correio rural - ed. 65

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jornal correio rural edição 65

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  • CYMK

    Pgina 23

    Julho de 2012 - Ano 5 - N 65 - O Jornal que fala com o Homem do Campo - Distribuio Gratuita

    Produtores tem condies especiais para quitar dvidas

    Pgina 06

    Preo do leite preocupa produtores

    Milho

    Produodeve ultrapassar70 milhes de

    toneladasPgina 03

  • CYM K

    CYMK

    CYMK

    Suinocultura

    2

    O incentivo a irrigao

    Os agricultores que ainda possuem produto em estoque esto retardando as vendas, visando conseguir valores mais altos nos negcios futuro, pois a tendncia de alta permanece no mercado do RS. Segundo o Acompanhamento Semanal de preos da Emater/RS-Ascar, o valor mdio obteve mais 0,42% em relao semana anterior, passando a R$ 100,17/sc, 23,10% acima da mdia histrica para o mesmo perodo.

    Feijo

    O plantio se encontra praticamente encerrado restando apenas 2% do projetado para ser plenamente concludo. Den-tro de poucos dias dever ser registrado, com mais intensida-de, lavouras que entrando na fase de florao, fase essa crti-ca em relao s instabilidades meteorolgicas. No momento as lavouras se encontram em desenvolvimento vegetativo.

    Pontos de Distribuio do Jornal Correio Rural na regioAJURICABA SINDICATO RURALMERCADO DEPIERIFERRAGENS COTRIJUISUPERM. COTRIJUIAGROCIAPOSTO CENTRALAUGUSTO PESTANAAGRIPLANCASA COLONIALSINDICATO RURALMERCADO PESTANENSELOJA JOSTSUPERM. COTRIJUIBOM GOSTOEQUIPALEITEBOA VISTA DO CADEADOCORREIOPADARIA BOA VISTASICREDIPOSTO IPIRANGABOZANOESCOLA PEDRO COSTA BEBERCOTRIJUIPOSTO BOZANOAGRO-VETERINRIA BOZANOCATUPEAGROP. GIRASSOLSINDICATO RURALCASA RURALPOSTO BURMANNSUPERMECADO COTRISAAGROCENTROLOJA JOSTNEDEL DELLA CORTEAGRO CAMPOEMATERCORONEL BARROSCOTRIJUI

    COMERCIAL KIRCHNERLOJAS JOSTEMATERCASA DO PRODUTORPOSTO LARACONDORPOSTO COTRIPALSINDICATO RURALPOSTO LATINA DO CENTROMERCADO AVENIDAJOSCILCRUZ ALTASTARMAQCRUZAUTOMARASCA SEMENTESCENTROSUL NEG.RURAISGARAFFA AGROCOM.RAZERAREDEMAQREBELATTO FARM. VETERINRIACRUZ ALTA AGRCOLAAGRICRUZSUL PEASEUGNIO DE CASTROMERCADO FRISKEPOSTO EVERLINGMERCADO WILDNERSIND. RURALJIACOTRIJUIPOSTO STA. TEREZINHASIND. RURALLOJA JOSTVET. BICHO DE SETE CABEASIJU SCHULZ MAT. CONSTRUO ISCHULZ MAT. CONSTRUO IIARCO RISTRATOR SUL

    REDEMACAGROVELIROPELCENTRAL DA CONSTRUOFERRAGENS COTRIJUICOTRIJU-ATEND. AO PRODUTORHORTISULSINDICATO RURALASSOC. ARAIOSTER PNEUS/CHOROESCOLA BARREIROESCOLA CHORONOVA RAMADA COTRIJUIPANAMBIVET. IVO GAERTNERCASA PRODUTOR DE LEITECOMERCIAL TRENTINIINNOVAPOSTO BR CENTRALSINDICATO RURALSEMENTES VAN ASSPEJUARA COOPERLATESINC.DOS TRAB. RURAISSINDICATO RURALREBELATTO FARM. VETERINRIASICREDI COTRIMAIOSANTO AUGUSTOSINDICATO DOS TRABALHADORES RURAISCOOMACELPLANTASULLUPA AGRCOLASUPERMERCADO PARA TODOSAGROPECURIA FORTETARUM PREFEITURA MUNICIPAL

