dá bem (das bien)

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Com a intenção de compartilhar este pequeno presente, humildemente traduzi-o para a língua portuguesa. Espero que gostassem dele...

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  • 1. D BEM D B E M 852105
  • 2. ISBN: 978- 9972-46-425-6 Feito o depsito Legal em Biblioteca Nacional del Per N.: 2010-05214 A primeira edio: Lima, April de 2010 Andy K. Figueroa Crdenas Imprimido: 1000 copias Centro de Produccin Fondo Editorial Universidad Nacional Mayor de San Marcos Calle Germn Amzaga s/n. Pabelln de la Biblioteca Central - Ciudad Universitaria, Lima-Per Correo electrnico: fondoedit@unmsm.edu.pe Desenho e leiaute e impresso: Centro de Produccin Editorial e Imprenta CEPREDIM Jr. Paruro 119, Lima 1 - Per Telf.: 619-7000 anexo 6009 Fax: 1004, 6016 Lima, Per Direitos reservados. Proibido a reproduo desta publicao de qualquer sistema conhecido sem a autorizao escrita do autor, e do publicador na edio presente.
  • 3. D BEM ( DAS BIEN )
  • 4. Bem vindo Um dia aparecer uma mo que o ajuda, disse-me algum quando fui uma menina de crianas. Agora, vejo na minha vida e naquele dos outros que h tantas coisas a ser realizadas; tanto sonha para ser continuado; tanto amor a ser dado, e ser recebido; no entanto, Por qu ser ns mesmos um obstculo para vir a estes?, Por qu fazendo-nos tais coisas difceis e dolorosas?... vendo a vida como horrvel e indesejvel; morrer cada dia na nossa prpria solido; na espera de algo que nos ilumina, que "nos salva" e, traz-nos esta felicidade desejada por tanto tempo Tive sorte de encontrar ao autor jovem, e da nossa bonita reunio eu gostaria de compartilhar algo que carregado no meu corao: "Voc no tenta terminar tudo imediatamente, comea gradualmente com o que voc pode fazer Estou seguro que as mensagens deste livro, como aconteceu-me, aparecer como uma mo que pode ajud-los a viver melhor, sente-se de que com tudo. Clau Saavedra.
  • 5. Atravs da histria, em diferentes partes do mundo, o sabedoria pareceu coincidir em certos pontos; como sinais para transitar b e m em a vida. (3.1)
  • 6. Antecedentes Penso neste livro, como na Gnese da Bblia, que o infortnio principal do homem a solido. J na Gnese, o Deus o disse: no est bem que o homem est sozinho.(99)
  • 7. Na vida, pode haver muitos obstculos; no devemos ser o principal de todos. Por que continuar trabalhando contra ns? (9)
  • 8. Para muitas pessoas, regularmente, viver resultam-nos ser uma coisa terrivelmente complicada e insuportvel. Os problemas do mundo so to inacreditavelmente complexos, que oprimem-nos e angustia-nos, com uma sensao de incapacidade e negligncia. No entanto, de forma surpreendente - quase miraculoso - continuamos vivos, cada dia almejando algo mais gentil, mais simples e com mais sentido. (95)
  • 9. No queremos prejudicar ns, sentir dor ou infortnio, sofrer nem confundir-nos; ento no experimentamos, no vejamos, no sentimos; ou seja, no arriscamos. E consequentemente no vivemos, porque viver implica um compromisso ativo e contnuo. Viver supe sujar-se as mos; implica cair-se, sair fora de um eu mesmo, s vezes sofrer um pouco, lutar, e trabalhar outro pouco tambm; para um bem. (95) No tudo tem de acontecer em um nvel de felicidade supremo; a dor, o sofrimento ou a tristeza so uma parte de aprender a viver e amadurecer. (9) A perfeio no uma opo, s uma iluso; aqui a aceitao e o afeto so importantes para amadurecer e viver. (9)
  • 10. O que sinto, sei, agrado, penso, valoriza, julgo, quero, sonho, tenho temo, desejo, odeio, fao, espero, amo, o que acredito, o que entendo; tudo isso e seguramente mais - define a minha pessoa - sou eu. E est em constante modificao. (94) Ser pessoa necessariamente tornar- se pessoa, existir no processo. (94) O sabedoria, consiste em: ter a minha mente aberta; em qualquer lugar e em qualquer momento, estou comeando e deste modo entendo que no sei - nenhum. (34)
