DIREITO EMPRESARIAL Prof. José Rodrigo Dorneles ?· DIREITO EMPRESARIAL Prof. José Rodrigo Dorneles…

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<ul><li><p>DIREITO EMPRESARIAL Prof. Jos Rodrigo Dorneles Vieira </p><p>Falncia e Recuperao de Empresas </p><p>1. Considere as afirmativas a respeito das manifestaes processuais nos processos de falncia e de </p><p>recuperao judicial de empresas, nos termos da Lei 11.101/05: </p><p>I. O prazo de apresentao de contestao pelo devedor em um pedido de falncia de 15 (quinze) dias. </p><p>II. O recurso cabvel em face da sentena que decretar a falncia do devedor o Recurso de Apelao. </p><p>III. O prazo para que o devedor apresente o plano de recuperao judicial de 60 (sessenta) dias, </p><p>contados da publicao da deciso que deferir o processamento da recuperao judicial. </p><p>IV. A ao revocatria o procedimento trazido pelo legislador falimentar para tornar nulos os atos do </p><p>empresrio praticados durante o termo legal fixado na sentena declaratria de falncia, com a inteno </p><p>de prejudicar credores. </p><p>Est(o) CORRETA(S): </p><p>a) Apenas as afirmativas I, III e IV </p><p>b) Apenas a afirmativa III. </p><p>c) Apenas as afirmativas II, III e IV. </p><p>d) Apenas as afirmativas I, II e IV. </p><p>e) Apenas as afirmativas I, II, III e IV. </p><p>2. No tocante recuperao judicial ou falncia, correto afirmar: </p><p>a) Esto sujeitos recuperao judicial todos os crditos existentes na data do pedido, desde que </p><p>vencidos. </p><p>b) Os credores do devedor em recuperao judicial, enquanto esta durar, perdem seus direitos e </p><p>privilgios contra os coobrigados, fiadores e obrigados em direito regressivo. </p><p>c) A decretao da falncia ou o deferimento do processamento da recuperao judicial suspende o </p><p>curso da prescrio e de todas as aes e execues em face do devedor, inclusive aquelas dos credores </p><p>particulares do scio solidrio. </p><p>d) Poder requerer recuperao judicial o devedor que, no momento do pedido, exera regularmente </p><p>suas atividades h pelo menos cinco anos e no tenha, h menos de dois anos, obtido concesso de </p><p>anterior recuperao judicial. </p></li><li><p>DIREITO EMPRESARIAL Prof. Jos Rodrigo Dorneles Vieira </p><p>e) A recuperao judicial personalssima do devedor, no podendo pois ser requerida por seus </p><p>herdeiros ou pelo cnjuge suprstite. </p><p>3. NO so abrangidos pelos efeitos da recuperao extrajudicial os crditos </p><p>a) com privilgio especial e geral. </p><p>b) derivados da legislao do trabalho e tributrios. </p><p>c) com garantia real, at o limite do bem gravado. </p><p>d) em moeda estrangeira. </p><p>e) quirografrios e subordinados. </p><p>4. correto afirmar que pode requerer recuperao judicial o devedor que </p><p>a) no tenha, h menos de cinco anos, obtido concesso de recuperao judicial. </p><p>b) exera regularmente suas atividades h mais de cinco anos. </p><p>c) no tenha, h menos de cinco anos, obtido parcelamento de dbitos inscritos na dvida ativa da Unio, </p><p>Estados ou Municpios. </p><p>d) no tenha, h menos de cinco anos, seu nome inscrito em cadastros de devedores inadimplentes. </p><p>5. Juiz: Assinale a opo correta acerca da recuperao judicial, da recuperao extrajudicial, da </p><p>falncia do empresrio e da sociedade empresria. </p><p>a) O juzo competente convocar a assembleia geral de credores por edital publicado no rgo oficial e </p><p>em jornais de grande circulao nas localidades da sede e filiais, com antecedncia mnima de quinze </p><p>dias. </p><p>b) Cabe ao devedor ou massa falida custear a remunerao dos