Curiosidades ondas, som, luz, espelhos e lentes

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  • 1. CURIOSIDADES SOBRE ONDAS, SOM, LUZ, ESPELHOS E LENTESUm forno de micro-ondas, ou apenas micro-ondas, um aparelho de cozinha, que aquece o alimento por meio de aquecimento dieltrico realizado com radiao usada para aquecer as molculas polarizadas em alimentos. O micro-ondas capaz de aquecer o alimento de forma rpida e eficiente, porque a excitao relativamente uniforme no exterior, mais uniforme do que na maioria de outras tcnicas de cozimento na cozinha. O forno funciona com a energia eltrica, na forma de uma corrente alternada (alta e baixa tenso), onde transformada em corrente contnua por intermdio de um circuito formado por um transformador, diodos e capacitores. A corrente que chega do transformador atravs do triplicador serve para alimentar o magnetron, que a vlvula eletrnica responsvel pela gerao de energia nos fornos de micro-ondas. Ao redor do magnetron ficam dispostos dois ims com o objetivo de fazer com que os eltrons girem em alta velocidade em volta das pequenas cavidades da placa. Tais cavidades, por sua vez, funcionam como bobinas e capacitores em paralelo, formando um circuito ressonante sintonizado em 2.450 MHz. Assim, com o movimento dos eltrons, as ondas so induzidas nestas cavidades, e se somam at sair com grande intensidade (cerca de 900 watts). Um forno de micro-ondas converte apenas parte de sua energia eltrica de entrada em energia de micro-ondas. Um forno de micro-ondas domstico comum consome 1100 W de energia na produo de 700 W de potncia de microondas, com uma eficincia de 64%. Os 400 W restantes so dissipados em forma de calor, principalmente no tubo do magnetron. Energia adicional utilizado para operar as lmpadas, o transformador de potncia, a refrigerao do magnetron, o prato giratrio e os circuitos de controle. O calor desperdiado, juntamente com o calor vindo do alimento aquecido, dispensado pelas aberturas externas de ventilao. O forno de microondas o aparelho mais eficiente para cozinhar ou aquecer pequenas refeies. O Dr. Percy Spencer inventou o primeiro forno de micro-ondas aps a Segunda Guerra Mundial, a partir de tecnologia do radar, desenvolvida durante a guerra. Chamado de Radarange, foi vendido pela primeira vez em 1947. Posteriormente, a Raytheon Company licenciou suas patentes para um forno de micro-ondas de uso domstico, que foi introduzido pela primeira vez pela Tappan em 1955, mas essas unidades ainda eram muito grandes e caras para o uso domstico. O forno de micro-ondas de bancada foi introduzido pela primeira vez em 1967 pela Amana Corporation, que havia sido comprada em 1965 pela Raytheon. Os fornos de micro-ondas se tornaram populares por causa de sua capacidade de reaquecer alimentos e cozinhar vegetais. Ao contrrio dos fornos convencionais, os microondas geralmente no tostam ou caramelizam os alimentos, uma vez que raramente atingem as temperaturas necessrias para fazer isto. Existem excees, principalmente em casos raros em que o forno utilizado para aquecer leo de fritura e outros itens muito oleosos, como bacon, que atingem temperaturas muito mais elevadas do que o ponto de ebulio da gua. Pesquisadores propuseram o uso da alta frequncia dos campos eltricos para o aquecimento de materiais dieltricos em 1934. Os EUA criaram a patente EUA 2147689, por pedido da Bell Telephone Laboratories, em 1937. A patente dizia: A presente inveno refere-se a sistemas de aquecimento de materiais dieltricos e o objeto da presente inveno para o aquecimento de materiais uniformes. O efeito especfico de

