CURSO ORÇAMENTO PÚBLICO (PPA, LDO E LOA)

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CURSOORAMENTO PBLICO (PPA, LDO E LOA) Instrutor : Omar P. DiasNoes de Polticas Pblicas O que Poltica?Poltica a resoluo pacfica dos conflitos (Schmitter)Compreende um conjunto de procedimentos destinados resoluo pacfica de conflitos em torno da alocao de bens e recursos pblicos, onde h o envolvimento de vrios atores, cujos interesses sero afetados (positiva ou negativamente), pelo rumo tomado por uma poltica pblica qualquer. As polticas pblicas decorrem da atividade poltica e compreende o conjunto das decises e aes relativas alocao imperativa de valores, decorrente das reivindicaes dos atores (trabalhadores, servidores pblicos, ONGs, igrejas, polticos, empresrios, mdia, determinado grupo social e at mesmo os agentes internacionais (FMI, Banco Mundial etc.), dentre outros).Noes de Polticas PblicasAs demandas que as polticas pblicas buscam atender podem ser, por exemplo, reivindicaes de bens e servios, como sade, educao, estradas, transportes, segurana pblica, previdncia social, etc.Grande parte da atividade poltica dos governos se destina tentativa de satisfazer essas demandas vindas dos atores sociais.Entram em cena aqueles "procedimentos formais e informais de resoluo pacfica de conflitos" que caracterizam a poltica. Noes de Polticas PblicasAps definidas, as polticas pblicas compem a agenda governamental, constituindo-se diretrizes do governo para a elaborao de planos e oramentos A fase seguinte seria ento planific-lasNoes de Polticas PblicasIntegrao de Polticas, Planos e OramentosBase Legal CF/88Art. 174, que diz: Como agente normativo e regulador da atividade econmica, o Estado exercer, na forma da lei, as funes de.....planejamento, sendo este determinante para o setor pblico e indicativo para o setor privado. Art. 165: apresenta os instrumentos de planejamento: PPA, LDO e LOA.Planejamento Pblico a definio de objetivos e o estabelecimento dos meios para atingi-los Exigncias Atuais Participao Social Fundamentos: Art. 1 da CF/88 - Estado Democrtico de Direitos Art. 48, Pargrafo nico da LRF - participao popular na elaborao e discusso dos planos e oramentosnfase nas Realizaes e Resultados Fundamento: Oramento Moderno - nfase nos fins (sociedade) e no nos meios (administrao) Deve Refletir a Realidade Fundamentos: LRF (princpio do equilbrio das contas pblicas e metas realistas) IN n 09/2003 do TCE-RO (reflexos das demandas sociais e metas realistas)Requer setores estruturados, com quadro de pessoal suficiente e capacitado.Planejamento / Oramento PblicoPlanejamento / Oramento PblicoProcesso Integrado de Planejamento/Oramento 0810808090910101111Planejamento / Oramento PblicoPeas de Planejamento e Oramento na CF/88 (Art. 165, I, II e III)PPALDOLOAA lei que instituir o Plano Plurianual estabelecer, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administrao pblica federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de durao continuada. (Art. 165, 1)A lei de diretrizes oramentrias compreender as metas e prioridades da administrao Pblica federal, incluindo as despesas de capital para o exerccio financeiro subseqente, orientar a elaborao da lei oramentria anual, dispor sobre as alteraes na legislao tributria (....). (Art.. 165, 2).A lei oramentria anual compreender: I - o oramento fiscal dos Poderes, rgos e demais entidades da administrao direta e indireta; II - o oramento de investimento das empresas III - o oramento da seguridade social. (Art.165,5).PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOContedo BsicoO Executivo tem prazos constitucionais para enviar os projetos do PPA/LDO/LOA e o Legislativo para devolv-los para sano.(Oramento Misto. Elaborao pelo Executivo. Aprovao pelo Legislativo) Leis Oramentrias : Leis de Rito EspecialPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOPODER EXECUTIVOGovernadorPPAAt 30/08 (sendo o 1 ano de mand.)At 15/09 (no sendo o 1 ano de mand.)At 15/10 (sendo o 1 ano de mand.)At 15/12 (no sendo o 1 ano de mand.)PODER LEGISLATIVOAssembliaLegislativaart. 135, 3, III art. 135, 4, I art. 135, 5.Da Const.Estad.Municpios de Rondnia que no tm prazos definidos em legislao, devem adotar os da Const. Estadual.PRAZOSPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOPODER EXECUTIVOGovernadorLDOAt 15/05 (sendo o 1 ano de mand.)At 15/04 (no sendo o 1 ano de mand.)At 30/06 (sendo ou no o 1 ano de mand.)PODER LEGISLATIVOAssembliaLegislativaart. 135, 3, III art. 135, 4, I art. 135, 5.Da Const.Estad.Municpios de Rondnia que no tm prazos definidos em legislao, devem adotar os da Const. Estadual.PRAZOSPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOPODER EXECUTIVOGovernadorLOAAt 30/10 (sendo o 1 ano de mand.)At 15/09 (no sendo o 1 ano de mand.)At 15/12 (sendo ou no o 1 ano de mand.)PODER LEGISLATIVOAssembliaLegislativaMunicpios de Rondnia que no tm prazos definidos em legislao, devem adotar os da Const. Estadual.PRAZOSPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOProgramas para Atender a SociedadePLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOPlanejar com Sustentabilidade Fiscal Priorizao de demandas (necessidades pblicas) tendo por base o lastro de recursos. No PPA h de ter os objetivos da poltica fiscal, com base em estimativas de evoluo de suas receitas, gastos, resultados primrios, endividamento e patrimnio pblico. Planejamento voltado a atingir resultados e metas fiscais por exigncia da LRF.A compatibilidade da LOA com o PPA e com a LDOProgramas/Aes com suas metas (LDO e PPA) requerem recursosDotaes da LOA: provm recursos para as aesSistema de codificaes permite identificar se h compatibilidadePLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOInstrumento de Integrao: o