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  • Escola Municipal Dr. Leandro Franceschini Curso Tcnico de Segurana do Trabalho

    Desenho Tcnico

    Prof Eng. Bruno M.B.Barijan

    brunobarijan@yahoo.com.br

    http://www.sumare.sp.gov.br/

  • Histria

    Desde os primrdios que o homem tenta

    reproduzir sob forma de desenho as mais

    variadas situaes, sejam elas ideias,

    objectos, etc.

  • Histria

    Hierglifos Egipcios;

  • Historia

    Foi preciso chegar ao sculo XVIII para que Gaspar Monge criasse a geometria descritiva, (inicialmente usada na engenharia militar), para que o desenho tcnico perdesse toda a expresso artstica para se tornar numa linguagem tcnica universal e sem ambigidades.

    E assim o desenho tcnico chegou ao estatuto de linguagem universal.

    Ao criar o mtodo diedrico, Gaspar Monge deu um grande impulso ao desenvolvimento tecnolgico. Hoje em dia esse impulso ainda se propaga ao ponto de todas as reas tcnicas usarem o mesmo princpio da geometria na representao das mais variadas formas.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Gaspar_mongehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Gaspar_mongehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Gaspar_monge

  • Introduo

    O desenho uma forma de linguagem usada pelos

    artistas. Desenho tcnico usado pelos projetistas para

    transmitir uma idia de produto, que deve ser feita da

    maneira mais clara possvel.

    Mesmo preso por procedimentos e regras, um desenho

    tcnico necessita que o projetista use sua criatividade

    para mostrar, com facilidade, todos os aspectos da sua

    idia, sem deixar dvidas.

    Do outro lado, uma pessoa que esteja lendo um

    desenho deve compreender seus smbolos bsicos, que

    so usados para simplificar a linguagem grfica,

    permitindo que haja o maior nmero de detalhes

    possvel.

  • Normas

    So guias para a padronizao de procedimentos. Dependendo do mbito de seu projeto, voc pode encontrar normas internacionais, nacionais e internas de sua empresa, que buscam padronizar os desenhos.

    Antes de mais nada, Normas no so leis o profissional pode no se prender a todos os aspectos da norma, desde que justifique e se responsabilize por isso. No caso do desenho tcnico, no teremos normas que comprometam diretamente a segurana pessoal, porm procura-se sempre manter um padro.

    As seguintes normas se aplicam diretamente ao desenho tcnico no Brasil:

    NBR 10067 Princpios Gerais de Representao em Desenho Tcnico

    NBR 10126 Cotagem em Desenho Tcnico

    Sendo complementadas pelas seguintes normas:

    NBR 8402 Execuo de Caracteres para Escrita em Desenhos Tcnicos

    NBR 8403 Aplicao de Linhas em Desenho Tcnico

  • Desenho digital

    Atualmente o usos de ferramentas de

    CAD (Computed Aided Design desenho

    auxiliado por computador) tornou obsoleto

    o uso das pranchetas e salas de

    desenhos nas empresas. Um dos

    programas mais conhecidos o AutoCAD,

    criado pela empresa Autodesk, bastante

    difundido no mercado.

  • Instrumentos usados

    Lpis e lapiseiras

    Ambos possuem vrios graus de dureza: uma grafite mais dura permite pontas finas, mas traos muito claros. Uma grafite mais macia cria traos mais escuros, mas as pontas sero rombudas.

    Recomenda-se uma grafite HB, F ou H para traar rascunhos e traos finos, e uma grafite HB ou B para traos fortes. O tipo de grafite depender da preferncia pessoal de cada um.

    Os lpis devem estar sempre apontados, de preferncia com estilete.

    Para lapiseiras, recomenda-se usar grafites de dimetro 0,5 ou 0,3 mm.

    Esquadros so usados em pares: um de 45o e outro de 30o / 60o. A combinao de ambos permite obter vrios ngulos comuns nos desenhos, bem como traar retas paralelas e perpendiculares.

    Para traar retas paralelas, segure um dos esquadros, guiando o segundo esquadro atravs do papel. Caso o segundo esquadro chegue na ponta do primeiro, segure o segundo esquadro e ajuste o primeiro para continuar o traado.