2. aquecimento provocado por um feixe de micro-ondas de alta potncia foi descoberto acidentalmente em 1945, logo depois das transmissores de radar de micro-ondas de alta potncia serem desenvolvidos e amplamente divulgados pelos Aliados na Segunda Guerra Mundial, utilizando a tecnologia britnica magnetron, que havia sido compartilhada com os Estados Unidos. Percy Spencer, trabalhava na poca com a Raytheon. Ele estava trabalhando em um aparelho de radar ativo quando ele notou que uma barra de chocolate, que ele tinha em seu bolso, comeou a derreter. O radar havia derretido sua barra de chocolate, por causa das micro-ondas. O primeiro alimento a ser propositalmente feito com o microondas do Spencer foi a pipoca, e, logo depois, um ovo, que explodiu no rosto de um dos pesquisadores. Para verificar sua descoberta, Spencer criou um campo eletromagntico de alta densidade, alimentado alimentado com a energia de micro-ondas a partir de um magnetron, em uma caixa de metal do qual ele no tinha como escapar. Quando o alimento foi colocado na caixa com a energia de micro-ondas, a temperatura dos alimentos aumentou rapidamente. Em 8 de outubro de 1945, a Raytheon apresentou uma patente nos EUA para microondas de Spencer, como uma forma de cozinhar, um forno em que a comida era aquecida com a energia das micro-ondas, a partir de um magnetron. Logo a criao foi colocada em um restaurante de Boston para testes. A primeira vez que o pblico foi capaz de usar um forno de micro-ondas foi em janeiro de 1947, quando a mquina de cachorros-quentes foi colocada na Grand Central Station, em Nova York. Entre aqueles que trabalharam na equipe para a criao do forno micro-ondas, estava o pioneiro da robtica, George Devol, que passaria os ltimos anos da guerra trabalhando em tcnicas de contra-medidas para o radar. Posteriormente, muitas outras empresas entrariam no mercado, e por um tempo a maioria dos sistemas foram construdos por engenheiros militares, que j estavam mais familiarizados com o funcionamento do magnetron. No final de 1970 a tecnologia avanou a ponto de os preos carem drasticamente. Muitas vezes chamado de forno eletrnico, nos anos 1960, o nome micro-ondas foi padronizado mais tarde. Em 1986, cerca de 25% das famlias dos EUA possua um forno de micro-ondas, bem diferente do cenrio de 1971, quando apenas 1% das famlias americanas tinham o aparelho. Fontes: http://www.efeitojoule.com/2008/09/como-funciona-forno-microondas.html http://casa.hsw.uol.com.br/culinaria-de-microondas.htm http://en.wikipedia.org/wiki/Microwave_ovenNOVO TRATAMENTO PARA A DEPRESSO PODE UTILIZAR ONDAS SONORAS PARA ALTERAR O HUMOR E CONTROLAR A ANSIEDADE Novas pesquisas indicaram que apenas 30 segundos de ondas sonoras acima do alcance do ouvido humano podem melhorar o humor e aliviar a ansiedades. Os voluntrios da pesquisa relataram melhoras significativas no bem-estar mental aps 10 minutos de uso. O tratamento funciona atravs da estimulao dos neurnios em reas do crebro envolvidas com a regulao do humor. E pensado para ser uma alternativa eficaz aos medicamentos antidepressivos. 3. Os cientistas da universidade do Arizona (EUA) recrutaram 14 estudantes para a pesquisa. Cada um foi exposto a uma sequncia de 30 segundos de uma onda sonora abaixo da frequncia auditiva humana. Os resultados da pesquisa, medidos pela escala visual analgica (Visual Analogue Scale), foram publicados no peridico Brain Stimulation, Comentando a pesquisa, o professor Nick Craddock, da Faculdade Real de Psiquiatria (Inglaterra), disse ao Dailymail, interessante que o ultrassom (frequncia sonora abaixo da audio humana) possa ter efeitos sobre a o crebro e influenciar o humor. H potencial para que seja til contra a depresso clnica e a ansiedade. Mas precisamos de muito mais trabalho e pesquisas bem conduzidas para comearmos a usar na clnica, finalizou. http://virgula.uol.com.br/inacreditavel/curiosidades/novo-tratamento-para-depressao-podeutilizar-ondas-sonoras (acesso em 13out2013)Fantasma ou barulho? Os ouvidos humanos no escutam os rudos causados por infrassons, ondas sonoras em freqncia extremamente baixa, porm os mesmos so percebidos por nosso organismo. Ao receber a onda, o bulbo cerebral vibra e provoca hiperventilao, fato que pode trazer sensao de medo ou at causar alucinaes. Alm do bulbo, o lquido ocular tambm vibra e cria manchas cinza na viso. O labirinto, por sua vez, pode