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  • Quinta das LIVES

    COM A PROFESSORA NATALE SOUZA

    Todas as quintas

    DICAS DE RESIDNCIAS;

    RESOLUO DE QUESTES;

    CUPONS DE DESCONTOS

    E MUITO MAIS.

    Solicite a entrada no grupo:

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    01. (UFF-RESIDNCIA 2012) Os princpios que regem a

    organizao das aes do - SUS esto numa das alternativas a

    seguir. Assinale-a.

    (A) Regionalizao, hierarquizao descentralizao, integralidade.

    (B) Universalidade, equidade, hierarquizao e integralidade.

    (C) Participao da comunidade, regionalizao, hierarquizao

    descentralizao e integralidade.

    (D) Universalidade e equidade.

    Comentrios:

    Nos termos do artigo 198 da Constituio Federal de 1988, as aes e

    servios pblicos de sade integram uma rede regionalizada e

    hierarquizada e constituem um sistema nico, organizado de acordo

    com as seguintes diretrizes:

    I - Descentralizao, com direo nica em cada esfera de governo;

    II - Atendimento integral, com prioridade para as atividades

    preventivas, sem prejuzo dos servios assistenciais;

    III - participao da comunidade.

    Gabarito: C

    2. (UFF-RESIDNCIA 2013) So as principais diretrizes do SUS:

    (A) a centralizao dos servios de sade, a participao da

    comunidade, a regionalizao e integralidade dos servios prestados.

    (B) as aes de promoo, proteo e recuperao da sade, a

    centralizao poltica administrativa, com direo nica em cada esfera

    de governo e a participao da comunidade.

    (C) a descentralizao poltico-administrativa, com direo nica em

    cada esfera do governo; integralidade das aes sade e a

    participao da comunidade.

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    (D) o sistema integrado de ateno sade, a centralizao dos

    servios bsicos de sade e a poltica de integrao e participao da

    comunidade.

    Nos termos do artigo 198 da Constituio Federal de 1988, as aes e

    servios pblicos de sade integram uma rede regionalizada e

    hierarquizada e constituem um sistema nico, organizado de acordo

    com as seguintes diretrizes:

    I - Descentralizao, com direo nica em cada esfera de governo;

    II - Atendimento integral, com prioridade para as atividades

    preventivas, sem prejuzo dos servios assistenciais;

    III - participao da comunidade.

    Gabarito: C

    3. (UNCISAL/RESIDNCIA/2016) Considera as vrias

    dimenses do processo sade-doena que afetam os indivduos

    e as coletividades e pressupe a prestao continuada do

    conjunto de aes e servios, visando garantir a promoo da

    sade, a preveno das doenas, a cura e a reabilitao dos

    indivduos e dos coletivos. Este texto se refere a qual princpio

    do SUS?

    (A) Equidade

    (B) Descentralizao

    (C) Integralidade

    (D)Universalidade

    (E) Descentralizao

    Comentrios:

    O princpio da integralidade da assistncia, pressupe atendimento

    integral ao indivduo em todos os aspectos que regem seu processo

    sade-doena, alm da continuidade da assistncia dentro da lgica

    sistmica.

    Gabarito: C

    4. (UNCISAL/RESIDNCIA/2015) quanto aos princpios do

    SUS, assinale a alternativa correta:

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    (A) um sistema de centralizao poltico administrativa.

    (B) Oferece assistncia integral.

    (C) Prope-se a resolver apenas servios de alta tecnologia.

    (D) A universalidade o acesso restrito a determinada regio.

    (E) A equidade corresponde ao atendimento ao sujeito em sua

    integralidade.

    Comentrios:

    Questo similar anterior: O princpio da integralidade da assistncia,

    pressupe atendimento integral ao indivduo em todos os aspectos que

    regem seu processo sade-doena, alm da continuidade da

    assistncia dentro da lgica sistmica.

    Gabarito: B

    5. (UFRJ/RESIDNCIA/2016) O princpio doutrinrio

    primordial do Sistema nico de Sade que as Redes de Ateno

    Sade (RAS) buscam garantir :

    (A) Universalidade de acesso

    (B) Descentralizao da gesto

    (C) Integralidade do cuidado

    (D) Equidade em sade

    Comentrios:

    Questo presento de me. Qual o princpio que busca atender ao

    indivduo em sua integralidade? Como feito esse atendimento?

    O princpio da integralidade da assistncia, pressupe atendimento

    integral ao indivduo em todos os aspectos que regem seu processo

    sade-doena, alm da continuidade da assistncia dentro da lgica

    sistmica. Essa lgica sistmica viabilizada atravs de uma

    articulao em rede.

