Desempenho de edifícios habitacionais de até cinco ... ?· NBR 8160/99 Sistemas prediais de esgoto…

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  • Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 / 28 andar CEP 20003-900 Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro RJ Tel.: PABX (21) 210-3122 Fax: (21) 220-1762/220-6436 Endereo eletrnico: www.abnt.org.br

    ABNT Associao Brasileira de Normas Tcnicas

    Copyright 2000, ABNTAssociao Brasileira de Normas Tcnicas Printed in Brazil/ Impresso no Brasil Todos os direitos reservados

    JULHO

    2004

    02:136.01.008

    Desempenho de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos Parte 6: Sistemas hidrossanitrios

    ABNT/CB 02 - Comit Brasileiro de Construo Civil CE 02.136.01 Desempenho de Edificaes Performance of up to five storeyed residential buildings - Part 6: Sistemas hidrossanitrios Descriptors: Performance, residential buildings

    Palavra(s)-chave: Desempenho, edifcios habitacionais, sistemas hidrossanitrios

    19 pginas

    0 Prefcio 1 Introduo 2 Objetivo 3 Referncias normativas 4 Definies 5 Exigncias dos usurios 6 Requisitos, critrios, mtodos de avaliao e nveis de desempenho 7 Desempenho estrutural 8 Segurana contra incndio 9 Segurana no uso e operao 10 Estanqueidade 11 Desempenho trmico 12 Desempenho acstico 13 Sade e higiene 14 Funcionalidade e acessibilidade 15 Conforto ttil e antropodinmico 16 Durabilidade e manutibilidade 17 Adequao ambiental

    0 PREFCIO

    A ABNT Associao Brasileira de Normas Tcnicas o Frum Nacional de Normalizao. As Normas Brasileiras, cujo contedo de responsabilidade dos Comits Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalizao Setorial (ONS), so elaboradas por Comisses de Estudo (ABNT/CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratrios e outros).

    Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no mbito dos ABNT/CB e ONS circulam para Consulta Pblica entre os associados da ABNT e demais interessados.

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    NDICE / RELAO DOS CRITRIOS DE DESEMPENHO

    Pgina

    1. Introduo 3

    2. Objetivo 4

    3. Referncias normativas 4

    4. Definies 5

    5. Exigncias dos usurios 7

    6. Requisitos, critrios, mtodos de avaliao e nveis de desempenho 7

    7. DESEMPENHO ESTRUTURAL

    7.1.1. Critrio Tubulaes suspensas 7

    7.1.2. Critrio Resistncia mecnica de peas e aparelhos sanitrios 7

    7.1.3. Critrio Resistncia a impactos de tubulaes aparentes 8

    7.2.1. Critrio Sobrepresso mxima no fechamento de vlvulas de descarga 8

    8. SEGURANA CONTRA INCNDIO

    8.1.1. Critrio Reservao de gua para combate a incndio 9

    8.2.1. Critrio Tipos e posicionamento de extintores 9

    9. SEGURANA NO USO E OPERAO

    9.1.1. Critrio Aterramento das instalaes 9

    9.1.2. Critrio Aterramento de aparelhos aquecedores 9

    9.1.3. Critrio Corrente de fuga em aparelhos aquecedores 9

    9.1.4. Critrio Temperatura mxima da gua aquecida 10

    9.1.5. Critrio Dispositivos de segurana em aquecedores eltricos de acumulao 10

    9.2.1. Critrio Dispositivos de segurana em aquecedores de acumulao a gs 10

    9.2.2. Critrio Instalao de equipamentos a gs 10

    9.3.1. Critrio Preveno de ferimentos 11

    9.3.2. Critrio Temperatura superficial mxima das peas 11

    10. ESTANQUEIDADE

    10.1.1. Critrio Estanqueidade gua das instalaes de gua 11

    10.1.2. Critrio Estanqueidade gua de peas de utilizao 11

    10.1.3. Critrio Estanqueidade gua das instalaes de esgoto e de guas pluviais 11

    10.1.4. Critrio Desconectores do sistema predial de esgoto 12

    10.1.5. Critrio Estanqueidade gua das instalaes de gua pluvial 12

    11. DESEMPENHO TRMICO

    11.1.1. Critrio - Necessidade de equipamento aquecedor 12

    12. DESEMPENHO ACSTICO

    12.1.1. Critrio - Velocidade de escoamento da gua 12

    12.1.2. Critrio - Rudos gerados por vibraes 12

    13. SADE E HIGIENE

    13.1.1. Critrio Independncia do sistema de gua 13

    13.1.2. Critrio - Seleo de vedantes 13

    13.1.3. Critrio Limitao de metais pesados no PVC 13

    13.2.1. Critrio Risco de contaminao biolgica das tubulaes 13

    13.2.2. Critrio Risco de estagnao da gua 13

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    13.3.1. Critrio Tubulaes de gua potvel enterradas 14

    13.3.2. Critrio Inspeo e limpeza de reservatrios de gua potvel 14

    13.3.3. Critrio Dispositivos necessrios nos reservatrios de gua potvel 14

    13.4.1. Critrio Separao atmosfrica 14

    13.5.1. Critrio Dimensionamento da instalao de esgoto 15

    13.5.2. Critrio Equipamentos mnimos necessrios 15

    13.6.1. Critrio Estanqueidade aos gases por meio de desconectores 15

    13.6.2. Critrio Liberao de gases a partir do sistema de ventilao 15

    14. FUNCIONALIDADE E ACESSIBILIDADE

    14.1.1. Critrio - Dimensionamento da instalao de gua 15

    14.1.2. Critrio Funcionamento de dispositivos de descarga 16

    14.2.1. Critrio Limite de disperso do jato de torneiras 16

    14.3.1. Critrio Dimensionamento da reservao de gua 16

    14.4.1. Critrio Dimensionamento de calhas e condutores 16

    15. CONFORTO TTIL E ANTROPODINMICO

    15.1.1. Critrio - Adaptao ergonmica dos equipamentos 17

    16. DURABILIDADE E MANUTENIBILIDADE

    16.1.1. Critrio - Projeto e execuo das instalaes hidrossanitrias 17

    16.1.2. Critrio Durabilidade dos materiais, equipamentos e peas 17

    16.2.1. Critrio Inspees em tubulaes aparentes de esgoto ou guas pluviais 17

    16.2.2. Critrio Inspees em tubulaes enterradas de esgoto ou guas pluviais 18

    16.2.3. Critrio Manual de operao, uso e manuteno das instalaes hidrossanitrias 18

    17. ADEQUAO AMBIENTAL

    17.1.1. Critrio - Consumo de gua em bacias sanitrias 19

    17.1.2. Critrio Fluxo de gua em torneiras 19

    17.1.3. Critrio Vazo de servio de chuveiros 19

    17.2.1. Critrio Tratamento e disposio de efluentes 19

    Requisito impacto gerado pela fabricao dos componentes das instalaes hidrossanitrias 19

    1 INTRODUO As instalaes hidrossanitrias so responsveis diretas pelas condies de sade e higiene requeridas para a habitao, alm de apoiarem todas as funes humanas nela desenvolvidas (coco de alimentos, higiene pessoal, conduo de esgotos e guas servidas etc). As instalaes devem ser incorporadas construo de forma a garantir a segurana dos usurios, sem riscos de queimaduras (instalaes de gua quente), exploses, incndios (instalaes de gs) ou outros acidentes. Devem ainda harmonizar-se com a deformabilidade das estruturas, interaes com o solo e caractersticas fsico-qumicas dos demais materiais de construo.