ProgramaPLANEJAMENTOORAMENTOPROGRAMAGESTOPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOPrtica Atual: o Oramento-ProgramaO oramento programa um instrumento de planejamento que permite identificar os programas, os projetos e as atividades que o Governo pretende realizar, alm de estabelecer os objetivos, as metas, os custos e os resultados esperados e oferecer maior transparncia dos gastos pblicos. um sistema que presta particular ateno quilo que um governo realiza como educao, assistncia mdica e segurana, mais do que ao que adquire como servios, materiais e equipamento. PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOPrtica Atual: o Oramento-ProgramaPROGRAMAFoi introduzido com o Decreto-Lei n 200/67, porm entrou efetivamente em atividade a partir de 2000, por efeito da Portaria n 42/99 que introduziu a classificao gerencial da despesa: funcional e programtica.Caractersticas:- Integrao planejamento-oramento; - quantificao dos objetivos e fixao de metas; - relao insumo-produto; - alternativas programticas; -acompanhamento fsico financeiro; - avaliao de resultados e gerncia por objetivos. PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOA importncia da Pesquisa S possvel elaborar um plano voltado para resultados junto sociedade se houver pesquisas visando formar banco de dados e assim obter um diagnstico.Com base nela se criam os programas para solucionar problemas com objetivos claramente definidos, mensurados por indicadores.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOLGICA DA CONSTRUO DE UM PROGRAMA PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICO Instrumento de organizao da Ao Governamental Cada programa identifica as AES necessrias para atingir os seus OBJETIVOS, sob forma de PROJETOS, ATIVIDADES e OPERAES ESPECIAIS, especificando os respectivos VALORES e METAS.O que programa?PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOFonte: STNSTN (S) - Toda a ao do governo est estruturada em programas orientados para a realizao dos objetivos estratgicos do PPA.TODOS OS ENTES devem ter essa classificao, mas cada um com sua estrutura prpria (Port. MPOG 42/99)ProgramaInstrumento de ao governamentalArticula iniciativas pblicas e privadasVisam soluo de problema ou demanda da sociedadeMensurado por indicadores, metas e custos estabelecidos no PPAFonte: STNProgramaFonte: STNAesContribuem para atender ao objetivo de um programaOperaes das quais resultam produtos (bens ou servios)Fonte: STN*AoFonte: STNProjeto limitado no tempoResulta em produto que aperfeioa ou expande ao do governoGeralmente d origem a atividades ou expande/aperfeioa as existentesAo / ProjetoAtividadeResulta em produto necessrio manuteno de ao do governo permanente e contnua no tempoVisa manuteno dos servios pblicos ou administrativos j existentesFonte: STNAo / AtividadeFonte: STNApoioAdministrativoProgramasFinalsticosGovernoSOCIEDADETIPOS DE PROGRAMAS DO PPA Contedo PPAConforme art. 165, inciso I, 1 da CF/88, a lei que instituir o Plano Plurianual estabelecer as diretrizes, objetivos e metas da administrao pblica para as despesas de capital e outras despesas decorrentes, bem como os programas de durao continuada. PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOExplicando o ContedoPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOPPADIRETRIZES orientaes gerais que nortearo todas as etapas do PPA.OBJETIVOS discriminao dos resultados que se pretende alcanar. Exemplos: melhorar a qualidade do ensino; combater a carncia alimentar.METAS Especificao e quantificao fsica dos objetivos definidos. Exemplos: capacitao de 100 professores; distribuio de 500 cestas bsicas; construo de 5 postos de sade.DESPESA DE CAPITAL So os investimentos (ex.: aquisies de bens mveis e aquisio/construo de bens imveis).DESPESA DECORRENTE So as despesas decorrentes dos investimentos previstos no PPA . Ex.: pessoal, material de consumo, equipamentos etc.PROGRAMA DE DURAO CONTINUADA Programas cuja execuo ultrapassa um exerccio financeiro. Ex. Programas de Assistncia Social de carter permanente.As exigncias do TCE-RO atravs da IN n 09/2003Esta norma regulamenta a elaborao e fiscalizao do PPA, abrangendo o Estado e Municpios de Rondnia. Estabelece critrios mnimos de elaborao do PPA, a fim de viabilizar sua fiscalizao e avaliao por parte do TCE-RO, bem como o acompanhamento pelo controle interno da prpria entidade. Os entes (Estado e Municpios) devem enviar o projeto do PPA para emisso de parecer pelo TCE-RO.O TCE-RO fiscaliza a execuo do PPA por meio de suas auditorias.PPAPPAPPAExplicando o ContedoPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOLDOA lei de diretrizes oramentrias estabelece as metas e prioridades para o exerccio financeiro subseqente, dando nfase aos programas e aes (projetos e atividades) planejados no PPA para serem realizados naquele exerccio a que se refere, conforme a previso/confirmao de recursos.H tambm outras determinaes da Constituio e da LRF em termos de contedo, inclusive a necessidade dos Anexos de Metas e de Riscos Fiscais (sero apresentados em slides posteriores).CONTEDO DA LDOConforme a Constituio (art. 165, 2), a LDO:Compreender as metas e prioridades da administrao pblica, incluindo as despesas de capital para o exerccio financeiro subseqente;Orientar a elaborao da lei oramentria anual;Dispor sobre as alteraes na legislao tributria; eEstabelecer a poltica de aplicao das agncias financeiras oficiais de fomento.