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PROCESSO CAUTELAR

AULA N 07 - Data: 15/04/2013PETRLEO ( ICMS pode incidir desde que no seja vendido para fins de comercializao ou industrializao

Suponhamos usina aqui regio para dentro seu processo industrializao realizar sua atividade. Nessa operao no vai incidir ICMS, porque no incide operao com petrleo, somente quando ele for utilizado como consumo.

O recolhimento do ICMS acontece no Estado de consumo (destino) e no no Estado onde ocorre a venda. Ex.: no caso do petrleo no tem alquota estadual, vou pagar no Estado de consumo, diferentemente das demais operaes.

?????????Nos demais casos: energia ao contrrio do petrleo incide integralmente e eu pago no Estado de onde saiu o bem

ICMS Servios ( transporte interestadual e intermunicipal

Interestadual: paga ICMSIntermunicipal: paga ICMSAspecto material:Realizar transporte de mercadorias ou cargas, entre dois estados ou dois municpiosAspecto espacial:Onde eu reolho: eu recolho no estado de onde se iniciar o transporte

Aspecto temporal: quando comear/quando se inicia-se o servio de transporte: documento fiscal ( conhecimento de transporte (documento que indica a realizao do transporte).

Aspecto quantitativo:BC vs alquota

Base de clculo: valor do transporte

Alquota aquela definida pelo estado

A alquota interna no pode ser menor que a interestadual

Transporte interestadual: recolhe alquota interestadual ( cidado l da frente recolhe o diferencial de alquota

Aspecto pessoal:S.Passivo: o transportador

Sujeito Ativo: o EstadoICMS transporte: incide ICMS sobre exportao de bens? No incide ICMS na exportao de bens.Suponhamos que Magazine Luiza vai vender TV para a Itlia. No tem incidncia de ICMS porque toda e qualquer operao que destine mercadoria para o exterior no tem ICMS. O objetivo ao tirar o ICMS da exportao diminuir o valor agregado ao bem. No instante que eu corto o tributo o preo do produto diminui.

Suponhamos que nesse caso: O Magazine esta em Rib. Preto e a TV vai sair do Porto de Santos. E Transportadora vai cobrar frete. S vai at Santos por conta de exportao e por isso esta IMUNE. Como esse transporte o objetivo final a exportao esse transporte no incidir. Tem os dois entendimentos

No incidncia: o objetivo da imunidade diminuir o preo. Assim tudo aquilo, isto , tudo aquilo que gravita a exportao estaria imune.

Entendimento diverso: o que est imune a exportao e no o servio que o leva no transporte outro servio totalmente diferente.

Servio de transp. Municipal para regies metropolitanas: So Paulo, Barueri, Embu das Artes, Campinas, Limeira, Jaguariuna. No h em termos constitucionais que tire a obrigao de pagar imposto esse transporte. S no Estado de So Paulo. No Estado de S.P. tenho hiptese de iseno, por meio de Lei Ordiria.***MEIO ponto de trabalho:

Comunicao: servio pelo qual consigo enxergar: emissor receptor e um canal de comunicaoEx.:Televiso: simTelefone: sim

Internet: sim

Outdoor: ser comunicao desde que vc. estabelea uma premissa que tenha emissor receptor e canal de comunicao (apensar de que neste caso no h nada que ligue a pessoa e o autdoor, a no ser o ar)

Onde incide esse ICMS: no local da emisso. Ex.: ligao telefnica. Sai daqui at Natal. O ICMS incide no local onde se inicia o processo. Quem paga quem proporcionou o servio de comunicao.A base de clculo o valor da comunicao e a alquota estabelecida pelos Estados.

CND Arts. 205 e 206 - CTN Certido Negativa de Dbito uma certido dada ao contribuinte para indicar a inexistncia de dbitosQuem tem direito:

1 quem no tem dbito

2 dbito no vencido

3 Suspensa (caso de parcelamento - causa de exigibilidade suspenso)

4 Garantido/PenhoraH.I

F.G

Lcto. R.A

D.A. EFPENHORA

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Hiptese de incidnciaFato geradorLanamento: Recurso Administrativo

Dvida Ativa

Execuo Fiscal

Penhora

At o lanamento no tem dbito e ele tem direito a CND

Depois do lanamento s com causa extintiva do pagamento do dbito

Crdito no vencido: dbito lanado dentro do prazo de pagamento: tem direito de CND

Ocorreu lanamento e passou prazo de pagamento: recurso administrativo ( tem direito a CND porque o recurso adm. Suspende o dbito cobrado

O ajuizamento no suspende a cobrana do dbito, s tutela antecipada ou liminar ai sim tenho causa suspensiva do dbito tributrio e posse falar em CND

Julgou improcedente ( no tenho + causa suspensiva ( no tenho + direito a certido Tenho que provocar alguma outra causa suspensiva ( parcelamento ( ao judicial com tutela antecipada (

Suponhamos que no promova a ta. Fico sem certido CND at a penhora

Vamos propor ao anulatria com ta. Comprova o perigo da demora mas no a verossimilhana ( juiz no concedePosso oferecer cauo, propondo medida judicial para caucionar um bem.

