Dispositivos oxigenio aula 2011

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CONTROLE DAS VIAS AREAS E VENTILAO

Prof. Samir Carvalho

O CONTROLE DAS VIAS AREAS no paciente traumatizado

Quando no se mantm a oxigenao e a ventilao, ocorre uma leso cerebral secundria; secundria; Assegurar a patncia das vias areas e manter oxigenao e ventilao de suporte reduo de leso cerebral - bom prognstico

Fisiopatologia

O trauma pode comprometer o Sistema respiratrio: respiratrio: No fornecimento de Oxignio Na reteno de dixido de carbono

Fisiopatologia

HIPOVENTILAO (TCE) HIPOVENTILAO

depresso neurolgica por obstruo vias areas

HIPOVENTILAO por diminuio da expanso pulmonar HIPOXEMIA por diminuio da oxignio da membrana alvelocapilar difuso

HIPOXIA oxigenao deficiente dos tecidos por diminuio do fluxo sanguneo para os alvolos ou capilares

Principais causas de ventilao Inadequada

Depresso da funo Neurolgica - Pela diminuio do volume minuto em conseqncia do relaxamento da lngua e rebaixamento do nvel de conscincia Obstruo Mecnica - Por corpos estranhos (prteses, dentes, dentes, osso, sangue, vmitos, etc) Reduo do volume minuto por diminuio da expanso pulmonar Choque

Tratamento (controle das vias areas)ASSEGURAR UMA VIA AREA PRVEA A PRIMEIRA PRIORIDADE NO TRATAMENTO E REANIMAO DO TRAUMATIZADO O USO DE QUALQUER UMAS DAS TCNICAS DE CONTROLE DS VIAS AREAS NECESSITA ESTABILIZAO SIMULTNEA DA COLUNA CERVICAL EM POSIO NEUTRA. NEUTRA. - Desobstruo manual - Aspirao

O CONTROLE DAS VIAS AREAS no paciente traumatizado

Quando no se mantm a oxigenao e a ventilao, ocorre uma leso cerebral secundria; secundria; Assegurar a patncia das vias areas e manter oxigenao e ventilao de suporte reduo de leso cerebral - bom prognstico

Tcnicas essenciais Controle da cervicalTRAO DA MANDBULA

Elevao do mento

Cnula orofarngea (guedel)

Mantm via area de pacientes inconscientes, sem reflexo vmito; Bloqueador de mordida; Tamanho adequado para cada paciente.

Cnula nasofarngea

Para pacientes com trauma cavidade oral, sem fratura base crnio; Tamanho adequado para cada paciente

CNULA NASAL (tipo culos)

Oferece concentraes de oxignio de 25 a 45% 45%, com fluxo de 1 a 6 l/min; l/min; Acima de 6l, resseca membranas mucosas; mucosas; Para pacientes conscientes. conscientes.

Mscara facial simples

Oferta de 40 a 60% de oxignio; Fluxo de 8 a 10 l/min; Oferece maior concentrao que a cnula nasal; Fluxos acima de 10 l/min no aumenta a concentrao de O2.

Mscara com reservatrio de oxignio com reinalao

Oferece concentraes de 35 a 60%, com fluxos de O2 de 6 a 10 l/min; Requer selamento firme na face.

Mscara com reservatrio de oxignio sem reinalao

No permite mistura do ar exalado; exalado; Assegura suporte de O2 a 100% 100%; O fluxo de O2 de 10 a 15 l/min. l/min.

No permitir colabamento do reservatrio

Tcnica para evitar o colabamento do reservatrio

Mscara de Venturi

Oferece concentraes de 24%, 28%, 35%, 40%, 50%; Indicaes: pacientes com DPOC.

Bolsa reanimadora (bolsa-vlvula(bolsa-vlvula-mscara)

Alto fluxo de oxignio a 100%, com fluxos ajustados a 15 l/min;

Oferece 21% de concentrao de oxigenio (ar ambiente) Oferece 40 a 60% de oxigenio.

Tubo endotraqueal

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Pacientes incapazes de proteger sua via area devido a perda dos reflexos protetores (PCR, coma); coma); Dimetros Mulheres adultas: 7 a 8 mm adultas: de DI Homens adultos: 8 a 8,5 adultos: mm de DI Crianas/adolescentes: Crianas/adolescentes: entre 2 e 6,5 mm DI

Combitubo esofagotraqueal

Indicaes: Dificuldade de ajuste da mscara facial Dificuldade e insucesso de intubao e ventilao difcil Permite ventilao dos pulmes e reduz chance de broncoaspirao de contedo gastrico; No requer visualizao das cordas vocais; Tam 37: para pacientes entre 1,40 e 1,80 m de altura. Tam 41: pacientes acima de 1,80 m de altura.

Mscara larngeaPacientes inconscientes Alternativa para o tubo ET Tamanhos variados: entre nr 1 e 6 No oferece proteo contra bronco-aspirao bronco-