CURSO BSICO LIVRO DO ESTUDANTE - ??1. Edio (MEC) 1997 2. Edio (MEC) 2001 3. Edio (EDUPE) 2002 4. Edio (MEC) 2004 5. Edio (LIBREGRAF) 2005 6. Edio (MEC)

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8. EdioBraslia2007CURSO BSICOLIVRO DO ESTUDANTETanya A. Felipe1. Edio (MEC)19972. Edio (MEC)20013. Edio (EDUPE)20024. Edio (MEC)20045. Edio (LIBREGRAF)20056. Edio (MEC)20057. Edio (MEC)2007Dados Internacionais de Catalogao na Publicao(CIP)Fundao Biblioteca NacionalFelipe, Tanya A.Libras em Contexto : Curso Bsico : Livro do Estudante / Tanya A.Felipe. 8. edio- Rio de Janeiro : WalPrint Grfica e Editora,2007.Bibliografia.ndice.ISBN 85-99091-01-81. Lingstica Aplicada 2.Lngua de Sinais 3.Educao de Surdos4. Lngua Brasileira de Sinais. I. Ttulo.CDU - 376 376.33]2libras em contexto [3GRUPO DE PESQUISA DA FENEIS - RIO DE JANEIROLIVRO DO ESTUDANTECoordenao Geral: Prof. Dr.Tanya Amara Felipe (Prof. Titular UPE)Concepo da Metodologia: Tanya A. FelipeRedao do livro: Tanya A. FelipeColaboradores: Elaborao dos exerccios:Myrna S. Monteiro e Tanya A. FelipeDesenhos: Vanessa S. A. de SouzaMyrna S. Monteiro (Assessoria)Acrscimos de desenhos da 7 edio:Francisco Sandro Quintela de MeloFrancisco Srvulo Gomes LimaRundesth Sabia NobreProjeto Grfico: Francisco Jofilsan, Raquel Falkenbach Riveiro e Walprint Grfica e EditoraDVD DO LIVRO DO ESTUDANTEDireo e produo: Eduardo Castro NevesEdio e produo: Rafaela MoraesRoteiro: Tanya Felipe Direo do Grupo de Teatro:Emeli Marques, Nelson Pimenta e Ana Regina e Souza CampelloGrupo Surdo de Teatro:Alexandre Luiz Lopes PintoAna Regina e Souza CampelloMarlene P. do PradoNelson PimentaAlexandre C. Barros FEDERAO NACIONAL DE EDUCAO E INTEGRAO DOS SURDOS -FENEISRua Major vila, 379 - Tijuca Rio de Janeiro - RJ CEP 20511-140Fone: (021) 2567 4800, 2234 7786, 2569 2801FAX/TTD: (021) 2284 7462www.feneis.org.br ; celesrj@feneis.org.br]4AgradecimentosNosso sonho, que in ic iou com duas pessoas , fo i compart i lhadopor outra , e mais outra , e mais outras pessoas que aos poucosforam acred i tando e dando fora ao nosso t raba lho e , agora, somosmuitos .Somos g ra tos ao Min i s t r io da Educao - Sec re ta r i a deEducao Espec ia l , por te r compreend ido a importnc ia dessapesquisa e por ter nos proporc ionado publ icaes (1977 a 2006)desse mater ia l d idt i co-pedaggico para os Cursos Bs icos deL ib ra s , que vm sendo m in i s t r ados nos Cen t ro s de Apo io Educao de Surdos - CAS que, a t ravs de convn io FENE IS -MEC/FNDE, fo i poss ve l serem cr iados , em todo o Bras i l , em parce-r ia com as Secretar ias de Educao. Somos gratos Univers idade de Pernambuco por ter permit idoque a autora dessa obra e coordenadora do Grupo de Pesquisa daFENEIS cont inuasse com suas at iv idades de pesquisa no R io deJane i ro para fazer a pr imei ra ed io dos l i v ros , em 1997, a rev i sopara a segunda ed io, em 2001; e ter publ icado pe la EDUPE, emparcer ia com a FENEIS , a 3 . Ed io do l i v ro / f i ta do Estudante, em2002.Somos gratos , tambm, d i reo da FENEIS por ter c r iado umespao f s i co e a inf ra-est rutura para o nosso Centro de Pesquisa ,a lm do respe i to e apoio ao Grupo de Pesquisa desde 1992.E f ina lmente, somos gratos s outras ins t i tu ies e pessoasque, no fazendo parte do grupo, nos incent ivaram ou nos a ju-daram a produz i r os l i v ros e f i tas , agora DVDs, por acred i tarem que:va leu a pena!!! Grupo de Pesquisa da FENEISlibras em contexto [5]6Ministrio da EducaoSecretaria de Educao EspecialEsplanada dos Ministrios - Bloco L6 andar - Gabinete - CEP: 70047-901Fone: (61) 2104-8651 - Fax: (61)2104-9265seesp@mec.gov.brAos Professores e ProfessorasO Ministrio da Educao est desenvolvendo o Programa "Interiorizando Libras", que temcomo propsito apoiar e incentivar a formao profissional de professores, surdos e no-surdos,de municpios brasileiros, para a aprendizagem e utilizao da lngua brasileira de sinais em salade aula, como lngua de instruo e como componente curricular.O material Libras EM CONTEXTO favorece o estudo e o ensino da lngua de sinais falada pelossurdos do Brasil, por meio de material impresso e DVDs elaborados pela prpria comunidadesurda.O apoio do MEC ao processo de formao de instrutores de Libras e de professores para atuarna educao escolar dos surdos garante o respeito diferena, diversidade scio-cultural. Essaao representativa do compromisso do Governo Federal com a educao para todos e com aincluso social das pessoas com necessidades educacionais especiais.Contamos com vocs para vencer o desafio de atender singularidade lingstica dos surdose assim alcanar o sucesso almejado com a execuo desse programa.TARSO GENROMinistro de Estado da Educaolibras em contexto [7]8ApresentaoA Lngua Brasileira de Sinais - Libras uma das lnguas faladas no Brasile j obteve o reconhecimento oficial do governo brasileiro pela Lei10.436/2002.O pargrafo 2 do artigo 12 da Resoluo do CNE/CEB n 2/2001, queinstituiu as Diretrizes Nacionais para a Educao Especial na Educao Bsica,definiu que ao aluno surdo deva ser assegurado o acesso aos contedos cur-riculares, mediante a utilizao de lngua de sinais, sem prejuzo do apren-dizado da lngua portuguesa. Dito de outra forma, o aluno surdo passou a terdireito a mais um componente curricular: a Lngua Brasileira de Sinais. No entanto, seu uso, como meio de comunicao e como lngua deinstruo, precisa ser implantado nas escolas brasileiras que registram amatrcula de alunos surdos.A lngua de sinais permite a melhor interao entre pessoas surdas e,nas escolas, entre professores e alunos surdos e entre estes e seus colegas.A linguagem permite ao ser humano planejar e regular sua ao esomente por ela possvel fazer a leitura do mundo e da palavra, mesmoporque uma no acontece sem a outra. Essas formas de leitura constituem abase da linguagem que se d pela interao social, a interao entre ossujeitos.No ambiente educacional, a lngua de sinais pode viabilizar a realizaodo letramento visual, se refletirmos sobre o papel da imagem que pode e deveestar presente nos materiais e nos espaos escolares.Assim sendo, com muito respeito pelo trabalho aqui exposto, queapresento o presente material Libras EM CONTEXTO, constitudo de umexemplar impresso e de dois DVDs para o Professor de Libras e de um exem-plar impresso e um DVD para os cursistas.Trata-se de um material que procura viabilizar o ensino de Libras, emnvel bsico, com duplo objetivo: formar instrutores de Libras e capacitar pro-fessores para o uso desta lngua em sala de aula a partir do reconhecimentodos direitos lingsticos dos alunos surdos.Libras EM CONTEXTO pode ampliar o universo do conhecimento dosparticipantes e colaborar para a organizao da Lngua Brasileira de Sinais emtodos os estados, alm de provocar novos estudos e pesquisas que trarolibras em contexto [9como conseqncia a elaborao de outros materiais, inclusive de nvelavanado, colaborando com estados e municpios no processo de institu-cionalizao da educao escolar dos surdos .Claudia Pereira DutraSecretria de Educao Especial]10Prefcio para a 8. EdioAps anos de luta e trabalho, conseguimos realizar nosso sonho: editar umlivro para o ensino da Lngua de Sinais Brasileira, que mais conhecida, pelas comu-nidades surdas, como lngua brasileira de sinais - Libras.Esta pesquisa surgiu da necessidade de surdos, que ensinando sua lngua desinais sem preparo acadmico e metodolgico, perceberam a importncia de umasistematizao de um material didtico-pedaggico para o ensino de lngua e, recor-rendo autora deste trabalho e coordenadora do Grupo de Pesquisa da FENEIS, for-maram, desde 1992, uma equipe que vem pesquisando a Libras e metodologias paraensino de lngua.A partir de 1993, essa pesquisa, que teve a sua Fase Piloto nos anos anteriores,consolidou-se na Federao Nacional de Educao e Integrao dos Surdos (FENEIS),obtendo o reconhecimento do Ministrio da Educao e do Desporto - Secretaria deEducao Especial - MEC-SEESP, que tem aprovado nossos projetos para financia-mentos pelo FNDE.Esta instituio foi escolhida para realizao deste trabalho, devido ao fatodesta Federao ter um reconhecimento internacional, ser um plo de divulgao dacultura e lngua dos surdos do Brasil desde a sua fundao, oferecer cursos de Libraspara ouvintes e, ainda, devido ao fato de ter sido dela a proposta para transformaro nosso trabalho, que j estava em andamento, no Projeto que denominamos de"Metodologia para o ensino de Libras para ouvintes".Durante estes anos, muitos Surdos desse grupo de pesquisa comearam a seinteressar em pesquisar a Libras, sua cultura, propostas de educao para surdos e aentender a importncia de se ter uma boa formao para poder cursar uma univer-sidade e, alguns, comearam a investir neles e alcanaram esse objetivo, estandohoje estudando em cursos de graduao e ps-graduao - mestrados e doutorados.Portanto, este trabalho tem gerado muitos frutos, como:cursos de capacitao para novos instrutores em todo o Brasil;cursos para ouvintes que querem aprender a Libras nesta nova propostametodolgica;convites de escolas, universidades e eventos acadmicos, de toda parte do Brasil,para integrantes dessa equipe ministrarem cursos, proferir palestras, confernciase dar consultoria sobre nossa pesquisa e sobre questes lingsticas e metodolg-icas para ensino de Libras;participao em eventos e cmaras tcnicas para discusses poltico-educa-cionais com a participao efetiva de Surdos, que resultaram na oficializao daLibras, atravs da Lei 10. 435/2002 e na sua regulamentao atravs de Decretos5626/2006;libras em contexto [11e a incluso de Surdos, como alunos, Instrutores e professores em universidadese escolas.Sentimos a importncia e responsabilidade do nosso trabalho, quando, em1997, fizemos a 1.Edio dos Livros "Libras em Contexto", financiada peloMEC/SEESP/FNDE, que foi utilizada no primeiro Curso de Capacitao paraInstrutores, financiado pelo Ministrio da Justia - CORDE, e em cursos para ouvintesna FENEIS; depois, em 2001, nosso trabalho da FENEIS foi transformado, peloMEC/SEESP/FNDE, no Programa Nacional de Apoio Educao de Surdos, quando oMEC/FNDE fez a 2. Edio dos livros/fitas "Libras em Contexto" e distribuiu para asSecretarias de Educao que, em parceria com a FENEIS, realizaram cursos de capac-itao para Instrutores e cursos de Libras para professores em todo o Brasil. Em 2002,a EDUPE, Editora Universidade de Pernambuco, editou, juntamente com a FENEIS, a3. Edio do Libras em Contexto - Livro/fita do estudante. Em 2004, novamente, o MEC/SEESP/FNDE, atravs do Programa Nacional"Interiorizando a Libras", financiou a sua 4. Edio dos livros/DVDs, que tevereviso, para tambm ser distribuda para os participantes dos cursos que esto acon-tecer nos Centros de Apoio aos Surdos - CAS, criados naquele ano, dando con-tinuidade ao que estamos introduzindo: criao de CAS e ensino sistemtico daLngua de Sinais Brasileira, colocando esta lngua na mesma condio de outras e val-orizando as comunidades surdas do Brasil. Em 2005, para atender a uma demanda cada vez maior, a FENEIS, atravs daLIBREGRAF, publicou a 5. Edio do Livro/DVD do Estudante -Libras em Contexto,na cor verde, que vendo sendo utilizadas em cursos na FENEIS, universidades e insti-tuies que vm tambm ensinado a Libras. Ainda nesse mesmo ano, dando con-tinuidade ao Programa Nacional, foi publicada, na cor azul, a 6. Edio, que umareviso da anterior com acrscimo tambm das Configuraes de Mos da Libras eda Lei de Libras, que est no anexo no final do livro.Em 2005 e 2007, novamente o MEC-SEES/FNDE financiou a 6 edio e a 7edio para os cursos do Programa Nacional Interiorizando a Libras que vem orefer-endo cursos para surdos e ouvintes tambm dos municpios das redes estaduais deeducao. Agora em 2007, a Feneis est fazendo essa 8 edio (3.000 exemplares)revisada e ampliada com novos desenhos.Com esta iniciativa esperamos contribuir para uma renovao na educao deSurdos para que as crianas surdas brasileiras possam ter, como em pases da Europae Amrica do Norte, oportunidade de aprender a Libras, tambm, com seus profes-sores e possam se comunicar, em Libras, com seus pais, amigos e colegas de escolae trabalho.Tanya A. FelipeCoordenadora do Grupo de Pesquisa da FENEISExecutora do Programa Nacional Inteorizando a Libras]121Saudao Apresentaounidade]32123456[33unidadelibras em contextoSituao 1 "O Encontro"(Surdos se encontram na rua e uns apresentam aos outros aqueles que no se conhecem)Quando uma pessoa aprende uma lngua, apreende tambm os hbitos culturais e os contex-tos aos quais certas expresses esto vinculadas. Diante de situaes como apresentaes de pes-soas, cumprimentos, saudaes, cerimnias religiosas, casamentos, velrios, entre outros even-tos, as pessoas assumem comportamentos distintos e se comunicam de acordo com estas situ-aes.Para todas as situaes h formas de expresses diferenciadas mais formais e informais. Porexemplo, o cumprimento e saudaes de duas pessoas que so amigas so diferentes do de pes-soas que so apenas conhecidas e diferente ainda de pessoas que esto sendo apresentadas pelaprimeira vez. Nesta unidade sero trabalhados contextos formais e informais, onde podero ser vistasexpresses relacionadas a estes contextos.Geralmente, aqui no Brasil, quando as pessoas so apresentadas umas s outras, elas dizemseus primeiros nomes aps os cumprimentos (aperto de mos - contexto formal, e/ou beijo(s) norosto, contexto informal) . No mundo dos Surdos1, a pessoa, alm de dizer o nome em datilolo-gia, ela, primeiro, se apresenta pelo seu sinal, que lhe foi dado pela comunidade a qual faz parte.O sinal pessoal o nome prprio, o "nome de batismo" de uma pessoa que membro deuma comunidade Surda. Este sinal geralmente pode:a- Representa iconicamente uma caracterstica da pessoa. Por exemplo: Librasemcontexto1 A palavra surdo(a) vem grafada com S maisculo quando indicar que se trata de uma pessoaque luta por seus direitos polticos, lingsticos e culturais, ou seja, pessoa que faz parte de umacomunidade surda. CABELOS-ENCARACOLADOSBIGODE-LONGO PINTA-NA-TESTA OLHO-AMENDOADOSb- Representar a profisso de uma pessoa e uma caracterstica. Por exemplo: PROFESSORA MAGRA;c- Representar um nmero, que a pessoa passou a ter na caderneta de sua turma de escola,ou a primeira letra do nome da pessoa. Por exemplo: O sinal pessoal pode ser, portanto, uma representao visual de uma pessoa ou umatributo. Situao 2 "Entre amigos" ....int....a- TUDO-BOM? VIAJAR FRIAS VOC?....neg.... ....int/excl....b- EU NO FIOCRUZ PRECISAR TRABALHAR. VOC FRIAS VIAJAR BO@?a- EU VIAJAR RECIFE, BO@! BONIT@ L! CONHECER SURD@ MUIT@!a- ME@ AMIG@ SILAS. (Chega uma amiga de uma das pessoas que estavam conversando e, aps a apresentao,a primeira toma a palavra)]34PROFESSOR@ MAGR@ TANYA6 (NELSON) I (DE SANDRO)123456[35unidadelibras em contextob- DESCULPAR EU PRESSA SAIR PRECISAR ESTUDAR. DEPOIS ENCONTRAR ME@ S-A-L-A 25 DEPOIS CONVERSAR VOC. CERTO?a- PARA-MIM MELHOR ENCONTRAR ME@ S-A-L-A NMERO 28. AULA ACABAR 6 