    Gabarito: C

    6. (UFRJ/RESIDNCIA/2017) A Lei n 8080/1990, tambm

    chamada de Lei Orgnica da Sade, define os princpios e

    diretrizes do Sistema nico de Sade (SUS). Pode-se afirmar

    que o princpio doutrinrio do SUS que corresponde a um

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    conjunto articulado e contnuo das aes e servios preventivos

    e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em

    todos os nveis de complexidade do sistema :

    (A) Universalidade de acesso.

    (B) Regionalizao e hierarquizao da rede de servios.

    (C) Integralidade de assistncia.

    (D) Igualdade da assistncia sade.

    Comentrios:

    Com certeza, aps essa breve reviso o princpio da integralidade da

    assistncia ser apreendido em suas minucias.

    Gabarito: C

    7. (Residncia UFRN/2017) Em 2016, os movimentos sociais

    em defesa da seguridade social em geral e da sade, em

    particular, ganharam fora diante das pautas neoliberais da

    agenda poltica brasileira e seus impactos no sistema de sade.

    Nesse sentido, a luta popular acontece em defesa do Sistema

    nico de Sade (SUS) e do direito sade conforme os

    princpios e diretrizes estabelecidos na Constituio da

    Repblica Federativa do Brasil, de 1988, e nas Leis Orgnicas

    da Sade. Nesse contexto, os movimentos sociais, os

    trabalhadores da sade, os pesquisadores e a populao em

    geral protestam em favor da permanncia de um SUS que

    A) oferte s populaes mais vulnerveis ou em situao de excluso

    social aes de sade diferenciadas do ponto de vista tcnico, mas que

    no diferencie esses sujeitos, aplicando, assim, o princpio da

    universalidade do SUS.

    B) assegure a reestruturao da rede pblica de sade a partir das

    regies de sade, em razo da necessidade de se integrar o que a

    complementaridade do setor privado fracionou sob o ponto de vista

    tcnico, operativo e organizacional.

    C) garanta modos de governar a rede de servios do SUS em cada

    local e estado e ainda tente compor isso com centenas de programas

    sanitrios que funcionam com regras e padres de financiamento e de

    prestao de contas diferentes.

    D) assegure a todo e qualquer cidado um acesso universal, equitativo

    e integral, e sem os riscos oriundos do subfinanciamento do SUS, da

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    privatizao dos equipamentos pblicos de sade e do incentivo aos

    planos privados, entre outros.

    Comentrios:

    Questo subjetiva, porm, clara. Queremos o SUS da forma que ele foi

    criado para ser. Gratuito, financiado com recursos diversos e oriundos

    de nossos impostos, acessvel, universal, igualitrio e equnime.

    Gabarito: D

    8. (RESIDNCIA/MULTIPROFISSIONAL/PUC-SP 2015) Trata-

    se de diretrizes do SUS:

    (A) organizar a assistncia dos servios de sade pblicos e privados.

    (B) integralidade e universalidade da assistncia na ateno bsica.

    (C) viabilizar a duplicidade de servios com mesmos fins para facilitar

    acesso.

    (D) promover, prevenir e recuperar sade de indivduos que

    comprometam a sade do coletivo.

    (E) integralidade da assistncia, organizao dos servios pblicos de

    sade e universalidade de acesso aos servios da sade.

    Comentrios:

    Questo interessante, observem que as alternativas no trazem a

    transcrio literal do artigo 198 e sim cobram uma interpretao do

    artigo como um todo, desde o caput at os incisos.

    Gabarito: E

    9. (Residncia em rea Profissional de Sade/UNIFESP 2015) Uma diretriz prevista no artigo 198 da Constituio Federal do Brasil

    estabelece que as aes e servios pblicos de sade devem ser

    organizados com a participao da comunidade. Esta participao deve

    ser exercida por meio

    (A) da Comisso Tripartite Nacional (usurios, funcionrios e

    profissionais de sade).

    (B) dos Conselhos de Sade nas esferas municipal, estadual e federal

    de governo.

    (C) da Comisso Intergestores Bipartite (CIB) nas esferas municipal e

    estadual.

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    (D) da Comisso Intergestores Tripartite (CIT) formada por

    representantes do governo, dos trabalhadores e das comunidades

    municipais.

    (E) dos Conselhos Regionais de Secretrios Municipais de Sade

    (CRESEMS).

    Comentrios:

    Questo que tangencia o Controle Social no SUS. As instancias de

    participao social so os Conselhos e Conferncias de Sade. Os

    Conselhos so institudos nos mbitos nacionais, estaduais e

    municipais.

    Gabarito: B

    10. (Residncia Multiprofissional em Sade/UNIFESP 2016) A

    necessidade de aumento de recursos para o SUS tem

    mobilizado vrios segmentos sociais. Segundo a Constituio

    Federal de 1988, o SUS deve ser financiado com recursos

    (A) do oramento da Unio, dos Estados e dos Municpios e do imposto

    sobre movimentao financeira.

    (B) do oramento

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