Desempenho de edifícios habitacionais de até cinco ... ?· NBR 8160/99 Sistemas prediais de esgoto…

Download Desempenho de edifícios habitacionais de até cinco ... ?· NBR 8160/99 Sistemas prediais de esgoto…

Post on 11-Nov-2018

212 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

<ul><li><p>Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 / 28 andar CEP 20003-900 Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro RJ Tel.: PABX (21) 210-3122 Fax: (21) 220-1762/220-6436 Endereo eletrnico: www.abnt.org.br </p><p>ABNT Associao Brasileira de Normas Tcnicas </p><p>Copyright 2000, ABNTAssociao Brasileira de Normas Tcnicas Printed in Brazil/ Impresso no Brasil Todos os direitos reservados </p><p> JULHO </p><p>2004 </p><p>02:136.01.008 </p><p>Desempenho de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos Parte 6: Sistemas hidrossanitrios </p><p>ABNT/CB 02 - Comit Brasileiro de Construo Civil CE 02.136.01 Desempenho de Edificaes Performance of up to five storeyed residential buildings - Part 6: Sistemas hidrossanitrios Descriptors: Performance, residential buildings </p><p>Palavra(s)-chave: Desempenho, edifcios habitacionais, sistemas hidrossanitrios </p><p> 19 pginas </p><p>0 Prefcio 1 Introduo 2 Objetivo 3 Referncias normativas 4 Definies 5 Exigncias dos usurios 6 Requisitos, critrios, mtodos de avaliao e nveis de desempenho 7 Desempenho estrutural 8 Segurana contra incndio 9 Segurana no uso e operao 10 Estanqueidade 11 Desempenho trmico 12 Desempenho acstico 13 Sade e higiene 14 Funcionalidade e acessibilidade 15 Conforto ttil e antropodinmico 16 Durabilidade e manutibilidade 17 Adequao ambiental</p><p>0 PREFCIO </p><p>A ABNT Associao Brasileira de Normas Tcnicas o Frum Nacional de Normalizao. As Normas Brasileiras, cujo contedo de responsabilidade dos Comits Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalizao Setorial (ONS), so elaboradas por Comisses de Estudo (ABNT/CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratrios e outros). </p><p>Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no mbito dos ABNT/CB e ONS circulam para Consulta Pblica entre os associados da ABNT e demais interessados. </p></li><li><p>02:136.01.008 :2002 2 </p><p> NDICE / RELAO DOS CRITRIOS DE DESEMPENHO </p><p> Pgina </p><p>1. Introduo 3 </p><p>2. Objetivo 4 </p><p>3. Referncias normativas 4 </p><p>4. Definies 5 </p><p>5. Exigncias dos usurios 7 </p><p>6. Requisitos, critrios, mtodos de avaliao e nveis de desempenho 7 </p><p>7. DESEMPENHO ESTRUTURAL </p><p>7.1.1. Critrio Tubulaes suspensas 7 </p><p>7.1.2. Critrio Resistncia mecnica de peas e aparelhos sanitrios 7 </p><p>7.1.3. Critrio Resistncia a impactos de tubulaes aparentes 8 </p><p>7.2.1. Critrio Sobrepresso mxima no fechamento de vlvulas de descarga 8 </p><p>8. SEGURANA CONTRA INCNDIO </p><p>8.1.1. Critrio Reservao de gua para combate a incndio 9 </p><p>8.2.1. Critrio Tipos e posicionamento de extintores 9 </p><p>9. SEGURANA NO USO E OPERAO </p><p>9.1.1. Critrio Aterramento das instalaes 9 </p><p>9.1.2. Critrio Aterramento de aparelhos aquecedores 9 </p><p>9.1.3. Critrio Corrente de fuga em aparelhos aquecedores 9 </p><p>9.1.4. Critrio Temperatura mxima da gua aquecida 10 </p><p>9.1.5. Critrio Dispositivos de segurana em aquecedores eltricos de acumulao 10 </p><p>9.2.1. Critrio Dispositivos de segurana em aquecedores de acumulao