  • 11. H algo que considerar, durante a transitar ou a viagem na vida - o resto da vida: no h que deixar a parte possibilidade de perder a vida. (5) A morte algo que no podemos controlar, viver algo que sim podemos tentar manejar. (42) Devemos tentar viver enquanto h vida. (44)
  • 12. Qual a coisa essencial de mim? O nosso corpo, prazer, conhecimento, dinheiro, posses, belas crianas, trabalho reconhecido, casal ideal, ser perfeito, em fim. A coisa essencial; a coisa mais pura, tpica e importante; extrato do homem. Muitas vezes esquecemos a nossa parte fundamental, a nossa identidade; a magia e a maravilha do nosso segredo ser. Desempenhando um papel que a sociedade nos impe, pensando essencial s coisas que podem ser obtidos pagando por elas. (24) comum afanar-se ou ser adicto a estas coisas, e transformar-se nelas tambm; mas, elas constituem s a parte mnima de quais podemos ser. (52)
  • 13. A pesquisa do prazer e a satisfao perfeita quase uma obsesso na nossa sociedade. A felicidade uma parte da nossa vida; tambm a desesperana, a decepo, o assombro, e a morte; tambm eles so nossos. No h que recusar experimentar algum destes aspectos, ele seria com recursar vida em sua totalidade. (43) Recusar experimentar a dor, a fome, a misria, uma olhada desolada, a desesperana ou a pobreza; no s proteger-nos contra a vida, no saber e no entender a morte. (44)
  • 14. Qu sombrio que para alguns no existe a coisa existente. Eles no sabem do que eles so perdidos. (9) O mundo queima as nossas decises, o nosso amor, os nossos sonhos; se lhe supervisemos ns transcenderemos vida. (7)
  • 15. Todos ns aprendemos a tomar decises, viver, amar e sonhar de qualquer maneira. Se um considerar incorretamente ou terrivelmente a forma como ele aprendeu as coisas e quer aprender de um modo diferente, pode faz-lo. H esperana. (24) As decises, o amor e os sonhos, como tudo; algo maravilhoso que passo a passo aprendemos. Quero acreditar que estas palavras podem contribuir para esta causa. (6)
  • 16. Decidi escrever este livro; e do seguro, voc decidiu l-lo. (1) (15/06/09) A DECISO
  • 17. A deciso, a base de tudo, o vivo. (1) O inevitvel capricho no qual estamos inscritos. Aquela expresso do nosso - cheia - liberdade que tomamos todo o tempo, sempre; uma deciso. (2) O que elementar, sinal do poder, controle; a deciso (2)
  • 18. Quase sempre necessrio - decidir - nascer novamente para encontrar a salvao de ns mesmos, ou para apreciar a beleza e ver qual realmente , sem suspeitas nem sentir medos para experimentar sempre novamente o que a vida. (9) Uma deciso, um ato de ateno e consentimento. (94) Temos de assumir a nossa responsabilidade de selecionar e de definir a nossa vida, o bem maior que temos. (88) Caso oposto a vida vai resultar ser alheia a ns, um acidente. (108)
  • 19. difcil encontrar esta personalidade prpria e apoi-lo; e no dizer Eu sou assim", mas sim diz que Eu estou mudando" e maravilhoso. (94) Uma deciso efeito e definio - em parte - de nossos afetos, sensaes e emoes. (114) O ambiente no qual vivemos e a nossa histria nele, predispe-nos para escolher e acionar de certos caminhos ante certas situaes. Mas ter amadurecido; nossas decises, nossas aes e nossa vida vo da nossa conscincia, nossa condenao pessoal, o - prprio - controle e a integrao. (94)
  • 20. Uma ao conhecida como consequncia, espera sem excees, depois de cada uma das nossas aes presentes. No entanto, o mundo e as pessoas no deixam de ameaar com uma consequncia diferente daquele que cada um tinha imaginado. (88) aqui importante a inteligncia, o valor e a ajuda de outros; para no decidir abandonar-se. (89)
  • 21. As foras externas existem, mas o que realmente importa, como cada um reage - escolhe e aciona - um pessoalmente antes deles. Sim possvel encontrar a alegria, no meio da desesperana. (95) Somos limitados por nossos sentidos, nosso

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