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  • Anotao

    Em seu best-seller internacional O Cdigo Da Vinci, Anjos e Demnios e O

    Smbolo Perdido, de Dan Brown magistralmente reuniu histria, arte,

    cdigos e smbolos. Em seu novo suspense fascinante, Brown recupera sua

    essncia, com seu romance mais ambicioso at data.

    No corao da Itlia, professor de simbologia de Harvard Robert Langdon

    se v atrada para um mundo aterrorizante centrado em uma das obras-

    primas da literatura mais duradoura e misteriosa da Histria: Inferno de

    Dante.

    Neste contexto, Langdon enfrenta um adversrio assustador e engenhosa

    trata de um enigma em um cenrio da arte clssica, passagens secretas e

    da cincia futurista. Baseado no poema pico de Dante escuro, Langdon,

    numa corrida contra o tempo, buscar respostas e pessoas de confiana

    perante o mundo muda de forma irrevogvel.

    ***

    DAN BROWN

    ***

    DAN BROWN

    Inferno

  • Traduo

    Aleix Montoto

    Editorial Planeta

    Ttulo Original: Inferno

    Tradutor: Montoto, Aleix

    Autor: Brown, Dan

    2013, Universidade de Oxford

    ISBN: 9788408114178

    Gerado com: QualityEbook v0.63

    Para os meus pais

    Os lugares mais escuros do inferno esto reservados para aqueles que

    mantm sua neutralidade em tempos de crise moral.

    OS FATOS

    Todas as obras de arte, referncias da literatura, da cincia e da

    histrica neste romance so reais.

    O Consrcio uma organizao privada com escritrios em sete pases. O

    nome foi alterado para segurana e privacidade.

  • Inferno um inferno, conforme descrito na Divina Comdia, o poema pico

    de Dante Alighieri, que retratou o inferno como um reino altamente

    estruturado habitado por entidades conhecidas como "sombras" almas

    desencarnadas presos entre a vida ea morte .

    PROLOGUE

    Eu sou o Sombra.

    Atravs da cidade sofrimento, fugiram.

    Atravs de misria eterna, eu fujo.

    Pelo rio Arno, eu ando com dificuldade, quase sem flego ... toro

    deixado na Via dei Castellani e enfilo norte, escondido nas sombras da

    Uffizi.

    Mas, ainda assim atrs de mim.

    Seus passos so ouvidos cada vez mais forte, eu insisti com determinao

    implacvel.

    Assombrar-me durante anos. Sua persistncia me manteve na clandestinidade

    ..., obrigando-me a viver em um purgatrio ... a trabalhar no subsolo que

    monstro ctnico.

    Eu sou o Sombra.

    Agora, na superfcie, olha para o norte, mas eu sou incapaz de encontrar

    uma maneira de me levar diretamente para a salvao ... porque os

    Apeninos-me de ver a primeira luz da madrugada.

    Passo atrs do palcio com a sua torre com ameias e seu relgio com uma

    mo s ..., eu fao o meu caminho entre os mais vendidos da Piazza di San

    Firenze, com sua voz rouca e sua respirao lampredotto azeitonas e

    cozido. Depois de passar o Bargello, eu siga para oeste em direo a

    torre de Badia e chegaram ao porto de ferro na base das escadas.

    Aqui no h espao para dvidas.

    Eu abro a porta e vou para o corredor de onde, eu sei, no h como voltar

    atrs. Eu forar minhas pernas pesadas at a escada estreita ... que se

    eleva em degraus de mrmore em espiral moles, desgastado e cheio de

    buracos.

    As vozes ecoam nos andares inferiores. Suplicante.

    Eles seguem atrs de mim, implacvel, cada vez mais perto.

  • Eles no entendem o que vai acontecer ... No o que eu tenho feito para

    eles!

    Terra ingrata!

    Enquanto eu estou para cima, vm mente vises ... corpos luxuriosos se

    contorcendo sob a tempestade, as almas vidas flutuando no excremento,

    viles traioeiros geada garra congelada de Satans.

    Eu subir os ltimos degraus e chegar ao topo. Tropeando, meio morto,

    deixe o ar da manh mida. Eu corro para a parede, cheguei altura de

    sua cabea, e olhou para suas aberturas. Abaixo, veja a cidade abenoada

    eu me tornei o meu santurio contra aqueles que me exilado.

    As vozes gritando esto mais prximos.

    - O que voc fez uma loucura!

    Loucura raas loucura.

    - Pelo amor de Deus! -Cry-, diga-nos onde que voc esconde!

    Apenas para o amor de Deus, eu no vou.

    Estou encurralado, eu tenho as costas contra a pedra fria. Eles olham

    para as profundezas dos meus olhos verdes e suas expresses so

    obscurecidos. Eles no so lisonjeiras, mas ameaadora.

    -Voc sabe que ns temos nossos mtodos. Ns podemos for-lo a nos dizer

    onde ele est.

    Ento eu subi at a metade do cu.

    De repente, eu me viro, espalhar meus braos e eu subir para a borda alta

    com os dedos, e eu ficar em p primeiro de joelhos e, finalmente, de p

    sobre a instvel precipcio. Guia-me, querido Virglio, atravs do vazio.