a gs 10 </p><p>9.2.2. Critrio Instalao de equipamentos a gs 10 </p><p>9.3.1. Critrio Preveno de ferimentos 11 </p><p>9.3.2. Critrio Temperatura superficial mxima das peas 11 </p><p>10. ESTANQUEIDADE </p><p>10.1.1. Critrio Estanqueidade gua das instalaes de gua 11 </p><p>10.1.2. Critrio Estanqueidade gua de peas de utilizao 11 </p><p>10.1.3. Critrio Estanqueidade gua das instalaes de esgoto e de guas pluviais 11 </p><p>10.1.4. Critrio Desconectores do sistema predial de esgoto 12 </p><p>10.1.5. Critrio Estanqueidade gua das instalaes de gua pluvial 12 </p><p>11. DESEMPENHO TRMICO </p><p> 11.1.1. Critrio - Necessidade de equipamento aquecedor 12 </p><p>12. DESEMPENHO ACSTICO </p><p> 12.1.1. Critrio - Velocidade de escoamento da gua 12 </p><p> 12.1.2. Critrio - Rudos gerados por vibraes 12 </p><p>13. SADE E HIGIENE </p><p> 13.1.1. Critrio Independncia do sistema de gua 13 </p><p> 13.1.2. Critrio - Seleo de vedantes 13 </p><p> 13.1.3. Critrio Limitao de metais pesados no PVC 13 </p><p> 13.2.1. Critrio Risco de contaminao biolgica das tubulaes 13 </p><p> 13.2.2. Critrio Risco de estagnao da gua 13 </p></li><li><p>02:136.01.008 :2002 3</p><p> 13.3.1. Critrio Tubulaes de gua potvel enterradas 14 </p><p> 13.3.2. Critrio Inspeo e limpeza de reservatrios de gua potvel 14 </p><p> 13.3.3. Critrio Dispositivos necessrios nos reservatrios de gua potvel 14 </p><p> 13.4.1. Critrio Separao atmosfrica 14 </p><p> 13.5.1. Critrio Dimensionamento da instalao de esgoto 15 </p><p> 13.5.2. Critrio Equipamentos mnimos necessrios 15 </p><p> 13.6.1. Critrio Estanqueidade aos gases por meio de desconectores 15 </p><p> 13.6.2. Critrio Liberao de gases a partir do sistema de ventilao 15 </p><p>14. FUNCIONALIDADE E ACESSIBILIDADE </p><p> 14.1.1. Critrio - Dimensionamento da instalao de gua 15 </p><p> 14.1.2. Critrio Funcionamento de dispositivos de descarga 16 </p><p> 14.2.1. Critrio Limite de disperso do jato de torneiras 16 </p><p> 14.3.1. Critrio Dimensionamento da reservao de gua 16 </p><p> 14.4.1. Critrio Dimensionamento de calhas e condutores 16 </p><p>15. CONFORTO TTIL E ANTROPODINMICO </p><p> 15.1.1. Critrio - Adaptao ergonmica dos equipamentos 17 </p><p>16. DURABILIDADE E MANUTENIBILIDADE </p><p> 16.1.1. Critrio - Projeto e execuo das instalaes hidrossanitrias 17 </p><p> 16.1.2. Critrio Durabilidade dos materiais, equipamentos e peas 17 </p><p> 16.2.1. Critrio Inspees em tubulaes aparentes de esgoto ou guas pluviais 17 </p><p> 16.2.2. Critrio Inspees em tubulaes enterradas de esgoto ou guas pluviais 18 </p><p> 16.2.3. Critrio Manual de operao, uso e manuteno das instalaes hidrossanitrias 18 </p><p>17. ADEQUAO AMBIENTAL </p><p> 17.1.1. Critrio - Consumo de gua em bacias sanitrias 19 </p><p> 17.1.2. Critrio Fluxo de gua em torneiras 19 </p><p> 17.1.3. Critrio Vazo de servio de chuveiros 19 </p><p> 17.2.1. Critrio Tratamento e disposio de efluentes 19 </p><p>Requisito impacto gerado pela fabricao dos componentes das instalaes hidrossanitrias 19 </p><p>1 INTRODUO As instalaes hidrossanitrias so responsveis diretas pelas condies de sade e higiene requeridas para a habitao, alm de apoiarem todas as funes humanas nela desenvolvidas (coco de alimentos, higiene pessoal, conduo de esgotos e guas servidas etc). As instalaes devem ser incorporadas construo de forma a garantir a segurana dos usurios, sem riscos de queimaduras (instalaes de gua quente), exploses, incndios (instalaes de gs) ou outros acidentes. Devem ainda harmonizar-se com a deformabilidade das estruturas, interaes com o solo e caractersticas fsico-qumicas dos demais materiais de construo. </p><p>A presente Norma compe um conjunto normativo mais amplo que formado pelas normas relativas s seguintes partes: </p><p>Parte 1 Requisitos gerais; </p><p>Parte 2 Estrutura; </p><p>Parte 3 Pisos internos; </p><p>Parte 4 Fachadas e paredes internas; </p><p>Parte 5 Coberturas; </p><p>Parte 6 Sistemas hidrossanitrios. </p></li><li><p>02:136.01.008 :2002 4 </p><p>Todas as disposies contidas nesta norma, aplicvel a habitaes de at cinco pavimentos, referem-se a elementos, componentes ou sistemas montados, construdos, operados e submetidos a intervenes de manuteno que atendam todas as instrues especficas do respectivo fornecedor, devidamente registradas em Manual de Operao, Uso e Manuteno ou em documentos similares. </p><p>A presente norma deve ser utilizada, no que couber, em conjunto com o Projeto 02:136.01.001 Desempenho de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitos Gerais e com as normas prescritivas relacionadas no item 3. </p><p>2 OBJETIVO Esta Norma fixa diretrizes para a avaliao de desempenho dos sistemas hidrossanitrios de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos. Os sistemas compreendidos no seu escopo so os seguintes: </p><p> Sistemas prediais de gua fria e de gua quente; </p><p> Sistemas prediais de esgoto sanitrio e ventilao; </p><p> Sistemas prediais de guas pluviais. </p><p>Excetuados critrios que dependam diretamente da altura do edifcio (segurana estrutural estado limite ltimo; segurana contra incndio rotas de fuga, equipamentos de extino etc), os demais critrios estabelecidos no presente documento podem ser aplicados para edifcios habitacionais com mais de cinco pavimentos. </p><p>3 REFERNCIAS NORMATIVAS As normas relacionadas a seguir contm disposies que, ao serem citadas neste texto, constituem prescries para esta Norma. As edies indicadas estavam em vigor no momento desta publicao. Como toda norma est sujeita a reviso, recomenda-se queles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a convenincia de se usarem as edies mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informao das normas em vigor em um dado momento. </p><p>Brasil - Ministrio do Trabalho e Emprego Norma Regulamentadora NR 13 Caldeiras e vasos de presso, aprovada pela Portaria 02/84 de 08/05/84 </p><p>NBR 5410/97 Instalaes eltricas de baixa tenso </p><p>NBR 5626/98 Instalao predial de gua fria </p><p>NBR 5648/99 Sistemas prediais de gua fria - Tubos e conexes de PVC 6,3, PN 750 kPa, com junta soldvel Requisitos </p><p>NBR 5674/99 Manuteno de edificaes Procedimento </p><p>NBR 5684/99 Tubos de PVC rgido - Efeitos sobre a gua </p><p>NBR 6452/97 Aparelhos sanitrios de material cermico </p><p>NBR 6463/85 Material cermico sanitrio Determinao da absoro de gua </p><p>NBR 7198/93 Projeto e execuo de instalaes prediais de gua quente </p><p>NBR 8160/99 Sistemas prediais de esgoto sanitrio projeto e execuo </p><p>NBR 10281/01 Torneira de presso requisitos e mtodos de ensaio </p><p>NBR 10844/89 Instalaes prediais de guas pluviais </p><p>NBR 11852/92 Caixa de descarga </p><p>NBR 12090/91 Chuveiros eltricos - Determinao da corrente de fuga </p><p>NBR 