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOCONTEDO DA LDOConforme a Lei de Responsabilidade FiscalEquilbrio entre receitas e despesas (Art. 4, I, a) Critrios e forma de limitao de empenho (Art. 4, I, b) Normas relativas ao controle de custos e avaliao dos resultados dos programas financiados com recursos dos oramentos (Art. 4, I, e) Condies e exigncias para transferncias de recursos a entidades pblicas e privadas (Art.4, I, f) Anexo de Metas Fiscais (Art. 4, 1)- Anexo de Riscos Fiscais (Art. 4, 3)Regulamentao sobre a programao financeira e o cronograma de execuo mensal de desembolso (Art. 9)- Forma de utilizao e montante da reserva de contingncia (Art. 5, III) - Regulamentao sobre concesso ou ampliao de incentivo ou benefcio de natureza tributria da qual decorra renncia de receita (Art.14)PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOExplicando o ContedoPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOLOAA lei oramentria anual dever conter, de forma consolidada, todas as receitas e despesas da administrao direta e indireta (Poderes, autarquias, fundaes e empresas estatais dependentes), com destaques para os oramentos fiscal, da seguridade social e de investimentos em empresas estatais independentes).Princpios da Unidade e da UniversalidadeExplicando o ContedoPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOLOAA lei oramentria anual no conter dispositivo estranho previso da receita e fixao da despesa, no se incluindo na proibio a autorizao para abertura de crditos suplementares e contratao de operaes de crdito, ainda que por antecipao de receita. Princpio da ExclusividadeArt. 165, 8 da CF Receitas DespesasOper.Crd. Crd.Suplemen.(oram./ARO) LOA para 2012No montante de..Contedo, estrutura e forma da proposta oramentriaNos termos do art. 22 da Lei n 4.320/64, a proposta oramentria deve conter:I Mensagem, que conter: exposio circunstanciada da situao econmico-financeira, documentada com demonstrao da dvida fundada e flutuante, saldos de crditos especiais, restos a pagar e outros compromissos financeiros exigveis; exposio e justificao da poltica econmico-financeira do Governo; justificao da receita e despesa, particularmente no tocante ao oramento de capital.II Projeto de Lei de Oramento.III Tabelas e Quadros das Receitas / Despesas e Programas de TrabalhoLOAPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOQuem so os Responsveis ?Fase de Elaborao do Planej./OramentoFase de ExecuoFase de Monitoramento e AvaliaoFase de Correo / RevisoPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOElaborao do PPA / OramentoRequer trabalho conjunto: Setores de Planejamento, Oramento e FinanasEtapa de elaborao do PPA1) Levantamento dos problemas sociais bsicos que devem ser resolvidos, segregando-os por rea de atuao do governo;2) Adaptao dos recursos disponveis, priorizando as demandas3) Elaborao dos programas por parte das unidades setoriais;4) Consolidao das propostas e elaborao da proposta final por parte do rgo central de planejamento.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOEtapa de elaborao do Oramento1 Estimativa da receita; 2 Formulao da proposta parcial de oramento de cada unidade gestora (aes que se pretende executar atravs de cada rgo/Poder);3 Compatibilizao das propostas setoriais luz das prioridades estabelecidas e dos recursos disponveis, conforme orientaes e diretrizes da LDO, e; 4 Consolidao e montagem, por parte do rgo central de planejamento/oramento, da proposta oramentria a ser submetida apreciao do Poder Legislativo. INCIODEFINE:Diretrizes Estratgicas Parmetros Quantitativos Normas para ElaboraoEstuda, Define e Divulga LimitesCompara Limites / Projetos / Atividades / Operaes EspeciaisAjusta Propostas SetoriaisConsolida e Formaliza o PLOAFixa Diretrizes SetoriaisConsolida e Valida PropostasFormaliza PropostasPROPOSTAPROGRAMAS - Projetos - Atividades - Operaes Espec.Formaliza PropostaDecideEnvia o PLOA ao Legislativorgo Central de Oramentorgo Setorial de OramentoUnidade OramentriaChefe do Poder ExecutivoFLUXO DO PROCESSO DE ELABORAO DA PROPOSTA ORAMENTRIAPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOFase da ExecuoPrincipal responsvel: Chefe do ExecutivoRequer empenho de todosTem-se a ocorrncia dos diversos atos e fatos administrativos, como licitao, emisso de empenhos, liquidao e pagamento da despesa, abertura de crditos adicionais, dentre outros. Exige Atuao dos ControlesPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOFase da Monitoramento e Avaliao o acompanhamento e a avaliao do processo de execuo oramentria, consistindo nas aes que caracterizam o exerccio da fase do controle. O processo de avaliao deve ser o de contribuir positivamente para o atingimento dos objetivos governamentais.Principal responsveis: rgo de Controle Interno e Setoriais (gerncias)Quem Controla a Gesto Pblica?Controle Interno (rgo de controle e setoriais)Controle ExternoTribunal de Contas (Fiscaliza e emite Parecer sobre contas)Poder Legislativo (Fiscaliza e julga politicamente o chefe do Executivo)Controle Social (Participa do planejamento, acompanha a execuo, examina a prestao de contas) PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOFase da Monitoramento e AvaliaoO controle poder ser interno, quando realizado por agentes do prprio rgo, ou externo, quando realizado pelo Poder Legislativo, auxiliado tecnicamente pelo Tribunal de Contas. Classificao dos ControlesControle prvio: quando as aes de controle acontecem antes que os atos e fatos ocorram, como o caso do exame dos atos de admisso de pessoal, de editais de licitao etc.Controle concomitante: quando controle se realiza enquanto os atos se encontram em andamento, como nas prestaes de servio e execuo de obras pblicas.Controle subseqente: aquele aplicado posteriormente aos atos e fatos realizados pela administrao, tal como a anlise de prestaes de contas.