Direito Financeiro Controle Externo

Download Direito Financeiro Controle Externo

Post on 20-Dec-2015

11 views

Category:

Documents

1 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Direito Financeiro Controle Externo

TRANSCRIPT

<ul><li><p>Questes</p></li><li><p>Cap tu lo 9</p><p>Questes de Concursos</p><p>9.3. Outras Questes de Concursos (Perodo 2008-2012)</p><p>201. (Procurador de Contas/TCERR/2008) A Constituio Federal, quando se refere ao oramento pblico, veda aa) vinculao de receita de impostos a rgo, fundo ou despesa, sem qualquer ressalva.b) realizao de despesas ou a assuno de obrigaes diretas que excedam os </p><p>crditos oramentrios ou adicionais.c) concesso ou utilizao de crditos limitados.d) transposio, o remanejamento ou a transferncia de recursos de uma categoria de </p><p>programao para outra ou de um rgo para outro, sem autorizao do Ministro da Fazenda.</p><p>e) instituio de fundos de qualquer natureza, sem autorizao expressa do Chefe do Poder Executivo.</p><p>202. (Procurador de Contas/TCERR/2008) Considere as seguintes afirmaes:I. A lei de diretrizes oramentrias estabelecer, de forma regionalizada, dire-</p><p>trizes, objetivos e metas da administrao pblica federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de durao continuada.</p><p>II. A lei oramentria anual compreender o oramento fiscal, o oramento de investimento das empresas estatais e o oramento da seguridade social.</p><p>III. A lei oramentria anual no conter dispositivo estranho previso da receita e fixao da despesa, incluindo-se nessa proibio a autorizao para abertura de crditos suplementares e a contratao de operaes de crdito.</p><p>IV. Caber lei complementar dispor sobre o exerccio financeiro, a vigncia, os prazos, a elaborao e a organizao do plano plurianual, da lei de diretrizes oramentrias e da lei oramentria anual.</p><p>Est correto o que se afirma SOMENTE ema) I e II. d) II e IV.b) I e IV. e) III e IV.c) II e III.</p></li><li><p>Direito Financeiro e Controle Externo I Valdecir Pascoal ELSEVIER</p><p>4</p><p>Sr ie P rovas e Concursos</p><p>203. (Procurador de Contas/TCERR/2008) Dispe a Constituio Federal que os recursos correspondentes s dotaes oramentrias, compreendidos os crditos suplemen-tares e especiais, destinados aos rgos dos Poderes Legislativo e Judicirio, do Ministrio Pblico e da Defensoria Pblica, ser-lhes-o entregues, em duodcimos, at o diaa) 10 de cada ms, na forma da lei complementar.b) 20 de cada ms, na forma da lei complementar.c) 30 de cada ms, na forma da lei ordinria.d) 15 de cada ms, nos termos do decreto executivo.e) 25 de cada ms, nos termos do decreto executivo.</p><p>204. (Procurador de Contas/TCERR/2008) A Lei no 4.320/64 classifica as despesas e as receitas pblicas, dispondo que as dotaes para despesas s quais no corresponda contraprestao direta em bens ou servios, inclusive para contribuies e subven-es destinadas a atender manifestao de outras entidades de direito pblico ou privado, comoa) Despesas de Custeio.b) Transferncias de Capital.c) Investimentos.d) Transferncias Correntes.e) Inverses Financeiras.</p><p>205. (Procurador de Contas/TCERR/2008) A Lei de Responsabilidade Fiscal e a Consti-tuio Federal dispem que as disponibilidades de caixa da Unioa) sero depositadas no Banco Central do Brasil; as dos Estados, do Distrito Federal, </p><p>dos Municpios e dos rgos e entidades do Poder Pblico e das empresas por ele controladas, em instituies financeiras oficiais.</p><p>b) sero depositadas no Banco do Brasil; as dos Estados e do Distrito Federal, na Caixa Econmica Federal, e as dos Municpios e dos rgos e entidades do Poder Pblico e das empresas por ele controladas, em instituies financeiras oficiais.</p><p>c) e dos Estados sero depositadas na Caixa Econmica Federal; as do Distrito Fe-deral, dos Municpios e dos rgos e entidades do Poder Pblico e das empresas por ele controladas, no Banco do Brasil.