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  • DADOS DE COPYRIGHT

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    "Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais lutando por dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir a um novo

    nível."

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  • ED CATMULL

    com Amy Wallace

    CRIATIVIDADE S.A.

    SUPERANDO AS FORÇAS INVISÍVEIS QUE FICAM NO CAMINHO DA VERDADEIRA INSPIRAÇÃO

    Tradução de

    Nivaldo Montingelli Jr.

  • Para Steve

  • SUMÁRIO

    Para pular o Sum ário, c lique aqui.

    INTRODUÇÃO: Perdido e achado

    PARTE I: COMEÇANDO

    Capítulo 1: Animado

    Capítulo 2: Nasce a Pixar

    Capítulo 3: Uma meta definidora

    Capítulo 4: Estabelecendo a identidade da Pixar

    PARTE II: PROTEGENDO O NOVO

    Capítulo 5: Honestidade e franqueza

    Capítulo 6: Medo e fracasso

    Capítulo 7: A Fera Faminta e o Bebê Feio

    Capítulo 8: Mudança e aleatoriedade

    Capítulo 9: O oculto

    PARTE III: CONSTRUINDO E SUSTENTANDO

    Capítulo 10: Ampliando nossa visão

    Capítulo 11: O futuro desfeito

    PARTE IV: TESTANDO O QUE SABEMOS

    Capítulo 12: Um novo desafio

    Capítulo 13: Dia de Observações

    CADERNO DE FOTOS

    POSFÁCIO: O Steve que conhecemos

    PONTOS DE PARTIDA: Pensamentos para gerenciar uma cultura criativa

    AGRADECIMENTOS

  • CRÉDITOS

    O AUTOR

  • INTRODUÇÃO

    PERDIDO E ACHADO

    T odas as m an hãs, quan do en tro n a Pix ar A n im ation Studios – passan do pela escultura de quase sete m etros de Lux o Jr., a lum in ária de m esa que é n ossa m ascote, pelas portas duplas, e chego a um átrio espetacular com teto de vidro, on de um a estátua de Buzz Lightyear e W oody [person agen s de desen hos an im ados], feita in teiram en te de peças Lego, cham a a aten ç ão, subo as escadas e passo por esboços e pin turas dos person agen s que povoaram n ossos 14 film es – fico im pression ado pela cultura ún ica que defin e este lugar. A pesar de ter feito essa cam in hada m ilhares de vezes, ela n un ca en velhece.

    Con struída n um local em que havia um a fábrica de latas, a sede de m ais de 60 m il m etros quadrados, logo ac im a da Bay Bridge, em San Fran cisco, foi projetada , den tro e fora , por Steve Jobs. (A liás, seu n om e é Edifíc io Steve Jobs.) Ele tem padrões bem con cebidos de en trada e sa ída que en corajam as pessoas a se m isturar, reun ir e com un icar. Lá fora há um cam po de futebol, um a quadra de vôlei, um a pisc in a e um an fiteatro com seiscen tos lugares. A lgun s visitan tes n ão en ten dem o lugar, pen san do que ele é ex travagan te. O que n ão percebem é que a ideia un ificadora para o edifíc io n ão é o lux o, m as a com un idade. Steve queria que o edifíc io apoiasse n osso trabalho acen tuan do n ossa capacidade para colaborar.

    O s an im adores que trabalham aqui são livres – ou m elhor, são en corajados para decorar seus espaços de trabalho da m an eira que quiserem . Eles passam seus dias den tro de c asas de bon ec as rosa , cujos tetos estão cheios de can delabros em m in iatura , c aban as de bam bu e castelos cujas torres de isopor de c in co m etros de a ltura e cuidadosam en te pin tadas parecem esculpidas em pedra . A s tradições an uais da em presa in c luem a “Pix arpalooza”, on de as ban das da casa lutam pela vitória , rasgan do seus corações em palcos que con struím os em n ossos gram ados.

    A qui dam os va lor à autoex pressão. Isso ten de a causar um a forte im pressão n os visitan tes, que m uitas vezes con tam que a ex periên cia de en trar n a Pix ar os deix a a lgo pen sativos, com o se a lgum a coisa estivesse fa ltan do n as suas vidas profission ais – um a en ergia pa lpável, um sen tim en to de c olaboração e

  • c riatividade irrestrita , um a sen saç ão n ão de ban alidade, m as de possibilidade. R espon do dizen do que o sen tim en to que eles estão assim ilan do – c ham e-o de ex uberân c ia ou irreverên cia , ou m esm o ex travagân cia – é parte in tegran te do n osso suc esso.

