DR. André Oliveira Fonseca R1 de Hemodinâmica Santa Casa de Ribeirão Preto

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<ul><li> Slide 1 </li> <li> DR. Andr Oliveira Fonseca R1 de Hemodinmica Santa Casa de Ribeiro Preto </li> <li> Slide 2 </li> <li> So pr-requisitos fundamentais para uma adequada interpretao angiogrfica o conhecimento da morfologia interna e dinmica das diferentes estruturas cardacas. Alm da situao topogrfica e orientao espacial de cada uma delas. </li> <li> Slide 3 </li> <li> Slide 4 </li> <li> Slide 5 </li> <li> Slide 6 </li> <li> Slide 7 </li> <li> Para trs e para cima do ventrculo direito, seis paredes: - inferior: localiza o orifcio atrioventricular ou tricspide - superior: onde desgua a veia cava superior - anterior: leva ao apndice atrial direito - posterior: onde se encontra orifcio da veia cava inferior - lateral - medial: corresponde septo interatrial, em sua parte mdia, possui a fossa oval </li> <li> Slide 8 </li> <li> So trs paredes, - medial ou septal, de acentuada convexidade, corresponde ao septo interventricular - anterior ou esternocostal, obliquamente dirigida para diante e para esquerda, entre a borda direita do corao e o sulco interventricular anterior - posterior ou inferior, ou pstero-inferior, entre borda direita do corao e o sulco interventricular posterior Msculos papilares do VD: pilar anterior, surge uma coluna carnosa que vai terminar no septo interventricular, descrevendo uma concavidade denominada de feixe arqueado. </li> <li> Slide 9 </li> <li> Situa-se para cima e para trs do ventrculo correspondente, com qual se comunica atravs do orifcio atrioventricular ou valva mitral, ocupa posio posterior ou pstero- direita Seis faces: inferior, superior (veias pulmonares), direita, esquerda, anterior, posterior(apndice atrial esquerdo) </li> <li> Slide 10 </li> <li> Situado para esquerda e para trs do ventrculo direito, forma cnica, vrtice corresponde a ponta do corao e base, para direita e para cima, corresponde ao trio esquerdo. Apresenta quatro faces: anterior, posterior, septal e externa. Cmara de enchimento: situada entre valva mitral e ponta do corao, delimitada pela metade posterior do septo interventricular e posterior da parede lateral do VE. Cmara de esvaziamento: estende-se da valva artica ponta do corao, delimitada pela metade anterior do septo interventricular e pela poro anterior da parede lateral </li> <li> Slide 11 </li> <li> Reconhecimento do AD: - presena das veias cavas superior e inferior que formam seio venoso separado pela crista terminal e contm fossa oval - apndice atrial D tem aspecto piramidal - presena da fossa oval, msculo pectneo e crista terminal </li> <li> Slide 12 </li> <li> Reconhecimento do VD: - aspecto triangular, presena da crista supraventricular ( delimita o contorno interno do infundbulo) e infundbulo - 3 componentes: zonas entrada, trabecular e de sada - contm tricspide, com as inseres das cordoalhas no septo ventricular </li> <li> Slide 13 </li> <li> Reconhecimento do AE: - presena das veias pulmonares, sendo que a pulmonar direita se integra na face esquerda do septo interatrial </li> <li> Slide 14 </li> <li> Reconhecimento do VE: - aspecto elipside, com contornos precisos e o trabeculado fino na fase diastlica. - valva artica se correlaciona com via infundibular </li> <li> Slide 15 </li> <li> Slide 16 </li> <li> Slide 17 </li> <li> Slide 18 </li> <li> Slide 19 </li> <li> Slide 20 </li> <li> Slide 21 </li> <li> Slide 22 </li> <li> Slide 23 </li> <li> Slide 24 </li> <li> O corao atravessado por 2 sulcos cardacos: - Coronrio ou atrioventricular: entre os trios e os ventrculos - Longitudinal-interventricular: entre 2 ventrculos, dividido em interventricular anterior, na face esternocostal, e posterior, na face diafragmtica </li> <li> Slide 25 </li> <li> Slide 26 </li> <li> Irrigado por 2 artrias coronrias: esquerda e direita A. Coronria Esquerda: nasce no seio artico (dilatao da parede da aorta atrs de cada cspide da vlvula artica) em seu tero superior (88%) e restante acima do seio extra-sinusal Aps sua origem, no 1/3 superior do seio de Valsalva, a CE tem sua disposio espacial variada: no plano horizontal, seu eixo pode ser anterior, transverso ou posterior, no plano frontal, seu eixo pode ser superior, horizontal ou inferior </li> <li> Slide 27 </li> <li> CE orienta-se obliquamente de cima para baixo, da direita para esquerda e de trs para frente, e se continua em semicrculo na face pstero-exterior do tronco pulmonar e alcana extremidade superior do sulco interventricular anterior, onde se bifurca, fornecendo os ramos descendente anterior(DA) e circunflexo (Cx) </li> <li> Slide 28 </li> <li> TCE apresenta extenso variada, as projees radiolgicas que permitem sua melhor anlise so PA e OAE