    A presente Norma compe um conjunto normativo mais amplo que formado pelas normas relativas s seguintes partes:

    Parte 1 Requisitos gerais;

    Parte 2 Estrutura;

    Parte 3 Pisos internos;

    Parte 4 Fachadas e paredes internas;

    Parte 5 Coberturas;

    Parte 6 Sistemas hidrossanitrios.

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    Todas as disposies contidas nesta norma, aplicvel a habitaes de at cinco pavimentos, referem-se a elementos, componentes ou sistemas montados, construdos, operados e submetidos a intervenes de manuteno que atendam todas as instrues especficas do respectivo fornecedor, devidamente registradas em Manual de Operao, Uso e Manuteno ou em documentos similares.

    A presente norma deve ser utilizada, no que couber, em conjunto com o Projeto 02:136.01.001 Desempenho de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitos Gerais e com as normas prescritivas relacionadas no item 3.

    2 OBJETIVO Esta Norma fixa diretrizes para a avaliao de desempenho dos sistemas hidrossanitrios de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos. Os sistemas compreendidos no seu escopo so os seguintes:

    Sistemas prediais de gua fria e de gua quente;

    Sistemas prediais de esgoto sanitrio e ventilao;

    Sistemas prediais de guas pluviais.

    Excetuados critrios que dependam diretamente da altura do edifcio (segurana estrutural estado limite ltimo; segurana contra incndio rotas de fuga, equipamentos de extino etc), os demais critrios estabelecidos no presente documento podem ser aplicados para edifcios habitacionais com mais de cinco pavimentos.

    3 REFERNCIAS NORMATIVAS As normas relacionadas a seguir contm disposies que, ao serem citadas neste texto, constituem prescries para esta Norma. As edies indicadas estavam em vigor no momento desta publicao. Como toda norma est sujeita a reviso, recomenda-se queles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a convenincia de se usarem as edies mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informao das normas em vigor em um dado momento.

    Brasil - Ministrio do Trabalho e Emprego Norma Regulamentadora NR 13 Caldeiras e vasos de presso, aprovada pela Portaria 02/84 de 08/05/84

    NBR 5410/97 Instalaes eltricas de baixa tenso

    NBR 5626/98 Instalao predial de gua fria

    NBR 5648/99 Sistemas prediais de gua fria - Tubos e conexes de PVC 6,3, PN 750 kPa, com junta soldvel Requisitos

    NBR 5674/99 Manuteno de edificaes Procedimento

    NBR 5684/99 Tubos de PVC rgido - Efeitos sobre a gua

    NBR 6452/97 Aparelhos sanitrios de material cermico

    NBR 6463/85 Material cermico sanitrio Determinao da absoro de gua

    NBR 7198/93 Projeto e execuo de instalaes prediais de gua quente

    NBR 8160/99 Sistemas prediais de esgoto sanitrio projeto e execuo

    NBR 10281/01 Torneira de presso requisitos e mtodos de ensaio

    NBR 10844/89 Instalaes prediais de guas pluviais

    NBR 11852/92 Caixa de descarga

    NBR 12090/91 Chuveiros eltricos - Determinao da corrente de fuga

    NBR 12096/92 Caixa de descarga - Verificao de desempenho

    NBR 12693/93 Sistemas de proteo por extintores de incndio

    NBR 12904/93 Vlvula de descarga

    NBR 12905/93 Vlvula de descarga verificao de desempenho

    NBR 13103/00 Adequao de ambientes residenciais para instalao de aparelhos que utilizam gs combustvel

    NBR 13714/00 Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incndio

    NBR 14016/97 Aquecedores instantneos de gua e torneiras eltricas - Determinao da corrente de fuga - Mtodo de ensaio

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    NBR 14037/98 Manual de operao, uso e manuteno das edificaes Contedo e recomendaes para elaborao e apresentao

    Projeto 02:136.01.001 Desempenho de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitos gerais

    INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLGICAS DO ESTADO DE SO PAULO. Publicao Critrios mnimos de desempenho para habitaes trreas de interesse social. So Paulo, IPT, 1998.

    Instrues tcnicas do Corpo de Bombeiros local e/ou Decreto/Lei relativo segurana contra incndio, em vigor no Estado da Federao onde se localizar a obra, produto ou projeto em avaliao.

    4 DEFINIES Para os efeitos da presente norma aplicam-se as definies apresentadas nos Projetos 02:136.01.001 Desempenho de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitos Gerais e as definies a seguir indicadas:

    4.0 Aparelho sanitrio Componente destinado ao uso da gua e ao recebimento de dejetos lquidos e slidos coletados pelo sistema predial de esgoto sanitrio. Incluem-se nessa definio aparelhos como bacias sanitrias, lavatrios, pias, tanques, pisos de boxe de chuveiro, banheiras, lavadoras de roupa e de loua, e outros.

    4.1 Calha Canal que recolhe a gua de coberturas, terraos e similares e a conduz ao seu ponto de destino.

    4.2 Canopla Parte de uma pea de utilizao (torneira, registro etc) cuja funo proporcionar um acabamento esttico entre ela e uma parede ou aparelho sanitrio onde a pea est instalada.

    4.3 Corrente de fuga pelo aparelho eltrico de aquecimento de gua Corrente eltrica errtica que o aparelho eltrico de aquecimento de gua pode transmitir ao usurio.

    4.4 Desconector Componente provido de fecho hdrico destinado a vedar a passagem de gases no sentido oposto ao deslocamento do esgoto sanitrio. Incluem-se nessa definio componentes como bacias sanitrias, sifes, caixas sifonadas e outros.

    4.5 Fecho hdrico Camada lquida de nvel constante que em um desconector veda a passagem dos gases.

    4.6 Fonte de abastecimento Sistema destinado a fornecer gua para o sistema predial de gua. Pode ser a rede pblica da concessionria ou qualquer sistema particular de fornecimento de gua.

    4.7 Fossa sptica Tanque de sedimentao, fechado, atravs do qual o esgoto sanitrio passa lentamente de modo a permitir que matrias em suspenso se depositem no fundo, resultando a sua transformao em substncias gasosas e lquidas (que depois so conduzidas aos sumidouros ou valas de infiltrao).

    4.8 Hidrante Ponto de tomada de gua para combate a incndio, onde h uma sada contendo vlvula angular com seus respectivos complementos: adaptador, tampo, mangueira de incndio e demais acessrios.

    4.9 Mangotinho Ponto de tomada dgua para combate a incndio, onde h uma simples sada contendo vlvula de abertura rpida, adaptador (se necessrio), mangueira semi-rgida, esguicho regulvel e demais acessrios.

    4.10 Misturador Pea de utilizao destinada a misturar gua quente na gua do sistema predial de gua fria, de modo a obter-se gua na temperatura desejada pelo usurio.