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOFase da Reviso / CorreoA reviso acontece aps as avaliaes peridicas.Corrigi-se as falhas de concepo e execuo de planos e oramentos, constituindo em aprendizado. Tanto o PPA como o oramento no so peas rgidas ao ponto de no ser permitido modificaes.Podem ser alterados da mesma forma que foram concebidos (por lei), dentro de uma razoabilidade.Mas o Que Oramento Pblico? uma previso de quanto dinheiro o Governo vai arrecadar no ano, especificando-se no mesmo documento onde esses recursos sero gastos. PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICO Por que o Governo Precisa de um Oramento?PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOFunes Econmicas do Estado cumpridas atravs do OramentoFuno Alocativa Quando o Estado aloca recursos para prover a sociedade de determinados bens e servios, em que o setor privado no teria a plena capacidade e a mesma eficincia em supri-la. Funo Distributiva Se caracteriza, por exemplo, quando o Estado impe maior carga tributria a alguns para melhorar a situao da camada mais pobre da populao (distribuio de renda). Funo Estabilizadora Quando o Estado intervm na economia para manter estveis os preos de bens e servios oferecidos pelo setor privado, por exemplo.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICO Unidade/TotalidadePrincpios oramentrios Universalidade Anualidade/Periodicidade Exclusividade Equilbrio Publicidade Especificao/Especializao No-afetao de receitasPrincpios Oramentrios a serem observados na elaborao e execuo do OramentoPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICO Oramento BrutoConceitoA Receita Pblica a entrada de recursos que, integrando-se ao patrimnio pblico sem quaisquer reservas, condies ou correspondncias no passivo, vem acrescer o seu vulto, como elemento novo e positivo (Aliomar Baleeiro). todo recurso obtido pelo Estado, de origem oramentria, para atender as despesas pblicas (ponto de vista oramentrio/financeiro)RECEITA PBLICAPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOPREVISOEstgios da receita oramentriaFonte: STNSecretaria para Assuntos Fiscais*No oramento a receita apresenta menor quantidade de quadros e demonstrativos do que a despesa, por ser menos rgido seu controle. No se exige prvia autorizao oramentria para arrecadao das receitas tributrias e outras, basta que estas tenham sido criadas por legislao especfica e serem estimadas no oramento. necessrio orden-las segundo classificaes, por serem os recursos oramentrios de variada natureza e origem. CLASSIFICAO ORAMENTRIA DA RECEITA PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOClassificaes da receita oramentriaFonte: STNPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICONATUREZA DA RECEITAORIGEMCORRENTE (1)(1) TRIBUTRIA(2) DE CONTRIBUIES(3) PATRIMONIAL(4) AGROPECURIA(5) INDUSTRIAL(6) DE SERVIOS(7) TRANSFERNCIAS CORRENTES(9)OUTRAS RECEITAS CORRENTESDE CAPITAL (2)(1) OPERAES DE CRDITO(2) ALIENAO DE BENS(3) AMORTIZAO DE EMPRSTIMOS(4) TRANSFERNCIA DE CAPITAL(5) OUTRAS RECEITAS DE CAPITALALNEAImp. S/ Renda e Prov. Qualquer Natureza SUBALNEAPessoas FsicasRUBRICAImposto Sobre Patrimnio Renda ESPCIEImpostos ORIGEMReceita TributriaCATEGORIA ECONMICAReceita Corrente21004111Fonte: STNPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOEX: CLASSIFICAO ORAMENTRIA DA RECEITA Secretaria para Assuntos Fiscais* Classificao da Receita segundo as fontes de recursosTal classificao decorre da necessidade de melhor acompanhamento e controle do grande nmero de vinculaes existentes entre receitas e despesas. Permite demonstrar as parcelas de recursos comprometidos com o atendimento de determinadas finalidades e aqueles que podem ser livremente alocados a cada elaborao oramentria. Exemplo: IPTU 0.1.00.00 Recursos OrdinriosDETALHAMENTORECURSOS ORDINRIOSRECURSOS DO TESURO EXERCCIO CORRENTERECURSOS NO DESTINADOS A CONTRAPARTIDAPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOA Fonte de Recursos o passo obrigatrio entre a receita e a despesa do governoClassificao por Fontes de Recursos a mais nova classificao da Receita PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOMetodologia para a classificao dos ingressos financeirosORAMENTRIOEXTRAORAMENTRIORECEITAS EXTRAORAM.EX. TRIBUTRIA: IMPOSTOSTAXASCONT. MELHORIAETC.EX. OP. CRD.: INTERNASEXTERNASDEPSITOSCAUESDOAESINSC. D. ATIVAFonte: STNConceitoEm termos gerais corresponde aos gastos efetuados pelo Estado com vistas ao atendimento das necessidades coletivas (econmicas e sociais) e ao cumprimento das responsabilidades institucionais do setor pblico, devendo ser realizadas por autoridades competentes e com base em autorizaes do Poder Legislativo, por meio da lei oramentria ou de crditos adicionais.DESPESA PBLICAPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOFases (Estgios) da Despesa Oramentria So as etapas ou passos que devem ser observados na execuo da despesa pblica. Segundo a doutrina majoritria, a despesa pblica possui quatro estgios: Fixao, Empenho, Liquidao e Pagamento; no entanto, doutrinadores mais recentes tm considerado como um dos estgios a Licitao.FIXAO LICITAO EMPENHO LIQUIDAO PAGAMENTOPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOa) FixaoQuando a despesa pblica fixada na LOAb) LicitaoPor determinao constitucional passo obrigatrio que a despesa pblica deve percorrer. A licitao o conjunto de procedimentos administrativos que objetiva a procura e a escolha das melhores condies para o Estado adquirir bens de consumo, de investimentos e contratar servios.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOLicitao o passo obrigatrio que a despesa pblica deve percorrer. A licitao o conjunto de procedimentos administrativos que objetiva a procura e a escolha das melhores condies para o Estado adquirir bens de consumo, de investimentos e contratar servios. A norma que regulamenta a matria a Lei n 8.666/93 com as alteraes posteriores. Os tipos de modalidade de licitao so: Convite, Tomada de Preos, Concorrncia, Concurso, Leilo e, a mais nova modalidade, o Prego.H os casos de dispensa de licitao - art. 24 e incisos da Lei n 8.666/93, e casos de inexigibilidade art. 25 da referida leiPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOModalidades de Licitao- Concorrncia 45 dias: quando a licitao for do tipo melhor tcnica ou tcnica e preo, ou o regime de execuo do objeto for empreitada integral; 30 dias: para os demais casos- Tomada de Preos 30 dias: no caso de licitao do tipo melhor tcnica ou tcnica e preo; 15 dias: para demais casos;- Convite - 05 dias teis: qualquer caso;- Prego - sendo este realizado por duas formas, o Presencial e o Eletrnico. 