Disciplina: Tópicos Avançados de Administração I Aula 2

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Disciplina: Tpicos Avanados de Administrao I Aula 2. Assunto : I setor, II setor, III setor e Redes sociais Professora Keilla Lopes Graduada em Administrao pela UEFS Especialista em Gesto Empresarial pela UEFS Mestre em Administrao pela UFBA. Quem so?. I setor II setor - PowerPoint PPT Presentation

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  • Assunto: I setor, II setor, III setor e Redes sociais

    Professora Keilla LopesGraduada em Administrao pela UEFSEspecialista em Gesto Empresarial pela UEFSMestre em Administrao pela UFBA

  • I setor

    II setor

    III setor

  • I setor Estado (governo ou setor pblico)

    II setor Mercado (setor Privado)

    III setor organizaes sem fins lucrativos e no governamentais (ONGs) que tem como objetivo gerar servios de carter pblico.

  • O Terceiro Setor composto por organizaes que atuam nas lacunas deixadas pelos setores pblico e privado, buscando a promoo do bem-estar social.

    No nem pblico nem privado, um espao institucional que abriga entidades privadas com finalidade pblica. Esta atuao realizada por meio da produo de bens e prestao de servios, com o investimento privado e estatal na rea social.

    Isso no significa eximir o governo de suas responsabilidades, mas reconhecer que a parceria com a sociedade permite a formao de uma sociedade melhor. Portanto, o Terceiro Setor no , e no pode ser, substituto da funo do Estado. A idia de complementao e auxlio na resoluo de problemas sociais.

  • Exemplos de organizaes do Terceiro Setor so as diversas organizaes no governamentais (ONGs), como: as cooperativas, as associaes, institutos, instituies filantrpicas, entidades de assistncia social , instituies religiosas, clubes de servios, entidades beneficentes, centros sociais e organizaes de voluntariado.

    As mais comuns so:*Fundaes *Organizaes da Sociedade Civil de Interesse Pblico (OSCIPs).

  • No Brasil temos 66 fundaesNos EUA tem 40.000 fundaes

    Que reflexo se faz destes dados...

  • Mais de 50 anosAtua no ensino fundamental, mdio, profissionalizante e educao de adultos. O alcance da ao social da Fundao Bradesco vai atualmente muito alm dos limites de suas 40 escolas: hoje so beneficiadas tambm comunidades prximas ou distantes, por meio dos programas de voluntariado, da educao distncia, dos Centros de Incluso Digital, dos cursos tcnicos gratuitos e programas de capacitao de professores da rede pblica que melhoram a qualidade do ensino em todo o pas. Os benefcios dessas aes j esto ao alcance inclusive dos deficientes visuais, para quem a Fundao disponibiliza ferramentas de acessibilidade em informtica, permitindo que eles usem computadores e naveguem na Internet.

  • A lei que regula as OSCIPs 1999. Esta lei traz a possibilidade das pessoas jurdicas (grupos de pessoas ou profissionais) de direito privado sem fins lucrativos qualificadas pelo Poder Pblico atuarem junto ao TS.Em geral, o poder pblico sente-se muito vontade para se relacionar com esse tipo de instituio, porque divide com a sociedade civil o encargo de fiscalizar o fluxo de recursos pblicos em parcerias. Quer dizer, a OSCIP uma organizao da sociedade civil que, no caso de parceria com o poder pblico, utilizar tambm recursos pblicos para suas finalidades, dividindo dessa forma o encargo administrativo e de prestao de contas. Assim, pode-se dizer que OSCIPs so ONGs, criadas por iniciativa privada, que obtm um certificado emitido pelo poder pblico federal ao comprovar o cumprimento de certos requisitos, especialmente aqueles derivados de normas de transparncia administrativas. Em contrapartida, podem celebrar com o poder pblico os chamados termos de parceria, que so uma alternativa interessante aos convnios para ter maior agilidade e razoabilidade em prestar contas

  • As organizaes do Terceiro Setor no visam o lucro, ou seja,no possuem fins lucrativos.

    Esta afirmao est correta ou errada?

  • PRIMEIRA:

    O lucro, em Direito, tudo que excede o custo de uma operao, o resultado positivo de uma atividade. Em outras palavras, lucro o dinheiro que sobra das atividades realizadas. possvel, e at comum, que uma entidade sem fins lucrativos obtenha lucro, basta que seja bem administrada!

    O que no ocorre a distribuio dos lucros, e sim, seu reinvestimento.

  • SEGUNDA: Uma outra coisa no ter finalidade lucrativa.A finalidade lucrativa depende do destino que se d ao lucro obtido nas atividades da entidade. Se os scios tm direito ao lucro existe finalidade lucrativa. Caso contrrio, no existe finalidade lucrativa. Para ser uma entidade sem fins lucrativos, uma organizao deve investir seu eventual lucro diretamente em sua misso institucional, em seu objeto social, a prpria razo de sua existncia. Portanto, no que no possa entrar dinheiro a mais como retorno do prprio trabalho, isso quer dizer apenas que este dinheiro deve ser reinvestido na prpria ao que o est gerando. Sendo assim, finalidade no lucrativa no quer dizer inexistncia de lucro.

