desoneração da folha de pagamento - .desoneração da folha de pagamento pág. 02 pág. 03 pág

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  • empresrio poder optar pela tributao com base na folha de salrios ou no faturamento bruto

    desonerao da folha de pagamento

    pg. 04pg. 02 pg. 03ComrCioLegisL a o TribuTos

    Restrio a testemunhas em processos

    Projeto quer derrubar portaria da Receita

    Histrico de preos de itens em promoo

    de tributao sobre o faturamento foi um ponto positivo, uma vez que os empresrios podero escolher pela tributao com base na folha de salrios ou no faturamento bruto. Esse foi um pleito da Federao desde que o tema foi proposto pelo Poder Executi-vo, por meio do Projeto de Lei n 863/2015.

    Em dezembro o contribuinte dever manifestar sua opo para realizar o pa-

    i n f o r m a t i v o e m p r e s a r i a l | n o v e m b r o d e 2 0 1 5 | e d i o n 6 8

    Passa a vigorar, a partir de 1 de dezembro, a Lei n 13.161/2015, que trata da desonerao da folha de pagamento por meio da regu-lamentao do clculo da contribuio pre-videnciria sobre a receita bruta, com au-mentos da atual alquota de 1% para 2,5%, e de 2% para 3% ou 4,5%.

    De acordo com a assessoria jurdica da FecomercioSP, tornar opcional esse regime

    gamento da contribuio sobre a receita bruta relativa ao ms de novembro de 2015. A escolha tambm pode ocorrer a partir da primeira competncia subsequente para a qual haja receita apurada. A partir de janeiro de 2016, e no incio dos anos sub-sequentes, o contribuinte dever fazer a opo novamente, que valer para todo o ano-calendrio.

    Para auxiliar na escolha, o contribuinte dever verificar qual a porcentagem de sua atual folha de pagamento em relao re-ceita bruta da empresa, sendo que:

    a. A alquota de 4,5% sobre a receita bruta passa a ser mais vantajosa se a folha de pagamento representar acima de 22,5% do faturamento;

    b. A alquota de 2,5% sobre a receita bruta passa a ser mais vantajosa se a folha de pagamento representar acima de 12,5% do faturamento. [ ]

    folha de pagamento ou receita bruta

    Faturamento 4,50% Faturamento 2,50%

    100.000,00 4.500,00 100.000,00 2.500,00

    Folha pagto. 20,0% Folha pagto. 20,0%

    20,0% 4.000,00 10,0% 2.000,00

    22,5% 4.500,00 12,5% 2.500,00

    25,0% 5.000,00 15,0% 3.000,00

    Clculo 22,50% Clculo 12,50%

  • verdade, sob pena de serem processadas por falso testemunho. No entanto, no razo-vel esperar que a testemunha deponha em prejuzo prprio. Ela tende, obviamente, a confirmar aquilo que alega em sua prpria reclamao. Isso tambm no significa, ne-cessariamente, que tal testemunha minta de maneira deliberada, mas seu depoimen-to carece da credibilidade necessria.

    Assim, observa o deputado, prefervel ouvir outras testemunhas que no tenham qualquer tipo de interesse em confirmar fa-tos por elas alegados em suas reclamaes.

    O indivduo que processa uma das par-tes pode, no entanto, ser ouvido como infor-mante do juzo, que avaliar a credibilidade das afirmaes e atribuir o devido valor ao depoimento. Dessa forma, conclui o parla-mentar, a medida contribuir para elevar a confiabilidade do processo trabalhista dian-te da sociedade, aumentando a credibilida-de das testemunhas que so ouvidas.

    A Consolidao das Leis do Trabalho (CLT), quando se refere a processos trabalhistas, no permite a participao de testemunha que seja parente at o terceiro grau civil, amigo ntimo ou inimigo de qualquer uma das partes da reclamao trabalhista. Tal medida se justifica, j que o depoimento nessas condies no seria isento e a tes-temunha tenderia a favorecer uma das partes do processo. Por isso, o fato ampla-mente aceito no meio jurdico. O Projeto de Lei Federal n 8.250/2014, de autoria do deputado federal Larcio Oliveira (SD/SE), quer ampliar essa restrio, ao criar a nova hiptese de suspeio (dvida, suspeita) para testemunha no processo trabalhista, caso ela esteja movendo ao contra qual-quer uma das partes da reclamao em causa idntica.

    Em sua justificativa, o parlamentar explana que, diante do juiz, todas as teste-munhas esto obrigadas por lei a dizer a

    Para a FecomercioSP, a iniciativa positi-va e trar maior segurana jurdica ao pro-cesso trabalhista, alm de no submeter os litigantes a possvel aplicao subsidiria do Cdigo de Processo Civil (CPC) pelos julgado-res de primeiro grau ou Tribunais. A Federa-o lembra que h dispositivos no CPC que possibilitam contestar a testemunha que pos-sui litgio contra uma das partes do processo e que o assunto est normatizado pela Smu-la 357 do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

    A despeito do mrito da proposta, a FecomercioSP julga necessria a adaptao de alguns de seus pontos, de forma a trazer maior clareza e objetividade ao texto, a fim de preservar o equilbrio e a boa-f no litgio. Por essa razo, a Entidade apresentou um texto substitutivo ao deputado Larcio de Oliveira, sugerindo a alterao da redao da referida propositura. O projeto aguarda parecer do relator na Comisso de Trabalho, de Administrao e Servio Pblico. [ ]

    segundo projeto, quem estiver em litgio com alguma das partes da reclamao no poder testemunhar

    restrio de testemunhas em processos trabalhistas

  • apoio revogao de portaria da receita federalportaria n 1.265/2015 quer recuperar crditos tributrios, mas penaliza fortemente as empresas

    Tramita na Cmara dos Deputados o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) n 201/2015, de autoria do deputado federal Alfredo Kaefer (PSDB/PR), que revoga a Portaria n 1.265/2015, publicada pela Receita Federal do Brasil (RFB). A norma relaciona uma srie de medidas para aprimorar e priorizar os procedimen-tos de recuperao de crditos tributrios, de modo a promover o aumento e a sustentao da arrecadao dos tributos federais.