</p><p>d) e dos Estados sero depositadas no Banco Central do Brasil; as dos Municpios, no Banco do Brasil, e dos rgos e entidades do Poder Pblico e das empresas por ele controladas, em instituies financeiras autorizadas.</p><p>e) e do Distrito Federal sero depositadas na Caixa Econmica Federal; as dos Es-tados, nas Caixas Econmicas Estaduais e as dos Municpios no Banco do Brasil.</p></li><li><p>Captulo 9 I Questes de Concursos</p><p>5</p><p>Sr ie P rovas e Concursos</p><p>206. (Procurador de Contas/TCERR/2008) Atualmente, a legislao brasileira permite ao Banco Central do Brasila) emitir ttulos da dvida pblica.b) comprar diretamente ttulos emitidos pela Unio para refinanciar a dvida mobi-</p><p>liria federal que estiver vencendo na sua carteira.c) comprar ttulo da dvida pblica, na data de sua colocao no mercado.d) conceder garantia.e) conceder, direta ou indiretamente, emprstimos ao Tesouro Nacional.</p><p>207. (Procurador de Contas/TCERR/2008) Conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal, equiparam-se a operaes de crdito, mas NO est vedadaa) a assuno de obrigao, sem autorizao oramentria, com fornecedores para </p><p>pagamento a posteriori de bens e servios.b) a captao de recursos a ttulo de antecipao de receita de tributo ou contribuio </p><p>cujo fato gerador ainda no tenha ocorrido, sem prejuzo do disposto no 7o do art. 150 da Constituio.</p><p>c) o recebimento antecipado de valores de empresa em que o Poder Pblico detenha, direta ou indiretamente, a maioria do capital social com direito a voto, salvo lucros e dividendos, na forma da legislao.</p><p>d) a assuno, o reconhecimento ou a confisso de dvidas pelo ente da Federao, sem prejuzo do cumprimento das exigncias previstas na referida lei.</p><p>e) a assuno direta de compromisso, confisso de dvida ou operao assemelha-da, com fornecedor de bens, mercadorias ou servios, mediante emisso, aceite ou aval de ttulo de crdito, no se aplicando essa vedao a empresas estatais dependentes.</p><p>208. (Procurador de Contas/TCERR/2008) Acerca do tema Controle da Administrao Pblica, correto afirmar que o controle administrativo exercidoa) apenas pelo Poder Executivo, sobre atividades de gesto e administrao desem-</p><p>penhadas necessariamente pelos rgos desse Poder.b) apenas pelo Poder Executivo, sobre atividades administrativas, jurisdicionais e </p><p>legislativas desempenhadas por qualquer dos Poderes.c) somente pelo Poder Executivo, sobre atividades desempenhadas por rgos da </p><p>Administrao Direta apenas, dada a autonomia administrativa e financeira das entidades da Administrao Indireta.</p><p>d) por qualquer dos Poderes, sobre as atividades administrativas desempenhadas por seus prprios rgos.</p><p>e) por qualquer dos Poderes, sobre atividades de gesto e administrao desempe-nhadas necessariamente pelo Poder Executivo, dada a repartio constitucional de competncias.</p></li><li><p>Direito Financeiro e Controle Externo I Valdecir Pascoal ELSEVIER</p><p>6</p><p>Sr ie P rovas e Concursos</p><p>209. (Procurador de Contas/TCERR/2008) O controle legislativoa) aquele exercido pelos Poderes Judicirio ou Executivo sobre as atividades do </p><p>Poder Legislativo.b) essencialmente prvio (ou a priori), ficando o controle posterior (ou a posteriori) </p><p>a cargo do Poder Judicirio.c) de competncia originria do Tribunal de Contas, cuja ao fiscalizatria sobre </p><p>os rgos da Administrao Pblica possui natureza essencialmente poltica.d) pode ser ampliado mediante previso de nova modalidade desse controle em lei </p><p>complementar.e) permite analisar, alm da legalidade, a legitimidade de decises administrativas.</p><p>210. (Procurador de Contas/TCERR/2008) Considere as seguintes assertivas:I. qualquer cidado, partido poltico, associao ou sindicato parte legtima para </p><p>denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Tribunal de Contas.II. os requisitos de idades mnima e mxima, assim como de tempo mnimo de </p><p>exerccio de funo a exigir conhecimentos especficos so comuns para nome-ao tanto de Ministros do Tribunal de Contas da Unio como de Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Roraima.