  • O Cdigo Tributrio Nacional determina trs requisitos para que a entidade faa jus imunidade tributria relativa s suas rendas, patrimnio e servios relacionados s atividades essenciais da entidade: - No distribuir qualquer parcela de seu patrimnio ou de suas rendas, a qualquer ttulo; - Aplicar integralmente, no pas, os seus recursos na manuteno dos seus objetivos institucionais; Manter escriturao de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades capazes de assegurar a sua exatido.

    OBS: as doaes recebidas so deduzidas do imposto de renda das empresas donatrias, o que estimula esse tipo de apoio do setor privado.

  • A partir da Medida Provisria 66, as OSCIPs que optam por remunerar seus dirigentes podero ter iseno do Imposto de Renda (Lei n 9.532/97) e receber doaes dedutveis das empresas doadoras (Lei 9.249/95). OBS: At a edio dessa MP, a entidade que remunerava seus dirigentes perdia tais benefcios, conforme determinaes expressas nas leis especficas. A possibilidade de remunerar dirigentes permite que as organizaes tenham um quadro de dirigentes profissionalizado.

  • COMO SURGIU O TS?

  • Surgiu da necessidade do povo que no podia mais esperar para resolver as questes sociais.

    Surgiu para auxiliar o Estado a lidar com as crescentes necessidades sociais.

    Da observao de que os dois primeiros setores eram ineficientes na promoo do desenvolvimento dos interesses do povo, uma vez que o governo s agia na superfcie dos problemas, e o mercado, cujo nico objetivo sempre foi o lucro, no se interessava por questes coletivas, envolvendo sociedade ou meio ambiente, mas apenas por questes individuais.

  • SE SURGIU DE UMA NECESSIDADE DO POVO ENTO SURGIU AO MESMO TEMPO NO PLANETA INTEIRO?

  • Embora seja um fenmeno global, sua trajetria no foi igual em todos os lugares do mundo.

    Inicialmente, surgiu aps a Segunda Guerra Mundial que foi um conflito blico ocorrido entre 1939-1945 envolvendo as foras armadas de mais de setenta pases (Polnia, Alemanha,Frana, Itlia, Unio Sovitica, EUA, Gr-Bretanha,China, Japo,etc)

    Somente a partir da dcada de 70 este termo comea a fazer parte do vocabulrio sociolgico corrente no Brasil.

  • No Brasil surgem por volta de 1970. Inicialmente apareceram ONGs militantes, grupos informais que condenavam o regime poltico em vigor e tinham como objetivo a reestruturao da sociedade civil. Preocupavam-se com a defesa dos direitos de grupos especficos (negros, ndios, mulheres, idosos, deficientes) e com as questes ambientais. Embora existiam ainda as entidades destinadas a promover a cultura, o esporte e lazer. Eram, organizaes de natureza poltico-social, muitas delas organizadas por pastorais da Igreja Catlica.

    na dcada de 1990 que as ONGs latinas sofrem sua mais grave crise financeira. As agncias de cooperao internacional passam a ter como foco de preocupao a redemocratizao do Leste Europeu, e as ONGs tm de buscar condies prprias para sobreviverem atravs de novos meios, como a profissionalizao.

    A mdia s comeou a reconhecer as ONGs durante a ECO'92 Conferncia das Naes Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento realizada no Rio de Janeiro, considerada o maior evento ambiental do sculo 20

  • Nas dcadas de 1990 e 2000 inaugurada uma nova era na qual o mercado tenta compreender a importncia do conceito de responsabilidade social e os empresrios passam a se preocupar com a confeco de produtos seguros e produzidos sem danos ambientais. Aparece a noo de filantropia empresarial, que abre caminho para a parceria entre empresas e Terceiro Setor, ainda que sua contribuio para a verba filantrpica global no represente mais do que 10% do total.

    O Terceiro Setor revelou-se de extrema importncia no quetange s relaes entre Estado e Sociedade, e foi, o setor que mais cresceu, gerou empregos (TAMAR, Galpo e MOC) e movimentou recursos nos ltimos vinte anos, constituindo-se num novo setor da economia o da economia social

  • uma das formas de representao dos relacionamentos (afetivos ou profissionais) dos seres entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mtuos.

    Tambm, um grupo de indivduos que possuem identificaes semelhantes.

    Uma forma de compartilhamento de idias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e tambm valores a serem compartilhados.

  • Redes sociais so redes de comunicao que envolvem a linguagem simblica e limites culturais. So tambm consideradas como uma medida de poltica social que reconhece e incentiva a atuao das redes de solidariedade local no combate pobreza e excluso social e na promoo do desenvolvimento local.

    As redes sociais so capazes de expressar idias polticas e econmicas inovadoras com o surgimento de novos valores, pensamentos e principalmente atitudes.

    fortemente incentivada pela ampla informao compartilhada por todos, sem canais reservados e fornecendo a formao de uma cultura participativa.

    Favorecida pelo desenvolvimento das tecnologias de comunicao e da informao, globalizao e a evoluo do conhecimento cientfico etc. As redes sociais unem indivduos organizando-os em relao aos seus objetivos e/ou interesses em comum.

  • Carta de Didi (na pasta TS)

    BBB10 (na pasta TS)

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