    4.11 Peas de utilizao

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    Componente colocado prximo ao ponto de utilizao que permite a utilizao da gua e, em certos casos, permite tambm o ajuste da sua vazo. Incluem-se nessa definio componentes tais como: torneiras, misturadores, registros de presso, caixas e vlvulas de descarga, e outros.

    4.12 Ponto de suprimento Extremidade jusante de tubulao diretamente ligada fonte de abastecimento que alimenta um reservatrio de gua para uso domstico.

    4.13 Ponto de utilizao Extremidade jusante do sub-ramal a partir de onde a gua passa a ser considerada gua servida.

    4.14 Protetor trmico Dispositivo que durante o funcionamento anormal do aparelho de aquecimento instantneo de gua limita a temperatura da gua aquecida. de tal maneira construdo que seu ajuste no pode ser alterado pelo usurio.

    4.15 Refluxo de gua Escoamento de gua ou outros lquidos e substncias, proveniente de qualquer fonte que no a fonte de abastecimento prevista, para o interior da tubulao destinada a conduzir gua desta fonte.

    4.16 Reservatrio domiciliar de gua Componente do sistema predial de gua onde fica armazenada a gua a ser consumida pelos usurios e, em alguns casos, tambm a gua a ser utilizada no combate a incndio.

    4.17 Retrossifonagem Refluxo de gua servida (proveniente de um reservatrio, aparelho sanitrio ou qualquer outro recipiente) para o interior de uma tubulao, devido sua presso ser inferior atmosfrica.

    4.18 Separao atmosfrica Separao fsica (cujo meio preenchido por ar) entre o ponto de utilizao ou ponto de suprimento e o nvel de transbordamento dos reservatrios, aparelhos sanitrios ou outros componentes associados ao ponto de utilizao.

    4.19 Sistema de aquecimento instantneo de gua Sistema onde a gua a ser utilizada se aquece de forma instantnea pela sua passagem pela fonte de aquecimento. Incluem-se nesta definio, por exemplo, aparelhos eltricos como chuveiros e torneiras, aquecedor de passagem a gs, etc.

    4.20 Sistema de aquecimento de gua por acumulao Sistema onde a gua aquecida e armazenada em reservatrios trmicos para ser posteriormente utilizada pelos usurios. Incluem-se nesta definio, por exemplo, os boilers e os aquecedores de acumulao a gs.

    4.21 Sistema de aterramento Conjunto de todos condutores e peas condutoras com os quais feita a ligao eltrica com a terra.

    4.22 Sistema hidrossanitrio Sistemas hidrulicos prediais destinados a suprir os usurios com gua potvel e a coletar e afastar os esgotos sanitrios. Inclui-se tambm o sistema de coleta e destino das guas pluviais.

    4.23 Sumidouro Tanque de disposio, fechado, que recebe os efluentes provenientes das fossas spticas e os infiltra no solo.

    4.24 Tubulao Conjunto de componentes basicamente formado por tubos, conexes, vlvulas e registros, destinado a conduzir gua.

    4.25 Vala de infiltrao Camada de terra vegetal, aerada, logo abaixo da superfcie do solo, que recebe os efluentes provenientes das fossas spticas e os infiltra no solo.

    4.26 Volante ou manopla

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    Parte de uma pea de utilizao ou componente similar cuja funo permitir sua abertura ou fechamento pelo usurio.

    5 EXIGNCIAS DOS USURIOS Sob as diversas aes atuantes na habitao, o Sistema Hidrulico Predial deve atender as exigncias aplicveis que se encontram relacionadas no Projeto 02:136.01.001 Desempenho de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitos Gerais, alm das exigncias especficas a seguir.

    6 REQUISITOS, CRITRIOS, MTODOS DE AVALIAO E NVEIS DE DESEMPENHO Em funo das necessidades bsicas de segurana, sade, higiene e economia, so estabelecidos para os diferentes elementos e partes da construo nveis mnimos de desempenho (Nvel M), que devem ser obrigatoriamente atendidos. Considerando as diferentes possibilidades de agregao de qualidade aos produtos, o que implica inclusive em diferentes relaes custo/benefcio, para desempenho excedente s necessidades mnimas so estabelecidos respectivamente os nveis I (intermedirio) e S (superior). Aos agentes pblicos financiadores ou promotores de habitao, e aos incorporadores em geral, caber definir, em cada caso, o nvel de desempenho pretendido; no havendo nenhuma indicao, subentende-se pactuado o nvel M (mnimo).

    A verificao do atendimento s diferentes exigncias, os critrios de amostragem, a eventual realizao de inspees de campo e a preparao do documento tcnico resultante da avaliao de desempenho de um componente ou sistema construtivo devem ser realizadas de acordo com as diretrizes apresentadas no item 6 do Projeto 02:136.01.001 Desempenho de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitos Gerais.

    7 SEGURANA ESTRUTURAL

    7.1 Requisito resistncia mecnica das instalaes Os sistemas hidrossanitrios devem resistir s solicitaes mecnicas durante o uso.

    7.1.1 Critrio tubulaes suspensas Os fixadores ou suportes das tubulaes, aparentes ou no, assim como as prprias tubulaes, devem resistir sem entrar em colapso a 5 vezes o peso prprio das tubulaes cheias dgua para tubulaes fixas no teto ou em outros elementos estruturais.

    Nota: Quando as tubulaes estiverem sujeitas a esforos dinmicos significativos, por exemplo tubulaes de recalque ou gua quente, estes devero ser levados em considerao.

    7.1.1.1 Mtodo de avaliao A verificao deve ser feita em prottipo, aplicando-se as cargas mencionadas no ponto mdio entre dois fixadores devidamente ancorados. Aps 30 minutos de atuao da carga, registrar se houve ocorrncia ou no de colapso dos fixadores e/ou suportes ou das tubulaes.

    7.1.1.2 Nvel de desempenho: M.

    7.1.2 Critrio resistncia mecnica de peas e aparelhos sanitrios Os aparelhos sanitrios, as peas de utilizao e os respectivos componentes de suporte devem resistir s cargas de utilizao sem apresentar fissuras ou qualquer outra avaria que possa comprometer seu funcionamento, e s cargas limites sem atingir o estado de runa, conforme cargas indicadas na Tabela 1.

    Tabela 1: Cargas atuantes em aparelhos sanitrios

    Valor da carga Tipo de Carga Aparelho ou pea

    Carga de utilizao Carga limite

    Bacia e Bid apoiados 1,3 kN 2,2 kN

    Bacia e Bid suspensos 2,4 kN 4,0 kN

    Lavatrio, pia e tanque 0,8 kN 1,3 kN Carga vertical na rea de uso

    Torneira de lavatrio, pia ou tanque 0,2 kN 0,3 kN

    7.1.2.1 Mtodo de avaliao

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    A verificao deve ser feita em prottipo, aplicando-se as cargas de ensaio atravs de massas de valor conhecido ou com o controle por meio de dinammetro. As cargas devem ser aplicadas da seguinte forma:

    - bacias sanitrias: uniformemente distribuda no bordo superior da pea sanitria, exceto aresta que resultar paralela parede;

    - lavatrios: uniformemente distribuda no bordo superior da pea sanitria, ensaiando-se o conjunto lavatrio / pedestal ou, no caso de lavatrios suspensos, o sistema de fixao indicado pelo respectivo fabricante;

    - torneiras: carga concentrada, com linha de ao coincidente com o eixo da manopla.

