direito empresarial – comercial – societário. prof. marco félix jobim unilassale

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  • Direito empresarial comercial societrio. Prof. Marco Flix Jobim Unilassale
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  • e-mail: marco@jobimesalzano.com.brmarco@jobimesalzano.com.br t. 3224.5761 e 32247929. Site: www.ajdd.com.brwww.ajdd.com.br Blog: www.ajdd.com.br/blogwww.ajdd.com.br/blog Twiter: http://twitter.com/_ajddhttp://twitter.com/_ajdd Revista: www.reajdd.com.brwww.reajdd.com.br Facebook: http://pt-br.facebook.com/reajddhttp://pt-br.facebook.com/reajdd
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  • Zettica vs dogmtica: Aulas expositivas, dialogadas (dogmtica X zettica), estudo de textos, trabalhos em grupo, individual, exposio de trabalhos, anlise de vdeos temticos, debates e discusses.
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  • Apresentao dos alunos.
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  • Lista de e-mails: importante.
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  • Chamada: 75% de presena.
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  • AVALIAO: Prova + trabalhos.
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  • MUITA LEITURA E DEBATE EM SALA DE AULA. EM ESPECIAL DE ACRDOS.
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  • Organizao metodolgica da aula. A metodologia utilizada pelo docente deve articular mtodos ativos de ensino e uma prtica de avaliao que possibilite o diagnstico de dificuldades e limitaes a serem superadas, considerando as competncias a serem constitudas e identificando as mudanas de percurso eventualmente necessrias. Para tanto, o docente pode dispor de: aulas expositivas e dialogadas; trabalhos em grupo e preparao de seminrios; exame de peas jurdicas; provas dissertativas e objetivas, fichas de leitura, trabalhos de pesquisa, debates, seminrios e argies orais, entre outras.
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  • www.redp.com.br www.tjrs.jus.br www.trt4.jus.br www.jfrs.jus.br www.stj.jus.br www.stf.jus.br www.dominiopublico.gov.br www.tex.pro.br www.processoscoletivos.net www.professormarinoni.com.br www.alvarodeoliveira.com.br www.ovidiobaptista.com.br www.jusnavegandi.com.br (com muita restrio). www.jusnavegandi.com.br www.frediedidier.com.br www.espacovital.com.br (urgente a inscrio do nome como usurio). www.espacovital.com.br www.cartaforense.com.br www.direito.net (com restries) www.direito.net www.breviarium.net www.educacaotributaria.com.br www.altosestudos.com.br http://www.cepedisa.org.br http://new.paho.org/bra http://www.sbdp.org.br http://www.rechtd.unisinos.br http://www.ihj.org.br/poa http://direitoeliteratura.zip.net http://www.sbpj.org http://www.tvjustica.jus.br www.leniostreck.com.br Sites da PUC, UFRGS, UNISINOS E ULBRA.
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  • Proavi 1 importncia do tema? 2 Integrao com outras disciplinas? 3 Abordagem das questes ticas para o futuro da profisso? 4 Promoo e integrao entre os alunos? 5 Teoria e prtica? 6 Diversificao das dinmicas de ensino? 7 Pontualidade? 8 Discusso de diferentes pontos de vista? 9 Envolvimento acadmico nas propostas de trabalho? 10 Clareza e definio nas propostas de avaliao? 11 Discusso dos resultados das avaliaes?
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  • Vlida lei que determina prazo mximo de atendimento em supermercados de Alvorada. Os Desembargadores do rgo Especial do TJRS, em sesso realizada nesta segunda-feira (30/7), declararam constitucional a Lei n 2.079/2009, do Municpio de Alvorada, que estabelece prazos mximos para o atendimento de usurios aos mercados e hipermercados da cidade. A Ao Direta de Inconstitucionalidade foi proposta pelo Sindicato Intermunicipal do Comrcio Varejista de Gneros Alimentcios do RS, que alegou ser a matria de competncia privativa da Unio, no sendo possvel o municpio legislar sobre o tema. O artigo 1 da referida lei determina que os mercados e hipermercados ficam obrigados a realizar o atendimento de seus usurios, junto aos caixas de pagamento, no prazo mximo de 20 minutos, em dias normais, 30 minutos em vsperas de feriados, sbados e domingos. No caso de existncia de caixas rpidos, o tempo de atendimento nesses caixas ser reduzido a 2/3 do tempo normal. No artigo 3, a lei determina ainda que os supermercados e hipermercados devero disponibilizar pessoal suficiente para o atendimento. Julgamento O relator do processo, Desembargador Marco Aurlio Heinz, votou pela improcedncia da ADIN e a manuteno da lei em vigor. Em sua deciso, o magistrado afirma que a abrangncia da autonomia poltica municipal, que possui base eminentemente constitucional, estende-se prerrogativa de legislar sobre assuntos de interesse local. A Constituio da Repblica, promulgada em 1988, prestigiou os Municpios, reconhecendo-lhes capacidade poltica como pessoas integrantes da prpria estrutura do Estado Federal brasileiro, atribuindo-lhes esferas mais abrangentes reservadas ao exerccio de sua liberdade decisria, notadamente no que concerne disciplina de temas de seu peculiar interesse, associados ao exerccio de sua autonomia, afirmou o magistrado no voto. Por unanimidade, foi declarada improcedente a ADIN e julgada constitucional a legislao. ADIN n 70047884994
