curso de processo penal 15ª ed. - eugenio pacelli de oliveira

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Curso de processo penal 15ª ed. - eugenio pacelli de oliveira

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  • 1. Lumen~i~Jurisl~itora www.lumenjuris.com.br EditoresJoo de Almeida Joo Luiz da Silva Almeida Conselho EdilorialAdriano PUat Alexandre Fteitas Cmara Alcxandxe Motais da RosaAugustoM3.I'ISU1: Aw:y Lopes Ir. Bernardo Gonalves Femande6Cezar Roberto Bitencourt Cristiano Chaves de Farias Carlos Eduardo Adriano Japias,'l Oudio Carneiro Cristiano Rodrigues Daniel Sarmento Diego Araujo Campos Emerson GarciaFauzi Hassan O:!oulcr Felippe Borring Rocha Fir!y Nascimento Filho Frederico Pri~ Grechl Geraldo L. M. Prado Gustavo Snchal 'de GoffredoHelena Elias Pinto Jean Carlos Fernandes Joo Ca:rlos Souto Joo Maroo:lo de Lima AssafimLuiz Moreira Manoel Messias PeixinhoMarcellus Polastri Lima Maro) Aurlio Bezerra de Melo Marwso.ut Mnica-Gusmo Nelson Rosenvald Nilo Balista P~ulo de Bessa Antunes Paulo RangelJos dos Santos Carvalho FilhoRicardo Lodi RibeiroLcio Antnio o"aroon Junior Luigi Bonizz.atoRodrigo K1ippel Salo de Carvalho Srgio Andr RochaLuis Carlos AkofoxadoSidney Guerra Conselheiro benemritm Maroos Juruena Villela Souto (in ml1llmiam; Conselho Consullivolvaro M~yrink da CostaCesar FloresAmilton Bueno de CarvalhoFirly Nascimento FilhoAndreya Mendes de Almeida SdmtCr NavuooFlvia Lages de CaslTo Francisco de Assis M. TavaresArtur de Brito Gueiros Souza Caio de Oliveira LimaJOO Theotonio Mendes de Almeida Ir. Ricardo Mximo Gomes Ferraz Sergio Demoro Hanlton Trsis NametalaSatlo JorgeGisel!GltadinoVictor Gamcil:o DrummondLivraria Cultutal da Guanabara Ltda Centro Rua daAssernbl!a, lOj2a> andarl SI,. 2022 CEP: 20.0n-ooO Rio de Janeiro RI Tel: (21) 3505--S888 Fax: (21) S50S-5855 Fax Loja: (21) 3505-5872BSA SeIVio de Divulgao ttda, Rua da Assemblla, n" 10/ Sala 2022 Centro CEP: 20.011..(lOO Rio de Janelro Ri Tel: (21) 35055888Antonio Car!os Martins SoaresHumberto DIla Bernarmna de PinhoFlorianpolis. Lumen JUrls SC Livraria Culttu'al da Guanabar.t Ltda Centro Rua Santa F, n" 234 . Bain:o: InsIeses Rua da Assemblia, 10/Loja G/H F1orianpoli~ SC CEP: 88.058-345 CEP: 2{WIl-OW Rio de Janeiro RJ Tel: (48) 32S4-3114 (Fax) - (48) 33697624Te1: (21) 35QS..5888! 5854/5855/5856 Livraria e Edltoxa Lumen Juris Ltda" RJRua da Aswmblia, 36/2" Andar! SL. 201 204Centto CEP: 20.011..()OO Rio deJanclro" RJ Tel: (21) 2500-6591/2509-5118 Site: wwwJumenjuris.oom.br Depsito Lumen Juns RJ Av. Londres. 491 BonsucessoCEP: 21041-030 -Rio de Janeiro RJ Te): (2I) 3216-5688 Fax: (2l) 3216-5864 So Cristvo 2550.2907Brnsllia. L~en Juria O~ Scr.s Quadra 402 Bloco D " Loja 9 Asa Sul CEP: 70.235--540 - Braslia" DF Tel{Fax: (61)3225--$569 (S836) I (61) 32219146 Porio Alegre Lumen Jurl$ " RS Rua Pad!:e ChagaS, 66 Loja 06 Moinhos de Vento CEP: 90.570-080 Porto Alegre "RS Tel/Fax: (51Z3211.(}700/S228"~183So Paulo" LUllIenJurls - SPBelo Horizonte "Lumen Jurl$. MG Rua Araguari, 359 Sala 53 "2' andar BarroPro",CEP: 30.190"110" Belo Horizonte" MG Tel: (31) 3292-6371 Salvador" Lumen Juria. BA Rua Dr.Jos Peroba n"349 "Sala: 206 Costa Azul CEP: 41.77IJ..2S5 _SalVildor BATel: (71) 3341-3646/3012-6046 Vitria" Lumen Juris ES Rua Ooves Machado, n"176 " Loja 02 Enseada do Su CEP: 29.050.590 Vitria" ES TeI: (27) 3J4S.8?15/ Fax: (27) 3225--1659 Curitiba Lumen Juria " PR Rua. Treze de Maio, 506 Conj. 03 So Francisco, CEP: 80510-030 " Curitiba ~ PR TeI: (41)359&-9092Rua Correa Vasques, n"48 " Vila OemenlinoCEP: 04.OS8-010" So Paulo, SP Tel.: (11) 5908-0240 I (11) 50817772EDITORA LUMEN JURlS Rio de Janeiro 2011

