DNIT 024 2004 ES - Instituto de Pesquisas 5739: concreto – ensaio ... NBR 9793: tubo de concreto simples de seo circular para guas pluviais: especificao. Rio de Janeiro, 1987.

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  • NORMA DNIT 024/2004 - ES

    DNIT Drenagem Bueiros metlicos sem interrupo do trfego Especificao de servio

    Autor: Diretoria de Planejamento e Pesquisa / IPR Processo: 50.600.002.659/2003-61 Origem: Reviso da norma DNER-ES 285/97 Aprovao pela Diretoria Executiva do DNIT na reunio de 20/04/2004

    Direitos autorais exclusivos do DNIT, sendo permitida reproduo parcial ou total, desde que citada a fonte (DNIT), mantido o texto original e no acrescentado nenhum tipo de propaganda comercial.

    Palavras-chave: N total de pginas

    MINISTRIO DOS TRANSPORTES

    DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE

    TRANSPORTES

    DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA

    INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIRIAS

    Rodovia Presidente Dutra, km 163 Centro Rodovirio Vigrio Geral

    Rio de Janeiro RJ CEP 21240-330 Tel/fax: (0xx21) 3371-5888 Drenagem, bueiro metlico, tunnel-liner 08

    Resumo

    Este documento define a sistemtica a ser adotada na

    implantao de bueiros metlicos no corpo dos aterros,

    sem interrupo do trfego, por processo no destrutivo.

    So tambm apresentados os requisitos concernentes a

    materiais, equipamentos, execuo, manejo ambiental,

    controle da qualidade, condies de conformidade e

    no-conformidade e os critrios de medio dos

    servios.

    Abstract

    This document presents procedures for the construction

    of metallic culverts on the embankment body without

    traffic interruption, by non destructive process. It

    includes the requirements for the materials, the

    equipment, the execution, the environmental

    management, the quality control, the conditions for

    conformity and non-conformity and the criteria for the

    measurement of the performed jobs.

    Sumrio

    Prefcio ......................................................................... 1

    1 Objetivo ................................................................. 1

    2 Referncias normativas......................................... 2

    3 Definio ............................................................... 3

    4 Condies gerais.................................................. 3

    5 Condies especficas.......................................... 3

    6 Manejo ambiental ................................................. 5

    7 Inspeo............................................................... 5

    8 Critrios de medio............................................. 6

    ndice Geral .................................................................. 8

    Prefcio

    Esta Norma foi preparada pela Diretoria de

    Planejamento e Pesquisa, para servir como documento

    base, visando estabelecer a sistemtica a ser

    empregada para a execuo dos servios de execuo

    de bueiros metlicos sem a interrupo do trfego de

    rodovias e acessos. Est baseada na norma DNIT

    001/2002-PRO e cancela e substitui a norma DNER-ES

    285/97.

    1 Objetivo

    Estabelecer os procedimentos para a execuo de

    bueiros tubulares metlicos executados sem a

    interrupo do trfego, por processo no destrutivo dos

    aterros, de modo a permitir o escoamento das guas de

  • DNIT 024/2004 - ES 2

    um lado para outro, ou para estabelecer uma passagem

    sob a rodovia.

    2 Referncias normativas

    Os documentos relacionados neste item serviram de

    base elaborao desta Norma e contm disposies

    que, ao serem citados no texto, se tornam parte

    integrante desta Norma. As edies apresentadas so

    as que estavam em vigor na data desta publicao,

    recomendando-se que sempre sejam consideradas as

    edies mais recentes, se houver.

    a) ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS

    TCNICAS. NBR 5739: concreto ensaio

    de compresso de corpos-de-prova

    cilndricos: mtodo de ensaio. Rio de

    Janeiro, 1994.

    b) _____. NBR 6118: projeto e execuo de

    obras de concreto armado: procedimento.

    Rio de Janeiro, 1980.

    c) _____. NBR 7187: projeto e execuo de

    pontes de concreto armado e protendido:

    procedimento. Rio de Janeiro, 1987.

    d) _____. NBR 9793: tubo de concreto

    simples de seo circular para guas

    pluviais: especificao. Rio de Janeiro,

    1987.

    e) _____. NBR 9794: tubos de concreto

    armado de seo circular para guas

    pluviais: especificao. Rio de Janeiro,

    1987.

    f) _____. NBR 9795: tubo de concreto

    armado determinao da resistncia

    compresso diametral: mtodo de ensaio.

