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Sistema Nacional de Inovao. Preocupaes nacionais e regionais. O Papel dos atores de inovao. Instrumentos para inovao no Brasil. Seminrio em 20/09/2006 - UFSE

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Cultura para InovaoVIII Semana de Pesquisa - SEMPESqAracaju, Sergipe. Setembro de 2006Roberto Pacheco Programa de Ps-Graduao em Engenharia e Gesto do Conhecimento UFSC Departamento de Informtica e Estatstica - UFSCInstituto StelaFlorianpolis/SC/BrasilCULTURA PARA INOVAO

AgendaSistema Nacional de InovaoVIII Semana de Pesquisa - SEMPESqO Papel dos Atores de InovaoInstrumento para Inovao no BrasilUniversidades e Institutos de P&DEmpresasGovernoPortal Inovao e sua relao com a Cultura pr-inovaoModelos de Anlise da InovaoPreocupaes Nacionais e RegionaisFrum Sul Pblico-Privado de Apoio Inovao Tecnolgica

Roberto Pacheco Instituto Stela EGC/UFSC INE/CTC/UFSCINOVAOSistema Nacional de InovaoNIS National Innovation System ModelFreeman, 1987. Lundvall, 1992 OECD, 1999.1. Sistema Nacional de InovaoVIII Semana de Pesquisa - SEMPESq

Roberto Pacheco Instituto Stela EGC/UFSC INE/CTC/UFSCQuais so os atores e os fatores relacionados a Inovao?VIII Semana de Pesquisa - SEMPESq1. Sistema Nacional de Inovao

Hlice Tripla: Inovao = Governo+Empresa+UniversidadeETZKOWITZ & LEYDESDORFF, 1995 Na abordagem da Trplice Hlice a inovao (e conseqentemente, desenvolvimento econmico e social) de um Pas resultado da sinergia entre trs atores: GOVERNO, EMPRESAS e UNIVERSIDADES.LEYDESDORFF & MEYER, 2003 Governo atua como o ator que propicia condies favorveis inovaoUniversidade atua na formao de recursos humanos qualificados e na gerao de empresas spin-offEmpresa como locus da inovao e do desenvolvimento baseado em conhecimento.

Inovao = G+E+U+RH+Infra+Mercado+Leis...Segundo a Viso Sistmica inovao resultado da interao de um conjunto heterogneo de instituies sob condies econmicas, legais, de infra-estrutura e comerciais.NIS National Innovation System ModelFreeman, 1987. Lundvall, 1992 OECD, 1999.

O que os Modelos de Anlise da Inovao nos mostramAs condicionantes para Inovao em um Pas so responsabilidades compartilhadas por mltiplos atores.A ausncia ou ineficcia de um dos atores implica na incapacidade de todos em gerar uma economia do conhecimento adequada e as condies para gerao de riqueza da nao.

O tempo para a construo nacional de um ambiente propcio inversamente proporcional capacidade inovativaEspecialmente se o objetivo a inovao em nvel globalAgosto de 2006A Cultura necessria Inovao multi-setorial, multi-institucional e multidisciplinar. A Cultura pode criar condies para que cada responsvel coloque o tema da inovao em sua agenda

INOVAOFrum Sul Pblico-Privado de Apoio Inovao TecnolgicaRoberto Pacheco Instituto Stela EGC/UFSC INE/CTC/UFSCVIII Semana de Pesquisa - SEMPESq2. Preocupaes Nacionais e Regionais

Florianpolis, 27 e 28 de maro de 200635 apresentadores e especialistas em inovao70 representantes Setor empresarial192 representantes Setor acadmico e tecnolgico44 representantes do Governo federal, do RS, SC e PR248 inscritos553 internautasFrum Pblico-Privado de Apoio inovao Tecnolgica Regio Sul

Porque inovao catalisadora para a gerao de melhores salrios, de maiores e melhores exportaes e para o crescimento sustentvel das empresasPorque inovao promotora de empregosPorque inovao melhora o nvel de renda da sociedadePara podermos alcanar efetivamente um lugar entre as naes desenvolvidas (especialmente nos tempos da sociedade do conhecimento)POR QUE PRECISAMOS DE INOVAO TECNOLGICA ?

Objetivos do Frum Sul

Divulgao dos Instrumentos pr InovaoNovo Marco RegulatrioLei de Inovao. Lei do Bem. Lei de InformticaPoltica Industrial e de Comrcio ExteriorFomento, Incentivos e SubsdiosMCT Ministrio da Cincia e TecnologiaMDIC Ministrio da Indstria e ComrcioCNPq Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientfico e TecnolgicoFINEP Financiadora de Estudos e ProjetosBNDES Banco Nacional de Desenvolvimento Econmico e SocialABDI Agncia Brasileira de Desenvolvimento IndustrialINMETRO Instituto Nacional de Metrologia, Normalizao e Qualidade Industrial Houve avanos (nos dois ltimos governos) O novo marco regulatrio favorvel H espao para muito mais avanoCompras do governoIncentivos fiscais (2 OCDE)Juros mais favorveis P&DCompra do governo (diminuio de risco) PreocupaesRegulamentaes da lei de inovaoPreviso oramentria para subveno econmica a P&D nas empresasPrincipais Concluses do FrumApresentaes