MELHOR ENCONTRAR ESQUINA L. CERTO?....int....c- PARECER EU CONHECER. EL@ TRABALHAR FIOCRUZ?a- FIOCRUZ CERTO!c- AH!....int....a- VOC S-A-L-A NMERO?c- ME@ NMERO 26.a- AH! DESCULPAR EU ATRASAD@ AULA TCHAU!!!c- TUDO BO@! TCHAU!!! Situao 3 " Na recepo da escola" a- TUDO-BOM!b- TUDO BO@ ! O-QUE DESEJAR?a- EU QUERER INSCRIO ENTRAR ESCOLA.b- HORRIO? SRIE?a- EU TERCEIR@-SRIE SEGUND@ -G-R-A-U. EU QUERER NOITE.b- PARECER TER-NO V-A-G-A. MELHOR 1sTELEFONAR2s. TER TELEFONE T-D-D?a- TER-NO. AH!, EU TER AMIG@ PERTO TER. NMERO SE@ ?b- TELEFONE ME@... TELEFONE 265-2310 ME@ NOME A-N-A R-E-G-I-N-A. SE@ NOME?a- ME@ NOME M-A-R-L-E-N-E. AMANH CEDO HORA 8 1sTELEFONAR2s.b- 2sTELEFONAR1s OK! ESPERAR VOC CERTO!a- OBRIGAD@. TCHAU.Veja, no DVD, essas situaes transcritas nessas pginas.Obs. Ver Sistema de Transcrio nas pginas 24-27 SaudaesEm todas as lnguas h o ritual da saudao. Dependendo do contexto, esse cumprimento sermais formal ou informal e geralmente complementado por gestos. A Libras tem tambm sinaisespecficos para cada uma dessas situaes. Assim pode-se utilizar os seguintes sinais: BO@ D-I-A, BO@ TARDE, BO@ NOITE , O-I, TCHAU, acompanhados os no de gestos para cumprimento:1]36CUMPRIMENTO: BEIJOS ADEUSCUMPRIMENTO: APERTO DE MOSAPRESENTAOBO@ NOITEBO@ TARDEBO@ DIAGramticalibras em contexto [37SITUAO FORMAL: SITUAO INFORMALA) BO@ D-I-A / BO@ TARDE A) O-I (beijos)B) BO@ D-I-A/ BO@ TARDE B) O-I (beijos)A) POR FAVOR, DIA PALESTRA? A) SAUDADE VOC SUMIR!B) AMANH -TARDE B) TRABALHARmuito. VOC?A) NOME PESSOA PALESTRA? A) EU ESTUDAR muitoB) PROFESSOR ALEXA) OBRIGAD@ B) TCHAU EU ATRASAD@A) TCHAU Pronomes InterrogativosOs pronomes interrogativos QUE e QUEM geralmente so usados no incio da frase, mas opronome interrogativo ONDE e o pronome QUEM, quando est sendo usado com o sentido de"quem " ou "de quem " so mais usados no final. Todos os trs sinais tm uma expressofacial interrogativa feita simultaneamente com eles.Na variante do Rio de Janeiro, o pronome interrogativo QUEM, dependendo do contexto, podeter duas formas diferentes, os sinais QUEM e o sinal soletrado QUM. Se se quer perguntar "quemest tocando a campainha", usa-se o sinal QUEM; se quer perguntar "quem faltou hoje" ou"quem est falando" ou ainda "quem fez isso", usa-se o sinal soletrado QUM, como nos exem-plos abaixo:interrog.1- QUEMQUEM NASCER RIO?QUEM FAZER ISSO?PESSOA, QUEM-? "Quem esta pessoa?"2MANH TARDE NOITE MADRUGADACANETA, DE-QUEM- "De quem est caneta"(contexto: Telefone TDD tocar) QUEM-?(contexto: Campainha tocar) QUEM-interrog.2- Q-U-MQ-U-M TER LIVRO?Q-U-M FALAR?Veja outros exemplos, no DVD: PRONOMES INTERROGATIVOSPronomes pessoaisA Libras possui um sistema pronominal para representar as pessoas do discurso:primeira pessoa (singular, dual, trial, quatrial e plural): EU; NS-2, NS-3, NS-4,NS- GRUPO, NS/NS-TOD@S;Primeira Pessoa do Singular: EUApontar para o peito do enunciador ( a pessoa que fala ) Primeira Pessoa do Plural: NS-2, NS-3, NS-4, NS/NS-TOD@3]38EUEU NS-2 NS-3 NS-4 NS/NS-TOD@S123456segunda pessoa (singular, dual, trial, quatrial e plural): VOC, VOC-2, VOC-3,VOC-4, VOC-GRUPO, VOCS/VOCS-TOD@S;Segunda Pessoa do Singular: VOCApontar para o interlocutor ( a pessoa com quem se fala )Segunda Pessoa do Plural: VOC-2, VOC-3, VOC-4, VOC-TOD@[39unidadelibras em contextoVO VOCS-2 VOCS-3 VOCS-4VOCS/VOCS-TOD@S VOCS-GRUPO terceira pessoa (singular, dual, trial, quatrial e plural): EL@, EL@-2, EL@-3, EL@-4,EL@S-GRUPO, EL@S/EL@S-TOD@STerceira pessoa do singular: EL@Apontar para uma pessoa que no est na conversa ou para um lugar convencionado parauma pessoa.Terceira Pessoa do Plural: EL@-2, EL@-3, EL@-4, EL@S/EL@S-TOD@, EL@S-GRUPO.No singular, o sinal para todas as pessoas o mesmo, o que difere uma das outras a orien-tao da mo: o sinal para "eu" um apontar para o peito do emissor (a pessoa que est falan-do), o sinal para "voc" um apontar para o receptor (a pessoa com quem se fala) e o sinal para"ele/ela" um apontar para uma pessoa que no est na conversa ou para um lugar conven-cionado para uma terceira pessoa que est sendo mencionada. No dual, a mo ficar com o formato do numeral dois (quantidade), no trial o formato serdo numeral trs (quantidade), no quatrial, o formato ser do numeral quatro (quantidade). Parao plural h dois sinais: um sinal composto, formado pelo sinal para a respectiva pessoa do dis-curso (1a, 2a. 3a), mais o sinal GRUPO; e outro sinal para plural que feito pela mo predomi-nante com a configurao em d, fazendo um semicrculo frente do sinalizador, apontandopara as 2as pessoas ou 3as pessoas do discurso.Como na lngua portuguesa, na Libras, quando uma pessoa surda est conversando, ela podeomitir a primeira pessoa porque, pelo contexto, as pessoas que esto interagindo sabem a qualdas duas o contexto est relacionado, por isso, quando esta pessoa est sendo utilizada pode serpara dar nfase frase.]40EL@-2 EL@-3 EL@-4EL@S/EL@S-TOD@S EL@S-GRUPO EL@123456[41unidadelibras em contextoQuando se quer falar sobre uma terceira pessoa que est presente, mas deseja-se uma certareserva, por educao, no se aponta para esta pessoa diretamente. Nesta situao, o enunciadorfaz um sinal com os olhos e um leve movimento de cabea para a direo da pessoa que estsendo mencionada, ou aponta para a palma da mo encostando o dedo indicador da moesquerda na mo direita um pouco frente do peito do emissor, estando o dorso desta mo dire-ita voltada para a direo aonde se encontra a pessoa referida. Diferentemente do Portugus, os pronomes pessoais na terceira pessoa no possuem marcapara gnero (masculino e feminino).Veja exemplos no DVD: PRONOMES PESSOAISPronomes demonstrativos e advrbios de lugarNa Libras, como em Portugus, os pronomes demonstrativos e os advrbios de lugar estorelacionados s pessoas do discurso e representam, na perspectiva do emissor, o que est bemprximo, perto ou distante. Eles tm a mesma configurao de mos dos pronomes pessoais, masos pontos de articulao e as orientaes do olhar so diferentes.Os pronomes demonstrativos e os advrbios de lugar relacionados 1a. pessoa, EST@ / AQUI,so representados por um apontar para o lugar perto e em frente do emissor, acompanhado deum olhar para este ponto. EST@ tambm pode ser sinalizado ao lado do emissor apontando paraa pessoa/coisa mencionada.ESS@ / A um apontar para o lugar perto e em frente do receptor, acrescido de um olhar dire-cionado no para o receptor , mas para o ponto sinalizado com relao coisa/pessoa que estperto da segunda pessoa do discurso.AQUEL@ / L um apontar para um lugar mais distante, o lugar da terceira pessoa, mas difer-entemente do pronome pessoal, ao apontar para este ponto h um olhar direcionado para acoisa/pessoa ou lugar:Como os pronomes pessoais, os pronomes demonstrativos tambm no possuem marca paragnero: masculino e feminino.PRONOMES PESSOAIS PRONOMES DEMONSTRATIVOS OU ADVRBIOS DE LUGAREU (olhando para o receptor: 2 pessoa EST@ / AQUI (olhando para a coisa/lugar apontado, perto da 1 pessoa)VOC (olhando para o receptor: 2 pessoa ESS@ / A (olhando para a coisa/lugar apontado, perto da 2 pessoa)EL@ (olhando para o receptor: 2 pessoa AQUEL@ / L (olhando para a coisa/ lugar distante apontado) Veja no DVD: ADVRBIO DE LUGAR e PRONOMES DEMONSTRATIVOS1- LIVRO ONDE?R- AQUEL@ MULHER SENTAD@ MESA EM-CIMA .2- AH! CANETA ONDE?R- VER HOMEM EM-P CANETA PENDURAR-BOLSO !3- AQUEL@ AH! AQUI FRI@muito44- BANHEIRO ONDE?R- ESQUERD@ ENTRAR S.5- AH! CERTO! S-A-L-A REUNIO ONDE?R- EM-CIMA SEGUND@-ANDAR.6- EM-CIMA? AH!R- ALI FRI@ A-R.PRONOMES DEMONSTRATIVOS em LibrasPronomes Demonstrativo Pessoa do Discurso Advrbio de Lugar]42AQUEL@ LLocalidade da 3a.Pessoado discursoEST@ AQUIESS@ A Localidade da 2a.Pessoado discursoLocalidade da 1a.Pessoado discursoEL@VOCEU123456[43unidadelibras em contextoPronomes possessivosOs pronomes possessivos, como os pessoais e demonstrativos, tambm no possuem marcapara gnero e esto relacionados s pessoas do discurso e no coisa possuda, como aconteceem portugus:Para a primeira pessoa: ME@, pode haver duas configuraes de mo: uma a mo aberta comos dedos juntos, que bate levemente no peito do emissor; a outra a configurao da mo emP com o dedo mdio batendo no peito - MEU-PRPRIO. Para as segunda e terceira pessoas, amo tem esta segunda configurao em P, mas o movimento em direo pessoa com que sefala (segunda pessoa) ou est sendo mencionada (terceira pessoa).No h sinal especfico para os pronomes possessivo no dual, trial, quadrial e plural (grupo),nestas situaes so usados os pronomes pessoais correspondentes. Exemplo: NS FILH@"nosso(a) filho(a)"NumeraisAs lnguas podem ter formas diferentes para apresentar os numerais quando utilizados comocardinais, ordinais, quantidade, medida, idade, dias da semana ou ms, horas e valores mon-etrios. Isso tambm acontece na Libras. Nesta unidade e nas seguintes, sero apresentados osnumerais em relao s situaes mencionadas acima. erro o uso de uma determinada configurao de mo para o numeral cardinal sendo utiliza-da em um contexto onde o numeral ordinal ou quantidade, por exemplo: o numeral cardinal 1 diferente da quantidade 1, que diferente do ordinal PRIMEIR@, que diferente de PRIMEIRO-ANDAR, que diferente de PRIMEIRO-GRAU, que diferente de MS-1. Estas diferenas serotrabalhadas nas unidades deste livro.65ME@ TE@ PRPRI@SE@NMEROS CARDINAIS QUANTIDADE]44Veja, no DVD: NUMERAIS CARDINAIS e a Situao 3 "O Sorteio".a- NUMERAIS PARA QUANTIDADE: identifique os sinais e as respectivas quantidades e anoteem seu caderno. Exemplo: 1- LIVRO 4 2- __________3- __________4- __________5- __________6- __________7- __________8- __________9- __________10- __________b- DATILOLOGIA - assinale os pares dos nomes de acordo com a ordem da seqncia no vdeo:( ) M-A-R-I-A / M-A-R-Y( ) M--R-C-I-A / M-A-R-I-A( ) M--R-I-O / M--R-C-I-A( ) M-A-R-Y / M- -R-I-O( ) M-A-R-C-O-S / M-A-R-Y c- COMPREENSO DE TEXTO: veja a estria na parte "Mundo dos Surdos" e anote as dvidaspara serem discutidas em classe. 123456[45unidadelibras em contextoCultura e Comunidade SurdasA palavra "cultura" possui vrios significados. Relacionando esta palavra ao contexto de pes-soas surdas, ela representa identidade porque pode-se afirmar que estas possuem uma culturauma vez que tm uma forma peculiar de apreender o mundo que as identificam como tal.STOKOE, um lingista americano, e seu grupo de pesquisa, em 1965, na clebre obra ADictionary of American Sign Language on linguistic principles, foram os primeiros estudiosos afalar sobre as caractersticas sociais e culturais dos Surdos.A lingista surda Carol Padden estabeleceu uma diferena entre cultura e comunidade. Paraela, "uma cultura um conjunto de comportamentos aprendidos de um grupo de pessoas quepossuem sua prpria lngua, valores, regras de comportamento e tradies". Ao passo que "umacomunidade um sistema social geral, no qual pessoas vivem juntas, compartilham metascomuns e partilham certas responsabilidades umas com as outras". PADDEN (1989:5).Para esta pesquisadora, "uma Comunidade Surda um grupo de pessoas que mora em umalocalizao particular, compartilha as metas comuns de seus membros e, de vrios modos, tra-balha para alcanar estas metas." Portanto, em uma Comunidade Surda pode ter tambmouvintes e surdos que no so culturalmente Surdos. J "a Cultura da pessoa Surda mais fecha-da do que a Comunidade Surda. Membros de uma Cultura Surda comportam como as pessoasSurdas, usam a lngua das pessoas Surdas e compartilham das crenas das pessoas Surdas entresi e com outras pessoas que no so Surdas."Mas ser uma pessoa surda no equivale a dizer que esta faa parte de uma Cultura e de umaComunidade Surda, porque sendo a maioria dos surdos, aproximadamente 95%, filhos de paisouvintes, muitos destes no aprendem a Libras e no conhecem as Associaes de Surdos, queso as Comunidades Surdas, podendo tornarem-se somente pessoas com deficincia auditiva.As pessoas Surdas, que esto politicamente atuando para terem seus direitos de cidadania elingsticos respeitados, fazem uma distino entre "ser Surdo" e ser "deficiente auditivo". Apalavra "deficiente", que no foi escolhida por elas para se denominarem, estigmatiza a pessoaporque a mostra sempre pelo que ela no tem, em relao s outras e, no mostra o que ela podeter de diferente e, por isso, acrescentar s outras pessoas. Ser Surdo saber que pode falar com mos e aprender uma lngua oral-auditiva atravs dessa, conviver com pessoas que, em um universo de barulhos, deparam-se com pessoas que estopercebendo o mundo, principalmente, pela viso, e isso faz com que elas sejam diferentes e nonecessariamente deficientes.A diferena est no modo de apreender o mundo, que gera valores, comportamento comumcompartilhado e tradies scio-interativas, a este modus vivendi est sendo denominado deCultura Surda.mundodosNos u rdo s]46"CARACTERSTICAS DAS PESSOAS"Enumere cada figura na mesma ordem em que o professor apresent-las, a partir das descrisde suas caractersticas e expresses:EXERCCIO ( )( )( )( )( )( )( )( )( )( )123456[47unidadelibras em contextoEXERCCIO ( )( )( )( )( )( )( )( )( )( )"CARACTERSTICAS DOS ANIMAIS"Enumere cada figura na mesma ordem em que o professor apresent-las, a partir das descrisde suas caractersticas e expresses:]48QUADRCULO - LOCALIZAES: "NOMES/SINAIS "Localize, no quadrculo, a letra e o nome correspondente s letras e nomes sinalizados peloprofessor: EXERCCIO a-b-c-d-e-f-g- h- i- j- l- m- 123456[49unidadelibras em contextoEXERCCIO 1- 2- 3- 4- 5- 6- 7- 8- 9- 10- 11- 12- 13- 14- LOCALIZAO : "ONDE ESTO OS OBJETOS"Coloque o nmero de cada objeto no lugar indicado no desenho da sala de aula, sinalizadopelo professor:QUADRCULO - LOCALIZAES - "ANIMAIS"Localize, no quadrculo, a letra correspondente ao sinal do animal sinalizado pelo professor: a-b-c-d-e-f-g- h- i- j- l- m- ]50EXERCCIO 123456DILOGO 1: NA ESCOLAa- O-I, VOC ...................................?b- O-I, (expresso facial "surpreso") SIM,EU ..........................a- VOC LEMBRAR NO EU?b- LEMBRAR NO.a- EU, SINAL-NOME. NOME................... VOC 2sENSINAR1sLibras. AQUI. LEMBRAR?b- AH! (expresso facial "lembrar")a- BO@ ENCONTRAR. TUDO-BEM?b- TUDO-BEM. DESCULPAR. (olhandopara o relgio) EU IR AULA. TCHAU!a- TCHAU.DILOGO 2: NO HOTELa- VOC SURD@?b- O-I, (expresso facial "surpreso") SIM EU SURD@.a- VOC LEMBRAR NO EU? EU AMIG@ ........ TAMBM PROFESSOR Libras.b- DESCULPAR, EU CONHECER NO, LEMBRAR NO.a- Explica as caractersticas do professor:ALTO, MAGRO, DE-CULOSb- AH! (expresso facial "lembrar") CONHECER. BO@!a- EU AMIG@.b- BO@ CONHECERa- DESCULPAR ( olhando para o relgio ).EU ATRASAD@. TCHAU!B) TCHAU.DIALOGO 3: NA RECEPO a- O-I, TUDO-BEM? ME@ NOME ...............b- TUDO-BEM. SE@ NOME ........................