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  • PS-GRADUAO EM

    GESTO DE PESSOAS COM NFASE EM

    RECURSOS HUMANOS

    DISCIPLINA

    COMUNICAO E RELACIONAMENTO

    INTERPESSOAL

    PROFESSOR

    ME. DIGENES ALEXANDRE DA COSTA LOPES

    NOVO PROGRESSO PA MAIO - 2017

  • CURRCULO RESUMIDO DO PROFESSOR

    Mestre em enfermagem pela Universidade Guarulhos (UnG-SP), ps-graduado em gerontologia pela Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG). Coordenador do curso de enfermagem da Faculdade do Vale do Jurena (AJES-MT) campus Guarant do Norte - MT. Experincia em Enfermagem, com nfase em gerontologia, ateno primria, administrao, urgncia e emergncia. Experincia em credenciamento de instituies de educao superior e de reconhecimento e renovao de reconhecimento de cursos de graduao. Endereo para acessar este CV:http://lattes.cnpq.br/7804237316809929

    EMENTA E BIBLIOGRAFIA

    Ementa Estudos sobre relacionamento interpessoal e perspectivas; Relacionamento com o

    grupo, a criatividade e a tomada de deciso; Como lidar com as pessoas no ambiente

    de trabalho; Processo de Comunicao; A linha da conversao; A construo da

    percepo; A percepo como forma de refinar a compreenso.

    REFERNCIA BOBLIOGRFICA

    AGUIAR, Maria aparecida Ferreira de. Psicologia aplicada administrao: Uma

    introduo psicologia organizacional. 2 ed. So Paulo, Atlas, 1988.

    ARRUDA, ngela (org.). Representando a alteridade. Petrpolis, Editora Vozes,

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    BARBOSA, Leila Maria; MANGABEIRA, Wilma C. A incrvel histria dos homens e

    suas relaes sociais. 10 ed. Petrpolis, Vozes, 1991.

    BERGAMINI, Ceclia Whitaker. Motivao. So Paulo, Atlas. 1989.

    BOURDIEU, Pierre: PASSERON, Jean-Claude. A reproduo: elementos para uma

    teoria do sistema de ensino. 02 ed. Rio de Janeiro, Livraria Francisco Alves Editora

    S.A., 1982.

    DERKOSKI, Joo Luiz. A Cooperao Palestra, SEBRAE/MT, 2002.

    DERKOSKI, Joo Luiz. Educao popular na viso de Paulo Freire: criao da

    cooperativa dos trabalhadores e produtores de materiais reciclveis de Mato Grosso

    Ltda. Dissertao de Mestrado, Cuiab, UNIC, 2002.

    DORIN Lanny. Psicologia Geral: Enciclopdia de Psicologia Contempornea. Editora

    Iracema Ltda. So Paulo. 1977.

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    FREIRE, Paulo. Educao como prtica da liberdade. Rio e Janeiro, Paz e Terra,

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    FREIRE, Paulo. Conscientizao: teoria e prtica da libertao. 3 ed. So Paulo,

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    FORQUIN, Jean-Calude. Escola e cultura: as bases sociais e epistemolgicas do

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    FRITZEN, Silvino Jos. Janela de Johari: exerccios vivenciais de dinmica de grupo,

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    MCLAREN, Peter. Rituais na Escola: em direo a uma economia poltica de

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    MINICUCCI, Agostinho. Dinmica de grupo: Teoria e sistemas. 3 ed., So Paulo,

    Atlas, 1991.

    MINICUCCI, Agostinho. Psicologia aplicada administrao. 4 ed. So Paulo, Atlas,

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    MUCHIELLI, Roger. O trabalho em equipe. So Paulo, Livraria Martins Fontes

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    PERRENOUD, Philippe. A prtica reflexiva no ofcio de assistente social:

    Profissionalizao e Razo Pedaggica. Porto Alegre, Artmed Editora, 2002.

  • SENGE, Peter. A quinta disciplina: caderno de campo: estratgias e ferramentas para

    construir uma organizao que aprende. Rio de Janeiro, Qualitymark. 1997.

    SILBERMAN, Melvin L. Desvendar pessoas: como desenvolver e melhorar seus

    relacionamentos. Rio de Janeiro, Campus, 2001.

    THOMASON, Calvin Cornelius; CLEMENTE, A. Frank. Relaes humanas:

    problemas e casos no trato das pessoas. 7 ed., So Paulo, IBRASA, 1978.

    WEIL, Pierre. Amar e ser amado. Rio de Janeiro, Editora Civilizao Brasileira S.A.,

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    WEIL, Pierre. O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicao no verbal.

    Petrpolis, Vozes, 1986.

    WEIL, Pierre. Relaes Humanas na famlia e no trabalho. Rio de Janeiro, Editora

    Civilizao Brasileira S.A., 1966.