</p><p>III. nos casos de ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas, sero apli-cadas as sanes previstas em lei, e as eventuais multas que vierem a incidir no guardaro relao com o tamanho do dano causado ao errio pblico.</p><p>Est correto o que consta SOMENTE ema) I. d) I e II.b) II. e) II e III.c) III.</p><p>211. (Procurador de Contas/TCERR/2008) Dentre as atividades que competem ao Tribunal de Contas do Estado de Roraima est:a) realizar inspees e auditorias de natureza contbil, financeira, oramentria, </p><p>operacional e patrimonial, que dependero da iniciativa da Assembleia Legislativa ou das Cmaras Municipais.</p><p>b) prestar as informaes solicitadas pela Assembleia Legislativa, Cmaras Munici-pais ou por qualquer de suas comisses sobre a fiscalizao contbil, financeira, oramentria, operacional e patrimonial e sobre resultados de auditorias e ins-pees realizadas.</p><p>c) recomendar Assembleia Legislativa a aplicao das sanes legais aos respon-sveis por ilegalidades de despesas ou irregularidades de contas, dada a limitao do Tribunal de Contas ao exerccio do poder sancionatrio.</p><p>d) fiscalizar, observada a legislao pertinente, o clculo das quotas do Imposto Sobre Servios devidas aos Municpios.</p></li><li><p>Captulo 9 I Questes de Concursos</p><p>7</p><p>Sr ie P rovas e Concursos</p><p>e) aplicar as penalidades previstas em Lei no caso de despesa ilegal decorrente de contrato j executado, no cabendo, entretanto, a anlise da economicidade das despesas realizadas, pois isso pressupe anlise do mrito do ato, vedada ao Tribunal de Contas.</p><p>212. (Procurador de Contas/TCERR/2008) Conforme entendimento sumulado do Supremo Tribunal Federal, no que se refere constitucionalidade das leis e dos atos do Poder Pblico, o Tribunal de Contasa) poder apreci-la, quando no exerccio de suas atribuies.b) poder apreci-la tanto pela via difusa como pela concentrada.c) no poder apreci-la, mas poder exercer a fiscalizao e o controle de contas.d) no poder apreci-la, ficando tal funo a cargo exclusivo do Poder Judicirio.e) no poder apreci-la, dada a natureza administrativa dos seus atos.</p><p>213. (Procurador do Banco Central do Brasil/Bacen/2009) Determinado municpio contraiu emprstimo do tipo operao de crdito por antecipao de receita oramentria (ARO), em 31/1/2009. A lei oramentria desse municpio, para o exerccio de 2009, foi aprovada pela Cmara de Vereadores somente em 10/2/2009. Nessa situao, correto afirmar quea) no haveria necessidade de autorizao legislativa para a contratao da operao </p><p>de ARO.b) a receita a ser obtida com a operao de ARO deve estar prevista na lei oramen-</p><p>tria.c) a operao de ARO somente se deve destinar a atender insuficincia de caixa.d) a receita a ser obtida deve ser contabilizada como receita de capital.e) os adicionais incidentes devem ser contabilizados como despesa de capital, quando </p><p>o municpio pagar pela operao.</p><p>214. (Procurador do Estado/PGECE/2008) Na elaborao da Lei Oramentria Anual (LOA), foi includa a contratao de operaes de crdito por antecipao de receita. A partir dessa informao, assinale a opo correta.a) A Constituio Federal prev que s podem constar da LOA dispositivos acerca da </p><p>previso da receita e da fixao da despesa, sem exceo.b) A proibio de que a LOA contenha dispositivos estranhos previso da receita e </p><p> fixao da despesa recai, inclusive, sobre os crditos suplementares.c) A contratao de operaes de crdito, desde que no seja por antecipao de </p><p>receita, pode constar da LOA.d) Os crditos suplementares e as operaes de crdito, inclusive aquelas prove-</p><p>nientes de antecipao de receita, no esto includos na proibio de que a LOA cuide apenas da previso da receita e da fixao da despesa.</p><p>e) A LOA pea de fico jurdica e, como tal, aceita qualquer dispositivo.