    7.1.2.2 Nvel de desempenho: M.

    7.1.3 Critrio resistncia a impactos de tubulaes aparentes As tubulaes aparentes (prumadas de guas pluviais, etc), fixadas at 1,5m acima do piso, devem resistir aos impactos que porventura possam ocorrer durante a sua vida til, conforme Tabela 2, sem sofrerem perda de funcionalidade (impacto de utilizao) ou runa (impacto limite).

    Tabela 2: Impactos atuantes em tubulaes aparentes (at 1,5m acima do piso)

    Energia Tipo de impacto

    Impacto de utilizao Impacto limite

    Corpo mole 120 J 240 J

    Corpo duro 2,5 J 10 J

    7.1.3.1 Mtodo de avaliao Com as tubulaes fixadas da forma especificada no projeto, aplicar as energias de impacto estabelecidas, observando as informaes apresentadas na tabela 3 a seguir. A tubulao, quando em ensaio, deve estar totalmente cheia de gua nas instalaes de gua e vazias nas de gs, esgoto e guas pluviais. Aps cada impacto, deve-se verificar a ocorrncia ou no de vazamentos ou outros danos superficiais na tubulao.

    Tabela 3 Condies especificadas para aplicao das cargas

    Impacto de utilizao Impacto limite Tipo de impacto Massa de

    impacto Altura de aplicao

    Meio de aplicao

    Massa de impacto

    Altura de aplicao

    Meio de aplicao

    Corpo mole 40,0 kg 0,3 m Saco de couro (*)

    40,0 kg 0,6 m Saco de couro (*)

    Corpo duro 0,5 kg 0,5 m Esfera macia de ao

    1,0 kg 1,0 m Esfera macia de ao

    (*) Saco cilndrico de couro com 0,25m de dimetro e 0,6m de altura, preenchido de forma homognea com areia seca e pedaos de espuma de plstico, de forma a obter-se a geometria e a massa especificadas para o impactador.

    7.1.3.2 Nvel de desempenho: M.

    7.2 Requisito solicitaes dinmicas Os componentes utilizados nos sistemas hidrossanitrios no devem provocar golpes e vibraes que impliquem em risco sua estabilidade estrutural.

    7.2.1 Critrio sobrepresso mxima no fechamento de vlvulas de descarga As vlvulas de descarga, metais de fechamento rpido e do tipo monocomando, no devem provocar sobrepresses no fechamento superiores a 0,2 MPa.

    7.2.1.1 Mtodo de Avaliao As vlvulas de descarga a serem utilizadas nos sistemas hidrossanitrios devem ser ensaiados conforme estabelecido na NBR 12905.

    7.2.1.2 Nvel de Desempenho: M.

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    8 SEGURANA CONTRA INCNDIO

    8.1 Requisito combate a incndio com gua Nos casos em que a edificao necessitar de sistema de hidrante e/ou mangotinho, o reservatrio domiciliar de gua fria, superior ou inferior, dever dispor do volume de gua necessrio para o combate a incndio, alm do volume de gua necessria para o consumo dos usurios.

    8.1.1 Critrio reservao de gua para combate a incndio O volume de gua reservado para combate a incndio deve ser estabelecido segundo o Decreto Estadual local ou instruo tcnica do Corpo de Bombeiros, ou, na sua ausncia, na norma NBR 13714.

    8.1.1.1 Mtodo de avaliao Verificao do projeto.

    8.1.1.2 Nvel de desempenho: M.

    8.2 Requisito - combate a incndio com extintores

    Nos casos em que a edificao necessitar de combate manual ao incndio, deve haver extintores disponveis.

    8.2.1 Critrio tipos e posicionamento de extintores

    Os extintores devem ser corretamente classificados e posicionados de acordo com a norma NBR 12693/93. Devem ainda dispor de selo de conformidade do INMETRO.

    8.2.2.1 Mtodo de Avaliao

    Verificao do projeto e no local.

    8.2.2.2 Nvel de desempenho: M.

    9 SEGURANA NO USO E OPERAO

    9.1 Requisito risco de choques eltricos e queimaduras

    Os sistemas hidrossanitrios e os equipamentos de aquecimento (aquecedores de passagem ou de acumulao) devem ser seguros aos seus usurios quando em operao e uso normal, com relao exposio acidental de suas partes metlicas (tubulaes, equipamentos e acessrios) a um potencial eltrico perigoso.

    9.1.1 Critrio aterramento das instalaes

    Todas as tubulaes, equipamentos e acessrios metlicos de um sistema hidrossanitrio devem ser direta ou indiretamente aterrados.

    9.1.1.1 Mtodo de Avaliao

    Verificao do projeto e inspeo no local.

    9.1.1.2 Nvel de desempenho: M.

    9.1.2 Critrio - aterramento de aparelhos aquecedores Os aparelhos eltricos utilizados para aquecimento da gua devem ser devidamente interligados ao sistema de aterramento atravs de um condutor de proteo, conforme descrito na norma NBR 5410.

    9.1.2.1 Mtodo de avaliao Verificao do projeto e inspeo de prottipo, inclusive dos aparelhos.

    9.1.2.2 Nvel de desempenho: M.

    9.1.3 Critrio corrente de fuga em aparelhos aquecedores Os aparelhos eltricos utilizados para aquecimento da gua no devem apresentar corrente de fuga pelo aparelho que exceda 15 mA..

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    9.1.3.1 Mtodo de avaliao Os chuveiros eltricos devem ser ensaiados conforme a norma NBR 12090. As torneiras e aquecedores eltricos de passagem devem ser ensaiados conforme a norma NBR 14016.

    9.1.3.2 Nvel de desempenho: M.

    9.1.4 Critrio temperatura mxima da gua aquecida Os aparelhos eltricos utilizados para aquecimento de gua devem proporcionar incremento de temperatura da gua de forma que no sejam superados os valores indicados na tabela 4 a seguir:

    Tabela 4: Temperatura mxima da gua na sada do equipamento de aquecimento

    Valor do incremento (C) Aparelho Potncia (kW) Aparelho sem protetor

    trmico Aparelho com protetor

    trmico

    Chuveiro At 7,8 50 55

    Torneira At 9,0 50 55

    Aquecedor de passagem

    At 5,5

    Superior a 5,5 at 9,0

    55

    75

    55

    75

    Notas: 1 - O protetor trmico aqui referenciado diz respeito temperatura de sada da gua.

    2 - Incremento de temperatura para a vazo mnima do aparelho.

    9.1.4.1 Mtodo de avaliao Os chuveiros eltricos devem ser ensaiados conforme a norma NBR 12090. As torneiras e aquecedores eltricos de passagem devem ser ensaiados conforme a norma NBR 14016.

    9.1.4.2 Nvel de desempenho: M.

    9.1.5 Critrio dispositivos de segurana em aquecedores eltricos de acumulao Os aparelhos eltricos de acumulao utilizados para o aquecimento de gua devem ser providos de dispositivo de alvio para o caso de sobrepresso, e tambm de dispositivo de segurana que corte a alimentao de energia em caso de superaquecimento.