12096/92 Caixa de descarga - Verificao de desempenho </p><p>NBR 12693/93 Sistemas de proteo por extintores de incndio </p><p>NBR 12904/93 Vlvula de descarga </p><p>NBR 12905/93 Vlvula de descarga verificao de desempenho </p><p>NBR 13103/00 Adequao de ambientes residenciais para instalao de aparelhos que utilizam gs combustvel </p><p>NBR 13714/00 Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incndio </p><p>NBR 14016/97 Aquecedores instantneos de gua e torneiras eltricas - Determinao da corrente de fuga - Mtodo de ensaio </p></li><li><p>02:136.01.008 :2002 5</p><p>NBR 14037/98 Manual de operao, uso e manuteno das edificaes Contedo e recomendaes para elaborao e apresentao </p><p>Projeto 02:136.01.001 Desempenho de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitos gerais </p><p>INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLGICAS DO ESTADO DE SO PAULO. Publicao Critrios mnimos de desempenho para habitaes trreas de interesse social. So Paulo, IPT, 1998. </p><p>Instrues tcnicas do Corpo de Bombeiros local e/ou Decreto/Lei relativo segurana contra incndio, em vigor no Estado da Federao onde se localizar a obra, produto ou projeto em avaliao. </p><p>4 DEFINIES Para os efeitos da presente norma aplicam-se as definies apresentadas nos Projetos 02:136.01.001 Desempenho de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitos Gerais e as definies a seguir indicadas: </p><p>4.0 Aparelho sanitrio Componente destinado ao uso da gua e ao recebimento de dejetos lquidos e slidos coletados pelo sistema predial de esgoto sanitrio. Incluem-se nessa definio aparelhos como bacias sanitrias, lavatrios, pias, tanques, pisos de boxe de chuveiro, banheiras, lavadoras de roupa e de loua, e outros. </p><p>4.1 Calha Canal que recolhe a gua de coberturas, terraos e similares e a conduz ao seu ponto de destino. </p><p>4.2 Canopla Parte de uma pea de utilizao (torneira, registro etc) cuja funo proporcionar um acabamento esttico entre ela e uma parede ou aparelho sanitrio onde a pea est instalada. </p><p>4.3 Corrente de fuga pelo aparelho eltrico de aquecimento de gua Corrente eltrica errtica que o aparelho eltrico de aquecimento de gua pode transmitir ao usurio. </p><p>4.4 Desconector Componente provido de fecho hdrico destinado a vedar a passagem de gases no sentido oposto ao deslocamento do esgoto sanitrio. Incluem-se nessa definio componentes como bacias sanitrias, sifes, caixas sifonadas e outros. </p><p>4.5 Fecho hdrico Camada lquida de nvel constante que em um desconector veda a passagem dos gases. </p><p>4.6 Fonte de abastecimento Sistema destinado a fornecer gua para o sistema predial de gua. Pode ser a rede pblica da concessionria ou qualquer sistema particular de fornecimento de gua. </p><p>4.7 Fossa sptica Tanque de sedimentao, fechado, atravs do qual o esgoto sanitrio passa lentamente de modo a permitir que matrias em suspenso se depositem no fundo, resultando a sua transformao em substncias gasosas e lquidas (que depois so conduzidas aos sumidouros ou valas de infiltrao). </p><p>4.8 Hidrante Ponto de tomada de gua para combate a incndio, onde h uma sada contendo vlvula angular com seus respectivos complementos: adaptador, tampo, mangueira de incndio e demais acessrios. </p><p>4.9 Mangotinho Ponto de tomada dgua para combate a incndio, onde h uma simples sada contendo vlvula de abertura