(procura a ficha)a- NO, ERRAD@.b- DESCULPAR. (Procura a ficha novamente) ACHAR (Expresso facial "Achar"entregando a ficha)a- CERTO. OBRIGAD@. TCHAU b- DE-NADA. TCHAU!DILOGO 4: NO CORREDOR DA ESCOLAa- O-I TUDO-BEM?b- O-I TUDO-BEM. VOC TER AULAAGORA?a- SIM, EU TER AULA Librasb- PROFESSOR@ QUEM-?a- PROFESSOR@...............................b- AH ! (Expresso facial "Espanto"). BO@. EU CONHECER NO! S-A-L-A NMERO? a- DESCULPAR, EU ATRASAD@ AULA, EU SALA H102, TCHAU! VOC S-A-L-A QUAL?b- EU, SALA F 120 OK?! TCHAU! [51unidadelibras em contextoEXERCCIO QUADRCULO - LOCALIZAES: "OBJETOS NA SALA DE AULA"Localize, no quadrculo, a letra correspondente ao objeto sinalizados pelo professor: ]52EXERCCIO 123456[53unidadelibras em contextoGRAMTICA: advrbios de lugar - Pronomes Demonstrativos.Completar com a frase resposta que est no DVD:1- LIVRO ONDE?R. _______________________________________________________________________________2- AH! CANETA ONDE?R. _______________________________________________________________________________3- AQUEL@ AH!AQUI FRI@ muitoR. _______________________________________________________________________________4- SANITRIO ONDE?R. _______________________________________________________________________________5- AH! CERTO?S-A-L-A REUNIO ONDE?R. _______________________________________________________________________________ATIVIDADES PARA SEREM FEITAS COM O DVD ]54AMBIENTE DE TRABALHO / ESCOLAEnumere no quadrinho de acordo com a descrio do professor.Sinalizar o lugar descrito pelo professor a partir da planta abaixo:EXERCCIO 123456LOCALIZAES: "ONDE"?a- Localize e escreva o nome sinalizando segundo a ordem apresentada pelo professor:SALA A - ____________________ SALA D - ________________________SALA B - ___________________ SALA E - _______________________SALA C - ___________________ SALA D - ________________________b- Sinalize a sala da parte do prdio indicada pelo professor, segundo a planta:SALA A ONDE? SALA D ONDE? SALA B ONDE? SALA E ONDE?SALA C ONDE? SALA F ONDE?[55unidadelibras em contextoEXERCCIO ]56AMBIENTE DOMSTICO Enumerar os locais, sinalizados pelo professor, de acordo com a ordem em que forem apre-sentados: EXERCCIO 123456[57unidadelibras em contextoOs alunos, em duplas, iro estudar e depois apresentar, para toda a turma, os dilogos (A, B e C)abaixo:DILOGO A - NA ESCOLA(Duas pessoas se encontram em um corredor e uma tenta conversar com a outra que vemapressadamente j falando)a- DESCULPAR, AULA J COMEAR, EU, ATRASAD@ ( Olha no relgio )b- TUDO-BEM. DEPOIS CONVERSAR, SALA SE@ NMERO? ONDE?a- SALA NMERO 37. AULA ACABAR, NS ENCONTRAR. b- OK ! ESPERAR TCHAU!DILOGO B - NA CANTINA(Duas pessoas se encontram na cantina da escola)a-O-I. TUDO-BEMb-O-I. TUDO-BEMa-VOC ESTUDAR ONDE?b-SALA 5 L DIREITAa-SRIE?b-QUINTA-SRIE. VOC ESTUDAR ONDE?a-EU ESTUDAR SEGUND@ G-R-A-U, PRIMEIRA-SRIE SALA 12, L ESQUERD@b-BO@!DILOGO C - NA EMPRESAa-BOM-DIAb-BOM-DIA. O-QUE VOC QUER?a-EU QUERER SABER TER V-A-G-A AQUI D-P? (DATAPREV)b-DESCULPAR, PARECER TER-NO V-A-G-Ab-VOC PREENCHER FICHA, DEPOIS ESPERAR.b-VOC TER TELEFONE T-D-D?a-EU TER T-D-D NMERO 204.3978a-MEU NOME EDSON. VOC NOME?b-EU NOME M--R-C-I-A. 2sTELEFONAR1s CHAMAR. CERTO! ESPERAR!a-CERTO! OBRIGAD@! TCHAU!EXERCCIO ONDE VOC MORA?Dois alunos iro descrever a localizao de suas casas a partir do mapa abaixo:a- O Aluno A descrever, em Libras, para o seu colega, o nome da rua onde morae, sinalizando alguns locais perto de sua residncia, dar tambm as direes;b- O Aluno B escrever no mapa os nomes correspondem aos lugares sinalizados;c- Depois os alunos inventem a situao.]58EXERCCIO 123456[59unidadelibras em contextoOs alunos, em duplas, iro estudar e depois apresentar, para toda a turma, os dilogos abaixo:DILOGO 1: Farmcia onde?(Uma pessoa parada em um ponto de nibus .Chega uma outra que se aproxima e pergunta )A) DESCULPAR. VOC SABER ONDE FARMCIA AQUI PERTO?B) SABER, VOC PASSAR PRIMEI@ RUA NO, SEGUND@ RUA SIM, VIRAR DIREITA.A) 1aNO , 2a SIM, VIRAR DIREITA, CERTO. OBRIGAD@. TCHAU!B) DE-NADA. TCHAU! NIBUS CHEGAR.DILOGO 2: Feneis onde?(Dois amigos surdos conversando):A) OLHE! B) ONDE?A) AQUEL@ RAPAZ (explica as caractersticas)B) NO-LADO-DIREITO? A) , -DIREITA. EU CONHECER.B) EL@ SURD@?A) NO. OUVINTE.B) AH! -MESMO! LNGUA DE SINAIS? SABER EL@A) SABER BEM. EL@ INTRPRETE, TRABALHAR FENEISB) ONDE FENEIS?A) T-I-J-U-C-A.B) CONHEER NO. ONDE?A) R-U-A M-A-J-O-R -V-I-LA, 379. IR L CONHECER BO@!B) OBRIGAD@EXERCCIO QUANDO, ONDE???!!!..."Quando,onde ser???!!!..."2unidade]62VEJA NO DVDSituao 1 "Quando ser a reunio?"( ESCRITO NO DVD - "QUE HORAS?")a- TUDO-BOM!b- TUDO-BOM! HOJE TER REUNIO TEATRO?a- VER AGENDA ESPERAR.... TER.b- HORA?a- HORA 2b- ONDE?a- AH! TUDO-BEM! VOC MESM@ ENTRAR S, ESQUERDA NO, DIREITA VOC ANDAR VER PRIMEIR@ P-O-R-T-A, PRIMEIR@ NO, SEGUND@ NO, TERCEIR@ SIM. VOC ENTRAR, S, ENTENDER?b- OBRIGAD@.a- DE-NADA.Situao 2 "Onde ser a festa?"a- VOC SABER FESTA FENEIS?b- EU SABER-NO.a- VOC QUERER IR?exclamativab- EU QUERERa- Q-U-M IR JUNT@ VOC?b- NO EU SOZINH@.a- NS-2 IR JUNT@.b- HORA?a- 8 HORA NOITEb- ONDE? SABER-NO ONDE?a- ESQUINA RUA P-R-O-F-E-S-S-O-R G-A-B-I-Z-O JUNT@ ENCONTRAR L.b- ESQUINA NO, MELHOR PRIMEIRAMENTE TELEFONAR T-D-D.a- VOC TER T-D-D ?!b- EU TER .a- FCIL COMUNICAR.exclamativab- ISSO, CONQUISTAR GAROTA+ 2sIR1sexclamativaa- CERTO, 2sIR1s123456[63unidadelibras em contextoLibrasemcontextoTipos de frases na LibrasAs lnguas de sinais utilizam as expresses faciais e corporais para estabelecer tipos de frases,como as entonaes na lngua portuguesa, por isso para perceber se uma frase em Libras est naforma afirmativa, exclamativa, interrogativa, negativa ou imperativa, precisa-se estar atento sexpresses facial e corporal que so feitas simultaneamente com certos sinais ou com toda a frase,exemplos:FORMA AFIRMATIVA: a expresso facial neutra.NOME ME@ M-A-R-I-AEl@ PROFESSOR.FORMA INTERROGATIVA: sobrancelhas franzidas e um ligeiro movimento da cabea inclinando-se para cima.interrogNOME QUAL? (expresso facial interrogativa feita simultaneamente ao sinal QUAL)interrogNOME? (expresso facial feita simultaneamente com o sinal NOME)VOC CASAD@?1EL@ PROFESSORVOC CASAD@Gramtica]64FORMA EXCLAMATIVA: sobrancelhas levantadas e um ligeiro movimento da cabea inclinando-se para cima e para baixo. Pode ainda vir tambm com um intensificador representado pela boca fechada com um movimento para baixo.EU VIAJAR RECIFE, BO@! BONIT@ L! CONHECER MUIT@ SURD@CARRO BONIT@!FORMA NEGATIVA: a negao pode ser feita atravs de trs processos:a- com o acrscimo do sinal NO frase afirmativa:negaoBLUSA FEI@ COMPRAR NO,EU OUVIR NOnegaoPRECISAR / PRECISAR NO123456[65unidadelibras em contextoCARRO BONIT@EU OUVIRPRECISAR negaoPRECISAR NONOb- com a incorporao de um movimento contrrio ou diferente ao do sinal negado:GOSTAR / GOSTAR-NOnegaoGOSTAR-NO CARNE, PREFERIR FRANGO, PEIXE;negaoEU TER-NO TTD;c- com um aceno de cabea que pode ser feito simultaneamente com a ao que est sendo nega-da ou juntamente com os processos acima:PODER / PODER-NOnoEU VIAJAR PODER-NO.FORMA NEGATIVA/INTERROGATIVA: Sobrancelhas franzidas e aceno da cabea negando.CASAD@ EU NO? ]66GOSTAR GOSTAR-NOPODER PODER-NOCASAD@ EU NOFORMA EXCLAMATIVA/INTERROGATIVA:VOC CASAR?!VER TIPOS DE FRASE NO DVDDireo - PerspectivaAs lnguas de sinais, por serem de modalidade gestual-visual utilizam, como elemento gramati-cal, a tridimensionalidade do espao para a comunicao. Assim, uma pessoa que est aprendendo uma dessas lnguas, precisa ficar atenta para a visua-lizao das informaes no espao, porque elas sempre esto sob a perspectiva do emissor da men-sagem e precisa-se apreend-las ao inverso, como uma imagem no espelho.Na Libras, os advrbios "perto"e "longe" so representados por sinais distintos com relao aessa perspectiva, medida e ponto especfico, podendo-se incorporar, ao advrbio LONGE, um movi-mento e expresses facial e corporal que acrescentam idia de perspectiva e de intensificao da dis-tncia. H, portanto, trs sinais LONGE (perspectiva), LONGEmuito (perspectiva), LONGE (medida) eLONGE (lugar especfico). Da mesma forma, os sinais para "perto"tambm vo variar a partir dessasperspectivas. Exemplos: a- LONGE / PERTO2123456[67unidadelibras em contextoVOC CASARLONGE(perspect iva) PERTO (prximo)LONGE PERTOb- LONGEmuito-longe / PERTOc- LONGE (DISTNCIA - MEDIDA) / PERTOd- LONGE / PERTO]68LONGEmuito (perspect iva)LONGEmuitoPERTOPERTO (dedo na boca)LONGE (distncia medida) PERTO (Os dedos polegares se tocam duas vezes)LONGE ( lugar especf ico) PERTO1- VOC MORAR LONGE, PERTO FENEIS?muito LONGE!.2- ONDE BALO?...perspectiva...LONGE.3- CASA SE@ PERTO ME@?NO, LONGE.4- IGREJA PERTO FENEIS?afirmativamentePERTO (PRXIMO).5- MARACAN PERTO CASA SURD@?afirmativamente PERTO.VEJA NO DVD: PERTO E LONGE NA UNIDADE 5 Os advrbios de tempoNa Libras no h marca de tempo nas formas verbais, como se, nas frases, muitos verbos ficas-sem no infinitivo. O tempo marcado sintaticamente atravs de advrbios de tempo que indicamse a ao est ocorrendo no presente: HOJE, AGORA; ocorreu no passado: ONTEM, ANTEONTEM;ou ir ocorrer no futuro: AMANH. Por isso os advrbios geralmente vm no comeo da frase, maspodem ser usados tambm no final. Quando no h, na frase, um advrbio de tempo especfico,geralmente a frase, no presente, no marcada, ou seja, no h nenhuma especificao temporal;j para a frase no passado, pode-se utilizar o sinal PASSADO ou o sinal J, e para a frase no futuro,pode-se utilizar o sinal FUTURO: nenhuma marca - traz a idia de tempo presente;PASSADO - traz a idia de ao/evento que foi realizado;FUTURO - traz a idia de ao/evento que ser realizado.3123456[69unidadelibras em contextoAGORA HOJE O verbo IR e suas variaesNa Libras, o verbo "IR" possui uma forma neutra, como a maioria dos verbos da Libras, maspossui tambm formas que marcam flexes pessoais que podem ser emprstimos da forma verbalem portugus, representadas atravs de sinais soletrados ou do uso do parmentro - direcionalidadepara: V-A-I e V- O-U; 1sIR2s e 2sIR1s:4]70FUTUROPASSADO J ONTEM ANTEONTEM IR V-O-U V-A-IAMANH Exemplos:a) VOC IR TRABALHAR? V-A-I?b) EU IRaceno de cabea afirmativamente.ouEU V-O-Uaceno de cabea afirmativamente.Exemplos:a) 1sIR2s COMER! "Vou comer!" a) 2sIR1s COMER! "Vamos comer!"b) 1sIR2s BEBER! "Vou beber!" b) 2sIR1s BEBER! "Vamos beber!"c) 1sIR2s DANAR! "Vou danar" c) 2sIR1s DANAR! "Vamos danar!"Advrbios de modo incorporados aos verbos5123456[71unidadelibras em contexto1sIR2s (vou) 2sIR1s (vamos)DEVAGAR LENTAMENTERPIDORAPIDAMENTEExemplos:Alguns verbos na Libras podem incorporar, atravs de uma mudana no seu movimento, um advr-bio de modo e/ou um aspecto verbal que acrescenta essa informao ao verbal. Exemplos:contnuoa) EL@ PO COMERDEVAGARcontnuob) HOMEM LIVRO LERRAPIDAMENTEcontnuoc) MULHER ESCOVAR-DENTELENTAMENTEcontnuod) EL@ PENTEAR-CABELOcontnuoe) MENIN@ PAPIS RASGARRAPIDAMENTEPronomes e Expresses Interrogativas QUANDO e D-I-ASempre, simultaneamente aos pronomes ou expresses interrogativas, h uma expresso facialindicando que a frase est na forma interrogativa. A pergunta com QUANDO est relacionada a um advrbio de tempo na resposta ou a um diaespecfico. Por isso h trs sinais diferentes para "quando". Um que especifica passado: QUANDO-PASSADO (palma da mo virada para o emissor e o brao altura do ombro com um movimentopara o corpo do emissor); outro que especifica futuro: QUANDO-FUTURO (palma da mo direitavirada para o emissor e o brao dobrado frente do emissor com um movimento semi-circular parafora do corpo do emissor); e outro sinal soletrado que especifica o dia: D-I-A. Exemplos:6]72ANDARdevagar ANDAR lentamente ANDAR rpido ANDAR rapidamenteQUANDO passado QUANDO futuro D-I -AinterrogativoQUANDO-PASSADOinterrogativoEL@ VIAJAR RECIFE QUANDO-PASSADO?Respostas: ONTEM, MS PASSADO, ANO-PASSADO.interrogativo interrogativoQUANDO-FUTURO ou D-I-Ainterrogativo@ VIAJAR SO-PAULO QUANDO-FUTURO?Respostas: AMANH, PRXIM@ MS, DOMINGO.interrogativoD-I-AinterrogativoEU CONVIDAR VOC VIR ME@ CASA. VOC PODER D-I-A?Resposta: SBADO QUE-VEM, EU PODER.VEJA NO DVD: GRAMTICA - PRONOMES / EXPRESSES INTERROGATIVAS: D-I-A/QUANDO: PERGUNTAS E RESPOSTAS E COMPLETE COM A RESPOSTA.1) EL@ VIAJAR SO-PAULO D-I-A?R:__________________________________________________2) VOC VIR CASA VOC PODER D-I-A?R:__________________________________________________3) EL@ VIAJAR RECIFE D-I-A PASSAD@?R:__________________________________________________4)VOC J IR PRAIA?R:__________________________________________________5) D-I-A PASSAD@?R:__________________________________________________123456[73unidadelibras em contexto]74Expresses idiomticas relacionadas ao ano sideralComo nesta unidade ser trabalhada a temtica "Ano Sideral" que engloba as hora, os dias, osmeses e os anos", alm de um vocbulo relacionado a esse calendrio sideral, sero ensinadas tam-bm vrias expresses que so peculiares Libras.Nesta lngua, h dois sinais diferentes para a idia "dia": um sinal relacionado a dia do ms, que o sinal soletrado D-I-A, e o sinal DIA-INTEIRO que traz a idia de durao (configurao de mo"b", com movimento semi-circular em frente ao dorso do enunciador) Exemplos:Os numerais de 1 a 4 podem ser incorporados aos sinais DIA (durao), SEMANA, MS e VEZ,Exemplos: 7DIA-1 DIA-2 DIA-3 DIA-4MS-1 MS-2 MS-3 MS-4VEZ-1 VEZ-2 VEZ-3 VEZ-4TODO-DIA TODOS OS DIAS DA SEMANA DIA-INTEIROEsta construo pode ser usada somente para os numerais inferiores a 5. A partir do numeral 5,no h mais incorporao e a construo utilizada formada pelo numeral seguido do sinal ou dosinal seguido do numeral.Aos sinais DIA (durao) e SEMANA podem ser incorporadas tambm a freqncia e adurao atravs de um movimento prolongado. Exemplos:123456[75unidadelibras em contextoDIA 5 5 dias DIA 10 10 dias MS 5 5 meses MS 10 10 mesesSEMANA 1 SEMANA 3DOIS DIAS DA SEMANA QUATRO DIAS DA SEMANAExpresses interrogativas e advrbio de frequnciaEstas expresses geralmente so utilizadas nesse contexto de ano sideral e, por isso, bomconhec-las: QUANT@-VEZ? 1-VEZ / 2-VEZ / 3-VEZ / 4-VEZ MUIT@S-VEZ. 1-VEZ Diferente de : PRIMEIR@ - VEZ PRIMEIR@PRIMEIRAMENTE8]76UMA-VEZ PRIMEIRA-VEZLTIM@ LTIM@PRIMEIR@ PRIMEIRAMENTE/PRIMEIROA forma condicional - "si" ( "se" )Na Libras, a frase na forma condicional iniciada por um sinal soletrado S-I que estabeleceessa relao de condio:a) VOC IR PRAIA HOJE? b) SI CHOVER NO, EU IR.a) VOC QUER COMPRAR CARRO ME@?c) SI DINHEIRO CONSEGUIR, 1sAVISAR2s.9123456[77unidadelibras em contextoFAZ-TEMPO RARAMENTENUNCA SEMPRE FREQENTEMENTESI ( SE )S-VEZES]78Que hora e Quantas Horas VER NO DVDNa Libras, h dois sinais para se referir hora: um para se referir ao horrio cronolgico e outropara a durao. O sinal HORA, com o sentido de tempo cronolgico, sinalizado por um apontarpara o pulso e, quando utilizado em frase interrogativa - expresso interrogativa QUE-HORA?,tem um acrscimo da expresso facial para frase interrogativa. Com relao s horas do dia, sinal-iza-se o sinal HORA, seguido de numerais para quantidade. Aps doze horas, no se continua a con-tagem, comea-se a contar novamente: HORA 1, HORA 2, HORA 3, acrescentando o sinal TARDE,quando necessrio, porque geralmente, pelo contexto, j se sabe se o sinalizador est se referindo manh, tarde, noite ou madrugada.O sinal HORA, com o sentido de tempo decorrido ou durao, sinalizado