DOCUMENTO: CADERNO DE ENCARGOS / MEMORIAL ?· NBR 8160/99 - Instalações prediais de esgoto sanitário;…

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<ul><li><p>1/21 </p><p>DOCUMENTO: CADERNO DE ENCARGOS / MEMORIAL DESCRITIVO / ESPECIFICAES </p><p>TCNICAS </p><p>ESPECIALIDADE: INSTALAES SANITRIAS </p><p>INSTALAES SANITRIAS </p><p>1. DISPOSIES PRELIMINARES </p><p>O presente Memorial Descritivo/Especificao Tcnica tem por objetivo descrever as solues adotadas e a metodologia executiva e estabelecer as diretrizes gerais para a execuo das Instalaes Hidrossanitrias para adaptao da transio do esgoto do 1 pavimento do Residencial Ed. Guara Nobre localizado na AEQ QI 23 lote 2/6 Guara II-DF, </p><p>O projeto foi elaborado tendo por base as Normas vigentes preconizadas pela ABNT - ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS, as diretrizes bsicas fornecidas pelo Projeto Arquitetnico e de Instalo de Esgoto, orientao da Caesb local e especificaes dos fabricantes dos materiais a serem utilizados na obra sendo TIGRE ou AMANCO e a Pintura dever ser Suvinil ou similar. </p><p>2. NORMAS </p><p>A execuo dos Servios de Instalaes Sanitrias dever atender s seguintes Normas e Prticas Complementares: </p><p> Prticas de Projeto, Construo e Manuteno de Edifcios Pblicos Federais; </p><p>. Normas da Caesb; </p><p> Cdigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federem e Distritais; </p><p> Instrues e Resolues dos rgos do Sistema CREA-CONFEA. </p><p> Normas da ABNT e do INMETRO </p><p>Passando pelos testes recomendados pelas Normas e pelos padres do bom senso no que diz respeito montagem do sistema utilizando-se profissionais devidamente habilitados para a construo das instalaes. </p><p>A montagem do sistema de esgoto dever ser obtida com a utilizao de ferramentas adequadas a no prejudicar as tubulaes e conexes. </p><p>Devero ser obedecidas as seguintes Normas para execuo dos seguintes servios: </p><p> NBR 8160/99 - Instalaes prediais de esgoto sanitrio; </p><p> NBR 9822 Execuo de tubulaes de PVC rgido para adutoras eredes de gua; </p><p> NBR 5688 - Sistemas prediais de gua pluvial, esgoto sanitrio e ventilao; </p><p> NBR 5680 ABNT Tubos de PVC rgido dimenses Padronizao; </p></li><li><p>2/21 </p><p> NBR 9649 ABNT Projeto de redes coletoras de esgoto sanitrio; </p><p> NBR 9814 ABNT Execuo de rede coletora de esgoto sanitrio Procedimento; </p><p>3. FISCALIZAO </p><p>A FISCALIZAO dever realizar, alm das atividades mencionadas na Prtica Geral de Construo, as seguintes atividades especficas: </p><p> Liberar a utilizao dos materiais e equipamentos entregue na obra, aps comprovar que as caractersticas e qualidade satisfazem s recomendaes contidas nas especificaes tcnicas e no projeto; </p><p> Acompanhar a instalao das diversas redes hidrulicas e seus componentes e equipamentos, conferindo se as posies, declividades e os dimetros correspondem aos determinados em projeto; </p><p> Ser permitida alterao do traado das redes quando for necessria, devida modificao na posio das alvenarias ou na estrutura, desde que no interfiram nos clculos j aprovados. Caso haja dvida, a FISCALIZAO dever pedir anuncia ao Autor do Projeto; </p><p> A FISCALIZAO dever pedir anuncia do Autor do Projeto para execuo de furos no previstos em projeto, para travessia de elementos estruturais por tubulaes; </p><p> A FISCALIZAO dever exigir que todas as tubulaes embutidas sejam devidamente testadas, antes da execuo do revestimento; </p><p> A FISCALIZAO dever acompanhar a realizao de todos os testes previstos nas instalaes, analisando as condies especficas do