    Trigo

    Alface

    Aps passar por momentos difceis impostos pelo clima, a cultura encontra-se plenamente recuperada. As primeiras reas implantadas aps as perdas pelas intensas geadas do ms pre-trito comeam a ser colhidas, estando as plantas com timo aspecto e colorao, face sanidade e ao vi-gor adquiridos. Pelo perodo de forte de-presso na oferta da espcie, o mercado encontra-se bastante demandante, facilitando o fluxo comercial e a manuteno de cotao remu-neradora da cultura. Preos pra-ticados entre R$ 0,70 e R$ 1,00/un (p) para a americana, lisa e tambm a crespa.

    Estamos vivendo em um cenrio um tanto quanto diferente e momentneo comparado a outros anos. A forte seca que afetou o Rio Grande do Sul, est fazendo com que os produto-res de gros se preparem de uma forma diferente para as prximas safras.

    Um grande fator que est sendo esquecido no pelos produtores, mas sim por parte do governo Federal e Estadual o incentivo a irrigao. Muito se fala, mas muito pouco se faz em linhas de mi-crocrditos e financiamentos destes equipamentos para os produtores. Especialistas j afirmam que a gua vai estar cada vez mais escassa no somente no nosso estado e Pas, mas sim no mundo todo.

    Acreditamos que com um incentivo mais foca-do para os produtores, nossas lavouras e nossas produes, no sejam to afetadas com secas que possam vir em um futuro.

    Como vimos neste ltimo vero, no somente as lavouras e plantaes foram afetadas, mas sim animais e diversos setores de alimentao. O mo-mento de o governo pensar mais em respeito s polticas de irrigao e dar um auxlio melhor e mais justo a todos os produtores. Incentivar a irri-gao! Essa afirmao tem que ser diagnosticada com mais eficaz e com mais idoneidade por parte dos rgos responsveis.

    Cada passar de ano, vamos viver crises em di-versos setores, mas se desde agora comearmos a nos precaver, as coisas podem mudar. Vem a mais um vero com grandes temperaturas e com pouca chuva.

    Forrageiras

    As plantas forrageiras naturais e cultivadas esto sofren-do devido s fortes geadas e s baixas temperaturas das l-timas semanas, que esto afetando seu desenvolvimento e retardando seu rebrote. O campo nativo, apesar das chuvas dos ltimos dias, no apresentou recuperao significativa na maior oferta e qualidade do pasto para os animais.

    Os suinocultores continuam descontentes com o retorno econmico obtido com a atividade e esto realizando manifes-taes regionais de protesto, pois a atividade vem enfrentando grande crise, j que o custo de produo aumentou muito, em virtude do aumento dos custos de produo, especialmente do aumento de preo do milho e do farelo. A indstria acumu-la estoques pela dificuldade de exportao. Expectativa com relao misso russa que est inspecionando frigorficos do Rio Grande do Sul visando ao retorno das exportaes. O milho balco estiagem est disponvel para aquisio pe-los criadores nas unidades armazenadoras em diferentes mu-nicpios do Estado. O milho na regio de Erechim est sendo comercializado a um preo que varia en-tre R$ 23,00 a R$ 28,00 por saca, o quilo do fa-relo de soja est entre R$ 1,00 e R$ 1,30 e o preo do quilo de suno vivo per-manece inalterado em R$ 1,90 para os produtores inte-grados.

    Uva

    Intensifica-se a principal pr-tica cultural da estao fria, que a poda seca ou de inverno, principalmente nas regies mais quentes do Estado, como o noro-este e a central. Mesmo assim, no est havendo o avano da forma tra-dicional, face lembrana das fortes geadas do incio de junho e a desconfian-a de que outras ondas de frio estejam por ingressar e afetar a brotao.