    A portaria se aplica aos empresrios com dbitos tributrios de quantia igual ou superior a R$ 10 milhes. Entre as principais medidas previstas na norma, destacam-se

    a incluso da empresa devedora no Cadas-tro Informativo de Crdito no Quitado do Setor Pblico Federal (Cadin) e a sua conse-quente excluso de diversos programas de apoio empresarial, entre eles o Programa de Recuperao Fiscal (Refis), o Parcelamento Especial (Paes), o Parcelamento Excepcional (Paex) e at mesmo o Simples Nacional.

    De acordo com a assessoria jurdica da FecomercioSP, a medida ameaa uma srie de institutos jurdicos indispensveis e asse-gurados pela Constituio Federal. Alm do mais, essa portaria pode desestimular ain-da mais os investimentos no Pas.

    Para o jurista Ives Gandra, presidente do Conselho Superior de Direito da FecomercioSP em artigo publicado em setembro deste ano no jornal O Estado de So Paulo , as aes desarticuladas do governo podem resultar em afastamento de investimentos e nus para produtos e no custo do dinheiro.

    A Federao considera a portaria ilegal e defende sua revogao imediata, por meio do Projeto de Lei n 201/2015. Para tanto, a Enti-dade encaminhar ofcio em apoio aprova-o do projeto para a Comisso de Finanas e Tributao (CFT) e para a Comisso de Consti-tuio e Justia e de Cidadania (CCJC). [ ]

  • PROJETOS OBRIGAM HISTRICO DE PREOS DE PRODUTOSfecomercio-sp contrria s propostas, uma vez que legislao atual j protege o consumidor

    da atividade econmica e a no ingerncia do Estado no domnio econmico. O Poder Pblico pode determinar o cumprimento de certos requisitos, mas torn-los excessivos inviabiliza o exerccio do comrcio e preju-dica o prprio consumidor.

    A FecomercioSP tem dialogado com o Poder Pblico a fim de expor seu posicio-namento contrrio s proposituras. Em relao ao PL n 986/2015, a Entidade en-caminhou manifestao ao deputado es-tadual Carlos Cezar (PSB/SP), responsvel pela relatoria da matria na Comisso de Constituio e Justia, e aos demais mem-bros da comisso.

    A Federao tambm formalizou sua opinio ao deputado federal Guilherme Mussi (PP/SP), relator do PL n 2.849/2015 na Comisso de Defesa do Consumidor. Como resultado, o parlamentar apresentou pare-cer pela rejeio do projeto. Em seu texto, ponderou que a insero de mais um pa-rgrafo no Cdigo de Proteo e Defesa do Consumidor configurar excesso legislati-vo, a ponto de impedir a prpria promo-o que se pretende proteger. [ ]

    Dois projetos de lei (PL) e um nico objetivo: obrigar os comerciantes a informar o hist-rico de preos de produtos e servios anun-ciados em promoes ou liquidaes, tanto nas lojas fsicas quanto nas eletrnicas. O objetivo evitar que consumidores sejam atrados por falsas redues de valores.

    Um desses projetos, de autoria do de-putado estadual Estevam Galvo (DEM/SP), foi apresentado na Assembleia Legislativa paulista no ltimo dia 15 de junho, sob o n 986/2015. O outro, registrado com o n 2.849/2015, tem como autor o deputado fe-deral Rmulo Gouveia (PSD/PB) e foi apre-sentado na Cmara dos Deputados em 2 de setembro.

    Apesar de terem o mesmo propsito, os projetos apresentam algumas diferenas. O PL n 986/2015 determina que o histrico seja emitido no momento da venda e con-tenha o preo do produto ou servio nos ltimos 12 meses. Para cada ms, seria con-siderado o menor preo registrado em nota fiscal emitida pelo fornecedor.

    Ainda de acordo com a propositura, o fornecedor que descumprir a norma pode-r ser multado e, em caso de reincidncia, sofrer a cassao da inscrio no Cadas-tro de Contribuintes do ICMS. O dinheiro arrecadado com a fiscalizao iria para o Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos (FID), que tem entre seus objetivos garantir reparao por eventuais danos ao consumidor.

    O PL n 2.849/2015, por sua vez, mais conciso. Seu texto pede a incluso de um pargrafo no art. 31 do Cdigo de Proteo e Defesa do Consumidor (institudo pela Lei n 8.078/1990), que trata das informaes obrigatrias na oferta de produtos e servi-os. O novo trecho obriga os fornecedores

    a divulgar, durante promoes ou liquida-es, o histrico de preos de produtos e ser-vios dos ltimos 30 dias.

    Tanto o deputado estadual Estevam Galvo quanto o deputad

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