Disturbios Fisiologicos em frutas e hortaliças

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<p>DISTRBIOS FISIOLGICOSProf. Ricardo Alfredo Kluge Dep. Cincias Biolgicas USP/ESALQ Piracicaba SP rakluge@esalq.usp.br</p> <p>DISTRBIO FISIOLGICOConceito: uma alterao de origem no patognica, decorrente de modificaes no metabolismo normal de um vegetal, ou na integridade estrutural de seus tecidos</p> <p>Alterao na aparncia e no sabor</p> <p>Perda de qualidade e aceitao</p> <p>CAUSAS DOS DISTRBIOS FISIOLGICOS Ambientais (antes e durante a colheita ) Nutricionais Temperatura (ps-colheita) Composio atmosfrica CO2 O2 etileno</p> <p>CAUSAS AMBIENTAIS</p> <p> Alta temperatura (&gt; 38oC) Chuva, seguida de seca e alta temperatura Alta umidade relativa e baixa temperatura</p> <p>Queimadura de sol (sunburn) em ma Colheita e exposio ao sol por 6 horas Secamento prematuro do fruto (granulao)</p> <p>MEDIDAS DE CONTROLEProteger os frutos da luz direta do sol !!!</p> <p>Bom enfolhamento Arquitetura da planta Proteo com papel ou outro material No deixar o fruto muito tempo na planta</p> <p>PODRIDO ESTILAR EM LIMA TAHITI</p> <p>Comum nos meses mais quentes (alta UR, fruto muito trgido) Rompimento das vesculas de suco, degradao da clorofila</p> <p>OLEOCELOSIS EM LIMA TAHITI</p> <p>Comum nos meses mais quentes (alta UR, fruto muito trgido) Rompimento das glndulas de leo, txico</p> <p>MEDIDAS DE CONTROLE(podrido estilar e oleocelosis)</p> <p> No colher nas primeiras horas da manh, aps irrigao ou chuva (fruto com alta turgidez) Evitar colheita de frutos excessivamente grandes Descanso do fruto: 24 a 48 h</p> <p>Russeting (rugosidade) em ma e pra</p> <p>MEDIDAS DE CONTROLE(russeting)</p> <p> Variedade menos suscetveis Evitar excesso de adubao nitrogenada Evitar aplicao de certos fungicidas logo aps a florao (cobre, enxofre e dodine aumentam os sintomas)</p> <p>RACHADURA EM TOMATE Concntrica</p> <p>Radial</p> <p>RACHADURA E FENDA SUTURAL EM PSSEGO</p> <p>SPLITTING em laranja Baianinha</p> <p>MEDIDAS DE CONTROLE Evitar flutuaes na disponibilidade de gua (seca, chuva, seca e alta temperatura aumentam o problema). Difcil! Escolher bem a regio de plantio. O ideal manter o suprimento constante de gua (irrigao)</p> <p>CAUSAS NUTRICIONAISDeficincia de Clcio, Potssio e Boro Excesso de Nitrognio</p> <p>CLCIO IMPORTNCIA Manuteno estrutura e rigidez da parede celular</p> <p>CLCIO IMPORTNCIA Manuteno estrutura e rigidez da parede celular Ativao de sistemas metablicos Calmodulina (mensageiro secundrio)</p> <p>Deficincia de Clcio Deficincia de ClcioAlterao da estrutura Alterao da estrutura da parede celular da parede celular No ativao de sistemas No ativao de sistemas metablicos metablicos Decrscimo na rigidez Decrscimo na rigidez da parede celular da parede celular Aumento na viscosidade Aumento na viscosidade da membrana da membrana</p> <p>Alterao da permeabilidade Alterao da permeabilidade da membrana da membrana</p> <p>Perda da compartimentalizao Perda da compartimentalizao</p> <p>Desordens fisiolgicas Desordens fisiolgicas</p> <p>PODRIDO APICAL EM TOMATE</p> <p>DEFICINCIA DE CLCIO EM HORTALIAS</p> <p>COLAPSO DE POLPA EM