    9.1.5.1 Mtodo de Avaliao Verificao do aparelho.

    9.1.5.2 Nvel de desempenho: M.

    9.2 Requisito - risco de exploso ou intoxicao por gs Os sistemas que contemplam equipamentos a gs combustvel no devem apresentar riscos aos usurios durante o uso normal.

    9.2.1 Critrio - dispositivos de segurana em aquecedores de acumulao a gs Os aparelhos de acumulao a gs utilizados para o aquecimento de gua devem ser providos de dispositivo de alvio para o caso de sobrepresso e tambm de dispositivo de segurana que corte a alimentao do gs em caso de superaquecimento. A instalao deve ser provida de meios que protejam o equipamento contra o seu amassamento por compresso.

    9.2.1.1 Mtodo de Avaliao Verificao do aparelho e do projeto.

    9.2.1.2 Nvel de desempenho: M.

    9.2.2 Critrio instalao de equipamentos a gs

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    A instalao de equipamentos que se utilizam de gs combustivel em ambientes residenciais, deve ser feita de maneira adequada.

    9.2.2.1 Mtodo de avaliao Verificao, atravs da anlise do projeto arquitetnico e de inspeo do prottipo, do atendimento norma NBR 13103 e norma regulamentadora NR13.

    9.2.2.2 Nvel de desempenho: M.

    9.3 Requisito segurana na utilizao de peas e aparelhos Os sistemas hidrossanitrios devem ser seguros s pessoas que os utilizam.

    9.3.1 Critrio preveno de ferimentos As peas de utilizao e demais componentes dos sistemas hidrossanitrios que so manipulados pelos usurio no devem possuir cantos vivos ou superfcies speras.

    9.3.1.1 Mtodo de avaliao Verificao por inspeo visual das partes aparentes dos componentes dos sistemas, inclusive das partes cobertas por canoplas que so passveis de contato quando da manuteno ou troca de componente.

    9.3.1.2 Nvel de desempenho: M.

    9.3.2 Critrio temperatura superficial mxima das peas A temperatura superficial das peas de utilizao nos sistemas que conduzem gua quente deve ser no mximo igual a 55 C para superfcies metlicas e 65 C para superfcies no metlicas.

    9.3.2.1 Mtodo de avaliao Com o sistema de gua quente em funcionamento e o equipamento de aquecimento de gua regulado para a mxima temperatura, aps decorridos 10 minutos medir, com o auxlio de um termopar (faixa de operao entre 20C e 80C e resoluo de 1C), a temperatura superficial do volantes dos registros e misturadores quando esses aparelhos so alimentados exclusivamente por gua quente (sem haver mistura com gua fria).

    9.3.2.2 Nvel de desempenho: M.

    10 ESTANQUEIDADE

    10.1 Requisito estanqueidade das instalaes Os sistemas hidrossanitrios devem ser estanques quando sujeitos s presses que ocorrem no uso normal.

    10.1.1 Critrio estanqueidade gua das instalaes de gua As tubulaes do sistema predial de gua no devem apresentar vazamento quando submetidas presso hidrosttica de, no mnimo, 1,5 vezes o valor da presso prevista em projeto para ocorrer nessa mesma seo, em condies estticas (sem escoamento), e em nenhum caso inferior a 100 kPa.

    10.1.1.1 Mtodo de avaliao As tubulaes a serem empregadas devem ser ensaiadas conforme a norma NBR 5626.

    10.1.1.2 Nvel de desempenho: M.

    10.1.2 Critrio - estanqueidade gua de peas de utilizao As peas de utilizao e o reservatrio domiciliar no devem apresentar vazamento quando submetidas presso hidrosttica normal de uso.

    10.1.2.1 Mtodo de avaliao O reservatrio e as peas de utilizao a serem empregados devem ser ensaiados conforme a norma NBR 5626.

    10.1.2.2 Nvel de desempenho: M.

    10.1.3 Critrio - estanqueidade gua das instalaes de esgoto e de guas pluviais

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    As tubulaes dos sistemas prediais de esgoto sanitrio e de guas pluviais no devem apresentar vazamento quando submetidas presso esttica de 60 kPa, durante 15 minutos se o teste for feito com gua, ou de 35 kPa, durante o mesmo perodo de tempo se o teste for feito com ar.

    10.1.3.1 Mtodo de avaliao As tubulaes a serem empregadas devem ser ensaiadas de acordo com a norma NBR 8160.

    10.1.3.2 Nvel de desempenho: M.

    10.1.4 Critrio desconectores do sistema predial de esgoto Os desconectores utilizados nos sistemas prediais de esgoto devem apresentar fecho hdrico com altura de 0,05 m, no mnimo.

    10.1.4.1 Mtodo de avaliao Medir a altura do fecho hdrico dos desconectores a serem empregados.

    10.1.4.2 Nvel de desempenho: M.

    10.1.5 Critrio - estanqueidade gua das instalaes de gua pluvial As juntas das calhas do sistema predial de guas pluviais devem ser estanques.

    10.1.5.1 Mtodo de avaliao Obturar a sada das calhas e ench-las com gua at o nvel de transbordamento. Verificar eventuais vazamentos.

    10.1.5.2 Nvel de desempenho: M.

    11 DESEMPENHO TRMICO

    11.1 Requisito temperatura de utilizao da gua Nas regies onde a temperatura da gua possa atingir valores muito baixos, considerados desconfortveis para consumo humano, deve ser previsto o emprego de gua quente nos pontos de utilizao cujo uso assim o exigir.

    11.1.1 Critrio necessidade de equipamento aquecedor Nas regies onde a mdia das temperaturas mnimas absolutas do ms mais frio for inferior a 8C, deve ser prevista gua quente pelo menos no chuveiro.

    11.1.1.1 Mtodo de avaliao Verificao do projeto.

    11.1.1.2 Nvel de desempenho: M.

    12 DESEMPENHO ACSTICO

    12.1 Requisito limitao de rudos Os sistemas hidrossanitrios no devem provocar nas habitaes rudos desagradveis aos seus usurios.

    12.1.1 Critrio velocidade de escoamento da gua A velocidade de escoamento da gua nas tubulaes dos sistemas prediais de gua no deve ser superior ao valor especificado pela norma NBR 5626.

    12.1.1.1 Mtodo de avaliao Verificar no projeto.

    12.1.1.2 Nvel de desempenho: M.

    12.1.2 Critrio rudos gerados por vibraes

    As tubulaes, equipamentos e demais componentes sujeitos a esforos dinmicos, devem ser devidamente isolados para que no propaguem vibraes s estruturas de sustentao.

    12.1.2.1 Mtodo de avaliao

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    Anlise de projeto.

    12.1.2.2 Nvel de desempenho: M.

    13 SADE E HIGIENE

    13.1 Requisito contaminao da gua a partir dos componentes das instalaes Nenhum material ou componente que possa introduzir substncias txicas ou impurezas na gua potvel em quantidade suficiente para causar doenas deve ser utilizado.