membros do comit de credores e do </p><p>administrador judicial, atendendo s disponibilidades de caixa. </p><p>c) Para requerer a recuperao judicial, o devedor deve exercer atividades h mais de dois anos, no ser </p><p>falido e no ter obtido a concesso de recuperao judicial h menos de oito anos. </p><p>d) A Lei de Falncias no se aplica a empresas financeiras pblicas, sociedades cooperativas, sociedades </p><p>limitadas, sociedades em comum, consrcios, entidades de previdncia complementar nem a sociedades </p><p>seguradoras. </p></li><li><p>DIREITO EMPRESARIAL Prof. Jos Rodrigo Dorneles Vieira </p><p>e) O deferimento do processamento da recuperao judicial interrompe o curso da prescrio e de todas </p><p>as aes e execues em face do devedor, salvo aquelas dos credores particulares do scio solidrio. </p><p>6. No que diz respeito recuperao judicial, assinale a opo correta. </p><p>a) Somente os credores tm legitimidade para convocar a assembleia dos credores, sempre que </p><p>considerarem conveniente faz-lo. </p><p>b) Por disposio legal, a assembleia dos credores no competente para aprovar o plano de </p><p>recuperao apresentado pela devedora. </p><p>c) Em razo da funo social que desempenha, qualquer empresa pode beneficiar-se do processo de </p><p>recuperao. </p><p>d) Prev a legislao que a dilao do prazo ou a reviso das condies de pagamento so meios de </p><p>recuperao da atividade econmica. </p><p>e) A renegociao das obrigaes ou do passivo trabalhista, por contrato coletivo do trabalho, em </p><p>nenhuma hiptese pode resultar em reduo de salrios dos empregados da sociedade empresaria em </p><p>crise. </p><p>7. Leia as afirmativas sobre o Plano de Recuperao Judicial. </p><p>I. O plano de recuperao ser apresentado pelo devedor em juzo no prazo improrrogvel de 60 </p><p>(sessenta) dias da publicao da deciso que deferir o processamento da recuperao judicial, sob pena </p><p>de convolao em falncia. </p><p>II. O plano de recuperao judicial no poder prever prazo superior a 2 (dois) anos para pagamento dos </p><p>crditos derivados da legislao do trabalho ou decorrentes de acidentes de trabalho, vencidos at a </p><p>data do pedido de recuperao judicial. </p><p>III. Quanto aos crditos de natureza estritamente salarial, vencidos nos 4 (quatro) meses anteriores ao </p><p>pedido de recuperao judicial, o plano no poder prever prazo superior a 90 (noventa) dias para o </p><p>pagamento, at o limite de 5 (cinco) salrios-mnimos por trabalhador. </p><p>IV. O plano de recuperao judicial dever conter: (I) discriminao pormenorizada dos meios de </p><p>recuperao a serem empregados; (II) demonstrao de sua viabilidade econmica; e (III) laudo </p><p>econmico-financeiro e de avaliao dos bens e ativos do devedor, subscrito por profissional legalmente </p><p>habilitado ou por empresa especializada. </p><p>Est correto, apenas, o que se afirma em </p></li><li><p>DIREITO EMPRESARIAL Prof. Jos Rodrigo Dorneles Vieira </p><p>a) I, III e IV. </p><p>b) I e III. </p><p>c) I e IV. </p><p>d) II e III. </p><p>8. Deferido o processamento da recuperao judicial, </p><p>a) sero suspensas as execues de natureza fiscal, mas no as de natureza trabalhista com penhora </p><p>efetivada. </p><p>b) sero atradas pelo Juzo que o deferiu todas as demandas por quantias ilquidas. </p><p>c) suspende-se o curso da prescrio em face do devedor, no se dando, todavia, essa suspenso quando </p><p>o pedido de recuperao judicial se fizer com base em plano especial apresentado por microempresas ou </p><p>empresas de pequeno porte, no tocante aos crditos por ele no abrangidos. </p><p>d) o