MANGACavidade peduncularJelly seed</p> <p>Cv. Tommy Atkins</p> <p>BITTER PIT EM MA E PERA</p> <p>DEPRESSO LENTICELAR EM MA (DEFICINCIA DE CLCIO)</p> <p>Fonte: Embrapa</p> <p>Fonte: Ebert (1986)</p> <p>PINGO DE MEL (WATERCORE)</p> <p>LANTICELOSE</p> <p>Acmulo de sorbitol Clcio ativa enzima sorbitol desidrogenase</p> <p>CORK SPOT EM MA (DEFICINCIA DE CLCIO)</p> <p>Fonte: Embrapa</p> <p>Deficincia de Ca; parada na expanso celular, dissoluo de parede celular e formao de cavidades.</p> <p>MEDIDAS DE CONTROLE(deficincia de clcio) Calagem Adubaes foliares com clcio Irrigao Anti-transpirantes: Reduzem transpirao Maior alocao de Clcio para o fruto</p> <p> Evitar adubaes pesadas com N e KDistrbios na ma: pulverizao com cloreto de clcio 0,6% um ms aps a plena florada imerso (2%) antes refrigerar</p> <p>DEFICINCIA DE BORO EM TOMATE</p> <p>EXCESSO DE CLCIO</p> <p>DEFICINCIA DE BORO EM PAPAYA</p> <p>CAUSAS VARIADAS</p> <p>Blotchy ripening Varietal Deficincia de B e K Baixa luminosidade e tempertura Alta disponibilidade de N Alta umidade no solo Ocorre mais na primavera e outono (estufa)</p> <p>Cortesia: Paulo Csar Tavares</p> <p>Stem end breakdown (aging)Causa: Excessiva transpirao Fatores predisponentes: - Dias quentes e secos antes da colheita - Fruto sobremaduro - Alto N - Atraso entre colheita e classificao</p> <p>CAT FACE</p> <p>Noites com temperatura &lt; 14oC Excesso de N Injria com herbicida (2,4-D)</p> <p>Mancha Fisiolgica do mamo (Freckles)</p> <p>Maior intensidade na face do fruto exposta radiao solar direta Fator climtico e gentico</p> <p>TEMPERATURA (ps-colheita)Alta temperatura Tomate &gt; 30oC Banana &gt; 24oC amadurecimento irregular banana madura-verde</p> <p> Citros queimadura na casca</p> <p>Congelamento (freezing) Injrias pelo frio (chilling injury)</p> <p>Congelamento (freezing)</p> <p> Ponto de congelamento</p> <p>levemente inferior a 0oC</p> <p> A suscetibilidade ao congelamento varia com o produto Causa desidratao, extravasamento e morte celular</p> <p>Dano de congelamento em ma e pra</p> <p>Fonte: Embrapa</p> <p>Controle dos danos de congelamento: manter o produto armazenado acima do ponto de congelamento</p> <p>F ruto</p> <p>P o n to d e T e m p e ra tu ra d e c o n g e la m e n to a rm a z e n a m e n to (oC ) (oC ) 4 ,5 a 1 3 13 a 14 8 a 12 -1 -0 ,5 a 0 12 a 14 3 a 9 -1 a 4 0 13 7 10 a 15 10 a 13 -0 ,5 a 0 9 a 13 13-21 -0 ,3 -0 ,7 -0 ,8 -2 ,1 -2 ,4 -1 ,4 -1 ,2 -1 ,5 -0 ,7 -0 ,9 -0 ,9 -0 ,4 -0 ,5 -0 ,9 -0 ,7 -0 ,6</p> <p>A b a c a te B a n an a v erde B e rin je la Caqui F ig o L im o L a ra n ja M a M o ra n g o M anga M am o M e la n c ia P e p in o Pssego P im e n t o T o m a te d e ve z</p> <p>Injrias pelo frio (chilling injury)Surgem entre o ponto de congelamento e a temperatura mnima de segurana (TMS)</p> <p>TMS = temperatura abaixo da qual os danos defrio podem manifestar-se, dependendo do tempo de exposio do produto a ela</p> <p>Binmio: temperatura x tempo</p> <p>LIMITES PARA O ABAIXAMENTO DA TEMPERATURA A reduo da temperatura deve resultar em um conservao mais prolongada possvel, porm com menor perda de qualidade possvel. TEMPERATURA TIMA Cada produto possui um temperatura