projeto, principalmente nos itens referentes segurana; </p><p> A FISCALIZAO dever inspecionar cuidadosamente toda a tubulao, comprovando que em hiptese alguma o sistema de esgotos contaminar o sistema de gua potvel; </p><p> Verificar cuidadosamente se nenhuma tubulao de guas pluviais foi interligada ao sistema de esgotos sanitrios, ou se nenhuma ventilao foi interligada ao sistema de guas pluviais; </p><p> Observar se durante a execuo dos servios ser obedecidas s instrues contidas no projeto. </p><p>4. NORMAS DE EXECUO </p><p>Generalidades </p><p>As tubulaes devem ser executadas obedecendo as Normas pertinentes, por pessoal especializado e habilitado para servios da presente natureza, obedecero s exigncias do Proprietrio e sero executadas de acordo com estas recomendaes: </p><p>* As declividades indicadas nas tubulaes de esgoto so as mnimas necessrias podendo sempre que possvel ter valor maior. </p><p>* Os tubos ponta e bolsa sero assentados com as bolsas voltadas para montante, isto , no sentido oposto ao do escoamento. </p><p>* Antes da pintura e revestimento, todas as canalizaes devero ser testadas, a fim de constatar possveis vazamentos. </p><p>* Durante a construo at o nicio da montagem dos aparelhos, as extremidades livrem das tubulaes sero vedadas com caps ou plugs devidamente apertados, para evitar a entrada de corpos estranhos. </p><p>* As canalizaes instaladas nos tetos e paredes devero ser suportadas por braadeiras de fixao de modo a ficar assegurada a permanncia da declividade e do alinhamento. </p></li><li><p>3/21 </p><p>* As canalizaes das tubulaes de esgoto devem ser feitas de modo que os reparos de que venham a necessitar possam ser executadas facilmente sem que haja danos na estrutura da Edificao. </p><p>Testes de Tubulaes </p><p>Obs: Extrado das Normas NBR-8160. </p><p>4.1 ESGOTO </p><p>Toda instalao de esgoto deve antes de entrar em funcionamento, ser inspecionada e ensaiada, a fim de </p><p>que seja verificada a obedincia de todas as exigncias da NBR-8160 da ABNT. </p><p>Depois de concluda a instalao das tubulaes e antes da realizao dos ensaios, deve ser verificado </p><p>que a mesma acha-se suficiente fixado e que nenhum material estranho tenha sido deixado no seu </p><p>interior. </p><p>Depois de feita a inspeo final e antes da colocao de qualquer aparelho, a tubulao deve ser </p><p>ensaiada com gua ou ar, no devendo apresentar nenhum vazamento. </p><p>Os ensaios sero executados das seguintes maneiras: </p><p>a) Ensaio com gua </p><p>O ensaio com gua deve ser aplicado instalao como um todo ou por seces. </p><p>No ensaio, toda abertura deve ser convenientemente tamponada exceto a mais alta, por onde deve ser </p><p>introduzida gua at o transbordamento da mesma por essa abertura e mantida por um perodo de 15 </p><p>minutos. </p><p>5. ESGOTO SANITRIO </p><p>O projeto das instalaes de esgotos sanitrios foi desenvolvido de modo a atender as exigncias </p><p>tcnicas mnimas quanto higiene, segurana, economia e conforto dos usurios, incluindo-se a limitao </p><p>nos nveis de rudo. </p><p>As instalaes foram projetadas de maneira a permitir rpido escoamento dos esgotos sanitrios e fceis </p><p>desobstrues, vedarem a passagem de gases e animais das tubulaes para o interior das edificaes, </p><p>impedirem a formao de depsitos na rede interna e no poluir a gua potvel. </p><p>6.1. COLETA </p><p>Foi projetado um sistema, no qual, todos os efluentes sero coletados por tubulaes. </p><p>Os ramais de esgotos sero lanados nas prumadas existentes. </p><p>O Construtor dever verificar antecipadamente as prumadas existentes para