dgo sintese execucaoorcamental_jan2012

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  • 1. 2012 janeiroSntese da Execuo Oramental Ministrio das Finanas Direco-Geral do Oramento

2. Sntese de Execuo OramentalPublicao mensalElaborado com Informao disponvel at 20 de janeiroDireco-Geral do OramentoTelefone: 21 884 63 00Fax: 21 882 49 62Endereo Internet: http://www.dgo.ptEndereo email: dgo@dgo.pt 3. ndicendice I- ADMINISTRAES PBLICAS ............................................................................................................................... 3SNTESE GLOBAL .............................................................................................................3 II - SUBSETOR ESTADO .............................................................................................................................................. 7SNTESE ......................................................................................................................7RECEITA .....................................................................................................................8DESPESA ................................................................................................................... 12 III - SUBSETOR SERVIOS E FUNDOS AUTNOMOS ................................................................................................. 17SNTESE .................................................................................................................... 17RECEITA ................................................................................................................... 19DESPESA ................................................................................................................... 19 IV - SERVIO NACIONAL DE SADE .......................................................................................................................... 21SNTESE .................................................................................................................... 21RECEITA ................................................................................................................... 23DESPESA ................................................................................................................... 23 V- SEGURANA SOCIAL .......................................................................................................................................... 24SNTESE .................................................................................................................... 24RECEITA ................................................................................................................... 26DESPESA ................................................................................................................... 26 VI - ADMINISTRAO REGIONAL ............................................................................................................................. 27SNTESE .................................................................................................................... 27RECEITA ................................................................................................................... 28DESPESA ................................................................................................................... 28 ANEXOS - INFORMAO ESTATSTICA 4. Administraes PblicasI - Administraes PblicasSNTESE GLOBALO saldo global provisrio da Administrao Central e da Segurana Social na tica da ContabilidadePblica de 2011 foi de -5,9 mil milhes de euros (-11,5 mil milhes em 2010), refletindo uma melhoriade 5,6 mil milhes de euros face ao ano precedente.De salientar que se registou um saldo primrio positivo de cerca de 0,2 mil milhes de euros, quecompara com um dfice primrio de cerca de 6,5 mil milhes de euros em 2010.Esta evoluo resultou de um aumento da receita efetiva de 7% enquanto a despesa efetiva registouum decrscimo de 1,8%. Salienta-se que a reduo da despesa primria foi mais acentuada, situando-se em 3,5%.Conta consolidada da Administrao Central e da Segurana Social - Comparao 2011 / 2010 MilhesExecuoVariaoVariaoExecuo 2010 provisria 2011absoluta Relativa (%)Receita corrente57.860,360.713,02.852,74,9 Impostos diretos 13.589,615.000,91.411,3 10,4 Impostos indiretos 19.766,420.318,2551,82,8 Contribuies para Segurana Social17.898,118.138,6240,51,3 Outras receitas correntes 6.606,2 7.255,2649,19,8 (das quais: transferncias de outros subsetores das AP)38,466,1 27,7 72,3Receita de capital 3.485,9 4.951,51.465,7 42,0 (das quais: transferncias de outros subsetores das AP)5,89,7 3,966,2Receita efetiva 61.346,165.664,54.318,47,0Despesa corrente68.272,067.386,5-885,5 -1,3 Consumo pblico25.921,424.335,0-1.586,4 -6,1 Despesas com o pessoal 14.818,113.393,4-1.424,7 -9,6 Aquisio de bens e servios e outras desp. correntes11.103,310.941,6-161,7 -1,5 Subsdios 1.991,7 1.805,8-185,8 -9,3 Juros e outros encargos 4.988,5 6.072,0 1.083,521,7 Transferncias correntes 