    Rio de Janeiro, 1987.

    g) _____. NBR 9796: tubo de concreto

    verificao de permeabilidade: mtodo de

    ensaio. Rio de Janeiro, 1987.

    h) _____. NBR 12654: controle tecnolgico de

    materiais componentes do concreto:

    procedimento. Rio de Janeiro, 1992.

    i) _____. NBR 12655: concreto - preparo,

    controle e recebimento: procedimento. Rio

    de Janeiro, 1996.

    j) _____. NBR NM 67: concreto

    determinao da consistncia pelo

    abatimento do tronco de cone. Rio de

    Janeiro, 1998.

    k) _____. NBR NM 68: concreto

    determinao da consistncia pelo

    espalhamento na mesa de Graff. Rio de

    Janeiro, 1998.

    l) DEPARTAMENTO NACIONAL DE

    ESTRADAS DE RODAGEM. DNER-ES

    330: obras-de-arte especiais concretos e

    argamassas. Rio de Janeiro: IPR, 1997.

    m) _____. DNER-ISA 07: impactos da fase de

    obras rodovirias causas/ mitigao/

    eliminao. In: _____. Corpo normativo

    ambiental para empreendimentos

    rodovirios. Rio de Janeiro, 1996.

    n) _____; ENEMAX. lbum de projetostipo

    de dispositivos de drenagem. Rio de

    Janeiro, 1988.

    o) DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-

    ESTRUTURA DE TRANSPORTES. DNIT

    011/2004-PRO: gesto da qualidade em

    obras rodovirias. Rio de Janeiro: IPR,

    2004.

    p) _____. DNIT 021/2004-ES: drenagem

    entradas e descidas dgua. Rio de Janeiro:

    IPR, 2004.

    q) _____. DNIT 023/2004-ES: drenagem -

    bueiros tubulares de concreto. Rio de

    Janeiro: IPR, 2004.

  • DNIT 024/2004 - ES 3

    3 Definio

    Bueiros metlicos executados sem interrupo do

    trfego obras-de-arte correntes destinadas ao

    escoamento de cursos dgua permanentes ou

    temporrios, atravs de aterros executados por

    processo no destrutivo. Para sua construo so

    utilizadas chapas de ao corrugadas, fixadas por

    parafusos e porcas ou grampos especiais, cujo avano

    de instalao alcanado com o processo construtivo

    designado Tunnel-Liner.

    4 Condies gerais

    Os bueiros sero locados de acordo com os elementos

    especificados no projeto, utilizando-se aparelhos

    topogrficos.

    Para melhor orientao das profundidades e declividade

    da canalizao, recomenda-se a utilizao de gabaritos

    para execuo dos beros e assentamento atravs de

    cruzetas.

    Os bueiros devero dispor de seo de escoamento

    capazes de permitir o escoamento seguro dos deflvios,

    atendendo s descargas de projeto calculadas para

    perodos de recorrncia preestabelecidos.

    Para que o escoamento ocorra de forma segura e

    satisfatria o dimensionamento hidrulico dever

    considerar a velocidade de escoamento adequada,

    evitando ocorrncia de velocidades erosivas, tanto no

    corpo estradal como na prpria tubulao e dispositivos

    acessrios.

    Na ausncia de projetos especficos, devero ser

    utilizados os dispositivos padronizados pelo DNER que

    constam do lbum de projetos-tipo de dispositivos de

    drenagem.

    5 Condies especficas

    5.1 Materiais

    5.1.1 Bueiros de chapas metlicas corrugadas

    galvanizadas

    Nos casos de ocorrncia de guas com baixa acidez,

    em que remota a possibilidade de corroso das

    chapas metlicas, podero ser usadas chapas tratadas

    por galvanizao.

    As chapas sero de fabricao especializada e devero

    ser fornecidas acompanhadas dos elementos de

    fixao, parafusos, porcas ou grampos especiais,

    submetidos ao mesmo tratamento.

    A instalao do bueiro dever ser feita por firma

    credenciada pelo fabricante.

    5.1.2 Bueiros de chapas metlicas corrugadas

    revestidas com epxi

    Nos casos onde for constatada a possibilidade de

    corroso, nas reas urbanas ou em locais de despejos

    sanitrios, devero ser utilizadas as chapas metlicas

    corrugadas revestidas por proteo de resina epxi.