que no ocorra qualquer </p><p>problema durante o decorrer da obra. </p><p>6.2. DETALHES CONSTRUTIVOS </p><p>Os despejos dos equipamentos sanitrios sero captados obedecendo-se todas as indicaes </p><p>apresentadas nos detalhes de esgoto, utilizando-se todas as conexes previstas no projeto, no se </p><p>permitindo esquentes nas tubulaes sob quaisquer pretextos. </p></li><li><p>4/21 </p><p>Os tubos e conexes do sistema de esgoto sanitrio sero de PVC, ponta e bolsa para os ramais, sub-</p><p>ramais e rede. </p><p>As conexes do sistema de esgoto sero encaixadas utilizando-se anis apropriados e com ajuda de </p><p>lubrificante indicado dos materiais adquiridos. </p><p>Todos os dimetros citados no projeto anexo obedecem as seguintes converses: </p><p>Polegadas (DN) mm(DN) </p><p> 20 </p><p> 25 </p><p>1 32 </p><p>1 40 </p><p>1 50 </p><p>2 60 </p><p> 2 75 </p><p>4 100 </p><p>6. ESPECIFICAES </p><p>7.1 EQUIPAMENTOS GERAIS </p><p>- ANEL DE BORRACHA PARA TUBO E CONEXES DE PVC </p><p>Normas Aplicveis: </p><p>NBR 7362 da ABNT </p><p>Caractersticas Tcnicas: </p><p>Material: Borracha Sinttica ou Natural Temperatura em uso contnuo: 50o C Estabilidade dimensional: Menor que 5% a 140 +/- 5oC Cor: Preta Bitolas:: 40; 50; 75; 100; 125; 150; 200; 250; 300; 350 e 400mm. </p><p>Fabricante: </p><p>Tigre ou Amanco </p><p>Local de Aplicao: </p><p>Redes Prediais de Esgoto Sanitrio Primrio, onde for necessrio se manter a junta elstica ou desmontvel. </p><p>Descritivo de montagem e outras consideraes: </p><p> Usar pasta lubrificante na instalao dos anis de borracha. </p><p> Toda rede deve ser testada, de acordo com a determinao da norma brasileira. </p><p> Obedecer rigorosamente s determinaes do fabricante na instalao </p><p>- CORPO DE RALO SIFONADO PVC CNICO SADA VERTICAL </p><p>Normas Aplicveis: </p><p>EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160) </p><p>Caractersticas Tcnicas: </p><p>Material: PVC soldvel Rgido Conexo Ponta Cor: Branca ou cinza Estabilidade dimensiona: Menor que 5% a 140 +/- 5C Temperatura em uso continuo: 50 C </p></li><li><p>5/21 </p><p>Bitolas: 100 x 40mm </p><p>Modelo: CX 07 </p><p>Fabricante: </p><p>Tigre ou Amanco </p><p>Local de Aplicao: </p><p>Redes Prediais de Esgoto, banheiros, cozinhas, reas, terraos etc. </p><p>Descritivo de montagem e outras consideraes: </p><p> Por meio de uma lixa dgua, tirar o brilho das superfcies a serem soldadas, objetivando aumentar rea de ataque do adesivo. </p><p> Limpar as superfcies lixadas com soluo limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ao do adesivo. </p><p> Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel. </p><p> Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo. </p><p> Ateno especial deve ser dada ao encontro da impermeabilizao com o corpo do ralo. </p><p> Na execuo das conexes obedecer rigorosamente s determinaes do fabricante. </p><p>- PROLONGAMENTO PARA CAIXA SIFONADA </p><p>Normas Aplicveis: </p><p>EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160) </p><p>Caractersticas Tcnicas: </p><p>Material: PVC soldvel Rgido Conexo Ponta Cor: Branca Estabilidade dimensiona: Menor que 5% a 140 +/- 5C Temperatura em uso continuo: 50 C Comprimento padro: 3000mm Bitolas: 100; 150; 250mm </p><p>Modelo: CX 51 </p><p>Fabricante: </p><p>Tigre ou Amanco </p><p>Local de Aplicao: </p><p>Redes Prediais de Esgoto, no prolongamento de caixas secas e sifonadas. </p><p>Descritivo de montagem e outras consideraes: </p><p> A execuo das soldas, devem ser precedidas de lixamento da superfcie do tubo e conexo, com lixa dgua nmero 100, limpeza com soluo limpadora, e