Drogas x gravidez

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<p> 1. COMPONENTES: Euda da Silva Gomes Gislayne Zahira Martins da Costa Irlnia Dantas da Silva Ivanira Eulalia Bezerra do Nascimento Jeane Xavier da Costa ESTUDO DE CASO: DROGAS NA GRAVIDEZ 2. O presente estudo de caso foi realizado durante a prtica Vivencial no Centro de Ateno Psicossocial lcool e Drogas II, localizado no centro de Macaba, municpio do estado do Rio Grande do Norte a 14 km da capital, Natal, transcorrido no perodo de 27 a 30 de Abril de 2015, tendo a superviso local do enfermeiro Ieuso Simplcio. 3. Usuria L.R.S, secundigesta, nascida em 16 de junho de 1995, com 20 anos de idade, natalense, ensino fundamental incompleto,catlica, residente em Macaba RN, mora com sua me, pai, seu filho e dois sobrinhos, tabagista, etilista, e usuria de cocana/crack. 4. A usuria foi admitida no CAPs, provenientes do Conselho Tutelar, em virtude da aplicao de medidas aplicveis ao pais ou responsvel, de acordo com artigo 129 do Estatuto da Criana e do Adolescente de 13 de julho de 1990, que estabelece como medida no inciso II : A incluso em programa oficial ou comunitrio de auxlio, orientao e tratamento a alcolatras e toxicmanos; 5. O uso de drogas lcitas e ilcitas na gestao. QUEIXA ATUAL 6. A usuria gestante de 4 meses, tabagista, relatou que iniciou o uso de nicotina ao 12 anos de idade, por influncias de amigos na escola, alcolatra desde os 15 anos de idade e faz uso de outras drogas 2 anos. Atualmente faz uso de maconha, cocana e de crack, alm do lcool e do tabaco. 7. CID 10 - Classificao da morbidade da usuria L.R.S: F19 - Transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de mltiplas drogas e ao uso de outras substncias psicoativas; F28 - Outros transtornos psicticos no-orgnicos; F32.1- Episdio depressivo moderado; F60 - Transtornos especficos da personalidade; F91- Distrbios de conduta. 8. CONSEQUNCIAS MATERNAS DPP Isquemia cerebral Ruptura heptica Ruptura uterina Infarto Morte 9. CONSEQUNCIAS AO RECM NASCIDO Diminuio do permetro ceflico Choro excessivo Irritabilidade Baixo peso Tenso muscular Respirao acelerada e convulses Retardo no desenvolvimento neuropsicomoto Risco de morte sbita. 10. A usuria L.R.S era tratada de forma humanescente, e esse cuidado era estendido para sua famlia e amigos, por meio do acolhimento, terapias e escuta, conciliando com o tratamento medicamentoso. 11. Diazepan de 5mg (ansioltico) - 1 comprimido via oral pela manh.. Clorpromazina de 25 mg ( antipsictico ) - 1 comprimido via oral. a noite. Topiramato de 50 mg (anticonvulsivante) - 1 comprimido via oral a noite. Haloperidol de 5 mg (antipsictico ) - 1 comprimido via oral a noite. Carbamazepina de 200 mg (anticonvulsivante) - 1 comprimido via oral a noite. Complexo B (vitaminas do Complexo B)- 1comprimido via oral, 2 vezes ao dia antes das refeies. 12. [...] o enfermeiro nos CAPS AD um profissional que, dada a ampliao de seu papel nesses servios, constitui-se[...] o enfermeiro nos CAPS AD um profissional que, dada a ampliao de seu papel nesses servios, constitui-se em um agente teraputico [...] o enfermeiro nos CAPS AD um profissional que, dada a ampliao de seu papel nesses servios, constitui-se em um agente teraputico importante no tratamento e reabilitao do dependente qumico [...] (VARGAS et al.,2013, P. 247 ) 13. Conhecemos a dinmica e a importncia do profissional de enfermagem na estratgias de intervenes teraputicas, como um conjunto de aes de sade, que abrange a promoo e a proteo da sade, a preveno de agravos, o diagnstico, o tratamento, a reabilitao, a reduo de danos e a manuteno da sade. Carga horria curta; A dificuldade em virtude da distncia e ao transporte. 14. KENNETH, R. de C. J. et al. Aspectos metodolgicos da avaliao na ateno bsica. In: PINHEIRO, R.; MATTOS, R. M. Gesto em redes: prticas de avaliao, formao e participao na sade. Rio de Janeiro: IMS/UERJ; IMS; ABRASCO, 2004. Brasil. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Sade mental / Ministrio da Sade, Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Ateno Bsica, Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Braslia : Ministrio da Sade, 2013. 176 p. KASSADA, Danielle Satie et al.Percepes e prticas de gestantes atendidas na ateno primria frente ao uso de drogas. Escola Anna Nery Revista de Enfermagem Revista de Enfermagem, Maring - PR, v.18, n.3, p. 428- 434, Jul-Set. 2014. BOTELHO, Ana Paula Machado et al., Uso e dependncia de cocana/crack na gestao, parto e puerprio. Revista da Federao Brasileira das Associaes de Ginecologia e Obstetrcia. Belo Horizonte (MG), v. 41, n. 1, p.23-32, Janeiro/Fevereiro 2013. Brasil. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Gestao de alto risco: manual tcnico / Ministrio da Sade, Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Aes Programticas Estratgicas. 5. ed. Braslia : Editora do Ministrio da Sade, P.302, , 2010. 15. SEGRE, Conceio Aparecida de Mattos. Efeitos do lcool na gestante, no feto e no recm-nascido. So Paulo, SP: Editora Parma Ltda, 2010. P. 30-43. GONALVES, Sonia Silva Paiva Mota et al., atuao do enfermeiro na ateno ao usurio de lcool e drogas nos servios extra hospitalares. Escola Anna Nery Revista de Enfermagem Revista de Enfermagem, Rio de Janeiro-RJ, 2007, v.11, n.4, p. 586 - 592. VARGAS, Divane et al., Representao social de enfermeiros de centros de ateno psicossocial em lcool e drogas (CAPS AD) sobre o dependente qumico. Escola Anna Nery Revista de Enfermagem Revista de Enfermagem, So Paulo-SP, 2013, v. 17, n. 2, p. 242-248. CAETANO, Dorgival.CID-10. Classificao de transtornos mentais e de comportamento da CID-10: descries clnicas e diretrizes diagnsticas. 3. ed.Porto Alegre,Editora Artmed, 1993. 352p. </p>