    Nestes locais os fabricantes devero fornecer os

    elementos de fixao tambm protegidos por tratamento

    de epxi, devendo-se ainda ter o cuidado de pintar com

    tinta epxi todas as superfcies que, por arranhes,

    venham a ter o metal descoberto.

    No manuseio das chapas e peas revestidas com epxi

    devero ser adotados cuidados especiais, de modo a

    no comprometer o revestimento das chapas.

    5.1.3 Material de enchimento

    O espao vazio resultante da escavao do macio e a

    parede externa da chapa metlica devero ser

    preenchidos com argamassa de solo-cimento, de forma

    a impedir o escoamento na interface tubulao-aterro e

    dificultar a corroso da chapa.

  • DNIT 024/2004 - ES 4

    5.1.4 Material vedante

    Para garantir a estanqueidade das juntas dever ser

    colocada entre as chapas a serem justapostas, tiras de

    feltro, comprimidas com o aparafusamento das chapas.

    5.1.5 Entradas e sadas

    As entradas e sadas dos bueiros metlicos podero ser

    realizadas com bocas e alas de concreto, construdas

    por processo semelhante ao considerado para os

    bueiros de concreto, ou atravs de peas de

    extremidades metlicas em forma de bisel, protegendo-

    se a saia dos aterros com enrocamento de pedra

    arrumada.

    Desta forma os materiais a serem empregados na

    construo das caladas, beros, alas, testas, podero

    ser: concreto ciclpico, concreto simples, concreto

    armado ou alvenaria, e devero atender s prescries

    e exigncias previstas pelas normas da ABNT e

    contidas nas sees pertinentes das Especificaes

    Gerais do DNER.

    Para as bocas, alas, testas e beros o concreto dever

    ser preparado como estabelecido pelas DNER-ES

    330/97, ABNT NBR 6118/80 e ABNT NBR 7187/87 de

    forma a atender a resistncia compresso ( fck min ),

    aos 28 dias de 15MPa.

    5.2 Equipamentos

    Os equipamentos necessrios execuo dos servios sero adequados aos locais de instalao dos bueiros e

    compatveis com os materiais utilizados nas obras de

    arte correntes, atendendo ao que dispem as

    prescries especficas para os servios similares.

    Recomendam-se no mnimo os seguintes

    equipamentos:

    Caminho basculante;

    Caminho de carroceria;

    Betoneira ou caminho betoneira;

    Motoniveladora;

    P carregadeira;

    Rolo compactador metlico;

    Retroescavadeira ou valetadeira;

    Guincho ou caminho com grua ou Munck.

    NOTA: Todo equipamento a ser utilizado dever ser

    vistoriado, antes do incio da execuo do

    servio de modo a garantir as condies

    apropriadas de operao, sem o que no

    ser autorizada a sua utilizao.

    5.3 Execuo

    Para execuo dos bueiros metlicos sem interrupo

    do trfego devero ser atendidas as seguintes etapas:

    Locao da obra atendendo s Notas de Servio para

    implantao de obras de arte correntes, de acordo com

    o projeto executivo de cada obra. A locao ser feita

    por instrumentao topogrfica, aps o desmatamento e

    regularizao do fundo do talvegue.

    Precedendo a escavao do macio para implantao

    do bueiro, dever ser feito minucioso estudo das

    condies de estabilidade do macio e resistncia ao

    escorregamento, de modo a estabelecer as

    caractersticas das fundaes e do escoramento a ser

    adotado para implantao do bueiro.

    No caso de ocorrncia de solos fracos que caream de

    reforo, recomenda-se executar o embasamento com

    pedra de mo, ou racho, de modo a proporcionar o

    aumento da resistncia do solo e permitir o fluxo das

    guas de infiltrao ou remanescentes da canalizao

    do talvegue, sem comprometer o macio.

    Na impossibilidade, em funo de condies locais, do

    emboque direto das escavaes, devero ser abertos

    poos de ataque, em pontos previamente determinados,

    escorados e revestidos, seguros para os operrios que

    procedero s escavaes.

    Os poos de ataque provisrios podero ser

    aproveitados como poos de visita da nova canalizao,

    caso julgado adequado.

    Em caso de tornar-se necessrio o esgotamento do

    local a ser escavado, dever ser executado poo para

    instalao de bomba submersa, mantida em condies

    de uso durante todo o processo construtivo.