por um crculo aoredor do rosto e, quando utilizado em frase interrogativa - expresso interrogativa QUANTAS-HORAS, tem um acrscimo da expresso facial para frase interrogativa. Esse sinal est sempre rela-cionada ao tempo gasto para se realizar alguma atividade. A esse sinal, pode-se incorporar os quan-tificadores:2, 3, e 4 mas, a partir da quinta hora, j no h mais essa incorporao.Exemplos:1- QUE-HORA?AULA COMEAR QUE-HORA AQUI? VOC TRABALHAR COMEAR QUE-HORA?AULA TERMINAR QUE-HORA?VOC ACORDAR QUE-HORA?VOC DORMIR QUE-HORA?interrogativa 2-QUANTAS-HORAS?VIAJAR SO-PAULO QUANTAS-HORAS?TRABALHAR ESCOLA QUANTAS-HORAS?01UMA-HORA DUAS-HORAS TRS-HORAS HORA/QUE-HORAHORA/QUANTAS-HORASQUATRO-HORAS HORA 5 MEIA-HORA C INCO-MINUTOS a- ANO SIDERAL - Complete com as respostas dadas no DVD:1) A: VIAJAR EUA HORA QUANT@?B:___________________________________2) A: FENEIS LNGUA-DE-SINAIS AULA DIA-SEMANA?B:____________________________________3) A: FENEIS LINGUA-DE-SINAIS AULA HORA QUANT@?B:____________________________________4) A: VIAJAR RECIFE, NIBUS HORA QUANT@?B:____________________________________5) A: VOC NASCER A-N-O?B:____________________6) A: VOC NASCER D-I-A?B:__________________7) A: VOC VIAJAR EUROPA J?B:_________________________8) A: VOC VIAJAR BAHIA?B: ____________________________9) A: PESSOA 3pFALAR1s VOC J CASAR?B: ____________________________ 10) A: EU SABER-NO VOC ESTAR GRVIDA! MS QUANT@?B:__________________________________________________11) A: VOC TRABALHAR QUANTO-TEMPO?B:__________________________________________________123456[79unidadelibras em contextoATIVIDADE`S PARA SEREM FEITAS COM O DVDb- ACERTE VOC MESMO - assinale as alternativas corretas em relao ordem em queforam apresentadas:A) ( ) EU TER 22 MOTOB) ( ) EU TER 22 MOTOC) ( ) EU TER 22 MOTO A) ( ) GANHAR SORTEIO NMERO 33B) ( ) GANHAR SORTEIO NMERO 33 C) ( ) GANHAR SORTEIO NMERO 33A) ( ) HOMEM TER B-O-L-A 44 B) ( ) HOMEM TER B-O-L-A 44C) ( ) HOMEM TER B-O-L-A 44c- DATILOLOGIA - assinale os pares dos nomes de acordo com a ordem da seqncia novdeo:( ) J-O--O / J-O-S-( ) J-O-A-Q-U-I-M / J-O--O( ) J-U-C-A / J-O--O( ) J-O-S- / J-O-A-Q-U-I-M( ) J-O-S-I-A-S / J-O-A-N-Ad- COMPREENSO DE TEXTO: Preste ateno na estria narrada no DVD e depois anote ossinais no compreendidos para serem trabalhados em classe com o professor.]80As Comunidades Surdas do BrasilH pessoas surdas em todos os estados brasileiros e muitas destas pessoas vm se organizandoe formando associaes pelo pas que so as comunidades surdas brasileiras. Como o Brasil muitogrande e diversificado, essas comunidades se diferenciam regionalmente em relao a hbito ali-mentar, vesturio e situao scio-econmica, entre outros. Estes fatores geram tambm variaeslingsticas regionais.As Comunidades urbanas Surdas no Brasil tm como fatores principais de integrao a Libras, osesportes e interaes sociais, por isso elas tm uma organizao hierrquica constituda por: umaConfederao Brasileira de Desportos de Surdos (CBDS); seis Federaes Desportivas e, aproxi-madamente, 113 associaes/clubes/sociedades/congregaes, escolas, APADAs, institutos e outrasintituies em vrias capitais e cidades do interior, segundo dados de diretoria da Feneis.A CBDS, fundada em 1984, tem como proposta o desenvolvimento esportivo dos surdos doBrasil, por isso promove campeonatos masculino e feminino em vrias modalidades de esporte emnvel nacional. Seus representantes so escolhidos, atravs de voto secreto, pelos representantes dasFederaes. Recentemente esta Confederao filiou-se Confederao Internacional e os surdosbrasileiros tm participado de campeonatos esportivos internacionais.As associaes de surdos, como todas as associaes, possuem estatutos que estabelecem os ciclos de eleies, quando os associados se articulam em chapas para poderem concorrer a umagesto de dois anos, geralmente.Participam tambm dessas comunidades, pessoas ouvintes que fazem trabalhos de assistnciasocial ou religiosa, ou so intrpretes, ou so familiares, pais de surdos ou cnjugues, ou ainda pro-fessores que participam ativamente em questes polticas e educacionais e por isso esto semprenas comunidades, tornando-se membros. Os ouvintes que so filhos de surdos, muitas vezes, par-ticipam dessas comunidades desde criancinhas, o que propicia um domnio da Libras, como deprimeira lngua. Estas pessoas, muitas vezes, tornam-se intrpretes: primeiro para os prprios pais,depois para a comunidade.Os surdos, que so membros das associaes, esto sempre interagindo com outras associaesde outros estados ou cidade, como tambm com as Federaes, a Confederao e a FENEIS.Diferentemente da CBDS, das Federaes desportivas e associaes, que se preocupam com aintegrao entre os surdos, atravs dos esportes e lazer, a Federao Nacional de Educao eIntegrao dos Surdos (FENEIS - www.feneis.org.br) uma Entidade no governamental, registradano Conselho Nacional de Servio Social/MEC e no est subordinada CBDS, sendo filiada a WorldFederation of The Deaf.A FENEIS foi fundada em 1987, quando os surdos resolveram assumir a liderana da Federao123456[81unidadelibras em contextomundodosNos u rdo sNacional de Educao e Integrao do Deficiente Auditivo (FENEIDA) que surgiu da iniciativa devrias escolas, Associaes de Pais e outras instituies ligadas ao trabalho com Surdos. Sua sede no Rio de Janeiro, mas j possui dez regionais: Belo Horizonte, Tefilo Otoni, Braslia, Porto Alegre, Curitiba, Florianpolis, So Paulo, Recife, Fortaleza e Manaus. Atualmente com mais de 100 entidades filiadas, a FENEIS atua como um rgo de integraodos surdos na sociedade, atravs de convnios com empresas, instituies que empregam Surdos,MEC-SEESP, CORDE e SEDUC estaduais e municipais, bem como tem promovido e participado dedebates, seminrios, cmaras tcnicas, congressos nacionais e internacionais em defesa dos direitosdos Surdos em relao sua lngua, educao, a intrpretes em escolas e estabelecimentos pbli-cos, a programas de televiso legendados, assistncia social, jurdica e trabalhista; como tambmtem assento no CONADE para defender os direitos dos Surdos.Os surdos que participam dessas comunidades tm assumido uma cultura prpria. A CulturaSurda muito recente no Brasil, tem pouco mais de cento e vinte anos, mas convivendo-se comessas Comunidades Surdas, pode-se perceber uma identidade surda, ou seja, caractersticas pecu-liares, como:A maioria das pessoas Surdas prefere um relacionamento mais ntimo com outra pessoa Surda;Suas piadas envolvem a problemtica da incompreenso da surdez pelo ouvinte que geralmente o "portugus" que no percebe bem, ou quer dar uma de esperto e se d mal;Seu teatro j comea a abordar questes de relacionamento, educao e viso de mundo daspessoas Surdas. Isso pode ser visto em peas que a Companhia Surda de Teatro, no Rio de Janeiro,vem apresentando;O Surdo tem um modo prprio de olhar o mundo onde as pessoas so expresses faciais e cor-porais. Como fala com as mos, evita us-las desnecessariamente e quando as usam, possui umaagilidade e leveza que podem se transformar em poesia.Os Surdos, que freqentam esses espaos de Surdos, convivem com duas comunidades e cultura:a dos surdos e a dos ouvintes, e precisam utilizar duas lnguas: a Libras e a lngua portuguesa.Portanto, numa perspectiva scio-lingstica e antropolgica, uma Comunidade Surda no um"lugar" onde pessoas deficientes, que tm problemas de comunicao se encontram, mas umponto de articulao poltica e social porque, cada vez mais, os Surdos se organizam nesses espaosenquanto minoria lingstica que lutam por seus direitos lingsticos e de cidadania, impondo-se nopela deficincia, mas pela diferena.Vendo por esse prisma, pode-se falar de Cultura Surda, ou seja, Identidade Surda. O Surdo diferente do ouvinte porque percebe e sente o mundo de forma diferenciada e se identifica comaqueles que tambm, apreendendo o mundo como Surdos, possuem valores que vm sendo trans-mitidos de gerao em gerao independentemente da Cultura dos ouvintes, a qual tambm seinserem.]82123456[83unidadelibras em contextoONDE ESTO OS OBJETOS OU PESSOAS?Complete de acordo com a posio que o professor ir sinalizar: CANETA LPIS __________ CANETA LPIS ___________MENIN@ MENIN@__________ MENIN@ MENIN@_________CASA RVORE _________ RVORE CASA __________EXERCCIO MONTANHA SOL _______ MONTANHA SOL __________JARRA FLOR ________ COPO LPIS __________LIVRO CANETA _________ CAIXA BOLA __________]84EXERCCIO ONDE EST O GATO?Escreva nas linhas, abaixo dos desenhos, as localizaes do gato que o professor sinalizar: a) GAT@ MESA ................ b) GAT@ BOLA .................c) RVORE GAT@................. d) CAMA GATO ............e) CAIXA GAT@ .................LOCALIZAESEnumere, no mapa, os locais referidos pelo professor:123456[85unidadelibras em contextoEXERCCIO NOMES DE LUGARES E NOMES DE RUAS Assinale os locais, mostrados pelo professor, a partir dos nomes dos locais e das ruas:]86NOMES DOS LOCAISa) __________________________b) __________________________c) __________________________d) __________________________e) __________________________f) __________________________g) __________________________h) __________________________i) ___________________________j) ___________________________NOMES DAS RUASa) __________________________b) __________________________c) __________________________d) __________________________e) __________________________f) __________________________g) __________________________h) __________________________i) ___________________________j) ___________________________EXERCCIO "ONDE ESTO OS OBJETOS"Enumere, nos locais indicados pelo professor, onde os objetos abaixo deveroser encontrados:SALA DE VISITA/JANTAR123456[87unidadelibras em contextoEXERCCIO "ONDE ESTO OS OBJETOS"Enumere, nos locais indicados pelo professor, onde os objetos abaixo deveroser encontrados:BANHEIROFIG. 83]88EXERCCIO "ONDE ESTO OS OBJETOS"Enumere, nos locais indicados pelo professor, onde os objetos abaixo deveroser encontrados:COZINHA123456[89unidadelibras em contextoEXERCCIO "ONDE ESTO OS OBJETOS"Enumere, nos locais indicados pelo professor, onde os objetos abaixo devero serencontrados:QUARTO]90EXERCCIO "ONDE ESTO OS OBJETOS"Enumere, nos locais indicados pelo professor, onde os objetos abaixo devero serencontrados:ESCRITRIO123456[91unidadelibras em contextoEXERCCIO ]92EXERCCIO TRABALHANDO EM DUPLASCriar, em dupla, contextos utilizando os sinais abaixo que foram trabalhados nessaunidade:FERIADO FRIAS FOLGALICENA FALTAR (pessoa, coisa) FALTAR (estar ausente)FALTAR-AO-ENCONTRORECONHECENDO AS FRASES SINALIZADASEnumerar a frase que o professor sinalizou, colocando nos parnteses os nmerosde 1 a 13:( ) COMEAR AULA QUE-HORA?( ) TERMINAR AULA QUE-HORA?( ) ACORDAR QUE-HORA?( ) DORMIR QUE-HORA?( ) ALMOAR QUE-HORA?( ) JANTAR QUE-HORA?( ) TRABALHAR QUE-HORA? ( ) TREM SO-PAULO AT RIO QUANT@-HORA?( ) NIBUS NITERI AT RIO QUANT@-HORA?( ) IR--P SE@ CASA AT SE@-TRABALHO QUANT@-HORA?( ) BICICLETA SE@ CASA AT SE@ TRABALHO QUANT@-HORA?( ) DIRIGIR-CARRO SE@ ESCOLA AT SE@ TRABALHO QUANT@-HORA?( ) NIBUS SE@ TRABALHO AT SE@ ESCOLA QUANT@-HORA?123456[93unidadelibras em contextoEXERCCIO PROFISSO~ 3unidade]96VEJA NO DVDSituao 1 "A entrevista"a- O-I, TUDO-BEM!b- ENTRARa- TUDO-BEM!b- TUDO-BEM! PODER SENTARa- ME@ NOME A-L-E-X-A-N-D-R-E. EU PROCURAR EMPREGO. TER V-A-G-A?b- DEPENDER. VOC SABER TRABALHAR O-QU?a- EU EX TRABALHAR J A-L-M-O-X-A-R-I-F-A-D-O, DIGITADOR.b- VER TER EMPREGO. ESPERAR PRIMEIRO. AGORA PREENCHER F-I-C-H-A.b- TER V-A-G-A S A-L-M-O-X-A-R-I-F-A-D-O, PRIMEIRO VOC FALAR CHEFE, S-I CONSEGUIRESTGIO 3-MS, S-I GOSTAR VOC FICAR.a- BO@ SALRIO?b- SIM COMEAR 350 MAIS TICKET, VALE-TRANSPORTE. 8 HORA.a- D-I-A COMERAR?b- AVISAR TELEGRAMA. POR FAVOR, FALTAR NO. IMPORTANTE VOC.a- OBRIGAD@.b- TCHAU!!!a- TCHAU!!!123456[97unidadelibras em contextoLibrasemcontextoSituao 2 "Na Recepo"VEJA NO DVDA: TUDO-BOMB: TUDO-BOM. VOC PRECISAR ALGUMA-COISA.A: PRECISAR INTERPRTE PORQUE HOJE TEM MDIC@ HORA 4 TARDE.B: ESPERAR VER "disponvel" SE@ HORRIO... AH! "DISPONVEL" HORRIO. ONDE?A: T-I-J-U-C-A. DIRETO R-U-A PRIMEIR@ NO, SEGUND@ SIM. CINEMA VER ESPERAR L.B: CONHECER T-I-J-U-C-A L. VOC IR L ENCONTRAR 3:30. MELHOR IR L.A: OBRIGAD@B: DE NADA.A: TCHAU!!!INTRPRETE DE LIBRAS INTRPRETE DE LNGUAS ORAIS INTRPRETE DE LIBRAS E DE LNGUAS ORAIS]98123456[99unidadelibras em contextoSinais relacionados a meios de comunicao e trabalhoNessa unidade sero trabalhados muitos sinais relacionados a meios de comunicao, profisses eatividades realizadas no trabalho, vejamos alguns sinais: MEIOS DE COMUNICAO:PAGER TDD CAS (Centro de Atendimento para Surdosoferecidos por empresas de telefonia)VERBOS RELACIONADOS A MEIOS DE COMUNICAO E TRABALHO1 - ENVIAR:ENVIAR-MENSAGEM ENVIAR-CARTA ENVIAR / TRAZERVou enviar e-mail.Ela enviou uma carta aos amigos. Ela est enviando novo estagirio a FIOCRUZ.1Gramtica2- PROCURAR:]100ESTGIO CARTEIRA-DE-TRABALHO SALARIOa) Estou procurando lpisa) Estou procurando emprego a) Estava procurando voc!PESSOA PROCURAREMPREGOPESSOA PROCURAROBJETO PESSOA PROCURARPESSOA 3- PASSAR:4 - AVISAR:1sAVISAR2s 3sAVISAR1s AVISO-PRVIO Eu j avisei, que precisava sair!O meu chefe me avisou que ter aumento de salrio.O meu amigo que trabalha comigo j recebeu o Aviso Prvio.Vou passar sua roupa.nibus nmero 583 passa na sua casa.Ela passou na minha frente.Ontem voc j passou o fax para seu amigo? Ele estava te aguardando.PASSAR-COM-FERRO Objeto-longo PASSAR Pessoa PASSAR PASSAR-FAX123456[101unidadelibras em contexto5 - INFORMAR:INFORMAES INFORMAR/DIVULGARVou procurar informaes sobre o curso de LIBRAS na FENEIS.A Diretoria da FENEIS informou aos funcionrios o novo horrio.6 - RECEBERRECEBER SALRIO/ RECEBER-SALRIO Voc recebeu e leu a mensagem do celular.Ele recebeu o pagamento. ( salrio ]1027 - APOSENTARRECECEBER-APOSENTADORIA/APOSENTAR APOSENTADORIA/APOSENTAD@Ele aposentou h pouco tempo. Eu recebo o meu dinheiro da aposentadoria8 - ESPERARESPERA ESPERAR / AGUARDAR UM-POUCOEsperou o amigo uma hora.Espere s um pouquinho!9 - ACABARACABAR ( pronto ) ACABAR - NAMORO ACABAR /TERMINAR ACABAR COMIDA/GUAO trabalho j acabou?O namoro deles acabou.123456[103unidadelibras em contextoNo quero saber! Acabou!A comida acabou! A gua acabou!10- ADMITIRADMITIR ( APROVADO) ADMITIR (ENTRAR)Fui admitido para aquele emprego. (Ser aprovado)A empresa admitiu novos funcionrios. (Entrar)11 - FICARFICAR AQUI FICAR QUIETA FICAR LFiquei muito tempo aqui.Ela ficou quieta.Passou mal e resolveu ficar em casa.]10412 - SAIRSAIR-EMPREGO/DEMITIR SAIR SAIREla saiu do emprego.Paulo saiu com a amiga dele.Ele saiu h muito tempo. Foi ao banco.13 - PEDIRPEDIR feio sempre pedir coisas.14 - COMEARCOMEAR COMEAR / INICIARVai comear a aula de LIBRAS agora!Em 1998 comeou o 1o curso de capacitao dos Instrutores na FENEIS.123456[105unidadelibras em contexto15 - APROVARAPROVAR/PASSAR/CONSEGUIR APROVAR/LIBERARFui aprovada!O pagamento foi aprovado.16 - REPROVARREPROVAR / CONSEGUIR-NO REPROVAR / PASSAR-NO REPROVAR ( NO DEU CERTO) Ela foi reprovada no curso de Lngua de Sinais.O ministro reprovou a indicao do nome dela.O seu trabalho sobre Lngua de Sinais foi reprovado.17 - CANCELARCANCELAR CANCELAR CANCELAR Amanh a reunio ser canceladaVoc colou na prova e ela ser cancelada.O passeio turstico foi cancelado e adiado para o outro dia! (NO DEU CERTO)]106Numerais ordinais VEJA NO DDVOs numerais ordinais do PRIMEIRO at o NONO tm a mesma forma dos cardinais, mas aque-les possuem movimentos enquanto estes no possuem. Os ordinais do PRIMEIRO at o QUARTOtm movimentos para cima e para baixo e os ordinais do QUINTO at o NONO tm movimentos paraos lados. A partir do numeral DEZ, no h mais diferena entre os cardinais e ordinais. Observe osexemplos no DVD e fique sempre atento quando for utiliz-los.PRIMEIR@(ORDINAL) PRIMEIRAMENTE PRIMEIRA VEZ UMA VEZ LTIM@ LTIM@NUMERAIS ORDINAIS1) Complete com o numeral:A: VOC MORAR APARTAMENTO QUAL?B: EU MORAR _________________2123456[107unidadelibras em contextoATIVIDADES PARA SEREM FEITAS COM O DVD A: ME@ TRABALHAR EDIFCIO ______________B: _______ ALT@! UAU!A: S-A-L-A INFORMTICA ONDE?B: ________________ LACERTE VOC MESMO!2) Marque a alternativa correta:( ) EU TRABALHAR EDIFCIO 5 ANDAR( ) EU TRABALHAR EDIFCIO 5 ANDAR( ) EU TRABALHAR EDIFCIO 5 ANDAR( ) ESPORTISTA SENNA GANHAR 1-LUGAR( ) ESPORTISTA SENNA GANHAR 1-LUGAR( ) ESPORTISTA SENNA GANHAR 1-LUGAR( ) ME@ CARRO veculoEM-FILA AO-LADO 2 ( ) ME@ CARRO veculoEM-FILA AO-LADO 2 ( ) ME@ CARRO veculoEM-FILA AO-LADO 2 ( ) ONTEM VOC FALTAR.FENEIS?