8 dias teis aps a publicao do editalPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOTabela com valores das licitaesPrego: a nova modalidade de Licitao (Lei 10.520/2002)Para aquisio de bens e servios comuns, poder ser adotada a licitao na modalidade de prego.Consideram-se bens e servios comuns, aqueles cujos padres de desempenho e qualidade possam ser objetivamente definidos pelo edital, por meio de especificaes usuais no mercado.Poder ser realizado o prego por meio da utilizao de recursos de tecnologia da informao, nos termos de regulamentao especfica.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOc) Empenho O empenho da despesa o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado uma obrigao de pagamento, pendente ou no de implemento de condio (art. 58 da Lei n 4.320/64). sempre prvio, ou seja, deve preceder a realizao da despesa e est restrito ao limite do crdito. Conforme art. 60 da referida Lei, vedado a realizao de despesa sem prvio empenho. o ato que d incio relao contratual entre o setor pblico e seus fornecedores, representando a eles a garantia de que foi bloqueada uma parcela suficiente de dotao oramentria, cuja quitao ocorrer com a posterior liquidao dos compromissos assumidos, e conseqente pagamento por parte da administrao.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOc) Empenho O empenho o principal instrumento com que conta a administrao pblica para acompanhar e controlar a execuo dos oramentos. Empenhar a despesa significa enquadr-la no crdito oramentrio apropriado e deduzi-la do saldo da dotao do referido crdito. A assuno de compromisso sem prvio empenho implica em responsabilidade pessoal da autoridade e o pagamento sem tal formalidade, sujeita o ordenador de despesa ao processo de tomada de contas e a outras medidas legais.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOSo trs as modalidades de empenho:PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOORDINRIO Quando o valor exato da despesa conhecido, cujo pagamento se processe de uma s vez.GLOBAL Quando destinado a atender despesas contratuais e outras, sujeitas a parcelamento, cujo montante possa ser determinado. Tal modalidade muito utilizada no empenho da despesa da folha de pagamento, assim como em contratos de prestao de servios e realizao de obras.PORESTIMATIVAQuando destinado a atender despesas para as quais no se possa, previamente, determinar o montante exato (variveis), tais como as despesas com energia eltrica, servios telefnicos, passagens, etc. Na hiptese da estimativa do valor empenhado for menor que o valor exato, far-se- o empenho complementar da diferena. Quando a estimativa empenhada for maior que o valor exato, far-se- a anulao da parte referente diferena, revertendo esta dotao pela qual ocorreu a despesa.d) Liquidao o conjunto de procedimentos realizados pelo(s) agente(s) pblico(s) da rea competente, sob a superviso do ordenador de despesas, no qual se verifica o direito do credor (implemento de condio), tendo por base os ttulos e documentos comprobatrios do respectivo crdito; aps o exame da documentao, torna, em princpio, lquido e certo o direito do credor contra o Errio. Verifica-se, portanto, se a despesa foi regularmente empenhada e que a entrega o bem ou servio foi realizada de maneira satisfatria, conforme condies previamente acertadas (na licitao, no contrato e no empenho). PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOd) LiquidaoTal procedimento certamente pode ensejar um conjunto muito amplo de verificaes, tais como cumprimento do prazo por parte do fornecedor, testes de verificao da qualidade do material adquirido ou do que foi aplicado (no caso de obras), adequado ndice de reajuste aplicado (em caso de incidncia), idoneidade dos documentos fiscais etc.De acordo com o art. 62 da Lei n 4.320/64, o pagamento da despesa s ser efetuado quando ordenado aps sua regular liquidao. Como se pode notar, nesse estgio que, de fato, se materializa a realizao da despesa, sendo o pagamento (estgio posterior) uma mera decorrncia.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOe) Pagamento o estgio final da execuo da despesa oramentria, previsto no art. 62 da Lei n 4.320/64, sendo o ato pelo qual a Fazenda Pblica satisfaz o credor e extingue a obrigao, mediante o pagamento, recebendo deste a devida quitao. O pagamento da despesa s dever ser realizado depois de sua regular liquidao (estgio visto anteriormente) e da autorizao do ordenador de despesa ou autoridade competente.