curso laminação 010909 atual

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  • PROCESSO DE LAMINAO

  • FUNDAMENTOS Processo de conformao mecnicaConsiste em modificar a seo transversal de um metal na forma de barra, lingote, placa, fio, ou tira, etc., Atravs da passagem da chapa entre dois cilindros - Retilneos (laminao de produtos planos)- Canais entalhados (laminao de produtos no planos)

  • Laminao: Uso e Vantagens Alta produtividadeControle dimensional do produto acabado que pode ser bastante preciso. Processo primrio- Matria prima para outros processos Muito utilizado

  • Etapas da Laminao Desbaste inicial dos lingotes em blocos, tarugos ou placas- realizada normalmente por laminao a quente.Nova etapa de laminao a quente para transformar o produto em chapas grossas, tiras a quente, vergalhes, barras, tubos, trilhos ou perfis estruturais. Laminao a frio produz tiras a frio- excelente acabamento superficial- boas propriedades mecnicas- controle dimensional do produto final bastante rigoroso

  • LAMINADORES Um laminador consiste:- cilindros (ou rolos),- mancais,- uma carcaa chamada de gaiola ou quadro para fixar estas partes - motor para fornecer potncia aos cilindros e controlar a velocidade de rotao.As foras envolvidas na laminao podem facilmente atingir milhares de toneladas, portanto necessria uma construo bastante rgida, alm de motores muito potentes para fornecer a potncia necessria.

  • TIPOS DE LAMINADORES Laminador Duo Laminador Duo Reversvel Laminador Trio Laminador Qudruo Laminador Sendzimir Laminador Universal. Laminador HC-Mill.

  • Laminador Duo

    Neste laminador o cilindro inferior fixo e o cilindro superior pode mover-se, durante a operao.O sentido do giro dos cilindros no pode ser invertido e o material s pode ser laminado em um sentido

  • Laminador Duo Reversvel

    A inverso da rotao dos cilindros permite que a laminao ocorra nos dois sentidos da passagem da chapa entre os rolos, conforme fig. I e II

    Fig. IFig. II

  • Laminador Trio

    Os cilindros sempre giram no mesmo sentido. Porm, o material pode ser laminado nos dois sentidos, passando-o alternadamente entre o cilindro superior e o intermedirio e entre o intermedirio e o inferior.

  • Laminador Qudruo

    Usado para laminar materiais mais finos, utiliza cilindros de trabalho de pequeno dimetro apoiados por cilindros de encosto para no fletir. Pode ser reversvel ou no.

  • COMPONENTES DE UMA CADEIRAQUADRO

  • Laminador Sendzimir

    Os cilindros de trabalho so muito finos, podem fletir tanto na direo vertical quanto na horizontal e so apoiados em ambas as direes.

  • Laminador Universal

    Dispe de dois pares de cilindros de trabalho, um par no sentido horizontal e outro par no sentido vertical.

  • Este sistema dispe de 3 pares de cilindros, sendo: 1 par de cilindros de encosto, 1 par de cilindros intermedirios e 1 par de cilindros de trabalho. utilizado na 1 cadeira de um trem de laminao, com a finalidade de obter maiores valores de reduo, podendo chegar at 45% e melhor perfil do material que ser laminado, devido o sistema de deslocamento que os cilindros intermedirios fazem de acordo com a largura que estiver processando, onde este cilindros no permitem que os cilindros de encosto forcem somente as laterais dos cilindros de trabalho e sim todo o corpo destes cilindros, fazendo com que o perfil laminado nesta cadeira seja a mais plano possvel.Sistema HC-Mill

  • Deslocamento mx.Deslocamento min.Qto. maior a larg.Qto. menor a larg.Cil. Interm. Sup.Qto. maior a larg.Qto. menor a larg.Cil. Interm. Inf.Deslocamento = 550 - L/2Sistema HC-Mill

  • A deformao plstica causada pela presso dos cilindros sobre o metal que, devido ao atrito, sofre arraste no contato com eles.diminuio da seoaumento do comprimento (e da largura)constncia de volumeDe acordo com a necessidade, a operao conduzida a quente ou a frio, em uma ou vrias etapas, at o produto final pretendido e baseia-se na incompressibilidade dos slidos que constituem os metais e ligas metlicas: LAMINAO DOS AOS: CONCEITOS GERAIS

  • LAMINAO A FRIO Empregada para produzir folhas e tiras com acabamento superficial e com tolerncias dimensionais superiores quando comparadas com as tiras produzidas por laminao a quente.O encruamento resultante da reduo a frio pode ser aproveitado para dar maior resistncia ao produto final.