Juiz nomear administrador judicial, que no poder , em nenhuma hiptese, ser pessoa jurdica e, </p><p>preferencialmente, a nomeao recair em advogado ou contador de notria idoneidade e experincia </p><p>profissional comprovada. </p><p>e) ficar o devedor dispensado da apresentao de certides negativas para contratao com o Poder </p><p>Pblico, mas, no respectivo contrato, dever ser acrescida, aps o nome comercial, a expresso em </p><p>Recuperao Judicial. </p><p>9. Sobre o estabelecimento, a falncia e a recuperao de empresas, assinale a opo incorreta. </p><p>a) Na realizao do ativo na falncia, dar-se- maior preferncia alienao da empresa, com a venda de </p><p>seus estabelecimentos em bloco. </p><p>b) Constitui meio de recuperao judicial o trespasse ou o arrendamento de estabelecimento, inclusive </p><p>sociedade constituda pelos prprios empregados. </p><p>c) O estabelecimento alienado na falncia estar livre de qualquer nus e no haver sucesso do </p><p>arrematante nas obrigaes do devedor, salvo quanto s derivadas da legislao do trabalho. </p><p>d) competente para homologar o plano de recuperao extrajudicial o juzo do local do principal </p><p>estabelecimento do devedor ou da filial de empresa que tenha sede fora do Brasil. </p></li><li><p>DIREITO EMPRESARIAL Prof. Jos Rodrigo Dorneles Vieira </p><p>e) ineficaz perante a massa falida a venda do estabelecimento feita sem o consentimento expresso ou </p><p>pagamento de todos os credores, a esse tempo existentes, no tendo restado ao devedor bens </p><p>suficientes para solver o passivo. </p><p>10. Assinale a alternativa correta. </p><p>a) competente a Justia Federal para decretar falncia ou deferir processamento da recuperao </p><p>judicial de sociedade de economia mista cuja acionista majoritria seja a Unio. </p><p>b) competente a Justia Estadual para decretar falncia ou deferir processamento da recuperao </p><p>judicial de sociedade de economia mista cuja acionista majoritria seja a Unio. </p><p>c) competente o juzo do foro eleito pela assembleia geral, ao aprovar o respectivo estatuto, para </p><p>decretar falncia ou deferir processamento da recuperao judicial de sociedade operadora de plano de </p><p>assistncia sade. </p><p>d) competente o juzo do local da filial para decretar falncia ou deferir processamento da recuperao </p><p>judicial de empresa que tenha sede fora do Brasil. </p><p>11. Assinale a assertiva correta: </p><p>I A Lei n. 11.101/2005, que trata da recuperao e falncia da empresa, disciplina que competente </p><p>para homologar o plano de recuperao extrajudicial, deferir a recuperao judicial ou decretar a </p><p>falncia o juzo do local do principal estabelecimento do devedor ou da filial de empresa que tenha sede </p><p>fora do Brasil. </p><p>II De acordo com a Lei n. 11.101/05, o administrador judicial, tanto para a recuperao judicial quanto </p><p>para a falncia, ser nomeado pelo juiz e dever ser um profissional idneo, preferencialmente </p><p>advogado, economista, administrador de empresas ou contador. Por outro lado, a referida lei admite </p><p>que, tanto na falncia quanto na recuperao judicial, seja nomeada uma pessoa jurdica especializada </p><p>para exercer as atividades de administrador judicial. </p><p>III Segundo a Lei n. 11.101/05, o proprietrio de bem arrecadado no processo de falncia ou que se </p><p>encontre em poder do devedor na data da decretao da falncia poder pedir sua restituio. Se a coisa </p><p>no mais existir ao tempo do pedido de restituio, o requerente receber o valor da avaliao do bem, </p><p>ou, no caso de ter ocorrido a venda, o