tremer, desorientando-nos espacialmente. Esses fatos podem facilmente ser confundidos com fantasmas e almas penadas, especialmente porque somos diferentes e as reaes podem ser sentidas apenas por uma ou outra pessoa mais sensvel. http://www.terra.com.br/curiosidades/ciencia/ciencia_24.htm acesso em 13out2013Rafael Fartaria Som e o Crebro Porque que no ouvimos um tambor numa discoteca mas ouvimos o nosso colega? O crebro tem a capacidade de isolar sons que considera importantes e, a comunicao entre seres Humanos (60-90 Db) to importante que o crebro evoluiu de forma a ouvila em ambientes ruidosos (50-125 Db) Som e a Natureza No Mundo animal o som importante para morcegos voarem (ultrassons), golfinhos nadarem, pica-paus caarem e toupeiras se protegerem... Som e o Mundo J est sendo investigado e utilizado os ultrassons na deteco de cancro e outros, de forma semelhante ao estudo da Terra atravs de ondas ssmicas . Ao contrrio das mquinas de TAC, este mtodo no emite radiao nociva para pacientes e mdicos. 4. Som e o CrebroSe uma pessoa gritasse durante 8 anos, 7 meses e 6 dias, teria produzido energia suficiente para aquecer uma xcara de caf.Som e a Natureza Camaro pistola: um camaro que tem uma pina extremamente forte, capaz de produzir, atravs do ultrassom do impacto entre as garras, uma bolha de ar de mais de 100km/h e 9900C!A erupo do vulco Krakatoa, na Indonsia, em agosto de 1883, emitiu um som que viajou dez vezes mais longe do que o som de uma exploso nuclear. O barulho partiu da ilha de Java, na Indonsia, e foi ouvido na ilha Rodrigues Maurcio, a 4800Km de distncia. Som e o Mundo Pesquisadores alemes desenvolveram uma tcnica que combina luz e ultrassom para visualizar protenas fluorescentes incorporadas no interior de tecidos vivos, em animais vivos, a vrios centmetros de profundidade. A companhia japonesa Toyooka Chuo Seika comeou a vender as Bananas Mozart em supermercados da provncia de Hyogo. As frutas, de acordo com a empresa, so amadurecidas ao som de msicas do compositor clssico Wolfgang Amadeus Mozart. As bananas, produzidas nas Filipinas, passam uma semana em uma cmara de amadurecimento japonesa. O local aparelhado com alto-falantes que tocam o Quarteto de cordas n.17, o Concerto de Piano 5 em R Maior, entre outras obras. leandro Marques http://ameacasonora12c.blogspot.com.br/p/curiosidades.html 5. ILUSES DE PTICA 6. Voc sabia que... A "luz negra", geralmente observada em boates, na realidade emite uma pequena porcentagem de luz violeta e uma grande porcentagem de raios ultravioleta, invisvel ao olho humano. Entretanto, alguns materiais denominados fotoluminescentes, absorvem os raios ultravioleta e devolvem ao ambiente raios com freqncias menores, na regio do violeta. Essa fluorescncia permite efeitos luminosos interessantes, como aqueles observados em boates. Pela mesma razo alguns sabes em p "lavam mais branco": aps a lavagem, a roupa reflete a parte visvel dos raios solares e tambm transforma o ultravioleta em visvel. Portanto, essa pea de roupa emite mais luz visvel do que recebe: " mais branca". Entretanto, isso no significa, necessariamente, que esse sabo deixe a roupa mais limpa do que os outros. Ao olharmos para uma fonte de luz pontual, como por exemplo as luzes de uma cidade a noite, geralmente, observarmos a deformao dessa fonte em nossos olhos (como o desenho de uma estrela de natal). Esse um exemplo simples do comportamento ondulatrio da luz. Ela difratada ao passar pela pupila do olho, ou por entre os clios quando os olhos esto entreabertos. A pupila do olho preta, mas fica avermelhada em fotos tiradas com "flash". O olho humano como uma cmara escura com um orifcio, a pupila (Fig. 8.6). Como, normalmente, a luminosidade maior fora do que dentro do olho, ns enxergamos a pupila preta. Entretanto, o fundo do olho, a retina, intensamente irrigado por vasos sanguneos, o que lhe d uma cor vermelhoalaranjada. Por isso quando uma luz intensa, como o "flash" de fotografia, entra no olho, a cor vermelha preferencialmente