrelaa Lngua e Poltica. Sobre isso, afirma Orlandi (1996, p.13),

    Ao mesmo tempo em que a lingustica vai se constituindo como cincia a questo da lngua afetada pela relao do sujeito com o Estado e as polticas gerais de um pas manifestam essa inter-relao, de que a forma mais visvel a formulao especfica das polticas lingusticas.

    Desse modo, a questo da poltica lingustica ultrapassa os limiares da relao primeira entre Lngua e Estado, pois, ainda conforme Orlandi (1996), ao definir-se que lngua se fala, com que estatuto, onde, quando e as maneiras de acesso a ela, seja pelo ensino, seja pelo acesso s publicaes, seja pela participao em rituais, seja pela construo de instituies lingusticas, est se praticando uma poltica lingustica, uma vez que, para se identific-la, h necessidade de produzir-se conhecimento e isso acontece, primeiramente, de maneira particular, para, depois, instituir-se de forma coletiva.

  • 50 Nancy dos Santos Casagrande, Neusa Barbosa Bastos e Vera Lucia Hanna

    Nesse sentido, interessante notarmos que as discusses sobre poltica lingustica ultrapassam os muros acadmicos1, uma vez que, na Europa, por exemplo, esse assunto tem sido de grande preocupao devido ao fortalecimento da Unio Europeia no s como polo econmico, mas tambm como polo de diversidade lingustica e cultural.

    Partindo desse pressuposto, devemos considerar as questes de lngua ligadas, tambm, aos instrumentos tecnolgicos referentes linguagem - en-tendamos a o processo de gramatizao: gramtica e dicionrio - e relao com a histria do povo que fala. Nesse sentido, quando se trata dessa relao lngua e histria-lingustico-cultural lusfona de cinco sculos, nos contextos em que se fala a Lngua Portuguesa, juntamente com os demais pases de lngua oficial portuguesa, h toda uma gama de variaes.

    Tal variabilidade existente, considerando como Gomes de Matos (2001, p.93) que a variao primordialmente estilstica e caracteristicamente identifi-cada por meio das designaes de variedades coletivas supranacionais (Lngua Portuguesa), nacionais (Portugus de Angola, do Brasil, de Cabo Verde, de Guin-Bissau, de Moambique, de Portugal, de So Tom Prncipe e de Timor--Leste), regionais (Portugus sulista, minhoto etc), locais (Portugus paulistano, lisboeta etc) e todas as outras variantes diatpicas, diastrticas e diafsicas, o que, abarcando todas as manifestaes interacionais entre os lusofalantes, aponta para a imensa riqueza plural e para a surpreendente unidade lingustica dessa lngua falada por cerca de duzentos milhes de pessoas no mundo.

    Essa mesma variabilidade permanece na unidade lingustico-cultural existente a partir do domnio portugus com todo o sentimento metropolitano do pas europeu que conquistou o mundo, versus o sentimento de nacionalidade do brasileiro, acirrado durante a Repblica no final do sculo XIX e incio do XX. Assim, a poltica lingustica determina uma unidade lingustica entre Angola, Brasil, Cabo Verde, Guin-Bissau, Moambique, Portugal, So Tom

    1 O artigo 22 da Carta dos Direitos Fundamentais da Unio Europeia, adoptada em 2000, exige que a UE respeite a diversidade lingustica e o artigo 21 probe a discriminao com base na lngua. Juntamente com o respeito pelos indivduos, a abertura a outras culturas e a tolerncia em relao aos outros, o respeito pela di-versidade lingustica um valor fundamental da UE. Este princpio aplica-se no s s 23 lnguas oficiais da UE, mas tambm a muitas lnguas regionais e minoritrias faladas por segmentos da populao. esta diversidade que faz da UE aquilo que ela : no um cadinho no qual as diferenas se esbatem, mas uma casa comum, na qual a diversidade pode ser celebrada e considerada uma fonte de riqueza. (Disponvel em http://europa.eu/languages/pt/chapter/5. Acesso em 13/07/09).

  • 51A Lusofonia e uma Concepo de Poltica Lingustica

    e Prncipe e Timor-Leste. No Brasil, tambm por conta de nossa independncia precoce em relao aos demais pases, a lngua nacional identifica o brasileiro como povo.

    Retomando Calvet (1996, p.3), reafirmamos que uma relao imposta pelo Estado a um dado povo, estabelecendo uma planificao lingustica, levando uma maioria a adotar a lngua de uma minoria, ficando o Estado responsvel pela imposio de uma determinada lngua e de uma nova identidade com a consolidao por meio do processo de nacionalizao de um grupo, foi o que ocorreu com os brasileiros a partir da colonizao, passando pela interveno pombalina e chegando ao sculo XXI com a inverso de um posicionamento.

    Assim, considerando o princpio - uma lngua, uma nao - determinante para a sua sobrevivncia como Estado, lembramos a necessidade da aprendi-zagem e uso de uma lngua oficial como obrigao para os cidados e conse-quentemente a necessidade da sistematizao, a gramatizao por meio dos j citados instrumentos tecnolgicos: a gramtica e o dicionrio o que muda as relaes de mtua referncia, recproca regulao, inconsistncia ou indiferena entre as esferas ou nveis em que as prticas culturais tm lugar.