35.370,435.173,7-196,7 -0,6 (das quais: transferncias de outros subsetores das AP) 2.090,7 2.015,4 -75,4 -3,6Despesa de capital 4.568,6 4.140,7-427,9 -9,4 Investimento1.853,5 768,9-1.084,7 -58,5 Transferncias de capital 2.626,6 3.329,5 702,826,8 (das quais: transferncias de outros subsetores das AP) 1.543,5 1.430,7-112,8 -7,3 Outras despesas de capital 88,542,4 -46,0 -52,0Despesa efectiva72.840,771.527,2-1.313,4 -1,8Saldo global-11.494,5 -5.862,75.631,8Saldo corrente-10.411,8 -6.673,5 3.738,3Despesa corrente primria63.283,5 61.314,5-1.969,0 -3,1Saldo corrente primrio -5.423,2-601,5 4.821,7Saldo de capital-1.082,7 810,8 1.893,5Despesa primria 67.852,1 65.455,2-2.396,9 -3,5Saldo primrio-6.506,0 209,3 6.715,3Fonte: Ministrio das FinanasDGO Sntese da Execuo Oramental 3 Janeiro de 2012 5. Administraes PblicasPara o comportamento da receita contribuiu:A contabilizao de parte da receita associada transferncia dos fundos de penses das insti-tuies de crdito contabilizada em 2011 (cerca de 3,3 mil milhes de euros);O crescimento da receita de impostos diretos em 10,4%, acima da estimativa includa no Relat-rio do OE/2012, em cerca de 1 p.p.. Para este crescimento contribuiu, em grande medida, asobretaxa extraordinria em sede de IRS e as cobranas coercivas;O aumento de 2,8% dos impostos indiretos, tendo, no entanto, ficado aqum do previsto noRelatrio do OE/2012, em 0,5 p.p.; eAs contribuies para a segurana social cresceram 1,3%. No entanto, situaram-se a um nvelinferior ao previsto no Relatrio do OE/2012 em 1,6 p.p..A diminuio da despesa consolidada maioritariamente explicada por:Reduo de 9,6% das despesas com pessoal, mais acentuada que a estimada no Relatrio doOE/2012;Medidas de conteno da despesa com investimentos da Administrao Central; eEfeito base do pagamento em 2010 dos encargos relativos entrega de equipamento militar(mil milhes de euros).Na despesa registaram-se contudo variaes de sentido contrrio:Os juros e outros encargos, que ainda assim, se situaram a um nvel inferior ao estimado para2011 em sede de Relatrio do OE/2012, em cerca de 0,3 mil milhes de euros; eAs transferncias de capital para regularizao de responsabilidades financeiras do Estado narea das concesses rodovirias.O valor provisrio do dfice do Estado de 2011 situou-se em 7,2 mil milhes de euros, registando-seuma melhoria de 7,1 mil milhes de euros em comparao com o ano anterior. A receita efetivaobservou um crescimento de 14,5%, para o qual contribuiu sobretudo (em 9 p.p.) a parte da receitada transferncia dos fundos de penses referida no ponto precedente; a receita fiscal contribuiu em5,4 p.p., sendo de realar o IRS - em resultado, principalmente da cobrana da sobretaxa extraordin-ria - e do IVA, decorrente do aumento da taxa normal de 21% para 23%1. A despesa efetiva decresceu3,6% de 2010 para 2011, ainda que condicionada, pelo crescimento da despesa com juros e outrosencargos da dvida pblica (21,5%). O decrscimo da despesa primria situou-se em 6,4%, para o qualcontribuiu, sobretudo, o comportamento da despesa com pessoal, das transferncias para a Seguran-a Social e para o Servio Nacional de Sade, bem como dos encargos extraordinrios com a regulari-zao de responsabilidades financeiras do Estado2.1Por fora da Lei do Oramento do Estado para 2011 (Lei n. 55-A/2010, de 31 de dezembro).2As operaes desta natureza tiveram maior impacto em 2010, ano em que se procedeu regularizao de responsabilidadesfinanceiras decorrentes da entrega de equipamento militar (no valor de 1 001 milhes de euros) e na rea das concesses deinfraestruturas rodovirias (151 milhes de euros). No mbito destas ltimas, os encargos financeiros em 2011 ascenderam a 849milhes de euros.DGO4 Sntese da Execuo OramentalJaneiro de 2012 6. Administraes Pblicas Os Servios e Fundos Autnomos registaram um excedente de 902 milhes de euros, menos 1 192 milhes que no mesmo perodo do ano anterior, em resultado da reduo da receita (-7,9%) e da despesa efetiva (-3,7%). Este resultado justificado sobretudo pela contabilizao na receita da Caixa Geral de Aposentaes, I.P. da compensao relativa transferncia do Fundo de Penses da PT, a qual teve um impacto significativo em dezembro de 2010 e, na despesa, pela reduo com a aquisio de bens e servios correntes e despesas com o pessoal, essencialmente no Servio Nacional de Sade. O saldo global da execuo financeira consolidada do Servio Nacional de Sade de 2011 situou-se em 275 milhes de euros, de euros face ao ano precedente, resultado que tem implcita uma melhoria de 85 milhes de euros. Este resultado reflete uma reduo da despesa superior em 0,6 p.p. variao da receita, originado, essencialmente, pelo facto de o decrscimo da despesa com subcontratos ser mais intensa que a diminuio da receita proveniente das transferncias do Oramento do Estado. O saldo global do subsector da Segurana Social registou, em dezembro de 2011, um excedente de 429 milhes de euros, menos 260 milhes de euros do que em igual perodo do ano transato, em resultado da reduo verificada na receita ter sido mais pronunciada do que o