rpida, adaptador (se necessrio), mangueira semi-rgida, esguicho regulvel e demais acessrios. </p><p>4.10 Misturador Pea de utilizao destinada a misturar gua quente na gua do sistema predial de gua fria, de modo a obter-se gua na temperatura desejada pelo usurio. </p><p>4.11 Peas de utilizao </p></li><li><p>02:136.01.008 :2002 6 </p><p>Componente colocado prximo ao ponto de utilizao que permite a utilizao da gua e, em certos casos, permite tambm o ajuste da sua vazo. Incluem-se nessa definio componentes tais como: torneiras, misturadores, registros de presso, caixas e vlvulas de descarga, e outros. </p><p>4.12 Ponto de suprimento Extremidade jusante de tubulao diretamente ligada fonte de abastecimento que alimenta um reservatrio de gua para uso domstico. </p><p>4.13 Ponto de utilizao Extremidade jusante do sub-ramal a partir de onde a gua passa a ser considerada gua servida. </p><p>4.14 Protetor trmico Dispositivo que durante o funcionamento anormal do aparelho de aquecimento instantneo de gua limita a temperatura da gua aquecida. de tal maneira construdo que seu ajuste no pode ser alterado pelo usurio. </p><p>4.15 Refluxo de gua Escoamento de gua ou outros lquidos e substncias, proveniente de qualquer fonte que no a fonte de abastecimento prevista, para o interior da tubulao destinada a conduzir gua desta fonte. </p><p>4.16 Reservatrio domiciliar de gua Componente do sistema predial de gua onde fica armazenada a gua a ser consumida pelos usurios e, em alguns casos, tambm a gua a ser utilizada no combate a incndio. </p><p>4.17 Retrossifonagem Refluxo de gua servida (proveniente de um reservatrio, aparelho sanitrio ou qualquer outro recipiente) para o interior de uma tubulao, devido sua presso ser inferior atmosfrica. </p><p>4.18 Separao atmosfrica Separao fsica (cujo meio preenchido por ar) entre o ponto de utilizao ou ponto de suprimento e o nvel de transbordamento dos reservatrios, aparelhos sanitrios ou outros componentes associados ao ponto de utilizao. </p><p>4.19 Sistema de aquecimento instantneo de gua Sistema onde a gua a ser utilizada se aquece de forma instantnea pela sua passagem pela fonte de aquecimento. Incluem-se nesta definio, por exemplo, aparelhos eltricos como chuveiros e torneiras, aquecedor de passagem a gs, etc. </p><p>4.20 Sistema de aquecimento de gua por acumulao Sistema onde a gua aquecida e armazenada em reservatrios trmicos para ser posteriormente utilizada pelos usurios. Incluem-se nesta definio, por exemplo, os boilers e os aquecedores de acumulao a gs. </p><p>4.21 Sistema de aterramento Conjunto de todos condutores e peas condutoras com os quais feita a ligao eltrica com a terra. </p><p>4.22 Sistema hidrossanitrio Sistemas hidrulicos prediais destinados a suprir os usurios com gua potvel e a coletar e afastar os esgotos sanitrios. Inclui-se tambm o sistema de coleta e destino das guas pluviais. </p><p>4.23 Sumidouro Tanque de disposio, fechado, que recebe os efluentes provenientes das fossas spticas e os infiltra no solo. </p><p>4.24 Tubulao Conjunto de componentes basicamente formado por tubos, conexes, vlvulas e registros, destinado a conduzir gua. </p><p>4.25 Vala de infiltrao Camada de terra vegetal, aerada, logo abaixo da superfcie do solo, que recebe os efluentes provenientes das fossas spticas e os infiltra no solo. </p><p>4.26 Volante ou manopla </p></li><li><p>02:136.01.008 :2002 7</p><p>Parte de uma pea de utilizao ou componente similar cuja funo permitir sua abertura ou fechamento pelo usurio. </p><p>5 EXIGNCIAS DOS USURIOS Sob as diversas aes atuantes na habitao, o Sistema Hidrulico Predial deve atender as exigncias aplicveis que se encontram relacionadas no Projeto 02:136.01.001 Desempenho de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitos Gerais, alm das exigncias especficas a seguir. </p><p>6 REQUISITOS, CRITRIOS, MTODOS DE AVALIAO E NVEIS DE DESEMPENHO Em funo das necessidades bsicas de segurana, sade, higiene e economia, so estabelecidos para os diferentes elementos e partes da construo nveis mnimos de desempenho (Nvel M), que devem ser obrigatoriamente atendidos. Considerando as diferentes possibilidades de agregao de qualidade aos produtos, o que implica inclusive em diferentes relaes custo/benefcio, para desempenho excedente s necessidades mnimas so estabelecidos respectivamente os nveis I (intermedirio) e S (superior). Aos agentes pblicos financiadores ou promotores de habitao, e aos incorporadores em geral, caber definir, em cada caso, o nvel de desempenho pretendido; no havendo nenhuma indicao, subentende-se pactuado o nvel M (mnimo). </p><p>A verificao do atendimento s diferentes exigncias, os critrios de amostragem, a eventual realizao de inspees de campo e a preparao do documento tcnico resultante da avaliao de desempenho de um componente ou sistema construtivo devem ser realizadas de acordo com as diretrizes apresentadas no item 6 do Projeto 02:136.01.001 Desempenho de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitos Gerais. </p><p>7 SEGURANA ESTRUTURAL </p><p>7.1 Requisito resistncia mecnica das instalaes Os sistemas hidrossanitrios devem resistir s solicitaes mecnicas durante o uso. </p><p>7.1.1 Critrio tubulaes suspensas Os fixadores ou suportes das tubulaes, aparentes ou no, assim como as prprias tubulaes, devem resistir sem entrar em colapso a 5 vezes o peso prprio das tubulaes cheias dgua para tubulaes fixas no teto ou em outros elementos estruturais. </p><p>Nota: Quando as tubulaes estiverem sujeitas a esforos dinmicos significativos, por exemplo tubulaes de recalque ou gua quente, estes devero ser levados em considerao. </p><p>7.1.1.1 Mtodo de avaliao A verificao deve ser feita em prottipo, aplicando-se as cargas mencionadas no ponto mdio entre dois fixadores devidamente ancorados. Aps 30 minutos de atuao da carga, registrar se houve ocorrncia ou no de colapso dos fixadores e/ou suportes ou das tubulaes. </p><p>7.1.1.2 Nvel de desempenho: M. </p><p>7.1.2 Critrio resistncia mecnica de peas e aparelhos sanitrios Os aparelhos sanitrios, as peas de utilizao e os respectivos componentes de suporte devem resistir s cargas de utilizao sem apresentar fissuras ou qualquer outra avaria que possa comprometer seu funcionamento, e s cargas limites sem atingir o estado de runa, conforme cargas indicadas na Tabela 1. </p><p>Tabela 1: Cargas atuantes em aparelhos sanitrios </p><p>Valor da carga Tipo de Carga Aparelho ou pea </p><p>Carga de utilizao Carga limite </p><p>Bacia e Bid apoiados 1,3 kN 2,2 kN </p><p>Bacia e Bid suspensos 2,4 kN 4,0 kN </p><p>Lavatrio, pia e tanque 0,8 kN 1,3 kN Carga vertical na rea de uso </p><p>Torneira de lavatrio, pia ou tanque 0,2 kN 0,3 kN </p><p>7.1.2.1 Mtod

Recommended

View more >