adio de solda para PVC, de acordo com a recomendao do fabricante; </p><p> Ateno especial deve ser dada ao encontro da impermeabilizao com o corpo da caixa, e do prolongamento; </p><p> O prolongamento dever ser cortado de forma retilnea e de modo a prover um perfeito nivelamento entre a grelha / porta grelha com o piso do ambiente; </p><p> Na execuo das conexes obedecer rigorosamente s determinaes do fabricante. </p><p>- TE PVC DE INSPEO PARA ESGOTO SANITRIO </p><p>Normas Aplicveis: </p><p>EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160) </p><p>Caractersticas Tcnicas: </p><p>Material: PVC soldvel Rgido Conexo Ponta e Bolsa com Virola Cor: Bege Estabilidade dimensiona: Menor que 5% a 140 +/- 5C Temperatura em uso continuo: 50C Bitolas: 75x75mm; 100x75mm </p></li><li><p>6/21 </p><p>Modelo: EG 93 </p><p>Fabricante: </p><p>Tigre ou Amanco </p><p>Local de Aplicao: </p><p>Redes Prediais de Esgoto Sanitrio Primrio, na inspeo de prumadas, mudanas de direo e onde impossvel a utilizao de caixas de inspeo. </p><p>Descritivo de montagem e outras consideraes: </p><p> A conexo em prumadas obrigatoriamente dever ser executada com anel de borracha; </p><p> Conexes horizontais, podem ser executadas com solda PVC; </p><p> Por meio de uma lixa dgua, tirar o brilho das superfcies a serem soldadas, objetivando aumentar rea de ataque do adesivo; </p><p> Limpar as superfcies lixadas com soluo limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ao do adesivo; </p><p> Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel; </p><p> Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo; </p><p> A execuo de conexo elstica com anel de borracha, deve ser executada com o uso de pasta lubrificante. Jamais usar sabo, vaselina, leo, graxa ou derivados de petrleo em substituio este material; </p><p> Toda rede deve ser testada, de acordo com a determinao da norma brasileira; </p><p> Na execuo das conexes obedecer rigorosamente s determinaes do fabricante; </p><p> Deve ser deixado livre acesso e fcil operao no ponto de inspeo. </p><p>- TE PVC PARA ESGOTO SANITRIO </p><p>Normas Aplicveis: </p><p>EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160) </p><p>Caractersticas Tcnicas: </p><p> Material: PVC soldvel Rgido Srie R Conexo Ponta e Bolsa com Virola Cor: Branca Estabilidade dimensiona: Menor que 5% a 140 +/- 5C 136.Temperatura em uso continuo: 50 C 137.Bitolas: 50x50mm, 75x50m; 75x75mm; 100x50mm; 100x75mm; 100x100mm </p><p>Modelo: EG 10 </p><p>Fabricante: </p><p>Tigre ou Amanco </p><p>Local de Aplicao: </p><p>Redes Prediais de Esgoto Sanitrio Primrio </p><p>Descritivo de montagem e outras consideraes: </p><p> A conexo em prumadas obrigatoriamente dever ser executada com anel de borracha; </p><p> Conexes horizontais, podem ser executadas com solda PVC; </p><p> Por meio de uma lixa dgua, tirar o brilho das superfcies a serem soldadas, objetivando aumentar rea de ataque do adesivo; </p><p> Limpar as superfcies lixadas com soluo limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ao do adesivo; </p><p> Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel; </p><p> Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo; </p><p> A execuo de conexo elstica com anel de borracha, deve ser executada com o uso de pasta lubrificante. Jamais usar sabo, vaselina, leo, graxa ou derivados de petrleo em substituio este material; </p><p> Toda rede deve ser testada, de acordo com a determinao da norma brasileira; </p><p> Na execuo das conexes obedecer rigorosamente s determinaes do fabricante. </p></li><li><p>7/21 </p><p>- TUBO PVC PARA ESGOTO SANITRIO