com tronco inclinado aproximadamente 40 graus em relao ao plano horizontal Projeo caudal verticaliza o tronco permitindo analizar sua extenso Pode trifurcar-se, onde o meio da CX e DA, origina-se a diagonalis. Irrigando a parede ntero-lateral do VE </li> <li> Slide 29 </li> <li> Percorre todo sulco interventricular anterior, terminando ao nvel do pice Ocasionalmente pode circular o pice na sua incisura e penetrar na poro apical do sulco inteventricular posterior, irrigando parte da parede diafragmtica do VE OAD: coloca-se anteriormente e vista na borda do corao OAE: desce pelo meio da imagem cardaca, fornecendo ramos direita e esquerda </li> <li> Slide 30 </li> <li> Perfurantes septais: irrigam os 2 dois teros anteriores do septo interventricular e, em OAD, dispem-se perpendicularmente formando ngulo reto com DA Ventriculares direitos: pouco desenvolvidos dirigem-se para superfcie do VD, podem ser confundidos com ramos septais, que podem ser diferenciados em OAD. Assumem importncia quando houver obstrues participando do anel anastomtico de Vieussens Diagonais: emergem 2 teros inicias da DA e se dirigem para baixo e para trs, irrigando a parede ntero-lateral do VE, podem at ser confundidos com a DA </li> <li> Slide 31 </li> <li> Nasce na poro distal do tronco, penetrando na parte esquerda do sulco coronrio, formando com a DA um ngulo de aproximadamente 90, percorre sulco coronrio, numa extenso varivel, chegando a ultrapassar o sulco interventricular posterior, fornecendo nesses casos a DP, circunstncia e CE dominante </li> <li> Slide 32 </li> <li> Atriais esquerdos: pequeno tamanho e pequeno calibre Pstero-laterais: destacam-se da CX em ngulo agudo e percorrem a borda cardaca esquerda, freqentemente assume tamanho e calibre mais pronunciado recebendo nome de marginal, irrigam parede lateral do VE Pstero-inferiores: podem irrigar parede posterior e inferior do VE, casos quando a CX bem desenvolvida. </li> <li> Slide 33 </li> <li> 1. TCE, 2. DA, 3. Diagonalis, 4. CX, 5. Marginal, 6. Diagonais, 7. Septais </li> <li> Slide 34 </li> <li> DA CX </li> <li> Slide 35 </li> <li> Slide 36 </li> <li> Slide 37 </li> <li> Slide 38 </li> <li> Slide 39 </li> <li> Origem se d no seio artico direito em 97% e 3% extra sinusal (acima do seio ) 23% h mais de um stio no seio artico direito e corresponde artria do cone CD aps sua origem penetra na poro direita do sulco coronrio abaixo do epicrdio circundada pelo trio direito Possui extenso varivel podendo terminar antes, ao nvel ou aps crux cordis ( confluncia dos sulcos coronrio e interventricular), na base do corao. 70% passa sulco interventricular posterior caracterizando dominncia direita </li> <li> Slide 40 </li> <li> Artria do Cone: nasce de stio prprio, 20- 50% dos coraes, dirigi-se anteriormente para via de sada do VD terminando ao nvel da valva pulmonar. Assume grande importncia nas obstrues proximais da CD e DA, quando forma um crculo anastomtico podendo irrigar parcialmente zonas isqumicas ( anel Viuessens) </li> <li> Slide 41 </li> <li> Ramos atriais: dirigem-se para trs, em relao AD. Destes o mais frequente a artria do n sinoatrial, que geralmente o segundo ramo da CD (60%), 40% ramo da CX. Aps nascer em direo oposta artria do cone, a do n sinusal adota uma orientao medial e ascendente, penetra na margem anterior do septo interatrial e termina circundando a entrada da veia cava superior </li> <li> Slide 42 </li> <li> Ramos ventriculares: em nmero de dois a cinco emergem em diferentes alturas da CD e podem ser bem individualizados e identificados na projeo OAD, quando se dirigem para regio anterior, opondo-se aos ramos atriais. Destes, habitualmente, o mais freqente e desenvolvido o ramo marginal que nasce ao nvel da margem direita. Os ramos ventriculares irrigam a maior parte das paredes anterior e posterior do VD. </li> <li> Slide 43 </li> <li> Art. Descendente posterior: ramo da CD em cerca 80-90%, percorre o sulco interventricular posterior numa extenso varivel, terminando mais frequentemente junto ao pice. Fornece como ramos mais importantes os perfurantes septais que irrigam tero posterior do septo interventricular </li> <li> Slide 44 </li> <li> Art. do N Atrioventricular (n A-V)- a poro distal da CD, depois de fornecer a descedente posterior apresenta uma ondulao lenta, no pice da qual emerge verticalmente a artria do n A-V, e nos coraes em que a dominncia esquerda ela se torna ramo da Cx. </li> <li> Slide 45 </li> <li> Ramos ventriculares posteriores: seu aparecimento e desenvolvimento so depedentes do graus de dominncia direita e se originam depois da artria do n A-V. So em nmero de 1 a 3 irrigam a parede postertior do VE. </li> <li> Slide 46 </li> <li> Slide 47 </li> <li> Slide 48 </li> <li> Slide 49 </li> <li> Slide 50 </li> </ul>