respectivo preo, em ambos os casos o montante ser atualizado. </p><p>Em qualquer das hipteses acima, a restituio ser efetuada com preferncia a todos os demais crditos </p><p>previstos na lei que dispe sobre a recuperao judicial, extrajudicial e a falncia do empresrio e da </p><p>sociedade empresria. </p><p>IV A Lei n. 11.101/05 dispe que o credor empresrio, no ato do pedido de falncia, apresentar </p><p>certido do Registro Pblico de Empresas Mercantis que comprove a regularidade de suas atividades. </p></li><li><p>DIREITO EMPRESARIAL Prof. Jos Rodrigo Dorneles Vieira </p><p>Acolhido o pedido de falncia, a lei exige que o credor solicitante apresente cauo referente s custas e </p><p>eventual pagamento da indenizao. Esta exigncia legal de cauo independe do domiclio do credor. </p><p>V A deciso que decreta a falncia da sociedade com scios ilimitadamente responsveis, segundo a </p><p>Lei n. 11.101/05, tambm acarreta a falncia destes, que ficam sujeitos aos mesmos efeitos jurdicos </p><p>produzidos em relao sociedade falida e, por isso, devero ser citados para apresentar contestao, se </p><p>assim o desejarem. Desta forma, estes scios passam a ser considerados falidos e, portanto, os seus bens </p><p>tornam-se indisponveis. </p><p>a) Apenas as assertivas I e III esto corretas. </p><p>b) Apenas as assertivas III, IV e V esto corretas. </p><p>c) Apenas as assertivas I, II e V esto corretas. </p><p>d) Apenas as assertivas II e IV esto corretas. </p><p>e) Todas as assertivas esto corretas. </p><p>12. Sobre a falncia e a recuperao judicial, leia as afirmaes abaixo e, em seguida, assinale a </p><p>alternativa correta. </p><p>I A decretao da falncia ou o deferimento do processamento da recuperao judicial suspende o </p><p>curso da prescrio e de todas as aes e execues em face do devedor, exceto aquelas dos credores </p><p>particulares do scio solidrio. </p><p>II Da deciso que decretar a falncia cabe agravo, e da sentena que julga a improcedncia do pedido </p><p>cabe apelao. </p><p>III O devedor no poder desistir do pedido de recuperao judicial aps o deferimento de seu </p><p>processamento, salvo se obtiver aprovao da desistncia na assembleia-geral de credores. </p><p>IV A sentena de cumprimento de recuperao judicial declaratria de extino das obrigaes do </p><p>devedor. </p><p>V A Lei de Recuperao das Empresas estabelece um procedimento para falncia calcada na </p><p>impontualidade e outro, para a falncia arrimada nos atos presuntivos de insolvncia. </p><p>a) Somente as afirmativas II e III esto corretas. </p><p>b) Somente as afirmativas I, II e V esto corretas. </p><p>c) Somente as afirmativas III, IV e V esto corretas. </p><p>d) Todas as afirmativas esto corretas. </p></li><li><p>DIREITO EMPRESARIAL Prof. Jos Rodrigo Dorneles Vieira </p><p>13. A respeito da recuperao judicial e da falncia, incorreto afirmar: </p><p>a) constituem meios de recuperao judicial, observada a legislao pertinente a cada caso, dentre </p><p>outros: a ciso, incorporao, fuso ou transformao de sociedade, constituio de subsidiria integral, </p><p>ou cesso de cotas ou aes, respeitados os direitos dos scios, nos termos da legislao vigente; o </p><p>aumento de capital social; o trespasse ou arrendamento de estabelecimento, inclusive sociedade </p><p>constituda pelos prprios empregados; e a reduo salarial, compensao de horrios e reduo da </p><p>jornada dos empregados, mediante acordo ou conveno coletiva; </p><p>b) na falncia e na recuperao extrajudicial de sociedades, os seus scios, diretores, gerentes, </p><p>administradores e conselheiros, de fato ou de direito, bem