a partir da qual e abaixo pode resultar em congelamento. TEMPERATURA LETAL Cada produto possui um temperatura a partir da qual e abaixo pode resultar, em um determinado tempo, alteraes sensoriais irreversveis, amadurecimento deficiente e alteraes fisiolgicas. TEMPERATURA CRTICA OU TEMPERATURA MNIMA DE SEGURANA (TMS)</p> <p>Frutas tropicais</p> <p>Temperatura ambiente</p> <p>10 a 13oC Danos de frio -2 a 0C Danos de congelamento Morte</p> <p>TMS</p> <p>Ponto de congelamento</p> <p>Produto sensvel em baixa temperatura (abaixo da TMS)Estresse por frioResposta primria Alterao na membrana celular lquida cristalina &gt;&gt;&gt;&gt;&gt; gel slida</p> <p>Irreversvel se exposio longa</p> <p>Reversvel se exposio curta</p> <p>Modelo de Lyons e RaisonLquida-cristalina Respostas secundrias Perda da integridade da membrana Aumento na permeabilidade da membrana Extravasamento de solutos Aumento na produo de etileno e respirao Acmulo de compostos intermedirios txicos Oxidao dos compostos fenlicos Gel-slida</p> <p>Manifestao dos sintomas</p> <p>ESTRESSE OXIDATIVO INDUZIDO PELO FRIO</p> <p>Senescncia Herbicidas</p> <p>Oznio</p> <p>Seca Patgenos</p> <p>Injria</p> <p>Espcies reativas de oxignio</p> <p>Calor/Frio</p> <p>Luz intensa</p> <p>Metais pesados</p> <p>Estresse oxidativo</p> <p>Estresse oxidativo induzido pelo frio Frio induz a produo de espcies reativas de oxignio ROS (ex.: superxido e perxido de hidrognio) que danificam as membranas Sistemas antioxidantes podem eliminar estas ROS por algum tempo Tocoferol, -caroteno, glutationa e cido ascrbico Superxido dismutase e catalase Glutationa redutase e ascorbato peroxidase (ciclo do ascorbato-glutationa) Poliaminas</p> <p>ROSO2-</p> <p>1O 2 Oxignio singleto</p> <p>Lipdios das membranas</p> <p>OHRadical hidroxila</p> <p>Radical superxido</p> <p>cido Graxo insaturado (ex.: cido linolico e linolnico)</p> <p>= =</p> <p>H</p> <p>H</p> <p>=</p> <p>=</p> <p>Citosol (PPO)</p> <p>Tonoplasto</p> <p>Vacolo (fenis)</p> <p>Principais sintomas de injrias pelo frio Depresses superficiais na casca Mudanas na colorao (interna e/ou externa) Falha no amadurecimento Aumento na incidncia de podrides</p> <p>FrutoFruto Abacate Banana</p> <p>TMS9 13</p> <p>TMS (oC) (oC)</p> <p>Sintomas de injrias pelo frio entre o ponto de congelamento e o ponto Sintomas de danos de frio entre a TMS de</p> <p>congelamento e a TMS mudana na cor da casca e polpa Manchas marrons ou amareloacinzentadas na casca, escurecimento da polpa Depresses e bronzeado na casca, escurecimento das sementes Depresses superficiais e necrticas Manchas acinzentadas ou marrons na casca, falha no amadurecimento, aumento nas podrides Depresses superficiais, descolorao, podrides Depresses e podrides falha no amadurecimento, depresses superficiais, sabor desagradvel pouco desenvolvimento colorao, depresses, Alternaria Amolecimento, podrides de</p> <p>Berinjela Laranja Manga</p> <p>10 3 12</p> <p>Quiabo Melo Mamo Tomate de vez Tomate maduro</p> <p>7 7 12 13</p> <p>10</p> <p>encharcamento,</p> <p>SENSIBILIDADE DOS PRODUTOS S INJRIAS PELO FRIO Pouco sensveis: ameixa, caqui, figo, kiwi, ma, morango, pssego, uva, alho, aspargo, alface, beterraba, brcole, couve-flor, cenoura, cebola, ervilha, espinafre, milho doce, repolho Muito sensveis: abacate, abacaxi, banana, citros, goiaba, mamo, manga, maracuj, abbora, batata, berinjela, melancia, pepino, quiabo, pimenta</p> <p>Banana 2 semanas de armazenamento</p> <p>INJRIAS POR FRIO EM CAQUI</p> <p>Fonte: A. Kader</p> <p>Senescence breakdown</p> <p>Escaldadura superficial em ma e pra</p> <p>INJRIAS POR FRIO EM PSSEGO</p> <p>Escurecimento de polpa</p> <p>Lanosidade</p> <p>Com lanosidade</p> <p>Sem lanosidade</p> <p>Internal reddningFonte: Lurie &amp; Crisosto (2005)</p> <p>TRATAMENTOS PARA REDUZIR INJRIAS PELO FRIO Utilizar temperatura adequada Condicionamento atravs de temperatura (condicionamento trmico) Aquecimento intermitente Atmosfera modificada e controlada Aplicao de reguladores vegetais e produtos qumicos</p> <p>RECOMENDAO PARA O ARMAZENAMENTO DE ALGUMAS FRUTAS E HORTALIASPRODUTO TEMPERATURA DE TEMPO APROXIMADOARMAZENAMENTO DE CONSERVAO</p> <p>(OC) Abacaxi Alcachofra Alface Berinjela Figo Lima Tahiti Ma Manga Morango Pepino Pssego Tangerina Tomate (verde-maduro) Uva de mesa 10-12 0 0 10-12 0 9-10 -1 - 4 13 0 10-13 -0,5 - 0 4 13-15 -1,0 - -0,5 5 semanas 2-3 semanas 2 semanas 2-3 semanas 7-10 dias 2 meses 1-10 meses 3-4 semanas 5-7 dias 10-14 dias 2-4 semanas 1 ms 2-3 semanas 1-6 meses</p> <p>CONDICIONAMENTO TRMICOAplicao de baixa, moderada ou alta temperatura por curto perodo Aplicao de baixa, moderada ou alta temperatura por curto perodo antes do armazenamento refrigerado antes do armazenamento refrigerado</p> <p>Formao de protenas Formao de protenas de choque de calor (HSP) de choque de calor (HSP)</p> <p>Aumento na sntese Aumento na sntese de poliaminas de poliaminas</p> <p>HSPs mantm HSPs mantm oo metabolismo metabolismo normal em baixa normal em baixa temperatura temperatura</p> <p>Poliaminas funcionam Poliaminas funcionam como antioxidantes como antioxidantes ee protegem membrana protegem aamembrana celular celular</p> <p>Aumenta atividade de Aumenta atividade de enzimas antioxidativas: enzimas antioxidativas: Catalase Catalase Superoxido dismutase Superoxido dismutase Glutationa redutase Glutationa redutase Ascorbato peroxidase Ascorbato peroxidase</p> <p>Removem radicais livres Removem radicais livres Impedem peroxidao dos Impedem peroxidao dos lipdios da membrana lipdios da membrana</p> <p>Temperatura e durao da exposio utilizadas no condicionamento trmicoFruto Temperatura de Durao condicionamento (o C) Abobrinha Berinjela Limo Mamo Manga Melancia Pepino Pimento Tomate 15 10 15 21 12,5 20 26 37 10 12 40 2 dias 5-10 dias 7 dias 3 dias 4 dias 12 dias 4 dias 1 dia 5 dias 4 dias 3 dias Temperatura de armazenamento (o C) 2,5 ou 5 1 0-2 1 2 5 ou 10 0 ou 7 5 1, 4 ou 7 5 2</p> <p>AQUECIMENTO INTERMITENTEInterrupo do armazenamento refrigerado Interrupo do armazenamento refrigerado por um ou mais perodos de temperatura moderada por um ou mais perodos de temperatura moderada</p> <p>Realizado antes dos sintomas tornarem-se irreversveis</p> <p>Mantm o grau de insaturao Mantm o grau de insaturao dos cidos graxos da membrana dos cidos graxos da membranaAtiva Ativa