    O bueiro dever ser construdo de jusante para

    montante, tomando-se o cuidado de impedir que com o

  • DNIT 024/2004 - ES 5

    avano da escavao seja inundada a canalizao,

    mantendo-se para tanto o tamponamento da boca de

    montante.

    A escavao dever restringir-se ao permetro mais

    prximo possvel da circunferncia externa do bueiro,

    com profundidade aproximadamente igual a dos anis

    que sero montados em cada lance.

    Imediatamente aps a execuo da escavao, montar

    os anis, ajustando-se as chapas ao terreno escavado e

    s precedentes, fixadas com parafusos, porcas ou

    grampos.

    Caso o trabalho se desenvolva em terreno de pouca

    resistncia ou possvel abatimento do aterro, sero

    montadas entroncas que promovero o escoramento do

    teto da escavao at que se instalem os anis.

    Para garantir maior estanqueidade da canalizao sero

    introduzidas tiras de feltro entre as chapas justapostas,

    antes do aperto dos parafusos.

    Os espaos vazios entre as chapas e o terreno

    escavado devero ser preenchidos com injeo de

    argamassa, de forma a impedir o fluxo de gua na

    interface chapa metlica-terreno.

    Caso necessrio ser feito o rebaixamento do lenol

    dgua.

    Concluda a montagem dos bueiros sero executadas

    as bocas, alas ou terminais da canalizao, cuidando-se

    tambm da preservao da integridade das saias dos

    aterros.

    6 Manejo ambiental

    Durante a construo das obras devero ser

    preservadas as condies ambientais exigindo-se, entre

    outros os seguintes procedimentos:

    a) Todo o material excedente de escavao

    ou sobras dever ser removido das

    proximidades dos dispositivos, evitando

    provocar o seu entupimento.

    b) O material excedente removido ser

    transportado para local pr-definido em

    conjunto com a Fiscalizao cuidando-se

    ainda para que este material no seja

    conduzido para os cursos dgua de modo

    a no causar assoreamento.

    c) Nos pontos de desge dos dispositivos

    devero ser executadas obras de proteo,

    para impedir a eroso das vertentes ou

    assoreamento de cursos d'gua.

    d) Durante o desenrolar das obras dever ser

    evitado o trfego desnecessrio de

    equipamentos ou veculos por terrenos

    naturais, de modo a evitar a sua

    desfigurao.

    e) Caber Fiscalizao definir, caso no

    previsto em projeto, ou alterar no projeto, o

    tipo de revestimento a adotar nos

    dispositivos implantados, em funo das

    condies locais.

    f) Alm destas, devero ser atendidas, no

    que couber, as recomendaes da DNER-

    ISA 07- Instruo de Servio Ambiental,

    referentes captao, conduo e despejo

    das guas superficiais ou sub-superficiais.

    7 Inspeo

    7.1 Controle dos insumos

    As chapas de ao e ferragens, utilizadas na construo

    dos bueiros, devero satisfazer s prescries dos

    fabricantes e estar acompanhadas de certificados de

    qualidade que indiquem o atendimento s normas

    pertinentes ao tipo de ao utilizado.

    O controle tecnolgico do concreto empregado ser

    realizado de acordo com as normas NBR 12654/92,

    NBR 12655/96 e DNER-ES 330/97. Dever ser

    estabelecido, previamente, o plano de retirada dos

    corpos-de-prova de concreto e das amostras de ao,

    cimento, agregados e demais materiais, de forma a

    satisfazer s especificaes respectivas. Os tubos de

    concreto sero controlados atravs dos ensaios

    preconizados nas normas NBR 9793/87 e NBR 9794/87.

    Para cada partida de tubos no rejeitados na inspeo,

    sero formados lotes para amostragem,

    correspondendo cada lote a grupo de 100 a 200

    unidades. De cada lote sero retirados quatros tubos a

  • DNIT 024/2004 - ES 6

    serem ensaiados. Dois tubos sero submetidos a ensaio

    de permeabilidade de acordo com a norma NBR

    9796/87. Dois tubos sero ensaiados compresso

    diametral de acordo com a norma NBR 9795/87, sendo

    estes mesmos tubos submetidos ao ensaio de absoro

    de acordo com a norma NBR 9794/87. O ensaio de

    consistncia do concreto ser feito de acordo com as

    normas NBR NM 67/98 e NBR NM 68/98, sempre que

    ocorrer alterao no teor de umidade dos agregados na

    execuo da primeira amassada do dia, aps o reincio

    dos trabalhos desde que tenha ocorrido interrupo por

    mais de duas horas e cada vez que forem moldados

    corpos-de-prova e na troca de operadores.

