doppler hepático

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Avaliao do Fgado com Ultrasonografia Doppler

Doppler Heptico

Wagner Iared

SumrioReviso da tcnica de exameParmetros normaisSinais de hipertenso portalAvaliao do TIPSIntroduo avaliao com Doppler para o Transplante Heptico.

2Tcnica de examePreparo jejum de 6 - 12 horas

Transdutor convexo 2 5 MHz

Iniciar o exame em decbito dorsal

Decbitos laterais

Avaliao inicialExame completo do abdome superior ao modo BMedir os lobos hepticos direito e esquerdoMedir o baoAo menos os dimetros longitudinal e ntero-posterior ndice EsplnicoMedir o calibre da veia porta e da veia esplnicaAvaliar a vescula e as vias biliaresAvaliar o pncreas

Doppler colorPresena e direo de fluxoLocalizao de pontos de aliasingIdentificao de vasos de pequeno calibreVeia porta e ramos direito e esquerdoVeia esplnicaIdentificar a artria hepticaVerificar a presena e o padro de fluxo nas veias hepticasRastrear colaterais postossistmicas e intra-hepticasAuxlio para a correo do ngulo e medidas das velocidades

Doppler espectralDocumentar o fluxo das veias hepticasDocumentar o fluxo da veia porta e medir a velocidade de fluxoDocumentar o fluxo da artria heptica e medir os ndices de resistncia e pulsatilidade (IR e IP)

Roteiro BsicoFazer o UABS completo modo BMedir calibres V. Porta e V. EsplnicaDocumentar Doppler Color da V. Porta e V. EsplnicaDocumentar Veias Hepticas Doppler ColorDocumentar Espectral da Veia Heptica DireitaDocumentar Espectral da V. Porta, com medida da velocidade mdia (corrigir o ngulo!!)Documentar Espectral da Artria Heptica com ndice de ResistnciaParmetros normaiscom paciente em jejumVeia portaCalibre at 13 mmAumento de calibre com a inspirao profunda: normal 20%Fluxo hepatopetal, discretamente fsico, com pulstatilidade (venosa) inferior a 0,5.Velocidade mdia: 16-40 cm/s

Parmetros normaiscom paciente em jejumVeia esplnica e veia mesentrica superiorCalibre at 9 mmFluxo hepatopetal, semelhante ao da veia porta

Parmetros normaiscom paciente em jejumArtria hepticaCalibre at 3 mmVPS: 30-40cm/sVD: 10-15 cm/sIR: 0,55-0,70IP: 1,16-1,24

Parmetros normaiscom paciente em jejumVeias hepticasCalibre de at 10 mm VCI - calibre de at 20 mmFluxo fsico (geralmente bi ou tretrafsico tetra-inflexional) transmisso retrgrada das variaes pressricas do trio direito

Parmetros normaiscom paciente em jejumRelao de fluxo

veia porta / artria heptica

70% : 30%

Hipertenso PortalPresso da veia porta normal: 6-10 mmHg

Diferena de presso VP - VCI: normal 5 mmHg

Hipertenso PortalSinais ultrassonogrficosVP > 13 mmVE > 9,5 mmAumento do dimetro da VP 30 cm/sAumento >50% velocidade de fluxo VPRamos portais intra-hepticos Fluxo retrgrado ou estagnadoVelocidade no TIPS entre 50 e 250 cm/s

Peripheral portal vein flow reversal. A, Duplex Doppler view shows a waveform from the peripheral aspect of the liver with arterial flow above the baseline traveling in an antegrade direction. Portal venous flow is displayed below the baseline traveling in a retrograde direction. B, Color Doppler view of the same area confirms retrograde flow in the portal vein (PV) and antegrade flow in the hepatic artery (HA).