enzimas antioxidativas enzimas antioxidativas</p> <p>Aumento na sntese Aumento na sntese de poliaminas de poliaminas</p> <p>Frequncia, temperatura e durao do aquecimento intermitente para alguns frutos, como forma de reduzir os danos de frioFruto Tem peratura de arm azenam ento (o C ) Frequncia do aquecim ento Tem peratura de aquecim ento (o C ) A bobrinha A m eixa 2,5 0 a cada 3 dias um a vez aps 10 dias Lim o Ma 2,0 0 a cada 21 dias U m a vez aps 6 a 8 sem anas P epino P im ento Tom ate 2,5 1 9 a cada 3 dias a cada 3 dias a cada 6 dias 20 21 20 1 dia 1 dia 1 dia 13 15 7 dias 5 dias 20 7-8 1 dia 7 dias D urao do aquecim ento</p> <p>Reguladores vegetaisAplicao de metil jasmonato Induz sntese de HSP (protenas de choque de calor) Induz sntese de poliaminas Aplicao de poliaminas Remove radicais livres Mantm estabilidade das membranas Aplicao de cido saliclico Induz sntese de HSP Ativa sistemas antioxidantes</p> <p>Concentraes de O2 e CO2 utilizadas em alguns frutos como forma de diminuir os danos de frioF ru to O2 (% ) CO2 (% ) T e m p e ra tu ra d e a rm a z e n a m e n to (o C ) A b a c a te 2 N o rm a l (2 1 ) A baca xi A b o b r in h a 3 21 1 N e c ta r in a P ra Pssego 1 1 1 0 ,2 5 N o rm a l Q u ia b o N o rm a l 10 10 0 5 N o r m a l ( 0 ,0 3 ) 5 1 ,5 5 0 20 4 -1 5 4 ,4 o u 7 ,2 4 ,5 8 5 2 ,5 0 - 1 ,0 0 5 1 5</p> <p> Alguns distrbios fisiolgicos esto associados a um desbalano enzimticos das enzimas que degradam a parede celular Enzimas envolvidas: Poligalacturonase Pectinametilesterase</p> <p> Alterao na degradao das pectinas da parede celular</p> <p>MTODOS PARA REDUZIR A LANOSIDADE Condicionamento trmico Aquecimento intermitente Alterao da atmosfera Atmosfera modificada Atmosfera controlada</p> <p> Importante: no bloquear totalmente o etileno</p> <p>CONDICIONAMENTO TRMICOAplicao de alta ou moderada temperatura por curto Aplicao de alta ou moderada temperatura por curto perodo antes do armazenamento refrigerado perodo antes do armazenamento refrigerado Pr-amadurecimento Pr-amadurecimento</p> <p>Mantm atividade enzimtica Mantm atividade enzimtica responsvel pela degradao da pectina responsvel pela degradao da pectinaReduz lanosidade Reduz lanosidade Desvantagem: perda de firmeza (30%)</p> <p>Pr-amadurecimento Pr-amadurecimento15 a 25oC durante 24 a 48 horas 15 a 25oC durante 24 a 48 horas 15oC durante 36-48 horas 15oC durante 36-48 horas 20oC durante 24-36 horas 20o C durante 24-36 horas 25oC durante 24 horas 25o C durante 24 horas 6-7 semanas a 0oC</p> <p>AQUECIMENTO INTERMITENTEInterrupo do armazenamento refrigerado Interrupo do armazenamento refrigerado por um ou mais perodos de por um ou mais perodos de temperatura moderada temperatura moderada Realizado antes dos sintomas tornarem-se irreversveisAumento na sntese Aumento na sntese de etileno de etileno Aumento na expresso das Aumento na expresso das enzimas que degradam a pectina enzimas que degradam a pectina</p> <p>AQUECIMENTO INTERMITENTEExemplo de aquecimento Exemplo de aquecimento intermitente para reduzir lanosidade intermitente para reduzir lanosidade</p> <p>10-12 dias 0oC 24 horas a 20oC + 3 semanas a 0oC 10-12 dias 0oC...</p>