( ) ONTEM VOC FALTAR FENEIS?( ) ONTEM VOC FALTAR FENEIS?Pronomes interrogativosNa LIBRAS, h uma tendncia para a utilizao, no final da frase, dos pronomes interroga-tivos QUAL, COMO e PARA-QU, e para a utilizao, no incio da frase, do pronome interrogativoPOR-QUE, mas os primeiros podem ser usados tambm no incio e POR-QUE pode ser utilizado tam-bm no final. O pronome interrogativo COMO tambm tem outra forma em datilologia: C-O-M-O, utiliza-da, geralmente, em contexto enftico.No h diferena entre o "por que" interrogativo e o "porque" explicativo, o contextomostra, pelas expresses faciais, quando ele est sendo usado em frase interrogativa ou em fraseexplicativa/causal. Exemplos:QUAL? QUAL? (Comparativo) QUAL? (Comparativo)2]108COMO? PARA QU?VEJA NO DVD E RESPONDA ABAIXO: GRAMTICA PRONOMES INTERROGATIVOS QUAL, COMO, PARA-QU 1) VOC GOSTAR MAIS ESTAMPAD@ O-U LIS@ QUAL?R: _______________________________________________________________________2) VOC GOSTAR CACHORR@ O-U GAT@?R: _______________________________________________________________________3) VOC LER LIVRO? NOME QUAL?R: _______________________________________________________________________4) VOC GOSTAR ESTUDAR O-U TRABALHAR?R: _______________________________________________________________________5) VOC IR PRAIA AMANH ONIBUS, CARRO, A-P? COMO?R: _______________________________________________________________________6) EL@ COMPRAR CARRO? C-O-M-O DINHEIRO? R: _______________________________________________________________________7) SE@ ESPOSA GRVIDA? R: _______________________________________________________________________8) FALAR M-A-L. PRA-QU? R: _______________________________________________________________________9) PAPEL RASGAR PARA-QU?R: _______________________________________________________________________10) VOC CHEGAR ATRASAD@ EU SABER VOC BEBER?R: _______________________________________________________________________(exp.facial "parece que ele percebeu, me dei mal!") 123456[109unidadelibras em contexto11) POR-QUE FALTAR ONTEM TRABALHO?R: _______________________________________________________________________VEJA NO DVD: PRONOMES INTERROGATIVOS QUAL, COMO, PARA-QUPronomes indefinidosOs pronomes indefinidos NINGUM (Pessoa) e NINGUM (acabar) so usados somente parapessoa; NINGUM/NADA/NENHUM (mos abertas esfregando uma sobre a outra) usado para pes-soa, animal e coisa; NENHUM/NADA (dedo polegar e indicador com o formato oval e os outrosdedos estendidos, mo com movimento balanando) usado para pessoa, animal e coisa e pode,em alguns contextos, ter o sentido de "no ter"; finalmente o pronome indefinido NENHUM-POUQUINHO (palma da mo virada para cima fazendo, com os dedos polegar e indicador em con-tato) um reforo para a frase negativa e pode vir aps o sinal NADA. O sinal soletrado "DE-N-A-D-A" usado como resposta para um agradecimento:PESSOA NENHUM NINGUM/NADA/NENHUM NINGUM ( acabar )NENHUM/NADA/NINGUM NENHUM-POUQUINH@ DE-N-A-D-AEXEMPLOS:NINGUM (acabar)TER-NO NINGUM CASA.noNENHUMVOC TER CARRO?EU, NENHUM CARRO4]110VOC TER GAT@?EU, ME@ CASA NENHUM .NENHUM-POUQUINHOEL@ COMER TUD@ TER-NO NENHUM-POUQUINHOVEJA NO DVD E RESPONDA ABAIXO: PRONOMES INDEFINIDOSNENHUM1) VOC TER CARRO?R: _______________________________________________________________________2) VOC TER CASA GAT@?R: _______________________________________________________________________NINGUM3) VOC TER PESSOA CASA DENTRO?R: _______________________________________________________________________NADA4) VOC AMANH IR CINEMA FAMLIA OU AMIG@?R: _______________________________________________________________________5) NOITE VOC FAZER O QU?R: _______________________________________________________________________DE-N-A-D-A 6) OBRIGAD@ 2sPRESENTAR1sR: _______________________________________________________________________7) COMIDA COMER-COM-TALHERES SOBRARR: _______________________________________________________________________123456[111unidadelibras em contextoOs Surdos enquanto Minoria LingsticaNo se tem registro de quando os homens comearam a desenvolver comunicaesque pudessem ser consideradas lnguas. Hoje a raa humana est dividida nos espaosgeogrficos delimitados politicamente e cada nao tem sua lngua ou lnguas oficiaiscomo, por exemplo, o Canad que possui a lngua inglesa e a francesa. Os pases quepossuem somente uma lngua oficial so, politicamente, monolnges, os que possuemduas so bilnges e os que possuem mais de duas, polilnges.Mas, em todos os pases, existem minorias lingsticas que por motivo de etniae/ou imigrao, mantm suas lnguas de origem, embora as lnguas oficiais dos pases,onde estas minorias coabitam, ou politicamente fazem parte, sejam outras. Este o casodas tribos indgenas no Brasil e nos Estados Unidos e dos imigrantes que se organizam econtinuam utilizando suas lnguas de origem, como nos Estados Unidos e na Frana. Osindivduos destas minorias geralmente so discriminados e precisam se tornar bilngespara poderem participar das duas comunidades.Pode-se falar de bilingismo social e individual, o primeiro quando uma comu-nidade, por algum motivo precisa utilizar duas lnguas, o segundo a opo de um indi-vduo para aprender outra lngua alm da sua materna. Geralmente os membros dasminorias lingsticas se tornam indivduos bilnges por estarem inseridos em comu-nidades lingsticas que utilizam lnguas distintas.Em todos os pases, os Surdos so minorias lingsticas como outras, mas no devido imigrao ou etnia, j que a maioria nasce de famlias que falam a lngua ofi -cial da comunidade maior, a qual tambm pertencem por etnia; eles so minoria lings-tica por se organizarem em associaes onde o fator principal de integrao a utiliza-o de uma lngua gestual-visual por todos os associados. Sua integrao est no fato deterem um espao onde no h represso de sua condio de Surdo, podendo expres-sarem-se da maneira que mais lhes satisfazem para manterem entre si uma situaoprazerosa no ato de comunicao.Quando imigrantes vo para outros pases, formando guetos, a lngua que levam,geralmente, a lngua oficial de sua cultura, sendo respeitada, enquanto lngua, no pasonde imigram, mas as lnguas dos Surdos, por serem de outra modalidade - gestual-visu-al - e por serem utilizadas por pessoas consideradas "deficientes" - por no poderem, namaioria das vezes, expressarem-se como ouvintes - eram desprestigiadas e, at bempouco tempo, proibidas de serem usadas nas escolas e em casa de criana surda com paisouvintes.Este desrespeito, fruto de um desconhecimento, gerou um preconceito e pensava-se que este tipo de comunicao dos surdos no poderia ser lngua e se os surdos ficassem se comunicando por "mmica", eles no aprenderiam a lngua oficial de seupas. Mas as pesquisas que foram desenvolvidas nos Estados Unidos e na Europamostraram o contrrio. Se uma criana surda puder aprender a lngua de sinais da sua]112mundodosNos u rdo s123456[113unidadelibras em contextocomunidade surda qual ser inserida, ela ter mais facilidade em aprender a lnguaoral-auditiva da comunidade ouvinte a qual tambm pertencer porque nesse aprendiza-do que no pode ouvir os sons que emite, ela j trar internalizado o funcionamento eas estruturas lingsticas de uma lngua de sinais, a qual pde receber em seu processode aprendizagem um feed-back que serviu de reforo para adquirir uma lngua por umprocesso natural e espontneo.Isso ocorre porque todas as lnguas se edificam a partir de universais lingsticos,variando apenas em termos de sua modalidade (oral-auditiva ou gestual-visual) e suasgramticas particulares, transformando-se a cada gerao a partir da cultura da comu-nidade lingstica que a utiliza. Da preconceito e ingenuidade dizer, hoje, que uma ln-gua superior a qualquer outra, j que elas enquanto sistemas lingsticos, independemdos fatores econmicos ou tecnolgicos, no podendo ser classificadas em desenvolvi-das, subdesenvolvidas ou, ainda, primitivas. As lnguas se transformam a partir das comunidades lingsticas que a utilizam.Uma criana surda precisar se integrar Comunidade Surda de sua cidade para poderficar com um bom desempenho na lngua de sinais desta comunidade.Como os surdos esto em duas comunidades precisam manter esse bilingismosocial, e uma lngua ajuda na compreenso da outra.PRIMEIRO PESQUISADOR SURDO BRASILEIROPreste ateno na histria que o professor ir narrar:1-Escreva abaixo o que entenderam;2-Responda completando cada letra da FORCA, at descobrir quem foi o primeiro pesquisadorSurdo Brasileiro.HISTRICO:____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________QUEM FOI O PRIMEIRO PESQUISADOR SURDO BRASILEIRO?]114EXERCCIO 123456[115unidadelibras em contextoEXERCCIO 1 PRESIDENTE DA FENEISPreste ateno na histria que o professor ir narrar:1-Escreva abaixo o que entender;2-Responda completando cada letra da FORCA, at descobrir quem foi o primeiro presidente daFENEIS.HISTRICO:____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________QUEM FOI O 1 PRESIDENTE DA FENEIS?FAMILIA4unidade]118Situao 1 "Aniversrio"(B chega na casa do amigo)a- BO@ VIR... ENTRAR VER... MUIT@ L TER. MUIT@.b- BONIT@ FESTA! PORQUE EU VIR QUERER CONHECER SE@ FAMLIA.a- BO@! EU FALAR ME@ FAMLIA: HOMEM VELH@ GORD@ ALI ME@ P-A-I; MULHER ARRUMARcontinuativo ALI ME@ ESPOS@;MULHER BLUSA LISTRAD@ AZUL, SENTAD@ ALI, ME@ IRM@, NOME M-A-R-C-I-L-I-A;HOMEM BLUSA AZUL LISTRAD@ AMAREL@, ME@ CUNHAD@;MENIN@ BLUSA AZUL ESTAMPAD@ FLOR, ME@ FILH@;GAROTA SAIA AMAREL@, ME@ SOBRINH@.b- BONIT@, EL@-2 PRIM@, SE@ M--E ONDE?a- MORRER MUITO-TEMPO. DESCULPAR EU OCUPAD@, VOC FICAR--VONTADE, QUERC-H-O-P-P? QUER? VIR.123456[119unidadelibras em contextoLibrasemcontextoFAMLIA]120CASAD@ SOLTEIR@DIVORCIAD@ SEPARAD@ AMANTE AMIGAD@COMPANHEIR@ VUV@ Adjetivos na LibrasOs adjetivos so sinais que formam uma classe especfica na Libras e sempre esto na formaneutra, no havendo, portanto, nem marca para gnero (masculino e feminino), nem para nmero(singular e plural).Muitos adjetivos, por serem descritivos, apresentam iconicamente uma qualidade do objeto,desenhando-a no ar ou mostrando-a a partir do objeto ou do corpo do emissor.Em portugus, quando uma pessoa se refere a um objeto como sendo arredondado, quadra-do, listrado, entre outros, est tambm descrevendo mas, na Libras, esse processo mais "trans-parente" porque o formato ou textura so traados no espao ou no corpo do emissor, em umatridimensionalidade permitida pela modalidade da lngua.Em relao colocao dos adjetivos na frase, eles geralmente vm aps o substantivo quequalifica. Seguem, abaixo, alguns exemplos de adjetivos na Libras: GORD@ GORD@ muito MAGR@GRANDE PEQUEN@ 1123456[121unidadelibras em contextoGramticaUSAD@ VELH@NOV@ ( COISA ) NOV@ ( JOVEM ) NOV@ (JOVEM) VER NO DVD - GRAMTICA: Adjetivos na Libras(1) EU PASSADO GORD@ PORQUE COMERmuito, AGORA EU EMAGRECER PORQUE EU COMERPOUCO COMER EVITAR.(2) ME@ CARRO BONIT@ 1sVER CARRO veculoMOVER FEI@.(3) EU VER MULHER BONIT@ CABELO-CREP@. MAS ME@ ESPOS@ CABELO-LIS@ LIS@.(4) LE@ ENORME CORPO AMARL@. PERIGOS@.(5) RAT@ PEQUEN@, PRET@, ESPET@.]122ALT@ ALT@ BAIX@FEI@ BONIT@ GROSS@ FIN@ONDULAD@/ CURVAD@ ESTAMPAD@ QUADRICULAD@XADREZ COM - BOLINH@ QUADRAD@ / QUADRICULADALISTRAD@-VERTICAL LIS@ LIS@123456[123unidadelibras em contextoSinais para cores e tonalidadesAZUL VERMELH@ AMAREL@ VERDELARANJA MARRON PRET@ PRET@ BRANC@BEGE VINHO VIOLETA ROSACINZA ROX@ CLAR@ ESCUR@VER NO DVD: ADJETIVOS2]124123456[125unidadelibras em contextoComparativo de igualdade, superioridade e inferioridadeEm Libras, tambm, pode ser comparada uma qualidade ou uma ao a partir de trs situaes:superioridade, inferioridade e igualdade.Para expresses comparativas de superioridade e inferioridade, usa-se os sinais MAIS e MENOSantes do adjetivo comparado, seguido da conjuno comparativa DO-QUE, ou seja:comparativo de superioridade: X MAIS ---ADJ.--- DO-QUE Y;comparativo de inferioridade: X MENOS ---ADJ.--- DO-QUE Y.Para aes, as expresses comparativas vm aps o verbo, ou seja:comparativo de superioridade: X VERBO MAIS DO-QUE Y;comparativo de inferioridade: X VERBO MENOS DO-QUE Y;Essa expresso comparativa "do que" tem flexo para as pessoas do discurso e, por isso, a ori-entao para aonde o sinal aponta indicar a segunda pessoa/objeto/animal comparados.Para o comparativo de igualdade, podem ser usados dois sinais: IGUAL (dedos indicadores emdios das duas mos roando um no outro) e IGUAL (duas mos em B, viradas para frenteencostadas lado a lado), geralmente no final da frase. Exemplos:(1) VOC MAIS VELH@ DO-QUE EL@(2) VOC MENOS VELH@ DO-QUE EL@(3) VOC-2 BONIT@ IGUAL (me)IGUAL (md) (4) VOC COMER MAIS 2SDO-QUE1S EU(5) ELE FUMAR MENOS 3SDO-QUE2S VOCGRAU COMPARATIVOIGUALDADE SUPERIORIDADE INFERIORIDADE 2sDO-QUE1s 1sDO-QUE2s VEJA NO DVD: COMPARATIVO3Pronomes indefinidos e quantificadores VER NO DVD: PRONOMES INDEFINIDOS - S, CADA-UM, ALGUM, POUC@,MAIORIA, MINORIA4]126ALGUNS ALGUNS VRI@S POUC@POUC@MAIORIA MINORIAPOUQUINH@ MUIT@ MUIT@SOZINH@ SOZINH@ CADA CADA UMAdvrbios de tempo (freqncia)Na Libras h expresses especificas para representar freqncia de uma ao e algumas soexpresses idiomtica:NUNCA, N-U-N-C-A, NUNCA-M-A-I-S, NUNCA-VI, NUNCA-V-I;FREQENTE e FREQENTEMENTE possuem a mesma configurao de mo, mas para a segundaidia que tem o aspecto contnuo, o sinal feito repetidamente;SEMPRE (CONTINUAR) e MESM@ possuem a mesma configurao de mo, mas para o primeiroh um movimento para frente do enunciador, enquanto o segundo fica no mesmo ponto de artic-ulao inicial; MESM@^IGUAL um sinal composto formado pelo sinal MESM@ mais o sinal IGUAL, com o sen-tido de "sempre", "mesma coisa". Exemplos:(1) VOC ESTUDAR AINDA INES?afirmativamenteEU CONTINUAR.