PREDIAL </p><p>Normas Aplicveis: </p><p>EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160) </p><p>Caractersticas Tcnicas: </p><p>Material: PVC ponta e bolsa com virola, rgido Temperatura em uso continuo: 50 C Estabilidade dimensiona: Menor que 5% a 140 +/- 5C Tipo de Conexo: Soldvel e anel de borracha Cor: Branco Bitolas:: 40, 50, 75 100 e 150mm. </p><p>Modelo: SR-01 PVC PBV Srie R </p><p>Fabricante: </p><p>Tigre ou Amanco </p><p>Local de Aplicao: </p><p>Prumadas, Sub coletores e Coletores de Esgoto Sanitrio Predial; </p><p>Descritivo de montagem e outras consideraes: </p><p> Os cortes devem ser executados em perfeito esquadro e possurem a rebarba removida antes da execuo de qualquer conexo; </p><p> Obedecer s determinaes do fabricante no que concerne ao espaamento mximo de suportes e fixaes para evitar a ocorrncia de flechas; </p><p> Por meio de uma lixa dgua, tirar o brilho das superfcies a serem soldadas, objetivando aumentar rea de ataque do adesivo; </p><p> Limpar as superfcies lixadas com soluo limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ao do adesivo; </p><p> Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel; </p><p> Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo; </p><p> No caso de conexes elsticas usar anel de borracha, instalado com pasta lubrificante. Jamais usar sabo em substituio ao lubrificante; </p><p> Toda rede deve ser testada, de acordo com a determinao da norma brasileira; </p><p> Nunca abrir bolsas ou aquecer a tubulao sob qualquer argumento; </p><p> Toda rede dever ser rigorosamente ancorada nos pontos de inflexo, derivao ou mudana de direo ou nvel; </p><p> Nenhuma rede poder ser solidria com a estrutura da edificao. </p><p>7. SERVIOS COMPLEMENTARES </p><p>MTODO DE EXECUO DAS INSTALAES. </p><p>So vedadas a concretagem de tubulaes dentro de pilares, vigas, lajes e demais elementos de concreto nos quais fiquem solidrias e sujeitas as deformaes prprias dessas estruturas. </p><p>Quando houver necessidade de passagem de tubulao por esses elementos estruturais, dever ser previamente deixado um tubo com dimetro superior a do tubo definitivo antes do lanamento do concreto. As tubulaes embutidas em alvenarias sero fixadas, at o dimetro de 1.1/2 pelo enchimento total do rasgo com argamassa de cimento e areia. As de dimetro superior sero fixadas por meio de grapas de ferro redondo com dimetro superior a 5mm. </p><p>Quando da instalao e durante a realizao dos trabalhos de construo, os tubos devero ser vedados com bujes ou tampes nas extremidades correspondentes aos aparelhos e pontos de consumo, sendo vedado o uso de buchas de papel, pano ou madeira. Todas as aberturas no terreno para instalao de canalizaes, s podero ser aterradas aps o proprietrio constatar o estado dos tubos, das juntas, das protees e caimentos das tubulaes e seu preenchimento dever ser feito em camadas sucessivo de 10cm, bem apiloadas e molhado, e isentas de entulhos, pedras, etc. </p></li><li><p>8/21 </p><p>Todos os trechos aparentes das tubulaes devero ser adequadamente pintados, quando a construtora assim o desejar, conforme indica a norma NBR 6493 da ABNT "Emprego de Cores Fundamentais" de acordo com sua finalidade a saber: </p><p> Tubulao de gua fria cor verde escuro. </p><p>8. EQUIVALNCIA TCNICA </p><p>A utilizao de materiais com mesma equivalncia tcnica aos especificados dever ser aprovada pela FISCALIZAO em dirio de obra, constando inclusive os materiais especificados e o tipo e fabricante dos materiais equivalentes a serem utilizados. </p></li></ul>

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