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    Governo est realizando aes para escoar o milho das regies produtoras para as deficitrias

    O Brasil vive uma situao privilegiada pela elevada estocagem de milho que dispe. Segundo o secretrio de Poltica Agrcola do Ministrio da Agricultura, Pecuria e Abas-tecimento (Mapa), Caio Rocha, o maior e mais confortvel es-toque da histria e, mesmo que o Pas exporte 12 milhes de tone-ladas, o estoque ainda ficar por volta de 13 milhes de toneladas, o maior da srie dos ltimos dez anos. A produo de milho est estimada em mais de 70 milhes de toneladas, contabiliza.

    Diante desse cenrio favor-vel, o Governo vem gestionando aes para escoar o milho das regies produtoras para as defi-citrias. Atualmente, em funo da conjuntura de seca que atingiu a lavoura americana de milho,

    as estimativas de safra encolhem a cada divulgao do relatrio do Departamento de Agricultura americano.

    No incio de julho, a projeo era de 370 milhes de toneladas, atualmente est em 300 milhes e a tendncia cair mais. Esse movimento disparou os preos do produto impactando os mercados mundiais. Se por um lado os pro-dutores e exportadores brasileiros esto satisfeitos, por outro, a in-dstria de carnes est apreensiva. O ministrio possui instrumen-tos para regular o mercado e ga-rantir o abastecimento de milho, e o principal deles o produto, que atender as necessidades de criadores de frangos, sunos e das bacias leiteiras expressivas no mercado brasileiro, assegura Caio Rocha.

    Associao dos Apicultores poder firmar convnio

    com universidades

    Representantes da Associao dos Apicul-tores de Iju reuniram-se com o Poder Executivo no dia 03 de agosto para tratar sobre a revitaliza-o da sede da associa-o e programao de um seminrio de apicul-tura. Na oportunidade foi destacado o encontro do Executivo e de represen-tantes da Uniju com a

    professora e pesquisado-ra da Universidade Fede-ral de Santa Maria Eliza-beth Dockon, que teve o propsito de apresentar um possvel convenio interinstitucional entre a Uniju, UFSM e Asso-ciao dos Apicultores de Iju para aprimorar e incentivar a produo de prpolis para fins tera-puticos.

    Investimentos superiores a R$ 1,5 milho para reforar controle da Raiva de Herbvoros

    governo do Estado, em parceria com o Governo Federal, est investindo mais de R$ 1,5 milho de reais no reforo da campanha de combate raiva herbvora. O trabalho de rotina realizado por dez n-cleos de Combate Raiva vai ser intensificado a partir da constatao do aumento do nmero de focos nos ltimos meses, em funo da estiagem prolongada. Com a falta de chuvas, diminui a umidade dos esconderijos habituais dos morcegos transmissores da doena, que foram obrigados a migrar para regies onde a incidncia no era registrada. Os veterinrios da Secretaria da Agricultura, que trabalham campo,

    receberam 12 novas camionetes, aparelhos de GPS e redes novas. Os Ncleos de Combate a Raiva que

    recebero os veculos esto localizados nos municpios de Cruz Alta, Piratini, Ta-

    quara, Porto Alegre, Lagoa Vermelha, Ibiraua-ra, Cachoeira do Sul, Santa Maria e Porto Mau. Alm disso, conforme Mainardi, foram assegurados recursos para o pagamen-to das dirias e tambm do combustvel. A

    campanha, que conta com o apoio do Fundo de Defesa Sanitria (Fundesa), alm da intensifi-

    cao das atividades de campo, tambm contar com veiculao de mdias em emissoras de rdio

    das regies atingidas e com o desenvolvimento de um trabalho de educao sanitria.

    Atualmente, segundo dados do Departamento de Defesa Agro