direito empresarial ii prof. dr. marco félix jobim unilassale

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Direito empresarial II Prof. Dr. Marco Félix Jobim Unilassale. Títulos de crédito. Teoria geral – cuida dos princípios e fundamentos do instituto jurídico relacionado com as cambiais. Onde está?. CC; Dec. 57.663/66 (letra de câmbio e nota promissória – e é lei subsidiária para a duplicata ); - PowerPoint PPT Presentation

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  • Direito empresarial IIProf. Dr. Marco Flix JobimUnilassale

  • Ttulos de crdito

  • Teoria geral cuida dos princpios e fundamentos do instituto jurdico relacionado com as cambiais.

  • Onde est?

    CC;Dec. 57.663/66 (letra de cmbio e nota promissria e lei subsidiria para a duplicata);Lei 5.474/68 (duplicata);Lei 7.357/85 (cheque).

  • Importante: Art. 903 CC.

    Salvo disposio diversa em lei especial, regem-se os ttulos de crdito pelo disposto neste Cdigo.

  • Ento: de se concluir que o Cdigo Civil no revogou qualquer lei especial.

  • Dinheiro: instrumento de troca por excelncia.

  • Mas no se pode esquecer da economia natural.....

  • Captulo I A origem: Couro, penas, peixe seco tabaco. Tudo isso j foi moeda corrente.

  • Dinheiro um mecanismo engenhoso: permite que uma manicure compre seis pezinhos sem ter de fazer as unhas do padeiro. E d para resumir sua essncia em uma palavra: f. Basicamente f de que voc vai conseguir trocar os papis que esto na sua carteira ou os nmeros que aparecem no site do seu banco por coisas para comer, vestir e morar.

  • Argila era dinheiro?Voc depositava os sacos de gros que recebia em silos de armazenamento mantidos pelos reis (os bancos) e ganhava em troca um tablete de argila em que vinha gravada a quantidade de mercadorias deixada l. Esses tabletes eram as cdulas. Culas porque as pessoas passaram a pagar por servios e a comprar coisas com esses tabletes.

  • Juridicamente, o crdito se traduz como o direito a uma prestao futura, fundado, essencialmente, na confiana e no prazo. Dilao temporal e boa-f so seus referenciais. Exteriorizem-se sob a forma de documentos que, observadas determinadas caractersticas legais, representam e mobilizam esse direito, conferindo=lhe concreo, densificando-o. Observam duas diretrizes: a certeza do direito e a segurana da circulao.

  • Conceito.

    Bsico est no artigo 887 do Cdigo Civil brasileiro.

  • Por ttulo de crdito se entende ser o documento necessrio ao exerccio do direito literal e autnomo nele contido, somente produz efeito quando preencha os requisitos da lei.

  • Brunner

    Seria um documento no qual se encontra incorporado um direito privado, para cujo exerccio indispensvel a posse do documento.

  • Cesare Vivante

    Seria um documento necessrio para exercer o direito literal e autnomo nele mencionado.

  • Waldo Fazzio Jnior

    Prefere conceituar pelas principais caractersticas.

  • - o ttulo de crdito um documento (crtula);- menciona uma ou mais obrigaes literais e autnomas;- habilita seu portador ao exerccio concreto do crdito que menciona, em face dos signatrios;Representa e substitui valores, com a vantagem de ser negocivel; dotado de executividade.

  • Literais e autnomas?

    Compra e venda.....+.....aval: nota promissria.

    A primeira o que? E a segunda?

  • Ttulos tpicos e atpicos.Os ttulos de crdito previstos em leis especiais, a exemplo do cheque, da duplicata, da nota promissria, da cdula de crdito bancrio e da letra de cmbio, foram criados para suprir necessidades especficas. Esses ttulos, previstos em leis especiais, so denominados de ttulos tpicos. Mas seria impossvel prever todos os ttulos para atender s futuras necessidades de mercado.

  • Lembrar qual princpio que abarca essa afirmao de que se deve amoldar s futuras necessidades de mercado?

  • Por causa disso, alm dos ttulos tpicos, que so previstos em leis especiais, possvel a criao de ttulos que no estejam previstos em leis. Tais ttulos so chamados de atpicos e sero regidos pelo Cdigo Civil.

  • Questes para reflexo:

    O que um ttulo de crdito tpico?

    O que um ttulo de crdito atpico?

    Por qual motivo o ttulo regido pelo Cdigo Civil?

  • Em razo, por exemplo, do artigo 889 do CC, que indica as razes mnimas para ser considerado um ttulo de crdito.

  • Art. 889. Deve o ttulo de crdito conter a data da emisso, a indicao precisa dos direitos que confere, e a assinatura do emitente.

  • Data de emisso;

    Direitos conferidos;

    Assinatura do emitente;

    Identificao do credor doutrina.

  • Pergunta:

    Em razo desta criao, necessariamente ter o ttulo fora executiva?

  • Artigo 585 CPC e leis especiais.

  • Princpio da cartularidade.

  • Tambm chamado de incorporao, significada dizer que o ttulo no original indispensvel para o exerccio do direito de crdito.

  • to importante, que o ttulo na posse do devedor, presume-se quitado.

  • Claro que tem excees: ttulos de crdito eletrnicos, triplicata...mas sero tratados em momentos posteriores.

  • Princpio da literalidade.

  • Significa dizer que num ttulo s poder ser cobrado o que nele se encontra expressamente consignado.

  • Exceo?

    STF Smula n 387 - A cambial emitida ou aceita com omisses, ou em branco, pode ser completada pelo credor de boa-f antes da cobrana ou do protesto.

  • Princpio da Autonomia.

  • Significa dizer que a obrigao representada por um ttulo um direito novo, desvinculado do negcio que o originou.

  • Decorrem da autonomia:

    Abstrao e a independncia das relaes jurdicas.

  • Abstrao:

    Quando o ttulo circula, ele se desvincula (se desliga) da relao original.

  • Cuidar:

    Ttulo que perdeu a fora executiva.

    Ter que demonstrar a causa para cobrana.

  • Independncia das relaes jurdicas.

    O vcio que, porventura, tiver atingido uma das relaes, no deve alcanar a outra

  • CARACTERSTICAS.

  • Bem mvel.

    O ttulo de crdito obedece s regras relativas aos bens mveis especialmente em relao facilidade de circulao, como por exemplo, o fato de algum ao ter a posse do ttulo, significar que, como regra tem a propriedade.

  • OBRIGAO PRO SOLVENDO.

    Pro soluto e pro solvendo.

    Pro soluto: a obrigao original foi extinta.

    Pro solvendo: a obrigao original no foi extinta.

  • OBRIGAO QUESVEL.

    Obrigao pode ser quesvel ou portvel.

    Portvel: o devedor precisa tomar a iniciativa para efetuar o pagamento.

    Quesvel: o credor deve tomar a iniciativa de cobrar o ttulo do devedor.

  • SOLIDARIEDADE.

    Todos os envolvidos no ttulo de crdito so solidariamente responsveis para a satisfao do crdito.

  • EXECUTIVIDADE.

    O legislador atribuiu a alguns ttulos a fora executiva.