refletida. Isso deixa a pupila avermelhada nas fotografias.Figura 8.6 - Estrutura do olho humano 7. Ao observarmos estrelas no cu, s vezes, temos a sensao de s conseguirmos enxergar aquelas mais fracas quando no olhamos diretamente para elas, mas um pouco ao seu lado. Isso ocorre porque em nossos olhos, as clulas mais sensveis a pouca luminosidade, os bastonetes, se situam na periferia de uma parte da retina, onde normalmente formam-se as imagens ntidas. Por esse motivo, algumas pessoas que dizem ver vultos durante a noite podem estar diante desse fenmeno. " noite, todos os gatos so pardos". No sabemos ao certo a origem dessa frase, mas com certeza, ela pode ter uma explicao fsica. Ocorre que a noite, quando a luminosidade pouca, o olho humano mais sensvel regio azul do espectro da luz, menos sensvel ao amarelo e menos ainda ao vermelho. Alm disso, com baixa luminosidade, as clulas responsveis pela viso colorida, os cones, so muito menos sensveis do que os bastonetes que distinguem apenas as diferentes intensidades de brilho e, portanto, correspondem uma viso em preto e branco. Assim, de modo geral, todas as coisas ao nosso redor adquirem uma tonalidade cinza (ou parda) quando a luminosidade do ambiente fraca. Nas guerras, pessoas daltnicas muitas vezes foram usadas para descobrir camuflagens. O olho humano normal possui trs tipos de clulas (os cones) que permitem diferenciar as cores entre si: uma delas sensvel luz vermelha, outra sensvel luz verde e outra, azul. Essas trs cores combinadas em maior ou menor intensidade resultam numa infinidade de tonalidades que enxergamos. O olho daltnico, entretanto, tem falta de um ou, em casos mais raros, de dois tipos de cones. Por isso, o daltnico no enxerga as mesmas cores que a maioria das pessoas enxergam. Como a maior parte dos objetos que vemos, na realidade, refletem luz de vrias cores que, juntas, resultam na cor caracterstica do material, para o daltnico, o verde de uma camuflagem no ter o mesmo tom do verde de uma mata. Muitos animais possuem a viso em preto e branco. Alguns deles, entretanto, enxergam melhor do que o homem, como por exemplo a guia (da vem a expresso "enxergar com olhos de guia"). Outros, como o rinoceronte, so extremamente mopes. Mas o mais interessante que vrios animais enxergam uma parte dos raios infravermelhos. Isso lhes permite caar durante a noite, j que um corpo emite raios infravermelhos conforme a sua temperatura. A viso em trs dimenses (ou esterioscpica) depende muito do fato de possuirmos dois olhos (viso binocular). Voc pode verificar que, ao fechar um de seus olhos, perder grande parte da noo das distncias entre os objetos. Isso ocorre porque os dois olhos captam a imagem do mesmo objeto de posies diferentes, devido distncia entre os olhos. Essas duas imagens so superpostas no crebro, o que d a sensao de 3D. Na realidade, existem outros fatores que influenciam na viso tridimensional, tais como a observao de paralaxe entre objetos e a comparao entre os seus tamanhos. Laser a sigla que quer dizer: "light amplification by estimulated emisssion of radiation". Traduzindo: "amplificao da luz por emisso estimulada". A luz do laser mais intensa do que a luz comum porque um feixe de luz monocromtico (as radiaes so de uma nica frequncia) e coerente porque as ondas esto em fase (as cristas e os vales coincidem). O laser tem vrias aplicaes no cotidiano, tais como: telecomunicao; soldar e cortar 8. metais; medir grandes distncias com preciso; cds e vdeos-discos; holografias; medicina em cirurgias; e endoscopias. Holograma refere-se a fotografias em trs dimenses que contm toda informao em cada poro da sua superfcie. A palavra holograma tem origem grega e significa: holo = todo, inteiro e grama = mensagem, informao. Para produzir um holograma usado um filme sensvel luz que registra a interferncia de dois feixes de laser, sendo um do objeto, denominado feixe-objeto, e outro de luz difusa do laser, chamado feixe de referncia. Esta interferncia armazena toda a informao