    13.1.1 Critrio independncia do sistema de gua O sistema hidrossanitrio deve ser separado fisicamente de qualquer outra instalao que conduza gua no potvel ou fluido de qualidade insatisfatria, desconhecida ou questionvel.

    13.1.1.1 Mtodo de avaliao Verificao do projeto e/ou inspeo em prottipo.

    13.1.1.2 Nvel de desempenho: M.

    13.1.2 Critrio seleo de vedantes Nas juntas das tubulaes de gua no devem ser utilizados zarco, chumbo ou outro material de vedao que possa contaminar a gua.

    13.1.2.1 Mtodo de avaliao Verificao em prottipo.

    13.1.2.2 Nvel de desempenho: M.

    13.1.3 Critrio limitao de metais pesados no PVC Os tubos de PVC utilizados na instalao predial de gua fria devem obedecer ao disposto na norma NBR 5648 no que diz respeito contaminao por metais pesados.

    13.1.3.1 Mtodo de avaliao Verificao segundo o ensaio estabelecido na norma NBR 5684.

    13.1.3.2 Nvel de desempenho: M.

    13.2 Requisito contaminao biolgica da gua Nenhum material ou componente que possa permitir o desenvolvimento de bactrias ou outras atividades biolgicas que provoquem doenas deve ser utilizado na instalao de gua potvel.

    13.2.1 Critrio risco de contaminao biolgica das tubulaes Todo componente de instalao aparente deve ser fabricado de material lavvel e impermevel para evitar a impregnao de sujeira ou desenvolvimento de bactrias ou atividades biolgicas.

    13.2.1.1 Mtodo de avaliao Para componentes cermicos vidrados, a avaliao deve ser realizada de acordo com o mtodo NBR 6463.

    13.2.1.2 Nvel de desempenho: M.

    13.2.2 Critrio risco de estagnao da gua Os componentes da instalao hidrulica no devem permitir o empoamento de gua que possa ser foco de desenvolvimento de atividades biolgicas.

    13.2.2.1 Mtodo de avaliao Para tampos de pia de cozinha, pisos de banheira ou boxe, a avaliao deve ser realizada de acordo com o mtodo prescrito a seguir. Para os demais componentes a avaliao deve ser feita por inspeo visual.

    Instalar o componente nas mesmas condies de uso real e nivelar pelas bordas superiores em dois sentidos ortogonais. A seguir, verter sobre o componente 10 L de gua e deixar escorrer naturalmente. Por fim, verificar aps uma hora se houve empoamento de gua.

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    13.2.2.2 Nvel de desempenho: M.

    13.3 Requisito contaminao da gua por agentes externos As tubulaes ou reservatrios da instalao predial de gua potvel no devem ser passveis de contaminao por qualquer fonte de poluio, devendo ser protegidas contra a entrada de animais ou corpos estranhos, bem como de lquidos que possam contaminar a gua potvel.

    13.3.1 Critrio tubulaes de gua potvel enterradas As tubulaes enterradas devem distar horizontalmente no mnimo 3,0 m de qualquer fonte potencialmente poluidora, tais como tubulaes enterradas de esgoto, fossas spticas, sumidouros, valas de infiltrao, etc. Quando houver necessidade do cruzamento de tubulaes enterradas de gua e esgoto, o fundo da tubulao de gua deve ficar no mnimo 0,30 m acima da geratriz superior da tubulao de esgoto.

    13.3.1.1 Mtodo de avaliao Verificao do projeto.

    13.3.1.2 Nvel de desempenho: M.

    13.3.2 Critrio inspeo e limpeza de reservatrios de gua potvel Os reservatrios de gua devem ser fechados com tampas que impeam a entrada de animais, corpos estranhos e lquidos que no a gua potvel, permitindo ainda a inspeo e limpeza. A tampa ou a superfcie superior externa deve ser dotada de declividade mnima de 1:300 no sentido das bordas, para evitar o acmulo de gua. Essa mesma tampa de acesso deve ser elevada 10cm, no mnimo, em relao ao piso acabado.

    13.3.2.1 Mtodo de avaliao Anlise de projeto e/ou verificao em prottipo.

    13.3.2.2 Nvel de desempenho: M.

    13.3.3 Critrio dispositivos necessrios nos reservatrios de gua potvel Os reservatrios devem possuir dispositivos de extravaso, limpeza e ventilao. As extremidades dessas tubulaes devem ser dotadas de um crivo de tela com malha fina.

    13.3.3.1 Mtodo de avaliao Verificao em prottipo.

    13.3.3.2 Nvel de desempenho: M.

    13.4 Requisito contaminao por refluxo de gua A instalao de gua potvel no deve permitir o refluxo ou retrossifonagem.

    13.4.1 Critrio separao atmosfrica A separao atmosfrica mnima deve atender s exigncias da norma NBR 5626. As banheiras com torneiras afogadas, duchas portteis, lavadoras de loua e de roupa, bids, torneiras com possibilidade de conexo para mangueiras, etc. exigem dispositivo quebrador de vcuo, sendo que esta exigncia aplica-se tambm s caixas de descarga e aos reservatrio domiciliares com alimentao afogada

    13.4.1.1 Mtodo de avaliao Verificao do projeto e/ou inspeo em prottipo, devendo ser realizado o teste para verificao da proteo contra retrossifonagem do dispositivos de preveno ao refluxo, conforme previsto na NBR 5626.

    13.4.1.2 Nvel de desempenho: M.

    13.5 Requisito funcionamento das instalaes de esgoto Os despejos provenientes do uso da gua para fins higinicos devem ser coletados e afastados da edificao at a rede pblica ou sistema de tratamento e disposio privado, nas vazes com que normalmente so descarregados os aparelhos, sem que haja transbordamento, acmulo na instalao ou retorno a aparelhos no utilizados.

  • 02:136.01.008 :2002 15

    13.5.1 Critrio dimensionamento da instalao de esgoto O sistema predial de esgoto sanitrio deve ser projetado de acordo com a norma NBR 8160, observando-se as declividades mnimas recomendadas para as tubulaes horizontais, o adequado dimensionamento de todos os seus componentes e a garantia do no rompimento dos fechos hdricos dos desconectores provocados por aes dependentes ou no do escoamento.

    13.5.1.1 Mtodo de avaliao Verificao do projeto e/ou inspeo em prottipo.

    13.5.1.2 Nvel de desempenho: M.

    13.5.2 Critrio - equipamentos mnimos necessrios Cada residncia unifamiliar deve possuir pelo menos uma bacia sanitria, um lavatrio, um chuveiro, uma pia de cozinha e um tanque para lavagem de roupa.

    13.5.2.1 Mtodo de avaliao Verificao do projeto e/ou inspeo em prottipo.

    13.5.2.2 Nvel de desempenho: M.

    13.6 Requisito ausncia de odores provenientes da instalao de esgoto Os ambientes sanitrios no devem apresentar, durante os perodos de no utilizao, odores desagradveis. Os gases liberados pelas tubulaes de ventilao no devem retornar ao interior da edificao.

    13.6.1 Critrio estanqueidade aos gases por meio de desconectores A altura do fecho hdrico (h) dos desconectores (sifes) de todos os aparelhos sanitrios, incorporados ou independentes, antes ou aps a descarga, deve ser igual ou superior a 50 mm.