    Alteram-se as relaes entre esferas de cultura (nvel ou a esfera parti-cular de cultura, que seria particularmente definida como totalizadora) para a posio central ou a posio mais permanentemente presente pelo seu efeito. Nesse sentido, no caso do Brasil, temos a dois tipos de totalizao cultural a que vem sendo exposta a populao brasileira, a saber: o domnio da lngua materna e o domnio da lngua estrangeira, to importante para os brasileiros que sobem na escala social para o seu contato com o mundo.

    As naes mais globalizadas procuram impingir aspectos da cultura tota-lizadora e essa assimilao ocorre, devendo o Estado formar indivduos crticos para defesa de sua cultura por meio das seguintes aes: 1. da apresentao de razes em torno de determinada tese; 2. da emisso de opinies fundamentadas em argumentos baseados em verdade, autoridade, fatos; 3. de reflexes acerca dos problemas sociais da nao; 4. do despertar o esprito crtico nos cida-dos. Nesta quarta reside, mais propriamente, o papel poltico do professor de Lngua Portuguesa, sem naturalmente abandonar as demais, necessrias todas formao de um indivduo crtico.

    Na relao entre ideologia e imposio cultural, temos hoje a lngua do dominante como aquela da classe dominante, como o caso dos intelectuais e dos professores por meio de uma imposio cultural pela elite intelectuali-zada s demais classes privadas que so do bem falar e do bem escrever. Tal

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    poltica lingustica vem sendo implantada desde a poca da colonizao como j mencionamos, em que o colonizador imps sua lngua aos conquistados. Posteriormente, no sculo XVIII, o Marqus de Pombal reforou a imposio com mtodos rgidos e, desde ento, os brasileiros buscam se firmar em sua identidade lingustica, sendo j agraciados com a aceitao da comunidade acadmica internacional com o portugus modalidade brasileira (PB). Convm salientar que o mesmo no ocorre nos demais pases lusfonos havendo, por-tanto, o reconhecimento de duas formas de se caracterizar a lngua portuguesa, quais sejam: portugus modalidade europeia (PE) e portugus modalidade brasileira (PB), conforme j citamos anteriormente.

    Dessa forma, podemos asseverar que h uma inteno poltica de pre-servao da Lngua Portuguesa no espao lusfono por questes econmico--financeiras, alm das lingustico-culturais, uma vez que o mundo se move pelas relaes econmicas, mas a nossa questo gira em torno da preservao cultural de um povo que mantm comuns algumas caractersticas lingusticas, musicais, de hbitos, de costumes, unido que pela sua histria, pela sua cul-tura e pela sua lngua.

    Voltando questo do uso da lngua de acordo com a Gramtica (sis-tematizao da lngua pela, para e da elite), sabemos existirem proibies e permisses, regras, leis (ensino elitista) por conta da manifestao de um papel poltico de preservao e domnio da lngua exemplar (modelo greco-latino, primeiro momento de globalizao do mundo), numa tenso entre puristas x sujeitos miditicos com grande carga ideolgica estrangeira. Ressaltemos, neste momento, a questo posta acerca da variabilidade existente no somente entre os pases de lngua oficial portuguesa, mas tambm aquela existente em nosso pas: as diferenas de espao, de tempo, de classe social, de escolaridade, de faixa etria, de profisso, de estado de esprito etc.

    Nesse sentido, h que se refletir sobre as polticas lingusticas mais recen-tes; podemos salientar duas: o Projeto Estrangeirismos e o Acordo Ortogrfico. A primeira o Projeto de Lei nmero 1676 de 1999, de autoria do ento Deputado Aldo Rebelo (PC do B), referente aos estrangeirismos, que propunha a proibio do uso de palavras estrangeiras que tivessem equivalncia no portugus. Se-gundo Massini-Cagliari (s/d), um dos objetivos principais da proposta do autor:

    o de proteger brasileiros humildes que no sabem falar ingls da invaso de palavras nocivas, vindas dessa lngua anglo-saxnica, como se essas pessoas fossem mais capazes de compreender palavras genuinamente portuguesas, como improbidade administrativa do que shopping center.

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    Esse sentimento nacionalista, que seduz polticos e jornalistas, vai de encontro aos interesses interculturais de preservao das identidades e das diferenas, pois do nosso ponto de vista a convivncia do brasileiro com mosaico de vozes anglo, hispano e francofalantes, alteridade presente em todos os meios miditicos, forma-se a partir dessa interao com o outro, resultando em um interculturalismo saudvel, no que tange ao cultural e ao ideolgico. O prejuzo est no termo globalizao que busca anular as diferenas, impondo a cultura do mais forte. Assim, a preservao de nossa cultura mesclada s culturas mencionadas, em especial, numa exposio cotidiana um momento importante em que duas ou mais culturas interagem, passando as atitudes, os comportamentos e os costumes a serem fatores diferenciadores que se agregam nossa cultura.