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICO PPA LDO LOA PROGRAMAO FINANCEIRA LICITAO EMPENHO CONTRATO LIQUIDAO PAGAMENTOEsquema da Execuo da Despesa PblicaClassificaes da despesa oramentriaFonte: STN01UNIDADE ORAMENTRIAFundo Municipal de Sade9TIPO ADMINISTRAO1 Direta2 Autarquia, Fundao e Agncia9 Fundo25ORGOSecretaria de SadeUOClassificao institucionalPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOFonte: STNClassificao funcional361SUBFUNOEnsino Fundamental12FUNOEducaoFonte: STNPlan1FUNESSUBFUNES01 Legislativa031 Ao Legislativa032 Controle Externo02 Judiciria061 Ao Judiciria062 Defesa do Interesse Pblico no Processo Judicirio03 - Essencial Justia091 Defesa da Ordem Jurdica092 Representao Judicial e Extrajudicial04 Administrao121 Planejamento e Oramento122 Administrao Geral123 Administrao Financeira124 Controle Interno125 Normalizao e Fiscalizao126 Tecnologia da Informao127 Ordenamento Territorial128 Formao de Recursos Humanos129 Administrao de Receitas130 Administrao de Concesses131 Comunicao Social05 - Defesa Nacional151 Defesa Area152 Defesa Naval153 Defesa Terrestre06 - Segurana Pblica181 Policiamento182 Defesa Civil183 Informao e Inteligncia07 Relaes Exteriores211 Relaes Diplomticas212 Cooperao Internacional08 Assistncia Social241 Assistncia ao Idoso242 Assistncia ao Portador de Deficincia243 Assistncia Criana e ao Adolescente244 Assistncia Comunitria09 Previdncia Social271 Previdncia Bsica272 Previdncia do Regime Estatutrio273 Previdncia Complementar274 Previdncia Especial10 Sade301 Ateno Bsica302 Assistncia Hospitalar e Ambulatorial303 Suporte Profiltico e Teraputico304 Vigilncia Sanitria305 Vigilncia Epidemiolgica11 Trabalho306 Alimentao e Nutrio331 Proteo e Benefcios ao Trabalhador332 Relaes de Trabalho333 Empregabilidade12 Educao334 Fomento ao Trabalho361 Ensino Fundamental362 Ensino Mdio363 Ensino Profissional364 Ensino Superior365 Educao Infantil366 Educao de Jovens e Adultos13 Cultura367 Educao Especial391 Patrimnio Histrico, Artstico e Arqueolgico14 Direitos da Cidadania392 Difuso Cultural421 Custdia e Reintegrao Social422 Direitos Individuais, Coletivos e Difusos15 Urbanismo423 Assistncia aos Povos Indgenas451 Infra-Estrutura Urbana452 Servios Urbanos453 Transportes Coletivos Urbanos16 Habitao 481 Habitao Rural481 Habitao Rural482 Habitao Urbana17 Saneamento511 Saneamento Bsico Rural512 Saneamento Bsico Urbano18 - Gesto Ambiental541 Preservao e Conservao Ambiental542 Controle Ambiental543 Recuperao de reas Degradadas544 Recursos Hdricos545 Meteorologia19 Cincia e Tecnologia571 Desenvolvimento Cientfico572 Desenvolvimento Tecnolgico e Engenharia573 Difuso do Conhecimento Cientfico eTecnolgico20 Agricultura601 Promoo da Produo Vegetal602 Promoo da Produo Animal603 Defesa Sanitria Vegetal604 Defesa Sanitria Animal605 Abastecimento606 Extenso Rural607 Irrigao21 Organizao Agrria631 Reforma Agrria632 Colonizao22 Indstria661 Promoo Industrial662 Produo Industrial663 Minerao664 Propriedade Industrial665 Normalizao e Qualidade23 Comrcio e Servios691 Promoo Comercial692 Comercializao693 Comrcio Exterior694 Servios Financeiros695 Turismo24 Comunicaes721 Comunicaes Postais722 Telecomunicaes25 Energia751 Conservao de Energia752 Energia Eltrica753 Petrleo754 lcool26 Transporte781 Transporte Areo782 Transporte Rodovirio783 Transporte Ferrovirio784 Transporte Hidrovirio785 Transportes Especiais27 Desporto e Lazer811 Desporto de Rendimento812 Desporto Comunitrio813 Lazer28 Encargos Especiais841 Refinanciamento da Dvida Interna842 Refinanciamento da Dvida Externa843 Servio da Dvida Interna844 Servio da Dvida Externa845 Transferncias846 Outros Encargos EspeciaisPlan2Plan3Classificao Programtica0044AO (Projeto, Atividade e Operao Especial)Aquisio de material didtico2992PROGRAMAEducao Nota 10Fonte: STN90ELEMENTO DE DESPESAMaterial de Consumo DETALHAMENTO DA DESPESACombustveis e Lub. AutomotivosXX30MODALIDADE DE APLICAOAplicao Direta 3GRUPO DE DESPESAOutras Despesas Correntes3CATEGORIA ECONMICADespesa CorrenteNDClassificao: Natureza da DespesaFonte: STNClassificaes da Despesa Oramentria CATEGORIA ECONMICA E GRUPO DA NATUREZA DA DESPESAIdentifica de forma sinttica o objeto de gasto. Agrega os elementos de despesa de mesma natureza.DESPESAS CORRENTESDESPESAS DE CAPITALPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOFonte: STNGRUPO DE DESPESA1PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS2JUROS E ENCARGOS DA DVIDA3OUTRAS DESPESAS CORRENTES4INVESTIMENTOS5INVERSES FINANCEIRAS6AMORTIZAO DA DVIDA9RESERVA DE CONTINGNCIA/RESERVA DO RPPSClassificaes da Despesa OramentriaPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOMODALIDADE DE APLICAO20 TRANSFERNCIAS UNIO22 EXECUO ORAMENTRIA DELEGADA UNIO 30 TRANSFERNCIAS A ESTADOS E AO DISTRITO FEDERAL31 TRANSFERNCIAS A ESTADOS E AO DISTRITO FEDERAL FUNDO A FUNDO32 EXECUO ORAMENTRIA DELEGADA ESTADOS E AO DISTRITO FEDERAL40 TRANSFERNCIAS A MUNICPIOS41 TRANSFERNCIAS A MUNICPIOS FUNDO A FUNDO42 EXECUO ORAMENTRIA DELEGADA MUNICPIOS50 TRANSFERNCIAS A INSTITUIES PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS60 TRANSFERNCIAS A INSTITUIES PRIVADAS COM FINS LUCRATIVOS70 TRANSFERNCIAS A INSTITUIES MULTIGOVERNAMENTAIS71 TRANSFERNCIAS A CONSRCIOS PBLICOS72 EXECUO ORAMENTRIA DELEGADA CONSRCIOS PBLICOS80 TRANSFERNCIAS AO EXTERIOR90 APLICAES DIRETAS91 APLICAO DIRETA DECORRENTE DE OPERAO ENTRE RGOS, FUNDOS E ENTIDADES INTEGRANTES DOS ORAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL99 A DEFINIRELEMENTO DA DESPESA: identifica os objetos de gastos, o que vai ser adquirido para consecuo dos programas. DESDOBRAMENTO FACULTATIVO DO ELEMENTO DA DESPESA: cada ente poder detalhar os elementos de despesa conforme a necessidade de informao mais analtica.