como o administrador judicial, equiparam-se </p><p>ao devedor ou falido para todos os efeitos penais decorrentes desta Lei, na medida de sua culpabilidade; </p><p>c) a decretao da falncia ou o deferimento do processamento da recuperao judicial suspende o </p><p>curso da prescrio e das aes e execues movidas em face do devedor, inclusive aquelas dos credores </p><p>particulares do scio solidrio, no podendo esta suspenso ultrapassar o prazo de 180 (cento e oitenta) </p><p>dias, contado do deferimento do processamento da recuperao; </p><p>c) a decretao da falncia ou o deferimento do processamento da recuperao judicial suspende o </p><p>curso da prescrio e das aes e execues movidas em face do devedor, inclusive aquelas dos credores </p><p>particulares do scio solidrio, no podendo esta suspenso ultrapassar o prazo de 180 (cento e oitenta) </p><p>dias, contado do deferimento do processamento da recuperao; </p><p>d) por se tratar de crdito privilegiado, as execues de natureza trabalhista e fiscal no so suspensas </p><p>pelo deferimento da recuperao judicial, ressalvada a concesso de parcelamento nos termos do </p><p>Cdigo Tributrio Nacional e da legislao ordinria especfica; </p><p>e) as disposies contidas na Lei 11.101/2005 no so aplicveis empresa pblica, sociedade de </p><p>economia mista, instituio financeira pblica ou privada, cooperativa de crdito, consrcio, entidade de </p><p>previdncia complementar, sociedade operadora de plano de assistncia sade, sociedade seguradora, </p><p>sociedade de capitalizao e outras entidades legalmente equiparadas s anteriores. </p><p>14. Sobre o regime jurdico falimentar, assinale a alternativa correta: </p><p>I a classificao dos crditos na falncia obedece seguinte ordem: i) os crditos derivados da </p><p>legislao do trabalho, limitados a 150 (cento e cinqenta) salrios-mnimos por credor, e os decorrentes </p><p>de acidentes de trabalho; ii) crditos com garantia real at o limite do valor do bem gravado; iii) crditos </p><p>tributrios, independentemente da sua natureza e tempo de constituio, incluindo-se as multas; iv) </p><p>crditos com privilgio especial; v) crditos com privilgio geral; vi) crditos quirografrios; vii) crditos </p><p>subordinados. </p></li><li><p>DIREITO EMPRESARIAL Prof. Jos Rodrigo Dorneles Vieira </p><p>II os crditos trabalhistas cedidos a terceiros sero considerados quirografrios. </p><p>III sero considerados crditos extraconcursais e sero pagos com precedncia sobre os concursais, os </p><p>crditos relativos a obrigaes resultantes de atos jurdicos vlidos praticados aps a decretao da </p><p>falncia, e tributos relativos a fatos geradores ocorridos aps a decretao da falncia, respeitada a </p><p>mesma ordem estabelecida para os crditos concursais. </p><p>IV a cobrana judicial do crdito tributrio no sujeita a concurso de credores ou habilitao em </p><p>falncia, recuperao judicial, concordata, inventrio ou arrolamento. </p><p>V quanto ao pagamento dos crditos devidos s pessoas jurdicas de direito pblico, o concurso de </p><p>preferncia se verifica na seguinte ordem: i) Municpios, conjuntamente e pr rata; ii) Estados, Distrito </p><p>Federal e Territrios, conjuntamente e pr rata; e, por fim, iii) Unio. </p><p>Alternativas: </p><p>a) somente as alternativas I, II e III esto corretas; </p><p>b) somente as alternativas II, III e IV esto corretas; </p><p>c) somente as alternativas I, IV e V esto corretas; </p><p>d) somente as alternativas II, III e V esto corretas; </p><p>e) todas as alternativas esto corretas. </p></li></ul>

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