2. Copyright 2011 byEugnio Pacelli de Oliveira Categoria: Processo Penal PRODUO EDITORIALLivraria e Editora Lumen Juris 'Ltda.A LIVRARIA E EDITORALUMEN JURlSLTDA. no se responsabiliza pelas opinies emitidas'nesta obra. proibida a reproduo total ou parcial/ por qualquer meio'ou processo,'inclusive quanto's caractersticas grficas e/ou editoriais. A violao-de-direitos autorais constitui crime (Cdigo Penal, art. 184 e , e Lei n' 10.695, del?/07/2003), sujeitando-se busca e apreenso e indenizaesdiversas:(Lei.n' 9.610/98).Todos-os direitos desta edio reservados Livraria e Editora Lumen Juris Ltda.Impresso no Brsil Printed in BrazilCiP-BRASlL. CATALOGAO-NA-FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ -"'--~---------------------------------------------------------------046c 15.ed.Oliveira, EugIO Pacelli de Curso deprocesso penal / Eugnio Pacelli de Oliveira. -15.ed.,rev..e.atual.-Rio.de Janeiro :LumenJuris,201L 974p. : 24cm Inclui bibliografia e indice ISBN 978-85-375-1064-3Agradecimentos especiais Anna e Renata, cuja dedicao na Procuradoria Regional da Repblica ocupa posio de destaque na. viabilidade desta edio.1. Processo penal - Brasil. L Ttulo. 11-3140. 31.05.1131.05.11CDU: 343.1(81) 026778A L, Pedro Ivo, Isabela e Gabriel, por todas as razes. 3. ,.,--SUMRIONota 15 edio............................................................................................................xvIntroduo ................................................................. :......... ~...........................................1Captulo 1 - O Processo Penal Brasileiro .............:....................................................... . 1.1. O Cdigo de Processo V.~llal ................................................................... ,.......... 1.2. A Constituio da~eplb'ca de 1988 e o processo Constitucional.............. 1.3. O Sistema Acusttl........................................................................................... 1.4. Sistemas ProceSSl,lais'!rijtjefites: O Modelo Brasileiro ...................................5 5 8 9 13Captulo 2 - Leis. e Processo Penal no Tempo e no Espao ....................................... 2.1. Tratados e Convel),ie!!.!;J.te~:js.1!e.lW? Internacionais ......................... ;................. 2.3. Leis Processu;isno'Et;p~s. enOOOOIX>Curso de Processo Penal lS edioIj I, lina parte em que ela explcita a contaminao da ilicitude (ar!. 157, CPP), como a adotar a teoria dos frutos da rvore envenenada, j incorporada na doutrina e na jurisprudncia nacionais, com ressalvas, tambln explcitas, das teorias da desco- . berta inevitvel e da fonte independente, a justificar hlpteses de no-contaminao. E tambm na parte em que se determina o desentranhamento da prova assim caracterizada (ilcita), consoante disposio expressa no ar!. 157, caput, e 3', CPP. Referida nonna, se no nos parece necessria em relao ao juiz togado Guzos singulares e tribunais), j que esses tm o dever de motivao de suas decises, o mesmo no se pode dize~ relativamente ao Jri. Ali se decide pelo critrio da ntima convico, sem qualquer necessidade de fundamentao. Assim, o risco de valorao da prova ilcita