    Sem dar crdito para mim e tentar executar agarrar seus ps, mas eles

    esto com medo de perder o equilbrio e cair. Agora desesperadamente

    pedindo contido, mas eu tenho dado para trs. Eu sei o que devo fazer.

    Aos meus ps, disparou para longe, os telhados vermelhos se espalhou como

    um mar de fogo ... iluminando a terra que outrora percorriam os gigantes:

    Giotto, Donatello, Brunelleschi, Michelangelo, Botticelli.

    Eu me aproximo dos ps de ponta.

    - Baja! Eles gritam. No tarde demais!

    Oh, ignorante teimoso! Voc no v o futuro? Vocs no compreendem o

    esplendor da minha criao?, a sua necessidade?

    Com esse gosto sacrifcio vai acabar ... e com ele vai extinguir a sua

    ltima esperana de encontrar o que procuram.

    Nunca encontr-lo no tempo.

  • Uma centena de metros abaixo dos meus ps, a praa pavimentada me atrai

    como um osis de tranquilidade. Gostaria de ter mais tempo ... mas essa

    a nica boa que at a minha imensa fortuna pode chegar.

    No ltimo segundo distino na praa um olhar que me assustou.

    Eu vejo seu rosto.

    Voc olha para mim das sombras. Seus olhos so tristes, no entanto, eles

    tambm alertam admirao pelo que tenho realizado. Voc entende que eu

    no tenho alternativa. Para o bem da humanidade, devo proteger a minha

    obra-prima.

    Que at hoje continua a crescer ... esperando ... sob as guas manchadas

    de sangue vermelhas da lagoa no reflete as estrelas.

    Finalmente, olhe para cima e ver o horizonte. Acima deste mundo

    conturbado eu fao o meu ltimo recurso.

    Querido Deus, eu oro para que o mundo vai lembrar do meu nome, como um

    pecador monstruoso, mas como o glorioso salvador de vocs sabem que eu

    realmente sou. Rezo para que a humanidade compreenda o legado que deixo

    atrs de mim.

    Meu legado o futuro.

    Meu legado a salvao.

    Meu legado o Inferno.

    Aps o que, eu sussurro meu amm ... e dar o meu passo final para o

    abismo.

    1

    As memrias lentamente comeou a tomar forma ... como bolhas subindo para

    a superfcie da escurido de um poo sem fundo.

    "A mulher de vu."

    Robert Langdon estava olhando do outro lado de um rio cujas guas estavam

    manchadas de sangue turbulento. Na margem oposta, a mulher levantou o

    rosto imvel e solene, oculto por um vu. Em sua mo ele segurava uma

    fita rosa na Tainia honra aquele mar de cadveres em seus ps. O cheiro

    de morte estava por toda parte.

    "Encontre a mulher sussurrou. E encontrar. "

    Langdon ouviu as palavras como se tivessem sido entregues dentro de sua

    cabea.

  • - Quem voc? Ele gritou, mas sua boca sem som.

    "O tempo est a esgotar-se", ela sussurrou. Pesquise e achareis. "

    Langdon entrou no rio, mas alertou que, alm de ser manchada com sangue,

    suas guas eram muito profundas. Quando ele olhou para cima, os corpos

    tinham de p das mulheres haviam se multiplicado. Ora, havia centenas,

    talvez milhares. Alguns ainda estavam vivos e se contorcendo de morrer,

    enquanto que sofrem mortes terrveis e inimaginveis ... Consumidos pelo

    fogo, enterrado nas fezes, devorando uns aos outros. Do outro lado do

    rio, Langdon podia ouvir seus gritos angustiados de sofrimento.

    A mulher deu um passo em direo a ele e estendeu as mos finas como se

    pedisse ajuda.

    - Quem voc? Langdon gritou novamente.

    Em resposta, a mulher foi lentamente removendo o vu do rosto. Era

    incrivelmente bonito e ainda tambm maior do que ele havia imaginado. Ele

    deve ter mais de 60 anos, mas sua aparncia era imponente e forte, como

    uma esttua atemporal. Ele tinha uma mandbula forte, olhos profundos e

    expressivos e longos cabelos prateados que enrola caiu sobre os ombros.

    Em torno de seu pescoo era um amuleto de lpis-lazli com uma cobra

    enrolada em torno de uma equipe.

    Langdon teve a sensao de que eu sabia ... e ele confiava nela. "Mas

    como?, Por qu?"

    Ela disse que as pernas saindo da terra e pertencia a um pobre desgraado

    que tinha sido enterrado de bruos at a cintura. Na coxa do homem plido

    podia ver uma carta escrita com lama: "R."

    Erre? Langdon pensou, confuso. C. .. Robert? "

    -Que eu sou ... I?

    O rosto da mulher era impassvel. "Buscai e achareis", repetiu ele.

    De repente, ele comeou a irradiar uma luz branca ... mais e mais

    brilhante. Todo o seu corpo comeou a vibrar intensamente, at que, com o

    estrondo de um trovo, quebrou-se em mil fragmentos de luz.

    Langdon sacudiu acordado, gritando.

    Eu estava em um quarto que tinha a luz acesa. Solo. Ele cheirava a lcool

    e, em algum lugar, uma mquina fez um som que englobava a batida do seu

    corao. Ele ten