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOCompreendendo os Cdigos do OramentoMetodologia para a classificao quanto natureza da despesaORAMENTRIOEXTRAORAMENTRIOSADAS COMPENSATRIASPAGAMENTO RPEX. OUTRAS DESPESAS CORRENTES: 30-Material de ConsumoEX.INVERSES FINANCEIRAS: 61-Aquisio de ImveisDevoluo valores terceirosRecolhimento retenesFonte: STNSTN (S) - A maior dificuldade de classificao aqui, pois tenta-se pregar uma tipicidade absoluta entre o elemento da despesa e a categoria econmica.Exemplo: dirias nem sempre vo ser despesa corrente.Diria para treinamento - despesa correnteDiria para fiscalizao de obra - despesa de capitalSTN (S) - A escolha do GRUPO DE DESPESA a mais fcil. Os grupos so bastante especficos, causando pouco confuso. Os GRUPOS DE DESPESA guardam correlao com as CATEGORIA ECONMICAS.STN (S) - A verificao do ELEMENTO DE DESPESA mais difcil, pois podem ter elementos que parecem entrar no campo do outro. O elemento no guarda irrestrita correlao com o GRUPO DA DESPESA. A classificao no elemento de despesa est atrelada s caractersticas fsicas e a funcionalidade do que est sendo adquirido.Crditos oramentriosCrditos OramentriosFonte: STNSTN (S) - Suplementares: dotao insuficientemente dotadaEspeciais: despesas no previstasExtraordinrio: despesas urgentes e imprevisveis, como no caso de guerra, comoo interna ou calamidade pblica.Os dois primeiros so autorizados por lei e abertos por decreto (na Unio, basta a lei) e precisam de recursos disponveis para serem abertos.O ltimo aberto por decreto (na Unio, por medida provisria) e no precisa de indicao de recursos disponveis para sua abertura.STN (S) - Para despesas no computadas ou insuficientemente dotadasClassificao dos Crditos Adicionais (Lei n 4.320/64, art. 42)PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOCRDITOS ADICIONAISTIPOFINALIDADESUPLEMENTARESOs destinados a reforo de dotao oramentria j existente que se tornou insuficiente durante a execuo do oramento, decorrentes, geralmente, de erros de oramentao.ESPECIAISOs destinados a despesas com programas ou categoria de programas (projeto, atividade ou operaes especiais) novos, por no haver dotaes oramentrias anteriormente criadas. Sua ocorrncia indica, geralmente, a existncia de erros de planejamento.EXTRAORDINRIOSOs destinados a atender despesas imprevisveis e urgentes, como as decorrentes de guerra, comoo interna, ou calamidade pblica.Crditos oramentrios4320/64Decreto Lei 200/67CF 88Fonte: STNSTN (S) - Desde que autorizada na LDO.Forma de Abertura dos Crditos Adicionais (Arts. 42 e 43 da Lei n 4.320/64)Os crditos suplementares e especiais sero autorizados por lei e abertos por decreto do Poder Executivo. Dependem da existncia de recursos para sua abertura.Os crditos extraordinrios independem de lei autorizativa, mas sua abertura ser feita por decreto do Poder Executivo.As fontes de recursos para abertura dos crditos adicionais suplementares e especiais so: supervit financeiro do ano anterior; anulao de dotao; excesso de arrecadao; operaes de crdito. PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOObjetivo da Lei de Responsabilidade FiscalArt. 1, 1: A responsabilidade na gesto fiscal pressupe a , em que se capazes de afetar o equilbrio das contas pblicas, (...)ao planejadatransparenteprevinemriscos e corrigem desvios Fonte: STNPLANEJAMENTOTRANSPARNCIACONTROLERESPONSABILIZAOEQUILBRIO DAS CONTAS PBLICASPRINCPIOS / PILARES DA LRFNecessidade de elaborar a Programao Financeira e o Cronograma de DesembolsoA LRF ordena que:Art. 8o At trinta dias aps a publicao dos oramentos, nos termos em que dispuser a lei de diretrizes oramentrias e observado o disposto na alnea c do inciso I do art. 4o, o Poder Executivo estabelecer a programao financeira e o cronograma de execuo mensal de desembolso. Adequar o ritmo de pagamentos ao ritmo dos ingressos de recursos financeiros no caixa. Os Cuidados na Execuo OramentriaPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOA limitao de empenho e de movimentao financeiraArt. 9o da LRF: Se verificado, ao final de um bimestre, que a realizao da receita poder no comportar o cumprimento das metas de resultado primrio ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministrio Pblico promovero, por ato prprio e nos montantes necessrios, nos trinta dias subseqentes, limitao de empenho e movimentao financeira, segundo os critrios fixados pela lei de diretrizes oramentrias.A limitao da movimentao financeira (pagamentos) tambm outra exigncia da Lei Fiscal.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICODespesa com pessoal;Dvida, endividamento e operaes de crdito;Antecipao de Receita Oramentria - ARO;Garantia e Contragarantias;Restos a pagar.Limites da LRFFonte: STNA importncia da Receita Pblica na gesto fiscalAssim estabelece a LRF:Art. 11. Constituem requisitos essenciais da responsabilidade na gesto fiscal a instituio, previso e efetiva arrecadao de todos os tributos da competncia constitucional do ente da Federao.Pargrafo nico. vedada a realizao de transferncias voluntrias para o ente que no observe o disposto no caput, no que se refere aos impostos.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOAs precaues com a Renncia de ReceitasAs renncias de receitas representam uma perda significativa de receitas, razo pela qual devem ser evitadas. A LRF impe uma srie de restries concesso de benefcios fiscais. Renncia de receita a desistncia de um direito sobre determinado tributo, por abandono ou desistncia expressa do ente federativo competente para sua instituio. PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICO*A Renncia compreende (Artigo 14, 1 da LRF):Anistia (excluso das penalidades e no do crdito tributrio), Remisso (exclui os tributos e as penalidades), subsdio, crdito presumido, concesso de iseno ( a dispensa do tributo devido) em carter no geral, alterao de alquota ou modificao de base de clculo que implique reduo discriminada de tributos ou contribuies, eoutros benefcios que correspondam a tratamento diferenciado.Renncia de ReceitaPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOFonte: STN A Renncia dever estar acompanhada de: (LRF, Art. 14) estimativa do impacto oramentrio-financeiro no exerccio em que deva iniciar sua vigncia e nos dois seguintes, atender ao disposto na lei de diretrizes oramentrias e a pelo menos uma das seguintes condies:I - demonstrao pelo proponente de que:a renncia foi considerada na estimativa de receita da lei oramentria, na forma do art. 12 da LRF, e de que no afetar as metas de resultados fiscais previstas no anexo prprio da lei de diretrizes oramentrias;II - estar acompanhada de medidas de compensao, no perodo mencionado no caput, por meio do aumento de receita: proveniente:da elevao de alquotas, ampliao da base de clculo, majorao ou criao de tributo ou contribuio.No caso do inciso II a renncia s entrar em vigor quando implementadas as medidas No se aplica s alteraes das alquotas de II, IE, IPI e IOF, nem a cancelamento de dbito cujo montante seja inferior ao dos respectivos custos de cobrana.