    13.6.1.1 Mtodo de avaliao Com uma rgua graduada, medir a altura do fecho hdrico (h), compreendida entre o nvel d'gua e colo de cada desconector, com uma aproximao de 1mm. Proceder a descarga. Aps a estabilizao do nvel d'gua, medir novamente a altura do fecho hdrico, com aproximao de 1mm.

    Em edificaes com mais de um pavimento: Alm do teste descrito acima, deve ser procedida a descarga simultnea das bacias sanitrias localizadas nos dois pavimentos mais elevados da edificao. Aps 5 minutos, deve ser verificada a altura do fecho hdrico de todos os desconectores cujo esgoto sanitrio coletado pelo mesmo tubo de queda.

    Nos ambientes com os aparelhos sanitrios conectados a uma caixa sifonada, deve ser medida apenas a altura do fecho hdrico deste componente e daqueles aparelhos que no possuam conexo com o mesmo (exemplo: num banheiro, verificar a altura do fecho hdrico da bacia sanitria e da caixa sifonada).

    13.6.1.2 Nvel de desempenho: M.

    13.6.2 Critrio liberao de gases a partir do sistema de ventilao As extremidades dos tubos ventiladores situados na cobertura do edifcio devem guardar distncia da prpria cobertura, de janelas e portas, de acordo com o previsto na norma NBR 8160.

    13.6.2.1 Mtodo de avaliao Verificao do projeto e/ou inspeo em prottipo.

    13.6.2.2 Nvel de desempenho: M.

    14 FUNCIONALIDADE E ACESSIBILIDADE

    14.1 Requisito - funcionamento das instalaes de gua O sistema predial de gua deve fornecer gua na presso, vazo e volume compatveis com o uso associado a cada ponto de utilizao, considerando a possibilidade de uso simultneo.

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    14.1.1 Critrio - dimensionamento da instalao de gua O dimensionamento das tubulaes do sistema predial de gua deve ser feito de acordo com a norma NBR 5626 tomando como base as vazes de projeto ali indicadas e respeitando as presses mnimas fixadas para os diversos pontos de utilizao.

    14.1.1.1 Mtodo de avaliao Verificao do projeto e/ou inspeo em prottipo.

    14.1.1.2 Nvel de desempenho: M.

    14.1.2 Critrio funcionamento de dispositivos de descarga As caixas e vlvulas de descarga devem obedecer ao disposto nas normas NBR 11852 e NBR 12904 no que diz respeito vazo e volume de descarga.

    14.1.2.1 Mtodo de avaliao Verificao do volume de descarga de acordo com os mtodos de ensaio estabelecidos nas normas NBR 12096 e NBR 12905.

    14.1.2.2 Nvel de desempenho: M.

    14.2 Requisito ausncia de respingamentos As peas de utilizao devem fornecer gua com disperso adequada do jato.

    14.2.1 Critrio limite de disperso do jato de torneiras A disperso do jato de torneiras (cozinha, tanque e jardim) totalmente abertas, presso de 100 kPa, deve atender as exigncias da norma NBR 10281.

    14.2.1.1 Mtodo de avaliao Verificao se as torneiras empregadas atendem NBR 10281.

    14.2.1.2 Nvel de desempenho: M.

    14.3 Requisito continuidade do fornecimento de gua Caso o fornecimento pblico de gua seja passvel de descontinuidade deve haver reservatrio com capacidade compatvel com o nmero de usurios da edificao e com o tempo de interrupo do fornecimento.

    14.3.1 Critrio dimensionamento da reservao de gua Dever ser previsto um reservatrio com capacidade para fornecimento de gua por pelo menos um dia, caso haja descontinuidade no fornecimento. O volume mnimo reservado deve ser estabelecido de acordo com a norma NBR 5626.

    14.3.1.1 Mtodo de avaliao Anlise de projeto.

    14.3.1.2 Nvel de desempenho: M.

    14.4 Requisito - funcionamento das instalaes de guas pluviais As calhas e condutores do sistema predial de guas pluviais devem ser capazes de conduzir gua de chuva na vazo igual vazo de projeto, calculada a partir da intensidade de chuva adotada para a localidade para um certo perodo de retorno.

    14.4.1 Critrio dimensionamento de calhas e condutores As calhas e condutores devem ser dimensionados conforme a NBR 10844.

    14.4.1.1 Mtodo de avaliao Verificao do projeto.

    14.4.1.2 Nvel de desempenho: M.

    15 CONFORTO TTIL E ANTROPODINMICO

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    15.1 Requisito conforto na operao dos sistemas prediais As instalaes hidrossanitrias devem prover que as manobras para sua utilizao sejam feitas de forma confortvel.

    15.1.1 Critrio adaptao ergonmica dos equipamentos As peas de utilizao, inclusive registros de manobras, devem possuir volantes com formato e dimenses adequadas ao especfico uso.

    15.1.1.1 Mtodo de avaliao Inspecionar as peas de utilizao a serem empregadas.

    15.1.1.2 Nvel de desempenho: M.

    16 DURABILIDADE E MANUTENIBILIDADE

    16.1 Requisito vida til das instalaes hidrossanitrias Todos os componentes e equipamentos empregados nos sistemas hidrossanitrios , submetidos a intervenes peridicas de manuteno e conservao especificadas pelo fornecedor, devem manter sua capacidade funcional durante a vida til projetada para a construo. Para tanto, devem ser atendidos os critrios de desempenho especificados no documento Desempenho de Edifcios Habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitos Gerais, as exigncias especficas das normas prescritivas relacionadas no item 3 e os seguintes critrios:

    16.1.1 Critrio projeto e execuo das instalaes hidrossanitrias A qualidade do projeto e da execuo dos sistemas hidrossanitrios deve garantir a durabilidade das mesmas no que se refere manuteno das suas funes essenciais, durante sua vida til, em condies normais de uso e operao. O projeto e a execuo dos sistemas hidrossanitrios devem obedecer as prescries das seguintes normas: NBR 5626, NBR 8160, NB 7198 e NBR 10844.

    16.1.1.1 Mtodo de avaliao Verificao da conformidade do projeto com as referidas normas

    16.1.1.2 Nvel de desempenho: M.

    16.1.2 Critrio durabilidade dos materiais, equipamentos e peas Os componentes dos sistemas hidrossanitrios (tubos, conexes, metais sanitrios, peas sanitrias etc) devem apresentar expectativa de vida compatvel com a vida til de projeto, atendendo aos perodos especificados na Tabela 7 do documento Desempenho de Edifcios Habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitos Gerais.

    16.1.2.1 Mtodos de avaliao Especificados no documento indicado no item 16.1.2 anterior. Tambm pode ser tomado como referncia o documento Critrios mnimos de desempenho para habitaes trreas de interesse social (IPT, 1998). Para a seleo de mtodos e procedimentos de ensaio para anlise da durabilidade de materiais especficos devem ser consultadas normas tcnicas brasileiras, estrangeiras e internacionais, bem como outros documentos aplicveis.

    16.1.2.2 Nvel de desempenho: M, I ou S, conforme Projeto 02:136.01.001 - Desempenho de Edifcios Habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1 Requisitos Gerais.