47TIPSAnastomose Portossistmica Transjugular Intra-hepticaTIPS funcionando malAumento de velocidade da v. porta inferior a 50% da avaliao prviaReduo da velocidade da v. porta em dois exames subsequentes aps o procedimento, superior a 2/3Ramos portais intra-hepticosConverso de fluxo retrgrado para antergradoTIPS sem fluxo; ou velocidade 250 cm/sGradiente de velocidades em dois pontos do TIPS > 100 cm/sRadiol Bras 2005;38(1):53-59

Radiol Bras 2005;38(1):53-59

Radiol Bras 2005;38(1):53-59

Radiol Bras 2005;38(1):53-59

Transplante HepticoQuatro anastomoses vascularesUma anastomose biliarGeralmente colecistectomiaAnastomose arterialTrmino-terminal (boca de peixe)Veia portaTrmino-terminalPode haver necessidade de enxertoVeia cava inferiorTipo convencional (anastomose supra e infra-heptica)Tipo piggy back (confluncia das veias hepticas para a VCI)

Transplante HepticoAvaliao pr-transplante

Artria hepticaFluxo monofsico bi-inflexionalIR = 0,50 a 0,80 (nas primeiras 72h pode ser >0,80)VPS de at 200 cm/sTempo de acelerao < 0,08

Transplante HepticoParmetros normais

Veia portaDiscrepncia de calibres dos vasos doador/receptorFluxo hepatopetalMonofsico/contnuo. Pode ou no ser levemente varivel com a respiraoTransplante HepticoParmetros normais

Transplante HepticoParmetros normaisVeias hepticasFluxo fsico tetrainflexionalNos primeiros dias pode haver variaes

Transplante HepticoParmetros normaisParnquima hepticoHomogneo ouFinamente heterogneo

Transplante HepticoComplicaesEstenose da artria heptica 5% a 11% dos casosFluxo turbulentoVPS > 2 vezes a velocidade pr estenticaFluxos tardus parvus nas artrias intrahepticasTempo de acelerao > 0,08IR < 0,50

Transplante HepticoComplicaesOcluso da artria heptica4% a 12% em adultosmais de 42% em crianasAusncia de fluxo ao DopplerEm casos crnicos pode haver fluxos de baixa amplitude devido a colaterais para artrias intra-hepticas

Abdom Imaging (2004) 29:180-188Radiographics (2007) 27:1401-14171 Padro de fluxo normal na artria heptica ps transplante2 ndice de resistncia aumentado nos primeiros dias de ps-operatrio normalizou depois3 Trombose da artria heptica complicao mais temida. A cada hora que passa, aumenta em 10% a probabilidade de perda do enxerto segundo alguns autores

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Abdom Imaging (2004) 29:180-188Radiographics (2007) 27:1401-14171 Padro de fluxo normal na artria heptica ps transplante2 ndice de resistncia aumentado nos primeiros dias de ps-operatrio normalizou depois3 Trombose da artria heptica complicao mais temida. A cada hora que passa, aumenta em 10% a probabilidade de perda do enxerto segundo alguns autores

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Abdom Imaging (2004) 29:180-188Radiographics (2007) 27:1401-14171 Padro de fluxo normal na artria heptica ps transplante2 ndice de resistncia aumentado nos primeiros dias de ps-operatrio normalizou depois3 Trombose da artria heptica complicao mais temida. A cada hora que passa, aumenta em 10% a probabilidade de perda do enxerto segundo alguns autores

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Abdom Imaging (2004) 29:180-188Radiographics (2007) 27:1401-14171 Padro de fluxo normal na artria heptica ps transplante2 ndice de resistncia aumentado nos primeiros dias de ps-operatrio normalizou depois3 Trombose da artria heptica complicao mais temida. A cada hora que passa, aumenta em 10% a probabilidade de perda do enxerto segundo alguns autores

64Transplante HepticoComplicaesEstenose da veia porta1% a 2% dos casosAumento de velocidade 3 a 4 vezes o fluxo pr estentico

Abdom Imaging (2004) 29:180-188Anastomose v porta. Um dos aspectos possveis. No havia estenose. 66

Radiographics (2007) 27:1401-1417Estenose v porta.67

Radiographics (2007) 27:1401-1417Estenose v porta.68

Radiographics (2007) 27:1401-1417Estenose v porta.69

Radiographics (2007) 27:1401-1417Estenose v porta.70Transplante HepticoComplicaesEstenose de veia heptica