seria (e ) inexorvel. Adiante-se, contudo, que a detenninao de inutilizao da prova ilcita chega a ser absurda, se no flexibilizada. que, se a produo da prova (ilcita) puder gerar consequncias civis e p~nais ao seu autor, como se comprovar ailicitude? Ficamos aqui, por ora, apenas com o registro da natureza principio1.1gica da vedao das provas obtidas ilicitamente, deixando para O aludido captulo o exame mais completo da matria.Se, como vimos, a persecuo penal dever do Estado, com as excees que adiante veremos, uma vez praticada a infrao penal, cumpre tambm a ele, em princpio, a apurao e o esclarecimento dos fatos e de todas as suas circunstncias.Para tanto, a lei defere a detenninados rgos, responsveis pela segurana pblica, a competncia para a investigao da existncia dos crimes comuns,em geral, e da respectiva autoria. a chamadapolcia judiciria (art. 144, CF). Semelhante tarefa, porm, no exclusiva ou privativa da polcia. Alis, mesmo o Cdigo de Processo Penal, instrumento nonnativo de perfil reconhecidamente autoritrio, j ressaltava a atribuio investigatria a outras autoridades, confonne se v do disposto no ar!. 4'. H procedimentos administrativos no mbito do exerccio de regulares poderes de polcia que so tambm investigativos, podendo chegar-se tambm ilicitude penal. A fase de investigao, portanto, em regra promovida pela polcia judiciria, tem natureza administrativa, sendo' realizada anteriormente provocaoda jurisdio penal. Exatamente por isso se fala em fase pr-processual, tratando-se de procedimento tendente ao cabal e completo esclarecimento do caso penal, destinado, pois, formao do convencimento (opinio de/icti) do responsvel pela acusao. O juiz, nessa fase, deve permanecer absolutamente alheio qualidade da prova em curso, somente intervindo para tutelar violaes ou ameaa de leses a direitos e garantias individuais das partes, ou para, mediante provocao, resguardar a efetividade da funo jurisdicionaL quando, ento, exercer atos de natureza jurisdicional. A fonnao do convencimento do encarregado da acusao, como visto, pode decorrer tatnbm de atividades desenvolvidas em procedimentos admi-5Z53 36. EUG~NIO PACELLl DE OLIVEIRA :x:oo_ _ _____ : ~*'::~EUGNIO PACELLI DE OLIVEIRA :>OQOOOOO 46. EUOP..NIO PACEUI DE OLNElRA o:::;:::: ::::C :C:x~:~__,=:=:=:~c::_ _ _ _""')Curso de Processo Penal 15 edioEUGNIO PACELLJ QE OUVEIRA QOO'X::Captulo 4 - A Fase Pr-Processual: A Investigao Criminal ::::c:c~::::::::::Veja-se, ento, deciso da Suprema Corte, conferindo cores definitivas questo: "Atribuies do Ministrio Pblico. Conflito negativo entre MP de dois Estados. Caracterizao. Magistrados que se limitaram a remeter os autos a outro juzo a requerimento dos representantes do Ministrio Pblico. Inexistncia de decises jurisdicionais. Oposio que se resolve em conflito entre rgos de Estados diversos. Feito da competncia do Supremo Tribunal Federal. Conflito conhecido. Precedentes. Inteligncia e aplicao do art 102, I, 'f', da CF. Compete ao Supremo Tribunal Federal dirimir conflito negativo de atribclio entre representantes do Ministrio Pblico de Estados diversos. 2. COMPETNCIA CRIMINAL. Atribuies do Ministrio Pblico. Ao penal. Formao de opnio delicti e apresentao de . eventual denncia. Delito terico de receptao que, instantneol se consumou em rgo de trnsito do Estado de So Paulo. Matria de atribuio do respectivo Ministrio Pblico estadual. Conflito p.e