dr. andré rodrigues junqueira dr. lucas melo nóbrega

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  • Dr. Andr Rodrigues Junqueira Dr. Lucas Melo Nbrega
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  • 1 Complementao de aposentadoria e penso; 2 Adicional de Insalubridade; 3 Regime Prprio de Aposentadoria do Servidor Pblico; 4 Aposentadoria Especial do Servidor Pblico. Temas escolhidos:
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  • Artigo 1 da Lei Estadual n o 1.386/51: O pessoal dos Servios ou reparties criados, mantidos ou administrados pelo Estado, associado obrigatrio de Institutos ou Caixas de Aposentadorias e Penses, quando aposentado ter direito ao provento assegurado aos demais funcionrios ou servidores de Estado, de acordo com a legislao que vigorar. Complementao de Aposentadoria e Penso
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  • Posteriormente, o benefcio foi estendido aos: servidores das autarquias, das sociedades annimas em que o Estado seja detentor da maioria das aes e dos servios industriais de propriedade e administrao estadual. Artigo 1 da Lei Estadual n o 4.819/58
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  • Administrativa/Estatutria No se confunde com os benefcios previdencirios propriamente ditos, por NO ESTAR SUJEITO aos objetivos constitucionais da seguridade social : a) universalidade da cobertura de atendimento; b) diversidade de base de financiamento; c) seletividade e distributividade na prestao dos benefcios e servios; entre outros (artigo 194 e seguintes da Constituio Federal). Natureza Jurdica
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  • Artigo 2 da Lei Estadual n o 1.386/51: Garantiu ao aposentado o aumento dos seus proventos no caso de majorao geral dos salrios dos ativos da categoria e funes iguais as respectivamente que pertencia, bem como no caso de aumento geral de salrios concedido sob a forma de promoes que abranjam uma ou mais categorias de servidores do servio ou repartio. Direito Paridade
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  • O artigo 9 da Lei 1.386/51 assegurou aos beneficirios do servidor falecido (pensionistas) o direito de perceber uma diferena entre a importncia que lhe for paga a ttulo de penso e a importncia correspondente a 80% a que teria direito o empregado falecido pela soma de sua aposentadoria e de sua complementao de aposentadoria. Complementao de Penso
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  • Lei Estadual n o 200, de 13 de maio de 1974 extinguiu o benefcio da complementao de aposentadoria e penso, ressalvados os direitos adquiridos dos empregados das empresas estatais que ingressaram no servio at o advento de referida lei. Revogao do Benefcio
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  • i) A busca de um paradigma, para fins de reajustes, nas empresas privatizadas, cindidas ou extintas ; ii) A definio do rgo do Poder Judicirio responsvel pela apreciao de tais litgios ; iii) A vinculao governamental aos regulamentos de empresa e coisa julgada, formada em aes em que o Estado no foi parte. As principais controvrsias
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  • A busca de um paradigma, para fins de reajustes, nas empresas privatizadas, cindidas ou extintas FERROVIA PAULISTA S.A. (FEPASA)
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  • Justia Comum Estadual X Justia do Trabalho Definio da Competncia de Justia
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  • A vinculao aos regulamentos de empresa e coisa julgada em aes em que o Estado no foi parte.
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  • 1 Benefcio de Natureza Administrativa/Estatutria; 2 Competncia da Justia Estadual para julgamento das aes; 3 - Para fins de reajustes deve sempre ser observado o conceito de sucesso trabalhista; 4 Estado no se sujeita coisa julgada das aes em que no foi parte. Concluses:
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  • Referncias Legais e Jurisprudenciais: Artigo 3 da Lei Complementar Estadual n o 432/85; Artigo 7, IV da Constituio Federal de 1988; Smula Vinculante n o 04; Lei Complementar Estadual n o 1.179/2012. Adicional de Insalubridade
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  • Artigo 3 O adicional de insalubridade ser pago ao funcionrio ou servidor de acordo com a classificao nos graus mximo, mdio e mnimo, em percentuais de, respectivamente, 40% (quarenta por cento), 20% (vinte por cento) e 10% (dez por cento), que incidiro sobre o valor correspondente a 2 (dois) salrios mnimos. 1 O valor do adicional de que trata este artigo ser reajustado sempre que ocorrer a alterao no valor do salrio mnimo (Lei Complementar 432/85). Instituio do Adicional:
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  • Art. 7 So direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, alm de outros que visem melhoria de sua condio social: IV - salrio mnimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais bsicas e s de sua famlia com moradia, alimentao, educao, sade, lazer, vesturio, higiene, transporte e previdncia social, com reajustes peridicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculao para qualquer fim; Constituio Federal 1988:
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  • Salvo nos casos previstos na Constituio, o salrio mnimo no pode ser usado como indexador de base de clculo de vantagem de servidor pblico ou de empregado, nem ser substitudo por deciso judicial. Smula Vinculante n o 04
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  • Possibilitou o Congelamento do Adicional de Insalubridade. Comunicado 04 da UCRH:
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  • A Coordenadora da Unidade Central de Recursos Humanos, vista do contido no Oficio GPG-Cont. n 1163, subscrito pelo Senhor Procurador Geral do Estado, encaminhado ao Coordenador da Coordenao da Administrao Financeira, da Secretaria da Fazenda em 28 de fevereiro de 2011, TORNA INSUBSISTENTE o Comunicado UCRH n 004, de 26 de janeiro de 2010, que tratou da impossibilidade de utilizao do salrio mnimo como indexador de base de clculo de vantagem e, informou que, os pagamentos do adicional de insalubridade ficariam congelados at edio de legislao disciplinando a matria. Comunicado 13 da UCRH
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  • Artigo 3 - O adicional de insalubridade ser pago ao funcionrio ou servidor de acordo com a classificao nos graus mximo, mdio e mnimo, correspondendo, respectivamente, aos seguintes valores: (...) Pargrafo nico - O valor do adicional a que se refere este artigo ser reajustado, anualmente, no ms de maro, com base no ndice de Preos ao Consumidor - IPC, apurado pela Fundao Instituto de Pesquisas Econmicas FIPE. (NR) Lei Complementar Estadual n o 1.179/2012
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  • Regime Jurdico dos Servidores Pblicos do Estado de So Paulo. Luciano Rossato (org), Salvador, Jus Podivm, 2012. Referncia Bibliogrfica: