correio rural 19 de fevereiro de 2016

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Correio Rural 19 de fevereiro de 2016

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  • FUNDADO EM 25 DE NOVEMBRO DE 1912 | ANO 104 | NMERO 5.273 | 19 DE FEVEREIRO DE 2016 | R$ 1,00

    www.correiorural.com.br

    H 103 anos o seu jornal de Viamo

    Asfalto da Gildo e da Estalagem

    Contracapa

    O grande Viana Pgina 3

    A musa do veroContracapa

    BELEZA VIAMONENSE

    Grande feira de material escolar

    Rua Cirurgio Vaz Ferreira, 227Atrs da Caixa DguaCentro - ViamoFone 3046-4859 Parcelamos nos cartes: Visa, Master, Hiper, Banri, Elo e AFEV

    CADERno CAPA DuRA200 FolHAs 10 MAtRiAs 1 CADERno - R$ 7,90 2 CADERnos - R$ 15,00

    CADERno CAPA DuRA 96 FolHAs 1 CADERno - R$ 3,902 CADERnos - R$ 7,00

    Estojo EsColAR A PARtiR DE R$ 7,90

    CADERno CAPA DuRA 400 FolHAs A PARtiR DE R$ 17,90

    Prom

    oo por tempo lim

    itado ou enquanto durarem os estoques

  • 19 DE fEvErEIrO DE 2016WWW.COrrEIOrUrAL.COM.Br2

    A cada instante so incre-mentados os estudos para a melhoria da mobilidade urbana. H um crescimento dos desafios para mobilidade nas cida-des que se alinham nas discusses. Viamo se inclui nesta situao.

    Segundo pesquisas, at 2030 a estimativa de que a frota de car-ros a trafegar nas vias das regies metropolitanas deva crescer cerca de 3% ao ano. Alm disso, aproxi-madamente 75% da populao vo morar nas zonas urbanas das cida-des at 2050.

    Sabe-se, tambm por pesqui-sas, que 47% das pessoas adota o automvel como principal meio de transporte. Ainda pelas pesquisas, ficou se sabendo que a priorida-de ao carro intensificou-se, visto que 38% das pessoas trocaram de transporte nos ltimos cinco anos mudando de transporte pblico para carro ou moto. Os nmeros mostram que 17% passaram a an-dar a p. Esses nmeros, por si s, exigem criativas solues para a circulao de tantas pessoas e car-ros dentro das cidades.

    Os desafios so grandes e no basta apenas os estudos para compartilhar transporte pblico ou particular. Tambm so neces-srias ferramentas modernas que contribuam para melhor gesto dos espaos e vagas em centros de compras, prdios comerciais e locais pblicos. Os longos per-odos de tempo presos no trfego afetam a qualidade de vida dos motoristas e aumentam os riscos de acidentes.

    A busca por melhorias leva-r a um trfego melhor nas vias, principalmente se considerarmos aspectos como a segurana do usurio e at mesmo os impactos socioambientais.

    EDITORIAL

    Mobilidade urbana

    EXPEDIENTE

    CORREIO RURAL uma publicao da MV Santos Editora Ltda.

    CNPJ 15308385/0001-26.

    Rua Marechal Deodoro, 274- Centro - Viamo - RS - Fone (51) 3485.1313 -

    CEP 94410-000

    jornal@correiorural.com.br www.correiorural.com.br

    Diretor e Editor MILTON ZANI DOS SANTOS Jornalista Reg. MTb n 4506

    milton.santos@correiorural.com.br

    Circulao: Semanal Tiragem: 3.000 exemplares

    Editorao: MV Santos Editora Impresso: Grupo CG

    O Jornal no se responsabiliza por conceitos emitidos em matrias assinadas.

    Detalhes As crnicas do cotidiano e as informaes de bastidoresPOR MILTON SANTOS

    E o futuro do Brasil?...

    OMASKARA

    Direito de respostaJ abro a coluna saudando ao vereador Serginho Kumpfer

    (PT) que pediu direito de resposta sobre o meu comentrio

    sobre a sua crtica urgncia dos projetos enviados pelo Exe-

    cutivo. O espao est aberto, vereador. Democraticamente,

    com todo o respeito e considerao. s enviar!

    Oposio oficialSerginho, assim como outros nomes do PT, esto assistindo

    passivamente as turmas do PDT e do PSOL se alarem con-

    dio de oposio oficial de Viamo.Mesmo com todas as crticas que a administrao petista

    possa sofrer, e sofre, Serginho, Ridi e Cia ainda tm mais conte-

    do para mostrar do que os discursos vazios de lgica e cheios

    de demagogia popularesca de Godoy e Eda.

    O PSOL busca se consolidar como os coitadinhos, os sem

    dinheiro, os nanicos lutando contra Golias. Esquecem que o

    povo no acredita mais em salvadores da ptria, precisam

    apresentar propostas viveis, prticas e de fcil execuo.

    Nesta semana, com o anncio da deputada Manuela de que

    no concorrer Prefeitura de Porto Alegre, j correram para se

    grudar nela, de olho nos milhares de votos que teve em Viamo. Tambm tem a Rede, mas essa ainda uma incgnita.

    Ningum v o seu rosto,mas ele est em todos os lugares

    Os bastidores...Imagina se a populao soubesse que alguns lees de

    Facebook quando se encontram com o prefeito em salas

    privadas se tornam uns gatinhos, daqueles que ficam se en-roscando na perna da gente. Uns fofos!

    Os ogros no so to bravos quanto parecem...

    Pacote arrasa oposioEm reunio de governo realizada no final da tarde de quin-

    ta-feira, o prefeito Bonatto e o caminhante vice Andr Pache-

    co, revelaram os investimentos que sero feitos em pavimen-

    tao no municpio.

    Da Vila Elsa Vila Ara, passando pela Santo Onofre, Lis-boa, So Lucas, Itapu e guas Claras, o governo fechar seu

    quarto ano de mandato com mais de 60 quilmetros de asfal-

    tamento ou pavimentao com PAVs. Alm disso, esto pres-tes a serem entregues ampliaes de UBS, CRAS e escolas.

    Nos primeiros dias de aula, todos os 25 mil alunos recebero

    os to falados uniformes escolares.

    Bonatto mesmo em meio crise, mostra flego para exibir

    obras, o que em ano eleitoral fundamental para quem pre-

    tende manter o projeto no poder.

    CriseAgora a vez de Jos Fortunati que anuncia a possibi-

    lidade de atrasar salrios do funcionalismo da capital. Pra-

    ticamente todas as grandes cidades do estado esto ou j

    estiveram nesta situao. mais um ponto para Bonatto e

    Andr, salrios sempre em dia.

    Fazia rpida caminhada pelo centro da cidade, buscando alguma sombra para fugir da inclemncia do sol, quando encontrei um velho amigo de bate-papo na juno das ruas Cirurgio e Francisco (onde os Vaz Ferreira se cruzam). Aps os costumeiros cumprimentos, ele me perguntou:

    - E a! O que tu achas do futuro do Brasil?Entre sorrisos e silencioso pensar, a pergunta ficou no ar pois no

    soube como responder. Despedimo-nos.Agora, sentado frente do computador e dedilhando o teclado para

    montar este texto, procuro uma maneira de responder pergunta do amigo. Vm-me mente alguns fragmentos da Histria do Brasil, advindos dos bancos escolares e trazidos de leituras diversas que fao diariamente.

    De seu descobrimento, por Pedro lvares Cabral, em 1500, o Brasil colnia de Portugal foi, praticamente, abandonado por mais de 300 anos. Praticamente, sim, pois ficou liberado para a Inglaterra explor-lo. Os magnficos seculares palcios do Reino Unido e a nababa ostentao da corte inglesa, tm na sua base, no seu mago, muito das riquezas levadas da farta Ilha de Vera Cruz. Em 1808, D. Joo VI e sua corte fugiram de Napoleo Bonaparte e vieram se alojar na colnia Brasil, transformando-a em Reino Unido de Portugal e Algarves. Com auxlio dos ingleses que, em troca, tiveram os portos abertos nao amiga. Ou seja, a explorao inglesa at ento dita clandestina, passou a ser oficial, devidamente autorizada. Depois tivemos os desdobramentos imperiais de 1822 a 1889, quando Dom Pedro I e Dom Pedro II alavancaram algum desenvolvimento, alicerados por inmeros latifundirios escravocratas, militares dependentes de remunerao obscura e polticos ardilosos, exploradores e vidos do poder. Todos embarcaram na Repblica a partir de 1890, fazendo parte de uma Histria evolutiva mais recente, onde a democracia apenas uma palavra pronunciada da boca para fora. No chega ali na esquina. Polticos e empresrios, uma imensido, que se apoderam do pas para explor-lo e a seu povo usufruindo das vantagens de serem detentores dos poderes e do dinheiro para negociatas. Isso que nem falamos nas Capitanias Hereditrias e nos Governos Gerais.

    O Brasil de hoje, 2016, sculo XXI, o presente, o Brasil do futuro moldado l atrs, o passado. Pensar agora como ser o Brasil no futuro, s l por 2315 os que aqui estiverem podero dizer pois vo viver o presente. Entenderam?

    Scrates, ao ser elogiado por pitonisas, 400 anos a.C., como sbio, sobre o futuro, ele disse: S sei que nada sei. Serei Scrates, ento, para responder pergunta do meu amigo...

  • 19 DE fEvErEIrO DE 2016WWW.COrrEIOrUrAL.COM.Br 3

    PANOpra manga

    POr PANO TerrA

    Pois, reprter de araque que sou, conheci uma cidade aqui no Piau: Viano. Isso mesmo! Viano.

    o grande VianaEstou no Piau. Sim, o Piau existe. Tambm sempre achei que era uma pega-

    dinha. Mas posso garantir que ele est aqui. Percorro, desde o incio da sema-na, Maranho e Piau. A nova fronteira agrcola do pas. S volto em maro. Fao tudo que posso para ajudar a tirar o Brasil do atoleiro que os incompetentes e corruptos petistas nos meteram. Hoje estou em So Raimundo Nonato, na Serra da Capivara. Fa-lando em capivara, gosto daquela piada em que um pai vai escola depois da filha re-clamar de bullying. Recebido pela diretora, esta pergunta:

    - Quem sua filha? E o pai responde: - aquela gorducha ali com cabea de

    capivara!. Hahaha! Atualmente sou o seu reprter

    Correio Rural para descortinar o Brasil. Ainda criana, adorava quando o reprter e correspondente internacional Hlio Costa aparecia no Fantstico. Isso era anos 70. Voc lembra? Seno me engano naquela poca, aos domingos noite, antes do Fantstico, passava Cyborg, o homem de 6 milhes de dlares. Ou era depois? No lembro. Hoje em dia at o pereba do Bolaos custa 6 milhes de dlares. Tempos depois, Hlio Costa, mineiro de Barbacena e hoje com 77 anos, retorna ao Brasil e vira poltico (deputado e senador). Seu final de carreira se deu ao ser no-meado Ministro das Comunicaes do primeiro governo do ex-Presidente Lulla, o cago. O homem que deve, teme e foge. Mas no para o stio. Sujou.

    Pois, reprter de araque que sou, conheci uma cidade aqui no P