  • Compasso

    Usado para traar circunferncias e para transportar medidas. O compasso tradicional possui uma ponta seca e uma ponta com grafite, com alguns modelos com cabeas intercambiveis para canetas de nanquim ou tira-linhas.

    Em um compasso ideal, suas pontas se tocam quando se fecha o compasso, caso contrrio o instrumento est descalibrado. A ponta de grafite deve ser apontada em bizel, feita com o auxlio de uma lixa.

    Os compassos tambm podem ter pernas fixas ou articuladas, que pode ser til para grandes circunferncias. Alguns modelos possuem extensores para traar circunferncias ainda maiores.

    Existem ainda compassos especficos, como o de pontas secas (usado somente para transportar medidas), compassos de mola (para pequenas circunferncias), compasso bomba (para circunferncias minsculas) e compasso de reduo (usado para converter escalas).

  • Escalmetro

    Conjunto de rguas com vrias escalas

    usadas em engenharia. Seu uso elimina o

    uso de clculos para converter medidas,

    reduzindo tempo de execuo do projeto.

    O tipo de escalmetro mais usado o

    triangular, com escalas tpicas de arquitetura:

    1:20, 1:25, 1:50, 1:75, 1:100, 1:125. A escala

    1:100 corresponde a 1 m = 1 cm, e pode ser

    usado como uma rgua comum (1:1). O uso

    de escalas ser explicado mais adiante.

  • Folhas

    O formato usado o baseado na norma NBR 10068,

    denominado A0 (A-zero).

    Trata-se de uma folha com 1 m2, cujas propores

    da altura e largura so

    Todos os formatos seguintes so proporcionais: o

    formato A1 tem metade da rea do formato A0, etc.

  • Obtm-se ento os seguintes tamanhos:

    Ref Altura (mm) Largura (mm)

    A0 -841x 1189

    A1 -594 x841

    A2 -420 x594

    A3 -297 x420

    A4 -210x 297

    A5 -148 x210

    Cabe ao desenhista escolher o formato adequado, no qual o

    desenho ser visto com clareza.

    Todos os formatos devem possuir margens: 25 mm no lado

    esquerdo e 10 mm nos outros trs lados para(formatos A0 e

    A1) e 7 mm (formatos A2, A3 e A4). Tambm costuma-se

    desenhar a legenda no canto inferior direito.

  • Dobragem

    Toda folha com formato acima do A4

    possui uma forma recomendada de

    dobragem. Esta forma visa que o desenho

    seja armazenado em uma pasta, que

    possa ser consultada com facilidade sem

    necessidade de retir-la da pasta, e que a

    legenda esteja visvel com o desenho

    dobrado.

  • Linhas

    O tipo e espessura de linha indicam sua funo no desenho.

    Contnua larga arestas e contornos visveis de peas, caracteres, indicao de corte ou vista.

    Contnua estreita hachuras, cotas

    Contnua a mo livre estreita (ou contnua e zig-zag, estreita) linha de ruptura

    Tracejada larga lados invisveis

    Trao e ponto larga planos de corte (extremidades e mudana de plano)

    Trao e ponto estreita eixos, planos de corte

    Trao e dois pontos estreita peas adjacentes

  • Cotas Cota deve ser realizada da seguinte forma:

    Acima e paralelamente s suas linhas de cota, preferivelmente

    no centro.

    Quando a linha de cota vertical, colocar a cota

    preferencialmente no lado esquerdo.

    Para melhorar a interpretao da medida, usa-se os seguintes

    smbolos:

    1. - Dimetro

    2. R Raio

    3. - Quadrado

    4. ESF Dimetro esfrico

    5. R ESF Raio esfrico

    Os smbolos de dimetro e quadrado podem ser omitidos

    quando a forma for claramente indicada.

  • Cotas

    Hbitos a serem evitados:

    No repetir cotas, salvo em casos especiais;

    No usar qualquer linha do desenho como

    linha de cota;

    Evitar que uma linha de cota corte uma linha

    auxiliar;

    No esperar de quem for ler o desenho que

    faa somas e subtraes: cotar todas as

    medidas e as dimenses totais;

    Evitar cotar linhas ocultas;