Os Novos Atores na Cadeia de InovaoAgncias, observatrios ou Institutos de InovaoComo conectar oferta de competncias em C&T e as Oportunidades em InovaoMCT Ministrio da Cincia e TecnologiaFIEP Federao das Indstrias do Estado do ParanUFRGS Universidade Federal do Rio Grande do SulSapiens Sapiens ParqueIEL/SC Instituto Euvaldo LodiFOPROP Frum de Pr-reitores de pesquisa e ps-graduao do SulIFM Instituto Fbrica do MilnioApresentaes Agncias de inovao exercem papel fundamental na aproximao de ofertas e demandas.Exemplos de incentivo a redes e a observatrios do prova da relevncia desses atoresPara implantarem os NITs, conforme previsto na Lei de Inovao, as ICTs encontram como obstculos:Falta de cultura propriedade intelectualFalta de recursos humanos qualificadosNovos custos com descontinuidade financeiraDesconexo com as polticas de fomentoPrincipais Concluses do Frum

Necessidade de Cultura Pr-InovaoInovao para o meio acadmicoInovao para o setor de governo ligado a C&TInovao para o pequeno e mdio empresrioFernando Galembeck UNICAMPCNPq Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientfico e TecnolgicoCAPES Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior ANPROTEC Associao Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos InovadoresABDI Agncia Brasileira de Desenvolvimento IndustrialApresentaesDeve-se extinguir o falso antagonismo entre pesquisa bsica e pesquisa aplicada.Planos institucional de carreira acadmica e avaliao da ps-graduao devem incluir excelncia tecnolgica e incentivar cooperao com empresaH expectativas multi-setoriaisGOVERNOS: definio de prioridades, investir com efetividade (e.g.: editais que promovam redes U-E)EMPRESAS: ver inovao como fator de competitividade; insero em estratgia nacional Nas PMEs: inovao ocorre apenas quando inserida na estratgia operacionalUNIVERSIDADES: formar pessoas com compreenso da sociedade do conhecimento: reconheam inovao como fator estratgicoINSTITUTOS DE TECNOLOGIA: aproximao entre conhecimento (ICTs) e riqueza (empresas+mercado)Principais Concluses do Frum

Pesquisadores no Mundo: Onde esto eles?Joo Oliveira IFM necessrio acelerar a aproximao entre Pesquisa e Inovao.

Mundo AcadmicoLiberdade acadmicareconhecimentoHonorficoLongo prazoCooperativoPublicaes

Dinheiro PoderCurto PrazoSecretorCompetitivoTensoAcrobacia?Mundo ComercialJoo Oliveira IFM

Quanto nos falta no Brasil?Fonte: Cruz, 2000Common KnowledgeNo Brasil 2/3 dos doutores esto nas universidades e menos de 1/3 nas empresas. Nos pases desenvolvidos a proporo inversa.

Grf1

876574565

5676048588

1233616106

Brasil

Corea

Total de cientistas engenheiros

Plan1

BrasilCoreaProp Pop. BrasilProp Pop Corea

Empresas87657456520536671

Universidades567604858831711029

Institutos1233616106145913104

Populao18000000050000000

Plan1

00

00

00

Brasil

Corea

Tota de cientistas engenheiros

Plan2

Plan3

Quanto nos falta no Brasil?Hidden KnowledgeMesmo no ambiente universitrio estamos abaixo do que j se conseguiu nos pases que priorizaram educao. Perdemos no somente em patentes, mas tambm na proporo de artigos indexados.

Roberto Pacheco Instituto Stela EGC/UFSC INE/CTC/UFSCQuais so as responsabilidades dos atores de Inovao?VIII Semana de Pesquisa - SEMPESq3. O Papel dos atores de Inovao

RESPONSABILIDADES DO GOVERNOMarco regulatrio favorvel Regulao da cooperao U-E; Regulao da Propriedade Intelectual; Regulao das Compras do Governo; Regulao para Benefcios Fiscais e Incentivo Pesquisa.Condies macro-econmicas favorveis Juros que estimulem a produo e o investimento em pesquisa e inovao (atratividade e risco).Ser inovador em sua prpria esfera Transparncia nos investimentos, qualidade nos servios sociedade.Compromisso com o longo prazo Os fatores da inovao exigem condies estruturais que so conquistas de mdio e longo prazo. Governantes, legisladores e magistrados precisam compreender seu papel no zelo s diretrizes e polticas de Estado (no de governo).Agosto de 2006

RESPONSABILIDADES DO GOVERNO Agncias de Fomento e de Formao de Recursos Humanos em C&TValorizao da Formao Tecnolgica Bolsas, Incentivos e Polticas de criao de cursos, Criao de um agenda nacional (ex: Cursos Tecnolgicos, Iniciativa Nacional em Inovao).Incentivo Cooperao entre Mltiplos Atores Financiamento a projetos U-E; Incentivo ao intercmbio de conhecimento; Avaliao Condizente dinmica da Inovao Artigos so muito relevantes, mas no podem ser o nico (e, em muitos casos, nem mesmo o principal) fator de diferenciao da qualidade dos processos de formao e gerao de conhecimento em pesquisa.Ao articulada Definio de prioridades de Pas e ao especfica que se articule com o objetivo maior da gerao de condies favorveis Inovao.Agosto de 2006

RESPONSABILIDADES DO SETOR EMPRESARIALViso e compreenso sobre o que inovao Identificar servios, produtos ou processos que podem ser melhorados (ou criados), de forma a gerar mais mercado ou mais produtividade empresa.Identificar fontes de conhecimento Articular com outros atores (especialmente universidades e institutos de P&D) a prtica internacional para empresas inovadoras em nvel global. O Brasil ainda tem como principal fonte de informaes inovao o fornecedor (PINTEC)Exercer autocrtica e crtica Rede Regional de Inovao A empresa tem diretrizes que visem a inovao? A empresa tem-se articulado em seu setor para pressionar por melhores pol