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  • 2. Nmero: 70049692874 Inteiro Teor: doc htmlTribunal: Tribunal de Justia do RSSeo: CIVELTipo de Processo:70049692874dochtml Apelao Cvelrgo Julgador: Vigsima Quarta Cmara CvelDeciso: AcrdoRelator: Altair de Lemos JuniorComarca de Origem: Comarca de Caxias do SulEmenta: APELAO CVEL. NEGCIOS JURDICOS BANCRIOS. AO REVISIONAL. CONTRATOS BANCRIOS. Pontos comuns. REVISO JUDICIAL DOS CONTRATOS. Amparada em preceitos constitucionais e nas regras de direito comum, a reviso judicial dos contratos bancrios juridicamente possvel. JUROS REMUNERATRIOS. Possibilidade da limitao da cobrana de juros remuneratrios, quando comprovada a abusividade. Ausncia de comprovao da taxa pactuada. Limitao taxa mdia do mercado prevista para as operaes da espcie, exceto no que tange ao Contrato de Cdula de Crdito Bancrio Confisso e Renegociao de Dvida n. 00331516320000015370, onde no restou configurada abusividade na taxa de juros pactuada. COMISSO DE PERMANNCIA. Licitude da cobrana desde que pactuada e no cumulada com a correo monetria, juros remuneratrios, juros moratrios e multa. Smulas ns. 294 e 296 do STJ. Ausncia de clusula expressa. Impossibilidade de cobrana. JUROS MORATRIOS. No h proibio quanto incidncia da taxa de juros moratrios de 1% ao ms, nos termos da Smula 379 do STJ. MULTA MORATRIA. A multa moratria relativamente a contratos celebrados aps a edio da Lei n. 9.298/96 encontra-se limitada em 2% (dois por cento) do valor da prestao. Apelao da parte autora. CDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. A Lei n. 8.078/90 (Cdigo de Defesa do Consumidor - CDC) aplicvel s instituies financeiras, portanto, aplica-se aos contratos objeto da reviso. Smula n 297 do STJ. No entanto, a sua aplicao depende da comprovao de abusividade. INSCRIO EM CADASTROS RESTRITIVOS DE CRDITO. Diante do reconhecimento da abusividade dos encargos exigidos, resta impossibilitada a inscrio do nome da parte autora em cadastros de inadimplentes. MULTA POR DESCUMPRIMENTO. Desnecessria, pois no h elementos probatrios nos autos a ensejar a concluso no sentido de que a instituio financeira deixar de cumprir a determinao judicial. MANUTENO NA POSSE DO BEM. Prejudicado, porquanto flagrantemente dissociado do contexto dos autos. NOTA PROMISSRIA. Inexiste qualquer ilegalidade na exigncia de o consumidor emitir ttulos para assegurar o fiel cumprimento do contrato. Entretanto, a eventual execuo do ttulo somente pode ser feita pelo valor resultante da adequao ao julgado revisional. CAPITALIZAO DE JUROS. COMPENSAO E/OU REPETIO DO INDBITO. DEPSITO JUDICIAL. Ausncia de interesse recursal. Tpicos no conhecidos. Apelao da parte r. CAPITALIZAO DE JUROS. A capitalizao de juros somente pode ser admitida mediante expressa disposio legal e desde que devidamente pactuada (arts. 6, inc. III, 46 e 54, 3, do CDC). Ausncia de clusula expressa. Impossibilidade de incidncia. MORA. Diante do reconhecimento da abusividade dos encargos exigidos, resta descaracterizada a mora, at o reclculo do dbito. COMPENSAO E REPETIO DO INDBITO. Em respeito ao princpio que veda o enriquecimento sem causa, cabe a compensao e a repetio do indbito, de forma simples. PREQUESTIONAMENTO. Em que pese a exigncia de prequestionamento para fins de interposio recursal s Cortes Superiores, o rgo julgador no obrigado a apontar expressamente eventual violao quanto aos dispositivos legais indicados pelas partes. CORREO MONETRIA. Ausncia de interesse recursal. Tpico no conhecido. APELAES CONHECIDAS EM PARTE E, NESSA PARTE, PARCIALMENTE PROVIDAS. (Apelao Cvel N 70049692874, Vigsima Quarta Cmara Cvel, Tribunal de Justia do RS, Relator: Altair de Lemos Junior, Julgado em 25/07/2012)
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  • BR-040 VIRA FAVELA Aristoteles Drummond, jornalista, vice-presidente da Associao Comercial do Rio de Janeiro O trecho da BR-040, Rio-Juiz de Fora, que vai de Xerm at Areal pelo menos, est virando rapidamente um favelo s. E o poder pblico, municipal (Caxias e Petrpolis), estadual (via SERLA) e federal, se mantm totalmente omissos.O risco para a populao grande, especialmente na poca das chuvas. A estrada se torna perigosa pelo grande nmero de pedestres nos trechos em que no existe acostamento. As ligaes de luz so irregulares certamente, assim como a derrubada das rvores. O IBAMA, to atento em defender as pererecas do Arco Rodovirio, omisso junto s municipalidades, ao DNITT, concessionria CONCER e ao prprio Estado. Petrpolis e seus distritos tm como maior fonte de empregos e significativa presena em seu movimento comercial no turismo e nas residncias de final de semana. Estas, mais um pouco, sofrero com o avano do d

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