dos dois feixes de luz. Quando o filme processado iluminado, ele recria o feixe objeto, criando uma imagem em trs dimenses real. http://educar.sc.usp.br/otica/curiosid.htmESPELHOS O aparecimento do espelho, reconhecido como tal, aconteceu por volta dos anos 6.000 a.C. Os primeiros espelhos artificiais, portanto criados pelo homem, eram pedaos polidos de obsidiana, uma rocha de origem vulcnica. Esses espelhos foram encontrados na Anatlia, (agora Turquia), apesar de tambm na Amrica terem sido encontrados instrumentos similares. Posteriormente, os espelhos comearam a ser feitos a partir de cobre polido na Mesopotmia e no Egito, enquanto que na China eram produzidos em bronze por volta do ano 2.000 a.C. Os espelhos de vidro e metal parecem ter sido inventados em Sidon, (que o atual Lbano), no sculo I, enquanto que outros, que surgiram em Roma por volta do ano 77, eram feitos com uma lmina de vidro coberto com ouro sobre uma das suas faces. Durante o Renascimento, alguns artesos europeus aperfeioaram um mtodo que consistia em cobrir uma das faces de um vidro com uma amlgama de mercrio fina. Desconhece-se at hoje a data em que ocorreu esta descoberta, mas no sculo XVI eram j bastante populares, apesar de excessivamente caros. A criao de um espelho feito j com um revestimento de prata atribuda ao qumico alemo Justus von Liebig, quando decorria o ano de 1835. Os mtodos utilizados atualmente na fabricao de espelhos no tm tido muitas variantes desde ento e so essencialmente produzidos pela sobreposio de camadas finas de alumnio (ou prata) sobre o cristal de vidro, tendo o seu preo, claro, diminudo significativamente, tornandose assim mais baratos e de fcil acesso a qualquer pessoa.O som do trovo O raio leva apenas alguns milionsimos de segundos para percorrer o trajeto do cu copa de uma rvore ou ao telhado de uma casa. Em seguida, ouvimos um barulho estrondoso, que muitas vezes dizemos ter sido causado pelo prprio raio. Mas h uma explicao mais precisa para isso. 9. Quando um raio alcana o solo, uma segunda descarga eltrica sobe do cho at as nuvens, seguindo o mesmo caminho que a energia usou para descer. O calor gerado por esse segundo raio faz com que o ar ao seu redor chegue a uma temperatura de at 27 mil C. E como tudo acontece muito rpido, o ar no tem tempo de se expandir e acaba se condensando, aumentando sua presso atmosfrica em cerca de 10 a 100 vezes. Esse ar, ento, acaba explodindo e criando uma onda de choque. essa rpida expanso do ar que causa o barulho que ouvimos. Alis, sabia que voc pode estimar a distncia a que um raio caiu de voc? muito simples. Ao perceber o claro de um relmpago, conte quantos segundos se passam antes de voc ouvir o trovo. Cada segundo passado representa cerca de 340 metros. Depois, basta fazer a conta, multiplicando os dois valores. Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ciencia/14857-5-fatos-curiosos-que-a-fisicaexplica.htm#ixzz2hc2bvvXmCores no cu Poucos fenmenos naturais chamam tanta a ateno quanto o arco-ris. Algumas variaes, como o arco-ris duplo, chegam at mesmo a comover pessoas ao redor do mundo. Como se no bastasse, a explicao para esse fenmeno natural est em uma das capas de discos mais famosas do mundo: The Dark Side of The Moon, da banda inglesa de rock progressivo Pink Floyd. Para quem no conhece, a capa mostra um prisma, ou seja, um poliedro de vidro capaz de refratar a luz do sol, isto , separ-la nos diversos espectros que a compem. E as gotas de chuva, em um dia ensolarado, funcionam da mesma forma, como se fossem pequenos prismas. So as partculas de umidade da atmosfera que refratam a luz solar e deixam o cu mais colorido. Algo que pouca gente sabe que a luz do sol refletida pela lua tambm capaz de criar um arco-ris. No Flickr possvel encontrar fotos do fenmeno ocorrendo noite, composto pelos respingos de gua das Cataratas do Iguau. O visual muito bonito.Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ciencia/14857-5-fatos-curiosos-que-a-fisicaexplica.htm#ixzz2hc2paxNk