  • Laminao a Frio (continuao)Os materiais de partida para a produo de tiras de ao laminadas a frio so as bobinas a quente decapadas.A laminao a frio de metais no ferrosos pode ser realizada a partir de tiras a quente ou, como no caso de certas ligas de cobre, diretamente de peas fundidas.

  • Laminao a frio CaractersticasA reduo total varia de 50 a 90%A porcentagem de reduo menor feita no ltimo passe para permitir um melhor controle do aplainamento, bitola e acabamento superficial.

    Deseja-se uma distribuio to uniforme quanto possvel nos diversos passes sem haver uma queda acentuada

  • Fig. 1INTRODUOAGENTES MECNICOS

  • CAIXA DE TRANSMISSO

  • DEFORMAOCOMPORTAMENTO DO AO: TENSES VELOCIDADE TEMPERATURA REDUES ATRITO

  • Fig. 3FUNDAMENTOSEFEITO DA DEFORMAO SEM TENSO

  • Fig. 4FUNDAMENTOSEFEITO DA DEFORMAO COM TENSO

  • Fig. 5V1

    H1V2 H2TEORIA GERAL DA LAMINAO

  • GEOMETRIA DA ZONA PLSTICA NA LAMINAO EM ESTADO PLANO DE DEFORMAO

  • v < vpv > vpCONCEITO DE NGULO NEUTRO

  • DESLIZAMENTO AVANTEONDE:V2 = Velocidade de sadaVc = Velocidade do cilindroPorque existe deslizamento avante?Porque a velocidade da chapa na sada maior que a velocidade do cilindro.

  • PRINCPIO DA VAZO CONSTANTEFig. 6

  • A relao do produto da VELOCIDADE x a ESPESSURA do material constanteFig. 7Exemplo:Processando material 2.00 x 0.19 x 980 mmRedues: 35, 46.2, 37.6, 35.8 e 31.5 %Espessura de sada: 1.30, 0.70, 0.437, 0.28 e 0.192 mmVelocidades:213, 395. 633, 986 e 1440 mpmH1 x V1 (1.30 x 213) = 276,9H2 x V2 (0.70 x 395) = 276,5H3 x V3 (0.437 x 633) = 276,6H4 x V4 (0.28 x 986) = 276,1H5 x V5 (0.19 x 1440) = 276,4

  • Fig. 8ESTUDO DA DISTRIBUIO DE PRESSOPRESSO IGUAL OU SUP. AO LIMITE DE ESCOAMENTOSEM TENSES

  • Distncia ao longo do arco de contatoFig. 9Tenses de trao avante e a r iguaisESTUDO DA DISTRIBUIO DE PRESSOPRESSO IGUAL OU SUP. AO LIMITE DE ESCOAMENTOCOM TENSESTenso a rTenso a r

  • Distncia ao longo do arco de contatoFig. 10ESTUDO DA DISTRIBUIO DE PRESSOPRESSO IGUAL OU SUP. AO LIMITE DE ESCOAMENTOTENSO DE ENTRADA MAIOR QUE A DE SADA

  • Fig. 11ESTUDO DA DISTRIBUIO DE PRESSOPRESSO IGUAL OU SUP. AO LIMITE DE ESCOAMENTOTENSO DE SADA MAIOR QUE A DE ENTRADA

  • Fig. 12ATRITOOCORRE QUANDO DUAS SUPERFCIES METLICAS DESLIZAM UMA SOBRE A OUTRA

  • Fig. 13ASPECTOS QUE DEVEM SER CONSIDERADOS PARA A FORA DE ATRITORUGOSIDADE

  • Fig. 14ASPECTOS QUE DEVEM SER CONSIDERADOS PARA A FORA DE ATRITOLUBRIFICAO

  • Fig. 15ASPECTOS QUE DEVEM SER OBSERVADOS:QUANTO MAIOR A VELOCIDADE MAIS ESPESSA A PELCULA DE LEO

  • Coeficiente de atritoFig. 16ASPECTOS QUE DEVEM SER OBSERVADOS:QUANTO MAIS ESPESSA A PELCULA DE LEO MENOR SER O COEFICIENTE DE ATRITO