  • Importncia da disciplina

    As relaes interpessoais no trabalho uma preocupao constante de

    pensadores sobre a gesto das organizaes que se relacionam com o pblico. Tudo

    comea pela abordagem humanstica na escola das Relaes Humanas.

    Atualmente o paradigma da materializao consumista de ter a qualquer preo

    e da competio vem mostrando um estado de desagregao social e o homem

    mquina j no se admite mais.

    O sculo XXI em mostrando que a relao homem-mquina no tem servido

    para a qualidade de vida do ser humano. Como diz Mocovici (1995):

    O relacionamento humano est passando por uma crise aguda de consequncias

    imprevisveis. medida que a mecanizao do mundo prossegue aceleradamente, a

    relao humana fica abalada, deformando-se em direo sua prpria mecanizao.

    Aumenta a tendncia de ver o outro como objeto, instrumento de sua prpria

    satisfao.

    E Completa:

    H um evidente e imenso descompasso entre progresso tecnolgico e

    progresso social em termos de qualidade de vida. O primeiro cresce em ritmo

    exponencial enquanto o outro se arrasta penosamente como um rptil, com

    retrocessos inexplicveis. (MOSCOVI, 1995, p. 61)

    Na vida individual trabalhar deveria significar a satisfao de ser til. O

    trabalho deveria completar a criao, recriao, pertencimento, autoestima e

    reconhecer sua importncia na construo de um mundo e de uma vida melhor para

    todos. O local de trabalho deve ser o comeo, o caminho e por que no dizer fator de

    felicidade.

    O animal homem s se humaniza e barbariza na presena de seus

    semelhantes, dependendo da posio que assume polariza uma ou outra posio,

    possibilidade admitida somente na convivncia social.

    Conviver socialmente significa manter relaes interpessoais, viver em contado

    com os outros diferentes em vrios sentidos e pelo reconhecimento e respeito

    dessas diferenas que tudo deve comear.

    Para o gestor, o primeiro passo no aperfeioamento de sua prtica social

    desenvolver a habilidade no tratar com pessoas e para isto, se torna importante o

    conhecimento de como so estruturadas e que fatores influenciam seu

    comportamento.

  • Se voc entender a natureza das pessoas, se souber por que fazem as coisas,

    se souber por que agem e reagem sob certas condies, s ento voc poder se

    tornar um gestor de sucesso.

    Isto porque quando refletimos sobre nossa prtica tambm trazemos

    reflexo da nossa histria, nossos hbitos, famlia, cultura, gostos, averses, relaes

    com os outros, angstias e nossas obsesses (PERRENOUD, 2002).

    As pessoas so diferentes. Tm personalidades diferentes e comportamentos

    diferentes. Cor, raa, credo, aspiraes... nos fazem diferentes. Mas, tudo isso, no

    nos faz desiguais. O preconceito que nos torna desiguais. No existem relaes

    interpessoais (educativas) produtivas onde existe o preconceito. (DERKOSKI, 2003)

    No ensino sem o reconhecimento das diferenas biolgicas, genticas,

    congnitas e funcionais: cor da pele, estatura, resistncia fsica, composio do

    sistema nervoso, muscular e sseo, portador ou no de alguma deficincia, mental;

    das patrocinadas pelas aes ambientais, representadas pela cultura, solo, fauna,

    flora, clima; e ainda as dependentes da estrutura psquica, personalidade, neuroses,

    psicoses, complexos e outros fenmenos ligados ao consciente e inconsciente, a

    prtica pedaggica no funciona.

    O preconceito se reflete nas relaes pessoais baseadas nas aparncias e

    heranas culturais. Algum j afirmara Quem preconceitua se esquece, o sofredor

    nunca.

    Tentar compreender a alteridade, isto , a relao com os/as outros/as, um

    tema candente no cenrio internacional contemporneo. A xenofobia e o racismo, as

    guerras tnicas, o preconceito e os estigmas, a segregao e a discriminao

    baseadas na raa, na etnia, no gnero, na idade ou na classe social so fenmenos

    amplamente disseminados no mundo, e que implicam em altos graus de violncia.

    Todos eles so manifestaes de no reconhecimento dos/das outros/as como seres

    humanos, com os mesmos direitos que os nossos (JELIN, 2003).

    Alteridade seria, portanto, a capacidade de conviver com o diferente, de se

    proporcionar um olhar interior a partir das diferenas. Significa que eu reconheo o

    outro tambm como sujeito de iguais direitos. exatamente essa constatao das

    diferenas que gera a alteridade (JELIN, 2003).

    A intolerncia, geralmente pela incapacidade de perceber o universo de inter-relaes

    scias e culturais determinantes de uma dad

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