    M as n ão é isso que torn a a Pix ar especia l. O que a torn a especia l é o fato de recon hec erm os que sem pre terem os

    problem as, m uitos dos quais n ão con seguim os ver; que n os esforçam os para desc obri- los, m esm o que isso n os deix e pouco à von tade; e que, quan do en c on tram os um problem a, jun tam os todas as n ossas en ergias para solucion á- lo. Essa é, m ais que qualquer festa ou estação de trabalho elaborada, a razão pela qual gosto de vir trabalhar todas as m an hãs. É o que m e m otiva e m e dá um c laro sen so de m issão.

    Porém , houve um a époc a em que m eu objetivo aqui parec ia m uito m en os c laro. V oc ê fic aria surpreso em saber quan do.

    Em 22 de n ovem bro de 1995, Toy Story debutou n os c in em as am erican os e torn ou-se a m aior estreia do Dia de A ção de Graç as da história . O s crít ic os saudaram -n o c om o “in ven tivo” (Time) , “brilhan te” e “espirituoso” (The New York Times) e “vision ário” (Chicago Sun-Times) . Para en c on trar um film e m erec edor de c om paraç ão, esc reveu The Washington Post, era preciso voltar a 1939, ao Mágico de Oz.

    A produç ão de Toy Story – o prim eiro film e de lon ga-m etragem tota lm en te an im ado por c om putador – havia ex igido c ada gram a de n ossa ten ac idade, n osso ta len to artístic o, n ossa c apacidade téc n ic a e n ossa resistên cia . O s c erc a de c em hom en s e m ulheres que o produziram haviam en fren tado in úm eros altos e baix os, a lém do arrepian te con hec im en to de que n ossa sobrevivên cia iria depen der daquele ex perim en to de oiten ta m in utos. Por c in co an os seguidos, t ín ham os brigado para fazer Toy Story à n ossa m an eira . R esistim os aos c on selhos de ex ecutivos da Disn ey, que acreditavam que, c om o eles t in ham tido tan to suc esso c om m usic a is, tam bém deveríam os m usic ar n osso film e. R ein ic iam os a história por com pleto m ais de um a vez, para n os certific arm os de que ela parec esse verdadeira . T rabalhávam os à n oite, em fin s de sem an a e feriados – n a m aior parte dos c asos, sem rec lam ar. A despeito de serm os n ovatos n a produç ão de film es e trabalharm os n um estúdio n ovo e em m á situaç ão fin an c eira , t ín ham os colocado n ossa fé n um a ideia sim ples: se

  • fizéssem os a lgo que n ós quiséssem os assistir, outras pessoas tam bém iriam

    querer. Por m uito tem po, parec ia que estávam os ten tan do fazer o im possível. H ouve m uitos m om en tos em que o futuro da Pix ar esteve duvidoso. De um m om en to para outro, estávam os sen do usados com o ex em plo do que poderia acon tec er quan do artistas c on fiavam em seus palpites.

    Toy Story foi o sucesso de bilheteria do an o e ac abou faturan do 358 m ilhões de dólares n o m un do in teiro. M as n ão foram só os n úm eros que n os deix aram orgulhosos; a fin a l, o din heiro é apen as um a m edida de um a em presa bem - suc edida e gera lm en te n ão a m ais sign ific ativa . N ão, o que ac hei gratifican te foi o que havíam os criado. R evisões e revisões focalizan do o film e, seu en redo e seus person agen s tridim en sion ais – m en cion an do brevem en te, assim m eio de lado, que ele havia sido feito n um c om putador. Em bora houvesse m uitas in ovaç ões para possibilitar n osso trabalho, n ão tín ham os deix ado que a tec n ologia sobrepujasse n osso verdadeiro propósito: fazer um gran de film e.

    N o n ível pessoal, Toy Story represen tou a rea lização de um a m eta que eu perseguia havia m ais de duas déc adas e com a qual son hava desde m en in o. T en do c resc ido n os an os 1950, eu queria m uito ser an im ador da Disn ey, m as n ão tin ha n en hum a ideia de com o c hegar lá . H oje percebo que esc olhi a com putaç ão gráfica – n a época um n ovo c am po – com o m eio para perseguir aquele son ho. Se eu n ão c on seguia fazer an im ações à m ão, t in ha de haver outra m an eira . N a faculdade, havia , em silên cio, defin ido a m eta de fazer o prim eiro lon ga-m etragem an im ado por com putador, e trabalhei in can savelm en te por vin te an os para rea lizá- lo.

    A gora a m eta que havia sido um a força m otriz em m in ha vida estava realizada e havia um a im en sa sen sação de a lívio e a legria – ao m en os in ic ia lm en te. N a esteira do lan ç am en to de Toy Story, abrim os o capita l da em presa levan tan do o c apita l que iria assegurar n osso fu