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    PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUO NA LOGSTICA

    E O USO DE SOFTWARE DE CONTROLE LOGSTICO

    Jssica Weber*

    Letcia Muskopf**

    Viviane Cristine Fries***

    RESUMO

    Este artigo tem como objetivo mostrar como se obter o sucesso de uma organizao,

    que depende da eficincia com a qual produz seus bens e servios. Baseando-se no custo do

    produto determinado em grande parte pela eficincia do seu sistema produtivo, assim sendo,

    as organizaes que atuam na busca do aperfeioamento de seus sistemas de administrao

    em relao a produo. Buscando atravs de mtodos eficazes, solues de uma

    administrao planejada e dinmica.

    Palavras-chave: Planejamento, Produto, Controle e Organizao.

    1. INTRODUO

    Conhecer e entender como o sistema de controle e planejamento da produo,

    formulando planos de como atingi-lo, organizar recursos humanos e fsicos, necessrios para

    o controle da ao de correo dos eventuais desvios. A importncia estratgica da

    minimizao de atrasos e diminuio do no atendimento de pedidos. Manter certos nveis de

    estoque de segurana, adequado quando h incerteza na demanda e para isso necessrio a

    avaliao das consequncias do no cumprimento dos pedidos, tanto em curto como em longo

    prazo.

    *

    *Aluna do sexto semestre do curso de Engenharia de Produo da Universidade Luterana do Brasil campus Carazinho.E-mail: jessicaweberq@msn.com** Aluna do sexto semestre do curso de Engenharia de Produo da Universidade Luterana do Brasil campus Carazinho.E-mail: lemuskopi_ep@yahoo.com.br*** Aluna do sexto semestre do curso de Engenharia de Produo da Universidade Luterana do Brasil campus Carazinho.E-mail: vivif06@bol.com.br

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    2. ERP E CRM NA GESTO DA PRODUO MAKE-TO-STOCK

    O ERP Enterprise Resource Planning, ou SIGE que significa Sistemas Integrados

    de Gesto Empresarial. Os ERPs em termos gerais, so uma plataforma de software

    desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa, possibilitando a

    automatizao e armazenamento de todas as informaes de negcios.

    Fig1. Componentes Tpicos de um ERP

    Fig2. Modelo de uma Plataforma ERP

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    O CRM Customer Relationship Management, ou GRC que significa Gesto de

    Relacionamento com o Cliente. Os CRMs em termos gerais, capacitam a captura de

    informaes relativas de interaes com cliente e a todas as funes relacionadas cliente e

    seu ponto de vista.

    Fig3. Componentes Tpicos de um CRM

    Fig4. Modelo de uma Plataforma CRM

    De acordo com Azevedo (2006) geralmente o negcio da gesto da demanda

    est sendo muito discutido por ser o coordenador entre o mercado e a produo,

    especialmente as empresas que tem o sistema MAKE -TO - STOCK. Com isso a implantao

    de sistemas de computadores tem ocorrido de forma a suportar o grande alcance das inmeras

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    atividades do negcio. Contudo a real implantao desse sistema nas funes ERP e CRM no

    processo do negcio de gesto que no ficou muito claro. Portanto o presente trabalho

    apresenta uma anlise das funcionalidades de um sistema ERP e um sistema CRM no suporte

    das demandas em ambientes MAKE-TO-STOCK de produo.

    De acordo com Bremer (2006) geralmente o negcio da gesto da demanda

    como a funo de reconhecimento de todas as demandas por produtos e servios para atender

    ao mercado. Ainda discutem que, a curto prazo, a Gesto de Demanda til para se

    determinar os recursos necessrios na produo, tais como matria-prima, mquinas e mo-

    de-obra. A longo prazo, a Gesto de Demanda serve como base para decises estratgicas, tais

    como criao de novos produtos ou ampliao das instalaes.

    De acordo com Rebelatto (2006) geralmente o negcio da gesto da demanda

    o processo de Gesto de Demanda assume um papel de importncia ainda maior quando o

    ambiente de produo o MTS, pois a dificuldade maior nesse ambiente encontra-se em

    prover o grau necessrio de assertividade da previso da demanda no nvel da estrutura de

    produtos desejada, uma vez que o sistema de produo MAKE-TO-STOCK (MTS) pode ser

    caracterizado pelos sistemas que produzem produtos padronizados, baseados em previses.

    2.1 Software de Controle Logstico

    O controle de movimentao de mercadorias e de estoque uma rea de extrema

    importncia na logstica de uma empresa. atravs desse controle que possvel prever a

    quantidade necessria de produtos no prximo pedido ao fornecedor, alm de informaes

    teis sobre as vendas, muitas vezes no to claras ou exatas quanto nos relatrios fornecidos

    pelo setor. Dessa forma, o principal objetivo do controle de movimentao de mercadorias e

    de estoque otimizar o investimento na rea, aumentando o uso eficiente dos meios internos

    de uma empresa, alm de minimizar as necessidades de capital investido em estoque. A partir

    disso surge a necessidade de realizar deste controle de um modo inteligente e com a mnima

    margem de erro possvel, o que remete aplicao da tecnologia em software.