    16.2 Requisito Manutenibilidade das instalaes e dos seus componentes A fim de que seja atendida a durabilidade projetada para as instalaes hidrossanitrias e seus componentes, conforme Tabela 7 do documento Desempenho de Edifcios Habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitos Gerais, devem ser previstas e realizadas manutenes preventivas (sistemticas) e, sempre que necessrio, manutenes com carter corretivo, em estrita obedincia ao Manual de Operao, Uso e Manuteno fornecido pelo incorporador e/ou pela construtora.

    Os sistemas prediais de esgoto sanitrio e de guas pluviais devem ser inspecionveis em qualquer parte da instalao, sem que para isso seja necessrio quebrar ou desmontar partes da instalao.

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    16.2.1 Critrio inspees em tubulaes aparentes de esgoto ou guas pluviais Nas tubulaes aparentes de esgoto ou guas pluviais devem ser previstos dispositivos de inspeo para que qualquer ponto da tubulao possa ser atingido por uma haste flexvel, de acordo com a norma NBR 8160.

    16.2.1.1 Mtodo de avaliao Verificao do projeto e/ou inspeo em prottipo.

    16.2.1.2 Nvel de desempenho: M.

    16.2.2 Critrio - inspees em tubulaes enterradas de esgoto ou guas pluviais Nas tubulaes enterradas de esgoto ou guas pluviais devem ser previstas caixas de inspeo, de forma que o afastamento entre caixas contguas no supere as distncias mximas estabelecidas na norma NBR 8160, para que qualquer ponto da tubulao possa ser atingido por meio de haste flexvel.

    16.2.2.1 Mtodo de avaliao Verificao do projeto e/ou inspeo em prottipo.

    16.2.2.2 Nvel de desempenho: M.

    16.2.3 Critrio Manual de operao, uso e manuteno das instalaes hidrossanitrias O fabricante do produto, o construtor e o incorporador pblico ou privado, isolada ou solidariamente, devem especificar todas as condies de uso, operao e manuteno das instalaes hidrossanitrias e dos seus componentes, ou seja:

    recomendaes gerais para preveno de falhas e acidentes decorrentes de utilizao inadequada (remoo de tampas de reservatrios de gua ou caixas de inspeo, apoio de pessoas ou objetos pesados sobre tampos de pia e peas sanitrias, utilizao incorreta de aquecedores e misturadores, lanamento de objetos nas peas sanitrias, tentativa de desobstruo de tubulaes com gua fervente e substncias cidas etc);

    periodicidade, forma de realizao e forma de registro de inspees;

    periodicidade, forma de realizao e forma de registro das manutenes;

    tcnicas, processos, equipamentos, especificao e previso quantitativa de todos materiais necessrios para as diferentes modalidades de manuteno.

    16.2.3.1.1 Mtodo de avaliao Anlise do Manual de Operao, Uso e Manuteno das edificaes, considerando-se as diretrizes gerais das normas NBR 5674 e NBR 14037.

    16.2.3.1.2 Nvel de desempenho: M

    OBSERVAES

    A periodicidade das inspees e manutenes deve ser estabelecida com base na vida til de projeto das instalaes hidrossanitrias e dos seus componentes, conforme Tabela 7 do documento Desempenho de Edifcios Habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitos Gerais, e dos resultados / nveis de desempenho obtidos com a aplicao do presente documento;

    Dentro dos prazos de garantia, tambm estipulados na referida Tabela 7, recomenda-se que o construtor e/ou o incorporador realizem inspees peridicas, visando rpida correo de defeitos ou vcios que eventualmente se manifestem logo aps a entrega da obra, alm de examinarem sua correta utilizao e a efetiva implementao dos programas de manuteno por parte dos proprietrios ou usurios da edificao;

    Relativamente manuteno das instalaes hidrossanitrias e dos seus componentes essencial que o manual a ser fornecido pelo construtor e/ou incorporador contemple (sempre que aplicvel): materiais e processos usuais de limpeza e conservao; forma de limpeza e desinfeco de reservatrios de gua potvel; eliminao de vazamentos em engates flexveis, sifes e peas do gnero; regulagem de torneiras de bia e interruptores de fim de curso; forma de desobstruo de ralos, calhas e tubulaes de esgoto ou guas pluviais; desobstruo e limpeza de caixas de gordura, caixas de inspeo e outras; substituio peridica de vedantes, gaxetas, reparos e peas do gnero; materiais e processos de repintura de tubulaes aparentes; conservao de louas e metais cromados; limpeza e conservao de equipamentos de aquecimento de gua; limpeza e conservao de bombas de suco e recalque; etc.

    17 ADEQUAO AMBIENTAL

    17.1 Requisito uso racional da gua

  • 02:136.01.008 :2002 19

    Considerando a questo do uso racional da gua, as instalaes hidrossanitrias devem privilegiar a adoo de solues que minimizem o consumo de gua em equipamentos domsticos, reduzindo, dessa forma, a demanda da gua da rede pblica de abastecimento e o volume de esgoto conduzido para tratamento, sem com isso aumentar a probabilidade de ocorrncia de doenas ou reduzir a satisfao do usurio representada pelas condies estabelecidas na presente norma.

    17.1.1 Critrio consumo de gua em bacias sanitrias As bacias sanitrias utilizadas devem ser de volume de descarga reduzido, de acordo com as especificaes da norma NBR 6452.

    17.1.1.1 Mtodo de avaliao Ensaios e verificaes de acordo com a norma NBR 6452.

    17.1.1.2 Nvel de desempenho: M.

    17.1.2 Critrio fluxo de gua em torneiras As torneiras do lavatrio e da pia devem ser dotadas de arejadores.

    17.1.2.1 Mtodo de avaliao Verificar se as torneiras a serem utilizadas possuem arejador.

    17.1.2.2 Nvel de desempenho: M.

    17.1.3 Critrio vazo de servio de chuveiros

    A vazo nos chuveiros de uso residencial deve apresentar valor mximo de 9 litros por minuto.

    17.2 Requisito contaminao do solo e do lenol fretico As guas servidas provenientes dos sistemas hidrossanitrios no devem ser motivo de contaminao do ambiente local.

    17.2.1 Critrio tratamento e disposio de efluentes Os sistemas prediais de esgoto sanitrio devem estar ligados rede pblica de esgoto ou a um sistema localizado de tratamento e disposio de efluentes.

    17.2.1.1 Mtodo de avaliao Verificar no projeto se o sistema predial de esgoto sanitrio est ligado rede pblica ou a um sistema localizado de tratamento e disposio.

    17.2.1.2 Nvel de desempenho: M.

    17.3 Requisito impacto gerado pela fabricao dos componentes das instalaes hidrossanitrias Considerando-se que a avaliao tcnica do impacto gerado no meio-ambiente pelas atividades da cadeia produtiva da construo ainda objeto de muitas pesquisas, e que no atual estado da arte no possvel estabelecer critrios, mtodos de avaliao e nveis de desempenho relacionados adequao ambiental, recomenda-se para os empreendimentos habitacionais a considerao dos aspectos relacionados no item 18 do documento Desempenho de Edifcios Habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitos Gerais.

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