    De acordo com Krieger (2006), o estabelecimento de uma poltica lingustica multilngue, em relao s terminologias, que rene uma face integradora e outra de valor econmico, de relevncia para o relacionamento internacional, assim:

    A correlao das lnguas funciona como uma importante estratgia de integrao entre os povos que ampliaram suas fronteiras, posto que o multiculturalismo dos tempos atuais valoriza as identidades lingusticas a tal ponto que no h nenhuma proposio de lngua oficial nica.

    Conforme Calvet (2007), no Brasil, existe a ideologia da lngua nica, desde tempos coloniais, o que tem camuflado a realidade plurilngue do pas, parecia haver pouco lugar para as questes empricas e tericas levantadas pelos estudiosos das polticas lingusticas. Cr-se na lngua nica de todos os brasileiros estendendo-se do Oiapoque ao Chu e falando portugus, sem se importar com as demais lnguas indgenas existentes no pas e sem se consi-deraram as variantes do portugus.

    Como na Declarao Universal dos Direitos Lingusticos, elaborada em junho de 1996, a exemplo da Declarao dos Direitos Humanos, todos os pa-ses devem respeitar os direitos lingusticos dos cidados. E segundo Massini--Cagliari (s/d):

    [...] respeito parece mesmo ser a palavra-chave para a formulao de uma po-ltica lingustica positiva no Brasil: respeito com relao aos falantes de outras lnguas, respeito com relao s diferentes variedades de Portugus faladas no Brasil e respeito com relao nossa prpria - e legtima - variedade.

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    Recuperando a primeira das duas polticas lingusticas mencionadas cum-pre citar que, com as reaes havidas em relao ao Projeto Estrangeirismos por parte de setores da mdia e por linguistas, o Senado aprovou um substitutivo em 23 de maio de 2003, preparado com a contribuio de vrias associaes, entre as quais a Associao Brasileira de Lingustica (ABRALIN) a em que se prope a renovao dos mtodos de ensino de Portugus nas escolas e o apoio formao de professores, alm de incentivar o estreitamento de relaes entre o Brasil e a comunidade de pases lusfonos.

    Faz parte dessa preocupao o investimento na valorizao da bagagem cultural e pessoal dos falantes estudantes e professores que tiverem interesse em interagir com membros das comunidades lusfonas e de outras lnguas, em um processo produtivo para o contato de nossa face com aquelas dos demais pases. Sendo assim, primeiramente, o Estado deve se voltar para a formao de indivduos com esprito crtico e, sem segundo lugar, buscar uma conexo lngua e cultura, privilegiando o Interculturalismo sobre a Globalizao, chegando a uma nova dimenso de conhecimento de outra lngua na interseco de lngua, comunicao e cultura, o que relevante para o domnio das lnguas materna e estrangeira (ingls, espanhol e francs), por meio de uma efetiva implantao de seu ensino que contemple tal dimenso.

    A segunda mais recente das polticas lingusticas selecionadas o Novo Acordo Ortogrfico com discusses inciais em 1990, por meio da proposta de significativa reduo das diferenas de grafia entre o portugus brasileiro e o portugus europeu. Relembrando Bastos (2009, p.355),

    Convm salientar, primeiramente, que o objetivo de um manual ortogrfico como os que j foram publicados em conformidade com o novo acordo, no diferem em princpio do manual de Joo de Barros e dos demais da poca (sculo XVI), como por exemplo o de Duarte Nunes do Leo que objetivavam ensinar aos meninos e queles que desejassem se iniciar no estudo da Lngua Portuguesa.

    Assim, lemos em Bechara (2008a, p.9):

    Como se trata de um Manual destinado s pessoas comuns, no especialistas, que desejam escrever de acordo com o novo sistema, tomamos a liberdade de em alguns momentos, alterar a redao e disposio tcnica de um ou outro ponto para tornar o Acordo facilmente compreendido ou lev-lo ao leitor de modo mais didtico sem contudo desvirtuar a lio do texto oficial.

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    Dessa maneira, podemos afirmar que o Novo Acordo busca a unidade na diversidade, revelando uma postura poltico-lingustica de busca do respeito s variantes lingusticas existentes no espao lusfono, por meio de uma interao comunicativa efetiva e significativamente relevante entre falantes lusfonos, o que aproxima escritas entre membros da comunidade lusfona que devem ser considerados como mesmos nos outros (angolanos, brasileiros, cabo-verdianos, guineenses, moambicanos, portugueses, so-tomenses, timorenses).

    Isso posto, podemos concluir que hoje, mais do que nunca, a existncia de uma poltica lingustica refora as dimenses histrica, lingustica e cultural de um povo, inserindo-o no mundo globalizado e, principalmente, situando-o como nao dotada de identidade prpria.

    Referncias Bibliogrficas

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  • 56 Nancy dos Santos Casagrande, Neusa Barbosa Bastos e Vera Lucia Hanna

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