</p></li><li><p>Direito Financeiro e Controle Externo I Valdecir Pascoal ELSEVIER</p><p>8</p><p>Sr ie P rovas e Concursos</p><p>215. (Procurador do Estado/PGECE/2008) A Lei de Diretrizes Oramentrias (LDO)a) de iniciativa do Poder Legislativo.b) tem o objetivo, entre outros, de orientar a elaborao do plano plurianual e da LOA.c) compreende as metas e prioridades da administrao pblica, excluindo as des-</p><p>pesas de capital para o exerccio financeiro subsequente.d) dispe sobre alterao na legislao financeira.e) tem o objetivo, entre outros, de estabelecer a poltica de aplicao das agncias </p><p>financeiras oficiais de fomento.</p><p>216. (Procurador do Estado/PGEES/2008) Julgue os itens seguintes, acerca da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).I. As operaes de crdito por antecipao de receita realizada pelo Estado- </p><p>membro sero efetuadas mediante abertura de crdito junto instituio financeira vencedora em processo competitivo eletrnico promovido pelo Banco Central do Brasil.</p><p>II. A concesso de iseno tributria individual no caracteriza renncia de receita, e a sua instituio, portanto, dispensa a adoo de medidas de compensao.</p><p>III. Lei estadual pode fixar limites inferiores aos previstos na LRF para as dvidas consolidadas e mobiliria, operaes de crdito e concesso de garantias.</p><p>217. (Procurador do Estado/PGEAM/2010) A doutrina classifica as receitas pblicas em originrias e derivadas. So exemplos de receita derivada e receita originria, respectivamente,a) emprstimo compulsrio e contribuio de interveno no domnio econmico.b) taxa de lixo urbano e imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana.c) imposto sobre a renda e contribuio de interveno no domnio econmico.d) contribuio de melhoria e contribuio social.e) taxa de lixo domiciliar e pagamento pelo consumo de energia eltrica.</p><p>218. (Procurador do Estado/PGEAM/2010) Ao se referir a restos a pagar, a Lei de Res-ponsabilidade Fiscal afirma que vedado ao titular de Poder ou rgo mencionado na referida lei contrair obrigao de despesa,a) nos ltimos dois quadrimestres do seu mandato, que no possa ser cumprida </p><p>integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exerccio seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para esse efeito, sendo que, na determinao da disponibilidade de caixa, sero considerados os encargos e despesas compromissadas a pagar at o final do exerccio.</p><p>b) no ltimo ano do seu mandato, que tenha parcelas a serem pagas no exerccio seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para esse efeito, sendo que, na determinao da disponibilidade de caixa, sero considerados os encargos e despesas compromissadas a pagar at o final do exerccio seguinte.</p></li><li><p>Captulo 9 I Questes de Concursos</p><p>9</p><p>Sr ie P rovas e Concursos</p><p>c) at o penltimo quadrimestre do seu mandato, que venha a ser cumprida no exerccio financeiro seguinte, sendo que, na determinao da disponibilidade de caixa, no sero considerados os encargos e despesas compromissadas a pagar no referido exerccio financeiro e no seguinte.</p><p>d) nos ltimos trs trimestres do seu mandato, que tenha parcelas a serem pagas no exerccio seguinte, ainda que haja suficiente disponibilidade de caixa para esse efeito, sendo que, na determinao da disponibilidade de caixa, sero consideradas as despesas com pessoal a pagar at o final do exerccio financeiro.</p><p>e) nos ltimos dois bimestres do seu mandato, que no possa ser cumprida at o ltimo dia do penltimo ms do exerccio, ainda que haja suficiente disponibilidade de caixa para esse efeito, sendo que, na determinao da disponibilidade de caixa, sero considerados os encargos e despesas compromissadas a pagar at o final do exerccio.</p><p>219. (Procurador do Estado/PGEAM/2010) A Constituio Federal veda aa) abertura de crdito extraordinrio sem prvia autorizao legislativa e sem indi-</p><p>cao dos recursos correspondentes.b) vinculao de receita de impostos para os servios pblicos de sade e para </p><p>m...</p></li></ul>