    7.2 Controle da produo (execuo)

    O controle qualitativo dos dispositivos ser feito de

    forma visual avaliando-se as caractersticas de

    acabamento das obras executadas, acrescentando-se

    outros processos de controle, para garantir que no

    ocorra prejuzo operao hidrulica da canalizao.

    Da mesma forma, ser feito o acompanhamento das

    camadas de embasamento dos dispositivos,

    acabamento das obras e enchimento das valas. O

    concreto ciclpico, quando utilizado, dever ser

    submetido ao controle fixado pelos procedimentos da

    norma DNER-ES 330/97.

    7.3 Verificao do produto

    O controle geomtrico da execuo das obras ser feito

    atravs de levantamentos topogrficos, auxiliados por

    gabaritos para execuo das canalizaes e acessrios.

    Os elementos geomtricos caractersticos sero

    estabelecidos em Notas de Servio com as quais ser

    feito o acompanhamento. As dimenses das sees

    transversais avaliadas no devem diferir das indicadas

    no projeto de mais de 1%, em pontos isolados.

    Todas as medidas de espessuras efetuadas devem

    situar-se no intervalo de 10% em relao espessura

    de projeto.

    7.4 Condies de conformidade e no-conformidade

    Todos os ensaios de controle e verificaes dos

    insumos, da produo e do produto sero realizados de

    acordo com o Plano da Qualidade, devendo atender s

    condies gerais e especficas dos itens 4 e 5 desta

    Norma, respectivamente.

    Ser controlado o valor caracterstico da resistncia

    compresso do concreto aos 28 dias, adotando-se as

    seguintes condies:

    fck, est < fck no-conformidade;

    fck, est fck conformidade.

    Onde:

    fck, est = valor estimado da resistncia caracterstica do

    concreto compresso.

    fck = valor da resistncia caracterstica do concreto

    compresso.

    Os resultados do controle estatstico sero analisados e

    registrados em relatrios peridicos de

    acompanhamento de acordo com a norma DNIT

    011/2004-PRO, a qual estabelece os procedimentos

    para o tratamento das no-conformidades dos insumos,

    da produo e do produto.

    8 Critrios de medio

    Os servios conformes sero medidos de acordo com

    os seguintes critrios:

    a) O corpo do dispositivo ser medido pelo

    seu comprimento determinado em metros,

    acompanhando as declividades

    executadas, incluindo escavao,

    fornecimento e montagem do tubo metlico,

    argamassa de solo-cimento, mo de obra e

    encargos, equipamentos, ferramentas e

    eventuais necessrios sua execuo.

  • DNIT 024/2004 - ES 7

    b) Sero medidos os transportes dos tubos,

    da fbrica at o canteiro e do canteiro at o

    local da obra.

    c) No caso de utilizao de dispositivos

    pontuais acessrios, como caixas coletoras

    ou de passagem, as obras sero medidas

    por unidade, de acordo com as

    especificaes respectivas.

    _________________ /ndice Geral

  • DNIT 024/2004 - ES 8

    ndice Geral

    Abstract ............................. 1

    Bueiros de chapas metlicas corrugadas galvanizadas 5.1.1 ..................... 3

    Bueiros de chapas metlicas corrugadas revestidas com epxi 5.1.2 ..................... 3

    Condies de conformidade e no-conformidade 7.4 ........................ 6

    Condies especficas 5 ........................... 3

    Condies gerais 4 ........................... 3

    Controle da produo (execuo) 7.2 ........................ 6

    Controle dos insumos 7.1 ........................ 5

    Critrios de medio 8 ........................... 6

    Definio 3 ........................... 3

    Entradas e sadas 5.1.5 ..................... 4

    Equipamentos 5.2 ........................ 4

    Execuo 5.3......................... 4

    ndice geral .............................. 8

    Inspeo 7............................ 5

    Manejo ambiental 6............................ 5

    Materiais 5.1......................... 3

    Material de enchimento 5.1.3...................... 3

    Material vedante 5.1.4...................... 4

    Objetivo 1............................ 1

    Prefcio .............................. 1

    Referncias normativas 2............................ 2

    Resumo .............................. 1

    Sumrio .............................. 1

    Verificao do produto 7.3......................... 6

    _________________

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