(2) EL@ SEMPRE FALAR MESM@^IGUAL....neg...(3) TDD DIFERENTE EU NUNCA-VI. EU CONHECER- NO!EXPRESSES e ADVRBIOS DE TEMPONUNCA NUNCA-MAIS NUNCA-MAISN-U-N-C-A^VI N-U-N-C-A-V-I 5123456[127unidadelibras em contexto]128MESM@^IGUAL MESM@-LUGARAINDA (FALTA MAIS) COM-FREQNCIA FREQENTEMENTE123456[129unidadelibras em contextoSituao 2 "No restaurante"1- Veja esta Situao 2 e complete os dilogos abaixo, com a primeira fala:1) A: _______________________________________________________.B: EU FAZER? O-QU? MESMO!2) A: _______________________________________________________..B: SIM, CONTINUAR.3) A: _______________________________________________________.B: SIM, MESM@.4) A: _______________________________________________________.B: EU FICAR.5) A: _______________________________________________________.B: EU SABER EL@ ASSIM, QUER BEBER?6) A: _______________________________________________________.2- Complete as frases escrevendo o sinal que est faltando de acordo com asfrases sinalizadas no DVD:A) VOC TER-NO LIVRO. VOC TER-NO "DIVERSOS" ? - TER-NO._________________ 1B) EU QUERER COMPRAR RELGIO 5.- SENTIR-MUITO. TER-NO. _________________ TER 2.C) VOC DISTRIBUIR CHOCOLATE CRIANA?- NO, ______________ 1 _________________ .D) VOC NO COMPRAR T-U-D-O?- NO, ____________ _____________ . MAS COMPRAR BO@ COMPRAR. COISA+ BOBAGEM COMPRAR NO.E) 2sPERGUNTAR1s "GRUPO" S-A-L-A HOMEM ______________.- NO, ____________ TER "GRUPO" HOMEM, TER ___________ MULHER.F) VOC PROVA RUIM. VOC POR-QU?- PORQUE EU ESTUDAR _________________ .G) MAIS ________________ OUVINTE SURD@ QUAL?- ________________ OUVINTE, _______________ SURD@.ATIVIDADES PARA SEREM FEITAS COM O DVD ]130Uma Breve Retrospectiva da Educao de Surdos no Brasil (I)1O mais antigo registro que menciona sobre "Lngua de Sinais" de 368 aC, escrito pelo filsofogrego Scrates, quando perguntou ao seu discpulo: "Suponha que ns, os seres humanos, quando no falvamos e queramos indicar obje-tos, uns para os outros, ns o fazamos, como fazem os surdos mudos sinais com as mos,cabea, e demais membros do corpo ?"2Nessa comunicao de idias por outros sentidos, a comunicao se d atravs dos olhos nossinais feitos pelas mos, expresso facial, corporal e, s vezes tambm, sons, tudo simultaneamenteou tambm seqenciado e a pessoa precisa ficar atenta a todas essas expresses para entender oque est se dizendo. Este o universo de uma pessoal que utiliza uma lngua de modalidade ges-tual-visual. A comunicao por sinais foi a soluo encontrada tambm pelos monges beneditinos da Itlia,cerca de 530 d.C, para manter o voto do silncio. Mas pouco foi registrado sobre esse sistema ousobre os sistemas usados por surdos at a Renascena, mil anos depois.At o fim do sculo XV, no havia escolas especializadas para surdos na Europa porque, na poca,os surdos eram considerados incapazes de serem ensinados. Por isso as pessoas surdas foram exclu-das da sociedade e muitas tiveram sua sobrevivncia prejudicada. Existiram leis que proibiam o surdode possuir ou herdar propriedades, casar-se, votar como os demais cidados. Muitos surdos foram excludos somente porque no falavam, o que mostra que, para os ouvintes,o problema maior no era a surdez, propriamente dita, mas sim a falta de fala. Daquela poca athoje, ainda muitos ouvintes confundem a habilidade de falar com voz com a inteligncia desta pes-soa, embora a palavra "fala" esteja etimologicamente ligada ao verbo/pensamento/ao e no aosimples ato de emitir sons articulados.Apesar desse preconceito generalizado, houve pessoas ouvintes que desenvolveram mtodospara ensinar surdos a lngua oral de seu pas, como, por exemplo, um italiano chamado GirolamoCardano, que utilizava sinais e linguagem escrita, e um espanhol, monge beneditino, chamadoPedro Ponce de Leon, que utilizava, alm de sinais, treinamento da voz e leitura de lbios.Entre estas pessoas que comearam a educar os surdos, algumas acreditaram que a primeiraetapa da educao deles devia ser um ensino da lngua falada, adotando uma metodologia queficou conhecida como "mtodo oralista puro". Outras utilizaram a lngua de sinais, j conhecidapelos alunos, como meio para o ensino da fala, foi o chamado "mtodo combinado".Entre os adeptos da segunda proposta, estavam os professores Juan Pablo Bonet, da Espanha; oAbb Charles Michel de I'Epee, da Frana; Samuel Heinicke e Moritz Hill, da Alemanha; AlexandremundodosNos u rdo s123456[131unidadelibras em contextoGraham Bell, nascido na Esccia mas que morou no Canad e nos Estados Unidos; e Ovide Decroly,da Blgica.Destes Professores, o mais importante, do ponto de vista do desenvolvimento da lngua de sinaisbrasileira, foi l'Epee, porque foi de seu instituto na Frana, que veio para o Brasil, o Prof. Huet, umprofessor surdo, que, convite de Dom Pedro II, trouxe este "mtodo combinado", criado porl'Epee, pra trabalhar com os surdos do Brasil.Em 1857, foi fundada a primeira escola para surdos no Brasil, o Instituto dos Surdos-Mudos, hoje,Instituto Nacional da Educao de Surdos (INES). Foi a partir deste instituto que surgiu, da misturada Lngua de Sinais Francesa, trazida pelo Prof. Huet, com a lngua de sinais brasileira antiga, jusada pelos surdos das vrias regies do Brasil, a Lngua Brasileira de Sinais. O instituto de l'Eppe contribuiu, tambm, para o desenvolvimento da Libras porque, em 1896,houve nesta escola um encontro internacional que avaliou a deciso do Congresso Mundial deProfessores de surdos que tinha ocorrido em 1880, em Milo.A pedido do governo, viajou para a Frana, o professor do antigo Instituto, A. J. de Moura e Silva,para avaliar aquela deciso de que todos os surdos deveriam ser ensinados pelo "mtodo oralistapuro". Moura e Silva concluiu em seu relatrio que este mtodo no podia servir a todos os surdos.Assim, o antigo Instituto continuou como um centro de integrao para o fortalecimento dodesenvolvimento da Libras, pois segundo Relatrio do Diretor Dr. Tobias Rabello Leite, de 1871, estaescola j possua alunos vindos de vrias partes do pas e aps dezoito anos retornavam `as cidadesde origem levando com eles a Libras.1 Texto produzido em co-autoria com Emeli Marques.2 Cratylus de Plato, discpulo e cronista, 368 a. C.RVORE GENEALGICA "TRS GERAES DE UMA FAMLIA"Anotar os nomes e idades nos quadrados da rvore genealgica abaixo, a partir da sinalizao doprofessor que dar os nomes e as idades dos membros da uma famlia e, depois, descrever arelao de parentesco dessa famlia:]132EXERCCIO DILOGO - " FAMLIA"Os alunos, em duplas, reproduzirem o dilogo abaixo e depois iro apresent-lo para a classe:LNGUA PORTUGUESA LNGUA DE SINAISA) Voc mora sozinho? A) VOC MORAR SOZINH@?B) No, eu moro com a minha famlia. B) NO, FAMLIA MORAR JUNTO.A) Sua famlia grande? A) FAMLIA SE@ GRANDE?B) grande, tenho muitos irmos, B) FAMLIA GRANDE, TER MUIT@sobrinhos, primos e tios. IRM@, SOBRINH@, PRIM@ TI@.A) Quem mora na sua casa? A) VOC MORAR JUNT@ FAMLIAQUANT@?B) Eu, _______________________ B) EU, _______________________ A) Voc tem namorado(a)? A) VOC TER NAMORAD@B) _________ Eu, ( no ) tenho. B) ___________ EU, TER ( NO )A) Voc quer casar? A) VOC QUERER CASAR?B) _______________ B) __________________A) Quantos filhos voc quer ter? A) VOC QUERER FILH@ QUANT@?B) ____________________ B) __________________123456[133unidadelibras em contextoEXERCCIO ]134"CARACTERSTICAS DAS ROUPAS"O professor dar informaes descrevendo modelos de blusa, dir tambm onde foi comprado eem qual loja. Escrever, abaixo, os modelos das blusas e nome da loja onde foi comprada, a partir das informaesdadas pelo professor:1- ___________________________________________________________________________ 2- ___________________________________________________________________________ 3- ___________________________________________________________________________ 4- ___________________________________________________________________________ 5- ___________________________________________________________________________ 6- ___________________________________________________________________________ 7- ___________________________________________________________________________ 8- ___________________________________________________________________________ EXERCCIO 1 23 45 67 8"PRONOMES INDEFINIDOS"Criar, em dupla, contextos utilizando os seguintes sinais: S, Sozinho, Cada um, Alguns, Pouco,Pouquinho, Muito, Vrios, Maioria, Minoria. Aps essa atividade, cada dupla apresentar seus dilogos para a classe.ALUNO Aa) ______________________________________________________b) ______________________________________________________c) ______________________________________________________d) ______________________________________________________e) ______________________________________________________f) ______________________________________________________g) ______________________________________________________h) ______________________________________________________i) ______________________________________________________j) ______________________________________________________ALUNO Ba) ______________________________________________________b) ______________________________________________________c) ______________________________________________________d) ______________________________________________________e) ______________________________________________________f) ______________________________________________________g) ______________________________________________________h) ______________________________________________________i) ______________________________________________________j) ______________________________________________________123456[135unidadelibras em contextoEXERCCIO "ADVRBIOS DE TEMPO"Criar, em dupla, contextos utilizando os seguintes sinais: Nunca; Nunca mais; Nunca vi; Sempre;Mesmo; Mesma coisa; Freqentemente; Todo-dia.Aps essa atividade, cada dupla apresentar seus dilogos para a classe.ALUNO Aa) ______________________________________________________b) ______________________________________________________c) ______________________________________________________d) ______________________________________________________e) ______________________________________________________f) ______________________________________________________g) ______________________________________________________h) ______________________________________________________i) ______________________________________________________j) ______________________________________________________ALUNO Ba) ______________________________________________________b) ______________________________________________________c) ______________________________________________________d) ______________________________________________________e) ______________________________________________________f) ______________________________________________________g) ______________________________________________________h) ______________________________________________________i) ______________________________________________________j) ______________________________________________________]136EXERCCIO .Anotar os nomes e idades nos quadrados da rvore genealgica abaixo, a partir da sinalizaodo professor que dar os nomes e as idades dos membros da uma famlia e, depois, descrever arelao de parentesco dessa famlia:123456[137unidadelibras em contextoEXERCCIO COMPRAR IR?!.."Vamos s compras?!.."5unidade]140VEJA NO DVDSituao 1 "Na Loja"a- TUDO-BEM.b- QUER O-QU VOC? ( ou QUE DESEJAR?)a- EU QUERER IGUAL ( apontando para um biquni)b-: AQUEL@, ESPERA...C-O-R?a- C-O-R LARANJA.b- "M", "P", "G" QUAL?a- EU "M".b- M, CERTO (procura e entrega outro modelo)a- NO-,! TER OUTR@... ESTAMPAD@, BOLINHA+, LIS@, QUALQUER TER?b- TER, ESPERAR...(procura outro modelo)a- BONIT@ ESS@! PODER EXPERIMENTAR?b- PODER. a- (sai para experimentar o biquni).Situao 2 "Supermercado"a- ONDE COMPRAR SUPERMERCADO?b- SABER- NO? FCIL.a- SABER- NO.b- VOC ESQUINA PRIMEIR@ R-U-A L .a- AH, FCIL CERTO.b- COMPRAR O-QU?a- EU COMPRAR? ARROZ, FEIJO, CARNE, O-V-O, MANTEIGA S. VOC COMPRAR O-QU?b- COMPRAR GRANDE QUANTIDADE.a- 2sIR1s JUNT@.b- SIM, 2sIR1s.123456[141unidadelibras em contextoLibrasemcontextoUtilizao dos numerais para valores monetriosEm Libras para se representar os valores monetrios de um at nove reais, usa-se o sinal donumeral correspondente ao valor, incorporando a este o sinal VRGULA. Por isso o numeral paravalor monetrio ter pequenos movimentos rotativos. Pode ser usado tambm para estes valoresacima os sinais dos numerais correspondentes seguido dos sinais soletrados R-L "real" ou R"real/reais".1]142GramticaDINHEIRO UM-REAL CINCO-REAISCINQUENTA REAL/REAISCEM REAL/REAISDEZ REAL/REAISREALQUINHENTOS REAL/REAISPara valores de um mil at nove mil tambm h a incorporao do sinal VRGULA, mas aqui o movi-mento desta incorporao mais alongando do que os valores anteriores (de 1 at nove reais).Podem ser usados tambm, para esses valores acima, os sinais dos numerais correspondentes segui-dos de PONTO.Para valores de um milho para cima, usa-se tambm a incorporao do sinal VRGULA com onumeral correspondente, mas aqui o movimento rotativo mais alongado do que em mil. Pode-senotar uma gradao tanto na expresso facial como neste movimento da vrgula incorporada queficam maiores e mais acentuados: de 1 a 9 < de 1.000 a 9.000 < de 1.000.000 a 9.000.000.Quando o valor centavo, o sinal VRGULA vem depois do sinal ZERO, mas na maioria das vezesno precisa usar o sinal ZERO para centavo porque o contexto pode esclarecer e os valores para cen-tavos ficam iguais aos numerais cardinais.VEJA NO DVD: NUMERAIS PARA VALORES 123456[143unidadelibras em contextoCINCO-MILMILDEZ MIL UM-MILHONOTA MOEDA/CENTAVO]144Sinais relacionados a transaes comerciais e bancrias2PAGAR--VISTA PAGAR-A-PRAZO DESCONTODEPOSITAR SAQUE EMPRSTIMOBANCO CARTO CHEQUE PAGAMENTOAUMENTOQUANTO CUSTA?PRESTAO PROMOODESCONTO PORCENTAGEM JUROSDINHEIRO-CARO MUITO CARO! DINHEIRO-BARATO MUITO CARO!Sinais relacionados a pesos e medidas3123456[145unidadelibras em contextoMETRO-DE-MADEIRA METRO-ARTICULADOANIMAL PESSOABALANABALANA LEVE PESAD@FITA-MTRICA RGUAESPAOMEDIOSinais em contextosNa Libras, como em outras lnguas, tambm h um processo de formao de palavras denomi-nado derivao zero, ou seja: h muitos sinais que so invariveis e somente no contexto pode-seperceber se esto sendo utilizados com a funo de verbo ou de nome. Exemplos: Alguns destes pares apresentam uma diferena em relao ao parmetro movimento, como overbo IR-DE-AVIO, que tem um movimento mais alongado em relao ao substantivo AVIO, ePASSAR-COM-FERRO, que tem um movimento mais repetido e alongado em oposio ao movi-mento repetido e retido para o nome FERRO.Na Libras, tambm h palavras compostas, ou seja: pode-se criar um novo sinal a partir de doisou mais sinais que se combinam e do origem a uma outra forma com outro significado. Exemplos: 4]146AVIO/IR-DE-AVIO