Obs.> Toda vez q no tenho + como obter causa suspensiva posso propor medida cautelar para antecipar garantia e peo liminar para dar direito a uma CND.***Outro TRABALHO:AS CAUSAS CONSTANTES DO CTN QUE SUSPENDE O CRDITO TRIBUTRIO SO TAXATIVAS?OU PODE SER OUTRAS SE NO AQUELAS CONSTANTES DO CTNMoratriaDepsito

Pagamento

Deciso que concedeu efeito suspensivo a apelao.

A condio efeito suspensivo revigora a ta.

O rol do CTN no taxativo essa deciso tambm d direito a CND que no est no CND.

VC DEVE RESPONDER SE O ROL DO CTN ou NO TAXATIVO!

Domiclio tributrio ( pode ser onde a pessoa reside ou trabalha. Ela pode escolher.Em termos de pessoa jurdica o local onde a empresa tem sede. Pode ser tanto a matriz como sua filial. Cada uma delas tem autonomia para isso

Em termos domiclio tributrio pode escolher mas no a seu bel prazer. Tem que ser aquele cujo conceito vem l do CC. Onde mantm atividade pessoal ou profissional

Como funciona a fiscalizao tributria: unio estados e municpios tem direito de fiscalizar os seus contribuinte: ISS, IPTU

O Estado: do ICMS do ITCMD e IPVA

Unio: IR. ITR. IPI, importao exportao

Limites: um no pode solicitar documentos que dizem respeito a competncia do outro ente tributanteEm termos de fiscalizao: os Municpio estados e Unio podem fiscalizar mas s podem exigir documentos fiscais correspondentes a seus imposto e no dos impostos dos outros. E o fisco s pode exigir documentos fiscais ele no pode exigir documentos pessoais, Ex.: agenda pessoa, relao de todos os seus clientes, que informao empresarial e confidencial.IMPOSTO DE IMPORTAOTem alguns tributos com caractersticas extrafiscal e outros com caracterstica fiscal e outros com caracterstica parafiscal.ISS caracterstica fiscal ( objetivo arrecadar

IMPOSTO IMPORTAO e EXPORTAO ( caracterstica extrafiscal ( alm de arrecadar tem objetivo criar outras funes - Ex.: Brasil precisa importar bens da China. Diz produtos que vem da China diz alquota de 2%. Brasil no quer + importar produtos da Argentina = aumenta a alquota.

Finalidade de controlar a entrada e sada de mercadoria e no a inteno de aumentar o valor arrecadado, ou seja, objetiva influir a economia, regular a economia e no de arrecadar.

Aspecto material:Importar bem = quais: qq bens

***Aspecto temporal: quando se da a incidncia do imposto de importao:Quando do desembarao aduaneiro

|( suponhamos q vc faa a importao ( incio em 22.04.2013 ( em 25.04.2013 = contrato ( 30.04.2013 = pagamento ( remea em 02.05.2013 ( chegada em 05.05.2013 ( desembarao aduaneiro em 20.05.2013|( suponhamos que a alquota de importao em 05.05.2013 foi de 20% e um pouco antes do desembarao aduaneiro a alquota foi para 75%, sendo est a que prevalecer, a alquota na poca do desembarao aduaneiro.

|( imposto de importao tem objetivo extra fiscal: no arrecadatrio e sim para regular a economia.

|( sua majorao no precisa respeitar quaisquer anterioridades, nem de exerccio nem a nonagezimal

|( a instituio depende de lei a majorao no precisa de lei, o que ocorre tambm no IOF.Aspecto espacial: onde acontece a incidncia do imposto:Na alfndega

Aspecto pessoal: quem o contribuinSujeito Ativo: Unio

Sujeito passivo: ImportadorAspecto quantitativo:

BC VS Alquota

Valor do bem importadoAlquota um percentual determinado pela Unio e pode variar de acordo com a necessidade econmica.

Detalhe o imposto de importao tem uma caracterstica extrafiscal = o fato de o imposto no ter caracterstica arrecadatria e sim regulatria. A Unio utiliza dele para regular a economia. Imposto de importao: No preciso respeitar o princpio da legalidade do art. 146 da CF que prev Lei Coplementar para majorar imposto. Vc pode majorar o valor do imposto via decreto no precisa de lei complementar.

***Qual a lgica disso toda vez que tenho uma norma para regular um imposto no preciso de lei para major-lo.Para instituir precisa-se de Lei. O intervalo entre as alquotas (percentuais) deve estar previsto na lei. Da o decreto que instituir a majorao deve respeitar a lei. A lei diz que a alquota de ser de 20% e 80%. Ento o decreto tem que trabalhar entre esses dois limites.

Imposto de importao institudo ou majorado hoje pode ser cobrado a partir de amanh = no precisa respeitar as anterioridades.Quando da instituio do imposto deve-se respeitar a legalidade.

VAI CAIR NA PROVA:

Contrato de importao assinado em changai hoje (15-04-2013) esse bem sai l da china em 30-04-2013. Chega ao Brasil em 06-05-2013. O desembarao aduaneiro 20-05-2013. A alquota da sada da china de 10%. Em 18-05-2013 a alquota foi para 40%. Dever incidir essa nova alquota porque o aspecto temporal d-se no desembarao aduaneiro. ----------------------------------