  • Fig. 17ASPECTOS QUE DEVEM SER OBSERVADOS:QUANTO MAIOR A RUGOSIDADE MAIOR O COEFICIENTE DE ATRITO

  • Fig. 18PERFIL DAS PRESSESESTUDO DAS FORAS DE ATRITOONDE:T1 = Tenso a rT2 = Tenso avanteH1 = Espessura de entradaH2 = Espessura de sadaV1 = Velocidade de entradaV2 = Velocidade de sadaA = Plano de entradaC = Ponto neutroB = Plano de sada

  • DEFORMAES ELSTICASSENTIDO COMPRIMENTO DO CILINDRO

  • DEFORMAES ELSTICASSENTIDO RADIAL

  • DEFORMAES ELSTICASSENTIDO RADIAL

  • ROLL GAP - ABERTURA DOS CILINDROS

  • Fig. 24EVOLUES TRMICAS NO LAMINADOR

  • REFRIGERAO E LUBRIFICAO

  • REFRIGERAO E LUBRIFICAO

  • Fig. 27REFRIGERAO EM FUNO DA LARGURA MUITO IMPORTANTE:A LARGURA DA SEO CENTRAL DOS CHUVEIROS TEM QUE SER DECRESCENTE NO SENTIDO DE LAMINAO, PARA EVITAR PONTOS FRIOS E CONSEQENTEMENTE MAL APLAINAMENTO NO MATERIAL LAMINADO.

  • Princpios Bsicos da Refrigerao

  • TODO CALOR RECEBIDO PELO CILINDRODEVE SER DISSIPADO ATRAVS DA REFRIGERAO E DO AQUECIMENTO DO CILINDRO.QUANTO MAIS EFICIENTE A REFRIGERAO, MENOR O AQUECIMENTO DO CILINDRO

  • MATERIAL LAMINADO A ELEVADA TEMPERATURA;

    GERAO DE CALOR DEVIDO A CONFORMAO MECNICA;

    CILINDRO SUBMETIDO A ELEVADO GRADIENTE TRMICO.CARACTERSTICAS DO SISTEMA:

  • AQUECIMENTO LOCALIZADO NA SUPERFCIE DO CILINDRO;GERAO DE TENSES TRMICAS;FORMAO DE TRINCAS TRMICAS;DILATAO TRMICA;ALTERAO NA GEOMETRIA DOS CANAIS;EFEITOS:

  • EFEITOS DE UMA REFRIGERAO ADEQUADA:AUMENTO NAS CAMPANHAS;

    REDUO DE PERDAS POR DESVIOS DIMENSIONAIS DOS PRODUTOS LAMINADOS;

    REDUO NA RETIFICAO DO CILINDRO;

    MELHORIA DA QUALIDADE SUPERFICIAL DO PRODUTO;

  • Material laminado;Comprimento do laminado;Temperatura do laminado;Velocidade de laminao;Caractersticas dos cilindros;Taxa de deformao;Geometria do canal de laminao;Temperatura do fluido refrigerante;Presso do fluido refrigerante;ngulo de incidncia do fluido;Vazo do fluido refrigerante.FATORES LIGADOS A REFRIGERAO:

  • Fase 1-2:Ligeiro aumento da temperatura superficial devido a transmisso de calor por radiao a partir do produto que est sendo laminado;

    Fase 2-3:Forte elevao da temperatura devido ao contato do cilindro com o produto laminado, permitindo a transmisso de calor por conduo;

    Fase 3-4:O cilindro perde contato com o produto laminado e ocorre decrscimo da temperatura devido transmisso de calor por conduo para o interior do cilindro e conveco para o ar;

    Fase 4-5:Nesta fase a superf