FERRO/PASSAR-COM-FEROBICICLETA/ANDAR-DE-BICICLETACAVALO^LISTRA-PELO-CORPOZebraVIDA/VIVERPORTA/ABRIR-PORTA BRINCADEIRA/BRINCARMULHEr^BENOMeCASA^ESTUDAREstudarARMRIO-DE-ABRI^FRIOGeladeiraAssim, pode-se perceber que a Libras, como qualquer outra lngua, tm suas regras para criarsinais e organiz-los. Portanto, precisa-se ficar atento para o uso adequado dos sinais em contextos. Sinais MAIS e seus contextos5MAIS (acrscimo) MAIS (exagero)MAIS-PAR-L/FALTA MAISMAIS (quantidade) MAIS (superlativo)MAIS (soma)123456[147unidadelibras em contextoCASAR^SEPARARSepararCOMER^MEIO-DIAAlmoarBICO^VOADORPssaroLEO^BOLINHA-PELO-CURTO-CORPOOnaCOMER^NOITEJantarEXEMPLOS:a) TRABALHARmuito, CONSEGUIR DINHEIRO MAIS "Trabalhei muito e consegui dinheiro a mais"d) QUERER MAIS! - "Quero mais!"b) 2 MAIS 2 "Dois mais dois"c) QUE-ISSO?! VOC VESTIDO CHIQUE MAIS! " O que isso?! Voc est com um vestido chique demais!e) VOC MAIS BONIT@. - "Voc a mais bonita"f) MAIS PR-L - "Mais pr l!"Os Parmetros tambm podem ser morfemas na LibrasNa Libras, os sinais so formados a partir da: configurao de mos, movimento, orientao dasmos, ponto de articulao e expresso facial/corporal, estes parmetros j foram mencionados naIntroduo deste livro, quando se apresentou seu nvel fonolgico.Estes cinco parmetros podem ser comparados a "pedacinhos" de um sinal porque, no nvel mor-folgico, eles podem ter significados, sendo, portanto, morfemas:a- a configurao de mos, pode ser um marcador de gnero (animado: pessoa e animais / inan-imado: coisas). Exemplo:"O carro bateu em uma pessoa"; b- o ponto de articulao pode ser uma marca de concordncia verbal com o advrbio de lugar.Exemplo:"Eu coloco o copo na mesa";6]148CARRO veculo (md) veculok' k'veculoCOLIDIRpessoapessoa (me)MESAi COPO objetos-arredondadosCOLOCARi123456[149unidadelibras em contextoc- o movimento pode ser uma raiz verbal. Exemplos: A alterao na freqncia do movimento, pode ser:uma marca de aspecto temporal: um advrbio de modo:um intensificador: PULARTRABALHAR TRABALHAR-continuamenteFALAR FALAR-demasiadamenteTRABALHAR TRABALHAR-muitoBRINCAR CONHECERd- a orientao pode ser:uma concordncia nmero-pessoal. um advrbio de tempo. Exemplos: NUMERAIS (VALORES)1) Complete de acordo com a resposta dada:1. a- QUANTO-CUSTA NIBUS?b- ____________2. a- CERVEJA GARRAFA QUANTO-CUSTA?b- _____________3. a- QUANTO-CUSTA 1 QUILO CARNE?b- _______________4. a- QUANTO-CUSTA TXI CATETE AT FENEIS?b- ______________5. a- QUANT@ PRESTAO TELEFONE TDD?b- _____________7. a- MOTO 0-KM QUANT0-CUSTA?b- ___________8. a- QUANTO-CUSTA CASA ENORME?b- __________]150ATIVIDADES PARA SEREM FEITAS COM O DVD1sPERGUNTAR2s eu pergunto a voc 2sPERGUNTAR1s voc me perguntaANO ANO-PASSADOCOMPLETE:1) Complete com os nmeros apresentadoos:A: + = 11 G: x = 10B: + = 18 H: x = 60C: + = 25 I: x = 63D: - = 3 J: = 2 E: - = 1 K: = 6 F: - = 35 L: = 9 2) Complete com os valores apresentados:A: EST@ ABACAXI CUSTA? ( ) B: EST@ PO CUSTA? ( )C: 1 QUILO CARNE CUSTA? ( ) D: MACARRO CUSTA? ( )E: ME@ CASA CUSTA? ( ) F: ME@ CARRO CUSTA? ( )G: PASSAGEM AVIO RECIFE CUSTA? ( ) H: SORVETE CUSTA? ( )I: JOGADOR BASQUETE NOME OSCAR MEDIR ? ( ) J: CARRO NORMAL ESTRADA VELOCIDADE? ( )123456[151unidadelibras em contextoUma Breve Retrospectiva da Educao de Surdos no Brasil (II)1Dependendo da metodologia adotada, as escolas podem ser um dos fatores de integrao oudesintegrao das comunidades surdas, se uma escola rejeita a lngua de sinais, as crianas surdasque estudam nesta escola ou no vo conhecer a comunidade surda de sua cidade e, conseqen-temente, no aprendero uma lngua de sinais ou podero se interagir com os surdos de sua cidadesomente aps a adolescncia.A partir do Congresso em Milo, em 1880, a filosofia educacional comeou a mudar na Europae, conseqentemente, em todo mundo. O mtodo combinado, que utilizava tanto sinais como otreinamento em lngua oral, foi substitudo em muitas escolas pelo mtodo oral puro, o oralismo. Os professores surdos j existentes nas escolas naquela poca, foram afastados, e os alunosdesestimulados e at proibidos de usarem as lnguas de sinais de seus pases, tanto dentro quantofora da sala de aula. Era comum a prtica de amarrar as mos das crianas para impedi-las de fazersinais. Isso aconteceu tambm no Brasil. Mas, apesar dessas represses, as lnguas de sinais continuaramsendo as lnguas preferidas das comunidades Surdas por serem a forma mais natural delas se comu-nicarem.Hoje, h escolas aqui no Brasil que, mesmo ainda sem uma proposta bilnge, tm se tornadofator de integrao da cultura surda brasileira porque as crianas, jovens e adultos se comunicamem Libras, e muitos professores destas escolas j sabem ou esto aprendendo esta lngua cominstrutores surdos.Por outro lado, vrias escolas, em cidades ou estados que no possuem associao de surdos, tra-balham ainda somente com uma metodologia oralista e as crianas surdas destas escolas desen-volvem um dialeto entre elas para uma comunicao mnima, mas estas ficam totalmente excludasda Cultura Surda brasileira e a maioria no tem um bom rendimento escolar.Devido ainda a esta metodologia oralista, h alguns surdos que, rejeitando Cultura Surda e con-seqentemente a Libras, s querem utilizar a lngua portuguesa, e h muitos surdos que, emboraqueiram se comunicar com outros surdos em Libras, devido ao fato de terem se integrado a CulturaSurda tardiamente, usam, no a Libras, mas um bimodalismo, ou seja, sinalizam e falam simultane-amente, como os ouvintes quando comeam a aprender alguma lngua de sinais.Pelo no domnio da Libras, muitos surdos, quando esto em uma situao (eventos acadmicos,polticos, jurdicos, etc) que exigiria intrpretes de Libras para melhor compreenso, no conseguementender nem a lngua portuguesa nem a Libras, ficando marginalizados, sem poder ter uma par-ticipao efetiva.Mas se, ao contrrio desta situao, houver uma valorizao desta lngua e, nas escolas, tantoprofessores como alunos a utilizarem em todas as circunstncias, poder haver uma participaoefetiva de surdos adultos e dos alunos.Aqui no Brasil, h mais de cem anos atrs, a primeira escola para surdos valorizava a Libras, queera utilizada pelos alunos naquela poca. Este respeito Libras propiciou o surgimento da primeira 1- Texto em co-autoria com a professora Emeli Marques Leite]152mundodosNos u r d o spesquisa sobre esta lngua, que foi publicada em um livro que, atravs de desenhos e explicaodestes, mostrava sinais mais usados pela comunidade surda do Rio de Janeiro. Este livro, Iconografia dos Signaes dos Surdos-Mudos, publicado em 1875, foi feito por um ex-aluno do Instituto de Surdos-Mudos, Flausino Jos da Gama que, ao completar dezoito anos, foicontratado por esta escola para ser um Repetidor, ensinado aos seus colegas, em Libras, os conte-dos das disciplinas, segundo o Relatrio do Diretor, Tobias Rabello Leite, de 18712. Embora nos primeiros Relatrios sobre as primeiras turmas deste Instituto, feitos pelo diretor apartir de 1869, constem nomes de alunas, em nmero reduzido, posteriormente, durante muitosanos, este instituto se tornou uma escola s para meninos, e meninos livres. Os ento educadoresconsideravam que as meninas surdas, por serem tranqilas e estarem submissas s famlias, nonecessitavam de escola, o que seria vantajoso para o governo porque no iria ter gastos para repassede recursos financeiros na educao para elas.Com o passar dos anos, outras escolas somente para crianas surdas foram surgindo. Em 1923,foi fundado o Instituto Santa Terezinha, escola particular, em So Paulo, somente para meninas. Em1957, foi fundada a Escola de Surdos em Vitria no Esprito Santo. Mais recentemente, 1954, outrainiciativa privada, com verba de outros pases, foi fundada a Escola Concrdia, em Porto Alegre.Atualmente h muitas escolas municipais como, por exemplo, a Escola Rompendo o Silncio, emRezende no Rio de Janeiro, a Escola Municipal Ann Sullivan, em So Caetano do Sul e a EscolaHellen Keller, em Caxias do Sul, uma escola somente para surdos que vem implementando uma pro-posta bilnge para a educao dos surdos, ou seja: aquisio da Libras e aprendizado, commetodologia apropriada, da lngua portuguesa e da lngua de sinais brasileira.Como em outros pases, os surdos vm lutando para terem escolas para surdos porque acreditamque atravs de um ensino que atenda eficazmente suas necessidades lingsticas e culturais, elespodero se integrar e estar em condies de igualdade com os ouvintes quando disputarem, emconcurso, uma vaga para universidades ou empregos. Uma poltica educacional que leve em conta a realidade e tradio dos surdos no Brasil poderreverter o atual quadro de insatisfao, em relao qualidade da educao para surdos, queprevalece nas comunidades surdas.2- Ver estudo sobre o trabalho de Flausino em Felipe (1998 - Volume II).Os relatrios do Prof. Tobias podem ser consultados no acervo da FENEIS e no acervo do INES.123456[153unidadelibras em contextoNA LOJAO aluno dever anotar a localizao dos objetos , que o professor sinalizou, na Loja.]154EXERCCIO "ONDE ESTO OS ALIMENTOS, FRUTAS E BEBIDAS"O aluno dever escrever os nomes dos alimentos, frutas e bebidas que o professor sinalizar, colo-cando o nmero correspondente nos lugares onde devero ser encontrados.SUPERMERCADO123456[155unidadelibras em contextoEXERCCIODILOGOS1) Reproduzir esses dilogos abaixo, em dupla: DUPLA 1 - O aluno A pergunta e o aluno B responde e vice-versa:a- Qual o seu nome?b- Quando voc nasceu"? Quanto pesava?c- Eu tenho 65 quilos. E voc quanto pesa agora?d- Quanto voc media quando nasceu?e- Ele tem 1,80 metros de altura, e voc?DUPLA 2 - O aluno A pergunta e o aluno B responde e vice-versa:a- Qual o tamanho da sua camisa ou blusa? P.M.G. GG?b- Onde voc comprou esta camisa? Para quem? Foi caro? Bonita!c- Qual o nome da Loja que voc comprou esta camisa? d- A loja que voc comprou longe? Perto?e- Qual o tipo do tecido que voc sempre compra?DUPLA 3 - O aluno A pergunta e o aluno B responde e vice-versa:a- Eu sempre compro um quilo de feijo marron e voc compra arroz quantos quilos?b- Um saco de laranja pesa 1,5 quilos e quantos quilos pesa uma batata?c- Eu bebi 1 litro de gua e quantos litros de gua de coco voc bebe?d- Uma garrafa de guaran tem 2 litros e quantos litros tem uma lata de cerveja?e-Esta mesa tem 2 metros e quantos metros tem a sua cama?DUPLA 4 - O aluno A pergunta e o aluno B responde e vice-versa:a- Eu sempre viajo para So Paulo de avio. So 50 minutos, mas voc sabe quantos quilmetros? b- Voc mora longe? Ou Perto? Vem de nibus? Quantos quilmetros da sua casa at aqui?c- Voc tem carro? Voc gasta quantos quilmetros para vir at aqui?d- Eu ando a p 1 quilmetro todos os dias e voc caminha quantos quilmetros?e- Todos os domingos eu corro 5 quilmetros na calada na praia de Leme at o final deCopacabana.2) Apresentar seus dilogos para a turma.]156EXERCCIO "QUAIS SO OS SINAIS PARA ESPORTES"O aluno dever enumerar os objetos de acordo com os desenhos e escrever o nome para os esportesna sequncia apresentada nas frases do professor.123456[157unidadelibras em contextoEXERCCIO]VIAJAR IR?!."Vamos Viajar?!.." 6unidade]160Situao 1 "Vamos praia?!"( NO DVD - "CARNAVAL")a- TUDO-BOM b- TUDO-BOMa- VOC FAZER O-QUE CARNAVAL?b- EU COMBINAR NADA.a- VOC QUERER VIAJAR CARNAVAL C-F (Cabo Frio)?b- EU QUERER. COMBINAR COMO CARRO NIBUS?a- MELHOR NIBUS.b- NIBUS NO. ENGARRAFAMENTO. APROVEITAR MOTO RPIDO.a- MAS EU "MEDO" . PERIGOS@! MEDO MOTO-CURVA. EU NO. MEDO.b- APROVEITAR CHEGAR C-E-D-O. PRAIA BEBER-C-H-O-P-P GAROTA+.a- "NO". DESCULPAR EU PREFERIR NIBUS, EU SABER PROBLEMA ENGARRAFAMENTO."NO". SORTE GAROTA SENTAR-JUNTO PAQUERAR CONQUISTAR.b- V-A-I ARREPENDER.a- NO. PROBLEMA NO.Situao 2: "Retorno da Europa"123456[161unidadelibras em contextoLibrasemcontextoPASES NO MUNDOIntensificador e Advrbios de modoComo j foi mencionado na unidade 4, na Libras, h substantivo e verbo que so representadospelo mesmo sinal. Isso tambm acontece com alguns adjetivos. Sintaticamente, a diferena entre eles est tambm na possibilidade dos adjetivos e verbos poderemincorporar um intensificador (muito) e dos verbos poderem incorporar advrbios de modo, que soexpressos atravs da modificao do movimento. O intensificador "muito" e alguns advrbios de modo podem ser expressos tambm atravs dasexpresses facial e corporal.H uma diferena entre "muito" (intensificador) e "rpido" (advrbio de modo). Para intensi-ficar uma ao, h uma repetio do sinal correspondente a esta ao e uma incorporao de ummovimento lento. J para estabelecer um modo RPIDO de se realizar a ao, h uma repetio dosinal da ao e a incorporao de um movimento acelerado.H, ainda, a incorporao do intensificador "muito" ou de advrbios de modo, que alteram, tam-bm, o movimento, atravs de um alongamento do movimento, como, por exemplo, em:BONIT@muito , CANSAD@muito ; ou de uma mudana no movimento, como por exemplo:ANDARcambaleando, ANDARsaltitando, ANDARapressadamente; ANDARlentamente.Nos exemplos, abaixo, pode-se perceber essas diferenas desses sinais que se diferenciam a par-tir do contexto sinttico: VEJA NO DVD INTENSIFICADOR E ADVRBIOS DE MODO1]162GramticaDEMORAR DEMORARmuito RPID@ RPID@muitoALEGRE ALEGREmuito TRISTE TRISTEmuitoSINAIS COM INCORPORAO DE INTENSIFICADOR OU ADVRBIO DE MODO123456[163unidadelibras em contextoCHUVA / CHOVER CHOVERmuito CHOVERforteFRAC@ VENTO VENTO / VENTAR VENTARfortementeFRI@muitoFRI@ LEVE LEVEmuitoPESAD@ PESAD@muitoOs Processos de formao de sinais na LibrasQuando se divide um sinal para estud-lo, os cinco parmetros, como foi visto na unidade 4,podem ser tambm comparados a "pedacinhos" de um sinal porque, no em todos, mas em muitossinais, eles tm significados, so morfemas que se juntam ao radical do sinal em determinados con-textos, assim:a- A Expresso facial/corporal pode ser:um advrbio de modo: um Intensificador: BONIT@muito; CANSAD@muitob- A alternncia do Movimento pode ser:uma marca de aspecto ou modo de realizao da ao:um intensificador: 2]164 libras em contexto2pOLHAR1sateno 1sOLHAR1sateno 1sOLHARdesdenhosamenteBONIT@ BONIT@muito CANSAD@ CANSAD@muitoVARRER VARRERmuito DAR DARmuitoCOMPRARmuito CAROmuito VENDERmuito BARATOmuitoc- A Configurao de mo pode ser um classificador, ou seja, uma marca de gnero (animado:pessoa e animais / inanimado: coisas e veculos). Essa marca prende-se ao verbo, como ser vistomais abaixo. d- O Ponto de articulao pode ser uma marca de concordncia verbal com o locativo - adjuntoadverbial de lugar, como ser visto tambm mais abaixo. e- A Orientao da(s) mo(s) pode ser uma concordncia verbal nmero-pessoal, como se vertambm mais abaixo; um advrbio de tempo.Exemplos: ANO, ANO-PASSADO.Como a maioria desses parmetros tem a funo de marcadores de concordncia verbal, nonvel sinttico, ou seja, quando os sinais esto sendo utilizados em frases, que eles se modificamdevido s regras de combinao. Vejamos ento os verbos em Libras.Os tipos de verbo na LibrasBasicamente na Libras, h dois tipos de verbo:a-verbos que no possuem marca de concordncia;b- verbos que possuem marca de concordncia.Quando