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOFonte: STNA Despesa Pblica na Gesto FiscalCom a LRF, todo o gasto pblico est atrelado arrecadao das receitas. Tem-se limites para: o montante da dvida, limites e condies para o aumento de gastos com as despesas de pessoal, de seguridade social, e despesas relativas s aes continuadas. A amarrao no s nos limites mximos, mas tambm nos limites prudenciais. Institui-se ainda o mecanismo de compensaoPLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICO Estimar o impacto oramentrio-financeiro para o exerccio de referncia e para os dois seguintes. Demonstrar a origem dos recursos para custeio fontes de compensao. Comprovar que no afetar as metas de resultados fiscais. Exigncias para a criao de despesas (arts. 15, 16 e 17 da LRF)PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOFonte: STNDos Restos a Pagar Fundamentos, DefiniesA denominao restos a pagar decorre, principalmente, no princpio da anualidade do oramento e da competncia, uma vez que por este princpio decorre a necessidade de se lanar a despesa conta do exerccio em que houve a respectiva autorizao oramentria.Caso ainda no tenha sido paga, a despesa oramentria registrada em 31 de dezembro em restos a pagar, como uma obrigao do poder pblico frente ao fornecedor.O pagamento da despesa inscrita em restos a pagar dar-se- de forma extraoramentria.PLANEJAMENTO/ORAMENTO PBLICOX1X2EmpenhoInscrio de Restos a pagarArt. 36 da Lei 4.320: Inscrevem-se em restos a pagar as despesas empenhadas e no pagas at 31 de dezembro.(Princpio da anualidade) Processados No ProcessadosInscrio de Restos a PagarConforme os Manuais de Procedimentos Oramentrios e Patrimoniais da STN, bem como Decises do TCE-ROFonte: STNDespesas ProcessadasENTE PBLICOCREDORDespesas No-ProcessadasENTE PBLICOCREDORRestos a pagar:Vedao de contrair obrigao de despesa que no possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exerccio seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa nos ltimos 2 quadrimestres.Consideram-se os encargos e despesas compromissadas at o final do exerccio.Restos a pagar - LimitesFonte: STNDespesa com pessoal;Nos Estados, os limites mximos para gastos com pessoal (60% da Receita Corrente Lquida) sero: 3% para o Legislativo, includo o Tribunal de Contas, quando houver,6% para o Judicirio;2% para o Ministrio Pblico;49% para o Executivo.Nos Municpios, os limites mximos para gastos com pessoal (60% da Receita Corrente Lquida) sero: 6% para o Legislativo, includo o Tribunal de Contas, quando houver,54% para o ExecutivoDespesa com Pessoal - LimitesFonte: STNTransparnciaFonte: STN*Abrangncia e Escriturao das Contas:Amplo acesso pblico inclusive por meio eletrnico;Participao popular no processo oramentrio;Quadrimestralmente, o Poder Executivo avalia cumprimento de metas fiscais em audincia pblica;TransparnciaFonte: STNPrestao de Contas Prestao de Contas AnualPoder Executivo ( Art. 56 LRF ADI 2238)Parecer PrvioJulga as ContasAmpla divulgao dos Resultados Prestao de Contas AnualPoder Legislativo JudicirioMinistrio Pblico ( Art 56 ,57-ADI 2238)Julga as ContasAmpla divulgao dos ResultadosTransparnciaFonte: STN*SANESRESTRIESINSTITUCIONAISSANESPESSOAISSanes da LRF e do CPFonte: STNAgradecimentosSou muito agradecido pela ateno que me foi dispensada por todos vocs. Espero encontr-los em outras oportunidades. Muito Obrigado!!! Auditor Omar P. Dias 3211-9113 E-mails: omarpires_ro@yahoo.com.br omar@tce.ro.gov.br*Secretaria para Assuntos Fiscais*Secretaria para Assuntos Fiscais****FUNES SUBFUNES031 Ao Legislativa032 Controle Externo061 Ao Judiciria062 Defesa do Interesse Pblico no Processo Judicirio091 Defesa da Ordem Jurdica092 Representao Judicial e Extrajudicial121 Planejamento e Oramento122 Administrao Geral123 Administrao Financeira124 Controle Interno125 Normalizao e Fiscalizao126 Tecnologia da Informao127 Ordenamento Territorial128 Formao de Recursos Humanos129 Administrao de Receitas130 Administrao de Concesses131 Comunicao Social151 Defesa Area152 Defesa Naval153 Defesa Terrestre181 Policiamento182 Defesa Civil183 Informao e Inteligncia211 Relaes Diplomticas212 Cooperao Internacional241 Assistncia ao Idoso242 Assistncia ao Portador de Deficincia243 Assistncia Criana e ao Adolescente244 Assistncia Comunitria271 Previdncia Bsica272 Previdncia do Regime Estatutrio273 Previdncia Complementar274 Previdncia Especial301 Ateno Bsica302 Assistncia Hospitalar e Ambulatorial303 Suporte Profiltico e Teraputico304 Vigilncia Sanitria09 Previdncia Social 10 Sade 05 - Defesa Nacional 06 - Segurana Pblica 07 Relaes Exteriores 08 Assistncia Social 01 Legislativa 02 Judiciria 03 - Essencial Justia 04 Administrao Instrumentos Fundamentais de Planejamento/Or amento:PPA, LDO e LOA(Art. 165, I, II e III da CF)PPAPPAConjunto de Programas p/ 4 anosLDOPriorizao anual dos programasMetas FiscaisOramento AnualAlocao de recursos para execuo dos programasINTEGRAINTEGRAO PPA x LDO x LOAO PPA x LDO x LOALDO 2010 LDO 2010 LOA 2010LOA 2010LDO 2011 LDO 2011 LOA 2011LOA 2011LDO 2012 LDO 2012 LOA 2012LOA 2012LDO 2013 LDO 2013 LOA 2013LOA 2013PPA2010/2013A execuo de cada LOA alimentar , se for o caso, reavaliaes do PPAO Processo Oramentrio -os trs instrumentos de planejamentoPPAPPALDOLDOLOALOAExeExe--cucuooPrograProgra. . FinancFinanc..O Marco Legal do PPA

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