    Os Software de Controle Logsticos tem como funcionalidades: Gerao e emisso de

    CTRC; Pagamentos de Cartas Frete; Emisso de Faturas; Agenda de Contatos; Entrada e sada

    de equipamentos (Frota); Localizao de equipamentos (Frota); Taxas diversas; Emisso de

    Ordem de Pagamentos; Base de dados das Cidades; Seguradoras; Matriz; Filiais; Bancos;

    Contas; Acessos; Portarias; Taxas; Frota (Marcas, Modelos, Equipamentos); Operadoras de

    Risco; Motoristas; Natureza de Operao e Natureza de Mercadoria. E de todos esses dados

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    nele abastecido pode-se gerar relatrios, como mostraremos alguns exemplos nas figuras

    Fig5, Fig6, Fig7 e Fig8.

    Fig5. Relatrio de Bancos Cadastrados

    Fig6. Relatrio de Contatos

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    Fig7. Relatrio de CTRC (Conhecimento de Transporte Rodovirio de Cargas)

    Fig8. Relatrio de Cidades Cadastradas

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    3. CONCEITO DE MATRIZ DE POSICIONAMENTO ESTRATGICO

    De acordo com Klippel (2006) a gesto de materiais representa

    uma questo de interesse na gesto de operaes, uma vez que pode reduzir ou promover a

    flexibilidade do ambiente produtivo, e por conseqncia, impactar os resultados globais da

    organizao. No Brasil, estas condies competitivas foram enfrentadas basicamente atravs

    da adoo dos modernos princpios de engenharia de produo controle da qualidade total e

    teoria das restries. No campo da estratgia de produo so usualmente consideradas seis

    dimenses competitivas: qualidade, custo, atendimento, flexibilidade, inovao e tempo de

    atravessamento.

    De acordo com Klippel (2006) a gesto de materiais representa

    um impacto da reduo dos custos de compra de materiais e dos inventrios (estoque em

    processo e produtos acabados) no RSI de Empresas Industriais, atravs de uma simulao de

    reduo de 5% nos custos de materiais, ou seja, nos custos envolvidos com a operao, ao

    mesmo tempo em que reduz tambm 5% nos inventrios.

    De acordo com Vaccaro (2006) a gesto de materiais representa

    o principal beneficio da anlise ABC, consiste no fato de permitir uma gesto eficaz no que

    os materiais que merecem maior ateno, chamados de itens do tipo A. O rigor na estimativa

    dos custos associados ao estoque, assim como outros parmetros que determinam os nveis

    timos de estoque, torna-se prioritrio para os itens do tipo A, em relao aos do tipo C, uma

    vez que estes ltimos geralmente exigem muito esforo de gesto com resultados pouco

    expressivos para o resultado os resultados econmico-financeiros da Organizao.

    4. ESTUDO DE CASO

    Conceito de Logstica reversa numa empresa de laminao de vidros

    De acordo com Gonalves (2006) a sucata gerada pelos seus clientes

    pode ser usada para o processo de produo, onde so discutidos os principais aspectos

    relacionados ao tema, tais como, definio de Logstica Reversa, ciclo de vida do produto,

    motivos e destinos do retorno, alm dos fatores que influenciam a eficincia de um processo

    de Logstica Reversa. muito difcil visualizar algum produto que chegue ao cliente sem

    suporte logstico, porm, somente h relativamente pouco tempo, as empresas tm se

    concentrado na Logstica e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Como fontes de

    vantagens competitivas, gerenciar suprimentos e demanda obter matria-prima e

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    componentes, manufaturar e montar, armazenar e rastrear os estoques, gerenciar os pedidos,

    distribuio por todos os canais e entregar ao cliente.

    De acordo com Marins (2006) se os tempos de ciclos forem muito longos, eles acabam

    por adicionar custos desnecessrios porque atrasam a gerao de caixa e ocupam espao de

    armazenamento. Controles de entrada ineficiente, falta de infra-estrutura dedicada ao fluxo

    reverso e falta de procedimentos para tratar as excees ou resduos de produtos de baixa

    sada ou elevado valor agregado. De fato, todos esses problemas ocorreram num projeto piloto

    realizado pela empresa laminadora de vidros envolvendo um cliente de grande porte,

    selecionado para testar o sistema de logstica reversa em desenvolvimento. Naturalmente, eles

    forma solucionados antes da incluso dos demais clientes no sistema.

    4.1 Suporte de Gesto na Demanda de Ambientes Produtivos

    Peas de servio e demanda interna

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