se faz uma frase com verbos do primeiro grupo, como se eles ficassem no infinitivo jque no se alteram mesmo mudando-se as pessoas do discurso, mas eles admitem modificadorescomo um intensificador ou advrbio de modo. Por exemplo:(1) EU TRABALHAR FENEIS "eu trabalho na FENEIS"; (2) EL@ TRABALHAR FENEIS "ele/a trabalha na FENEIS";(3) EL@ TRABALHAR FENEIS "eles/as trabalham na FENEIS;(4) FENEIS, EL@ TRABALHARmuito L;(5) EU CANSAD@, DIA-INTEIR@ TRABALHARcontnuo.Pode-se subdividir esses verbos em outros sub-grupos como, por exemplo, os verbos de loco-moo. Alguns desses verbos podem ser derivados dos sinais para meios de transporte, por issosomente no contexto que se pode perceber se eles esto sendo utilizados como substantivo ouverbo. O transporte se torna o instrumento da ao.3123456[165unidadelibras em contextoTRABALHOmuito FRIOmuito BEBER-GUAmuito OLHARmuito Exemplos de Verbos de locomoo e sinais para meios de transporte: LocomooBICICLETA/GUIAR-BICICLETA MOTOCICLETA/GUIA-MOTOVAN TXICARROA/GUIAR-CARROACARRO/DIRIGIR-CARRO]166IR CHEGAR VOLTAR/VIR PASSEAR VIAJARCAMINHO/DIRIGIR-CAMINHOTREMMETRNAVIO CANOA/REMARBARCO/NAVEGARBARCO-- VELA BARCO-A-REMO/REMAR123456[167unidadelibras em contextoAVIO/AVIO-MOVEROs verbos do segundo grupo podem tambm ser subdivididos em:1. Verbos que possuem concordncia nmero-pessoal: a orientao marca as pessoas do dis-curso. O ponto inicial concorda com o sujeito e o final com o objeto. Com j se pode conheceras pessoas do discurso a partir da orientao, geralmente no se utiliza os pronomes pessoaiscom esse tipo de verbo. Exemplos 2. Verbos classificadores: a configurao de mo uma marca de concordncia de gnero:PESSOA, ANIMAL, COISA, VECULO. Verbos que possuem concordncia de gnero so chama-dos de verbo classificador porque concorda com o sujeito ou objeto da frase. Como, por exem-plo, o verbo CAIR que, dependendo do sujeito da frase, ter uma configurao para concordarcom a pessoa, a coisa, o animal ou o veculo:]168HELICPTERO/HELICPTERO-MOVERBALO/BALO-VOAR FOGUETE/FOGUE-LANAR1sPERGUNTAR2sEu pergunto a voc2sPERGUNTAR1sVoe me pergunta3sPERGUNTAR3sEle pergunta a ele3sPERGUNTAR3pEle pergunta a elespessoaCAIR pessoaCAIR veculoCAIR coisa-redondaCAIR123456[169unidadelibras em contextocoisa-planaCAIR coisa-fina-e-longaCAIRpessoaANDAR pessoaANDAR/MOVERPessoas encontrar pessoaMOVER (md)pessoaMOVER (me)animalANDAR/MOVER]170Pessoa em fila pessoasEM-FILApessoas em p,em crculo pessoasEM-P-EM-CRCULOPessoas sentadas em crculoveculoANDAR/MOVER(veculo de quatro rodas) veculoACOMPANHAR veculoANDAR/MOVER(veculo de duas rodas)pessoas-sentadasEM-CRCULO123456[171unidadelibras em contexto3.Verbos que possuem concordncia com a localizao. So verbos que comeam outerminam em um determinado lugar que se refere ao lugar de uma pessoa, coisa, animalou veculo, que est sendo colocado, carregado, etc. Portanto, o ponto de articulaomarca a localizao. Alguns desses verbos podem ter tambm outra marca de con-cordncia, como o verbo COLOCAR que tambm um verbo classificador. Exemplos: MESA k COPO objeto-arredondadoCOLOCARkREVOLVER ATIRAR-CABEAEu atiro na minha cabeaATIRAR-PEITOEu atiro no meu coraoATIRAR-BOCAEu atiro na minha bocaTESOURA CORTAR-CABELOEu corto o cabeloCORTAR-TECIDOEu corto o tecidoCORTAR-UNHAEu corto as unhasCORTAR-COM-FACAfacaOPERAR-CORAOEle opera o coraoFAZER-CESARIANAEle opera cesarianaOPERAR-TEROEle opera no teroConcluindo, pode-se esquematizar o sistema de concordncia verbal, na Libras, da seguintemaneira:Os Classificadores e os Adjetivos descritivos na LibrasNas lnguas do mundo, os elementos que constituem as formas lingusticas podem ser de vriostipos. Ou seja:uma desinncia, como em portugus, que classifica os substantivos e os adjetivos em masculi-no e feminino: menina - menino;uma partcula que se coloca antes ou depois da raiz;uma desinncia que se coloca no verbo para estabelecer concordncia.Ao se atribuir uma qualidade a uma coisa como, por exemplo: arredondada, quadrado, cheiode bolas, de listras, entre outras, isso representa um tipo de classificao porque uma adjetivaodescritiva, mas isso no quer dizer que seja, necessariamente, um classificador como se vem tra-balhando este conceito nos estudos lingsticos.Para os estudiosos deste assunto, um classificador uma forma que existe em nmero restritoem uma lngua e estabelece um tipo de concordncia.Na Libras, os classificadores, como foi visto acima, so configuraes de mos que, relacionadas coisa, pessoa, animal e veculo, funcionam como marcadores de concordncia.Assim, na Libras, os classificadores so formas que, substituindo o nome que as precedem,podem ser presa raiz verbal para classificar o sujeito ou o objeto que est ligado ao do verbo.Portanto, os classificadores na Libras so marcadores de concordncia de gnero: PESSOA, ANIMAL,COISA, VECULO.Os classificadores para PESSOA e ANIMAL podem ter plural, que marcado ao se representarduas pessoas ou animais simultaneamente com as duas mos ou fazendo um movimento repetidoem relao ao nmero.Os classificadores para COISA representam, atravs da concordncia, uma caracterstica destacoisa que est sendo o objeto da ao verbal, exemplos:4]1721. concordncia nmero-pessoal parmetro orientao2. concordncia de gnero e nmero parmetro configurao de mo3. concordncia de lugar parmetro ponto de articulao(1) 2 PESSOA pessoaANDAR (me) pessoaANDAR-ATRS-DA-OUTRA (md)Portanto, no se deve confundir os classificadores, que so algumas configuraes de mosincorporadas raiz de certos tipos de verbos e que so obrigatrias, com os adjetivos descritivosque, nas lnguas de sinais, por estas serem gesto-visuais, representam iconicamente qualidades deobjetos. Por exemplo, para dizer nestas lnguas que "uma pessoa est vestindo uma blusa de bolin-has, quadriculada ou listrada", estas expresses adjetivas sero desenhadas no peito do emissor,mas esta descrio no um classificador, e sim um adjetivo que, embora classifique, estabeleceapenas uma relao de qualidade do objeto e no relao de concordncia de gnero: PESSOA, ANI-MAL, COISA, VECULO que a caracterstica dos classificadores na Libras, como tambm em outraslnguas orais e de sinais. Morfemas classificadores na Libras:123456[173unidadelibras em contexto(2) CARRO 2 veculoANDAR (me) veculoANDAR-ATRS-DO-OUTRO (md)(3) 2 PESSOA pessoa-passar-uma-pela-outra-outra (md e me)Sistema de concordncia verbal - Gneroanimadoinanimado]174pessoa (configuraes: G; V )pessoa + quanta (configuraes: V, 3, 4, 5a)no-pessoa: animal (configuraes: B1 ; 3a ; 5a ; 5b)coisa (configuraes: G; B1; B2; B3 ; C; O; L; L1; L2; 5 ; 5a; 5b )veculo (configuraes: 3a; 5 ; B ; X)123456[175unidadelibras em contexto1) Assinale a alternativa de acordo com a seqncia das fraseFRASE COM INTENSIFICADOR INCORPORADO( ) CHUVAmuito! ( ) CHUVA ( ) TROVOADA ( ) NEVE ( ) FRI@ ( ) FRI@muito! ( ) PESAD@ ( ) PESAD@muito! ( ) LEVEmuito! ( ) LEVE muitssimo! ( ) LEVE ( ) VENTOmuito( ) VENTO ( ) VENTO-TEMPORAL ( ) CORRERmuito( ) CORRER( ) CORRIDA-AUTOMOBILSTICA2) Complete com o nome feito em datilologiaADIVINHE VOC MESMO!a- FUNDADOR@ INES Q-U-M?____________________________b- Q-U-M INVERTAR CBDS FUNDADOR@ Q-U-M?____________________________c- SURD@ LIVRO Libras BRASIL PRIMEIR@?______________________________ATIVIDADES PARA SEREM FEITAS COM O DVD (est chovendo muito)(est chovendo muito)(est trovejando)(est nevando)(est frio)(est muito frio!)(est pesado)(est muito pesado!)(est muito leve!)(est leve como uma pena!)(est leve)(est ventando muito)(est ventando)(est ventando com temporal)(correr muito)(est correndo)Aquisio de lngua de sinais por crianas surdasH algumas dcadas que, nos Estados Unidos, pesquisadores vm desenvolvendo pesquisas sobrea lngua de sinais americana (ASL) e sobre sua aquisio por crianas.Todas estas pesquisas tm como sujeitos, crianas surdas, filhas de pais surdos, portanto, aaquisio da ASL se d como primeira lngua (L1), mas, alm destas pesquisas, h outras que estotrabalhando tambm com crianas surdas, filhas de pais ouvintes e com crianas ouvintes, filhas depais surdos. Outras pesquisas, ainda, trabalharam com crianas surdas filhas de pais ouvintes que,devido ao fato de no serem expostas ASL, desenvolvem sistemas de comunicao gestual inven-tados. Destas pesquisas pode-se destacar que o processo de aquisio da ASL igual ao processo deaquisio de lnguas orais-auditivas, ou seja, obedecendo a maturao da criana, que vai internal-izando a lngua a partir do mais simples para o mais complexo, h as seguintes fases:Primeira fase: h um perodo inicial que se assemelha ao balbucio das crianas ouvintes, nestafase a criana produz seqncias de gestos que fonologicamente se assemelham aos sinais, mas noso reconhecidos como tal, so somente movimentos das mos com algumas formas.Segunda fase - Frase de uma palavra: a criana surda comea a nomear as coisas, aprende aunir o sinal ao objeto, produzindo suas primeiras palavras. Como as crianas ouvintes, que aindano pronunciam corretamente as palavras nesta fase, as crianas surdas tambm fazem os sinaiscom erros nos parmetros, por exemplo, podem trocar a configurao das mos ou o ponto de artic-ulao, mas o adulto compreende que ela produziu um sinal na lngua.Nesta fase, so produzidos dois tipos de sinais:a) os pronomes. Aos dez meses, uma criana surda pode apontar para si e para os outros. Mas, ospontos para pessoas desaparecem completamente da produo lingstica da criana surda aosdoze a dezoito meses e s reaparecem depois deste tempo, entre dois a trs anos. Talvez nesteperodo haja a passagem do apontar no-lingstico para o apontar lingstico, ou seja, a utilizaodos pronomes de maneira consciente e no simplesmente um apontar para algo;b) os sinais congelados que so os mesmos sinais dos adultos, mas sem flexo de nmero, ou con-cordncia verbal ou aspectos.Terceira fase: frase de duas palavras: a partir dos dois anos e meio, a criana surda comea aproduzir frases de duas palavras, iniciando sua sintaxe, mas ainda as palavras so usadas sem flexoe concordncia, a ordem das palavras constituir sua primeira sintaxe.A partir desta fase, a criana surda comea a adquirir a morfologia de uma lngua de sinais, aaquisio de subsistemas morfolgicos mais complexos continua at aos 5 anos, quando tambmj produzir frases gramaticais maiores e mais complexas. O primeiro subsistema mais complexo queadquire a concordncia verbal.Como se pde observar, a partir de alguns aspectos, o processo de aprendizagem de uma lnguade sinais semelhante ao processo de aquisio de qualquer lngua e quanto mais cedo uma cri-ana surda entrar nesse processo, mais natural ele ser.]176mundodosNos u r d o sCULTURAS DOS ESTADOS BRASILEIROSCriar pequenos textos sobre outros estados brasileiros, mostrando sua cultura regional. Apresentarpara os outros alunos que tero que dizer o nome do estado que foi descrito.123456[177unidadelibras em contextoEXERCCIO CULTURAS DOS ESTADOS BRASILEIROS CULTURAS DOS ESTADOS BRASILEIROSFOTOGRAFAR FOTOGRAFIA/FOTO FILMAR/FILMADORAMORARNASCERESTAES DO ANOFazer um texto com as Estaes do Ano: Primavera, Vero, Outono e Inverno, e apresentar para aclasse:]178EXERCCIO PRIMAVERAVEROOUTONOINVERNOPONTOS CARDEAISCriar um texto com uma situao (passeio ou viagem) que entrem os pontos cardeais123456[179unidadelibras em contextoEXERCCIO PONTOS CARDEAISNORTE SULOESTE LESTENSO L"PONTOS CARDEAIS E ESTAES DO ANO Escrever as frases, nas linhas abaixo, na ordem em que o professor sinalizar:Onde fica a sua cidade, qual o ponto?Se voc usa o metr, nibus, trem, qual a sua posio?O Paran fica no Sul e faz muito frio no Inverno.As cidades do Norte so muito quentes e midas no vero.Em So Paulo, j frio no outono Onde tem muitas flores na Primavera?N: ___________________________________________________________O: ___________________________________________________________L: ___________________________________________________________S: ___________________________________________________________]180NSO LEXERCCIO PASES NO MUNDOCriar um texto sobre um pas, mostrando sua cultura. 123456[181unidadelibras em contextoEXERCCIO PASES NO MUNDOVIAGEMCriar um texto a partir dos contextos abaixo:Hotel / Diria / Bagagem/ Aeroporto Estao de trem / Estao do metr / tipos de transporte Folclore/Cultura ( comida tpica / dana tpica / Histria do povo., museu, etc. ]182MUSEUAEROPORTORODOVIRIA HOTELBAGAGEMEXERCCIO LEI N10.436, DE 24 DE ABRIL DE 2002 Regulamento Dispe sobre a Lngua Brasileira de Sinais - Libras e d outras providncias.O PRESIDENTE DA REPBLICA Fao saber que o Congresso Nacional decreta e eusanciono a seguinte Lei:Art. 1 reconhecida como meio legal de comunicao e expresso a Lngua Brasileira deSinais - Libras e outros recursos de expresso a ela associados.Pargrafo nico. Entende-se como Lngua Brasileira de Sinais - Libras a forma decomunicao e expresso, em que o sistema lingstico de natureza visual-motora, com estruturagramatical prpria, constituem um sistema lingstico de transmisso de idias e fatos, oriundos decomunidades de pessoas surdas do Brasil.Art. 2 Deve ser garantido, por parte do poder pblico em geral e empresas concessionriasde servios pblicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e difuso da Lngua Brasileira deSinais - Libras como meio de comunicao objetiva e de utilizao corrente das comunidades surdasdo Brasil.Art. 3 As instituies pblicas e empresas concessionrias de servios pblicos deassistncia sade devem garantir atendimento e tratamento adequado aos portadores dedeficincia auditiva, de acordo com as normas legais em vigor.Art. 4 O sistema educacional federal e os sistemas educacionais estaduais, municipais edo Distrito Federal devem garantir a incluso nos cursos de formao de Educao Especial, deFonoaudiologia e de Magistrio, em seus nveis mdio e superior, do ensino da Lngua Brasileira deSinais - Libras, como parte integrante dos Parmetros Curriculares Nacionais - PCNs, conformelegislao vigente.Pargrafo nico. A Lngua Brasileira de Sinais - Libras no poder substituir a modalidadeescrita da lngua portuguesa.Art. 5 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicao.Braslia, 24 de abril de 2002; 181 da Independncia e 114 da Repblica.FERNANDO HENRIQUE CARDOSOPaulo Renato SouzaEste texto no substitui o publicado no D.O.U. de 25.4.2002DECRETO N 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005.Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispe sobre a Lngua Brasileirade Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.Ver Decreto N 5.626 no site da FENEIS: http:// www. feneis.org.br[183anexolibras em contexto]184BIBLIOGRAFIABibliografia sobre a LibrasBERENEZ, N. (1993). Deixis ad referencial Practice: A View from Two Sign Language,Anais do VII Encontro Nacional da ANPOLL. Vol 2 - Lingstica. Goinia. pp. 713-723BERENEZ, N. & FERREIRA BRITO, L. (1990). Pronouns in BCSL and ASL. Sign LanguageReaserch. 87: 26-36CALDAS, Beatriz F. (1992). Narrativas em LSCB: um estudo sobre referncia. 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