correio rural 14 de agosto de 2015

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Correio Rural 14 de agosto de 2015

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  • FUNDADO EM 25 DE NOVEMBRO DE 1912 | ANO 103 | NMERO 5.251 | 14 DE AGOSTO DE 2015 | R$ 1,00

    www.correiorural.com.br

    H 102 anos o seu jornal de Viamo

    Entrega de asfaltos na Viampolis

    Contracapa

    NOVO ENDEREO Av. Sen. Salgado Filho, 9908 Pda. 57

    Fone 3054.0504 - Em frente ao Cabritos

    LAVA SECA PASSAEspecializados em: edredons - tapetes

    Arraial na Santa IsabelContracapa

    mAIS quAlIdAdE nAS VIAS

    Procon cada vez mais perto de Viamo

    Contracapa

    Professores estaduais reivindicam

    Pgina 5

    Anncio de obras no So Cristvo

    e Viamar Pgina 4

    Casa dos Aores faz doao de livros

    Pgina 4

    Choro de vencedor Pgina 3

  • 14 de AGOSTO de 2015WWW.CORReIORURAL.COM.BR2

    Est nesta edio do CR e no nosso site, a informao de que o municpio de Viamo ir viver, de 21 a 28 de agosto, a dci-ma edio da Semana da Pessoa com Deficincia. A informao mostra, tambm, que o tema da referida se-mana Os espaos e as conquistas se fazem com as Leis, com humani-dade e sensibilidade.

    Antes de enaltecer esta realiza-o, que j vem de dez anos, pre-ciso reconhecer o trabalho que vem sendo realizado em Viamo para dar s pessoas deficientes o apoio e o reconhecimento como seres aptos a desenvolverem atividades nos mais diversos segmentos da sociedade.

    Por exemplo, temos em diversas empresas locais, e em variados ra-mos de ao, uma gama enorme de deficientes exercendo funes e re-alizando tarefas, todos devidamente reconhecidos pelo trabalho realiza-do e sendo remunerados na forma da lei, sem preconceitos. Se olhar-mos para o lado das atividades de esporte e lazer, temos vrias pessoas com deficincia sendo protagonistas em competies, inclusive com des-taque em vitrias significativas.

    o bom trabalho viamonense desenvolvido por entidades que li-dam diretamente com a deficincia e por rgos governamentais dirigidos ao atendimento dos deficientes. Isso eleva o status do municpio, colo-cando-o num patamar de importn-cia comparvel aos melhores ndices conseguidos em todo o Brasil.

    E prova est de que o nosso pas cuida destas pessoas de forma com-petente, de tal sorte que, neste pre-ciso momento, nos Jogos Parapana-mericanos, realizados no Canad, os brasileiros esto em primeiro lugar no quadro de medalhas, obtendo vitrias nas competies disputadas com atletas de pases de maior fama nas Amricas.

    Vamos, ento, aguardar a rea-lizao da Semana da Pessoa com Deficincia salientando que o enga-jamento de todos um ato impor-tante para que, cada vez mais, haja o crescimento das aes em busca de uma bem sucedida incluso.

    EDITORIAL

    A incluso

    EXPEDIENTE

    CORREIO RURAL uma publicao da MV Santos Editora Ltda.

    CNPJ 15308385/0001-26.

    Rua Marechal Deodoro, 274- Centro - Viamo - RS - Fone (51) 3485.1313 -

    CEP 94410-000

    [email protected] www.correiorural.com.br

    Diretor e Editor MILTON ZANI DOS SANTOS Jornalista Reg. MTb n 4506

    [email protected]

    Circulao: Semanal Tiragem: 3.000 exemplares

    Editorao: MV Santos Editora Impresso: Grupo RBS

    O Jornal no se responsabiliza por conceitos emitidos em matrias assinadas.

    detalhes As crnicas do cotidiano e as informaes de bastidoresPOR MILTON SANTOS

    Joga fora o cigarro

    OMASKARA

    Meningite, responsabilidade e carterNo sou mdico, no tenho condies tcnicas ou de conhe-

    cimento para afirmar aqui neste espao, ou em qualquer outro espao, se h ou no surto de meningite no municpio. O que eu fao? Acredito em teorias conspiratrias de pessoas que sequer conheo? Ou acredito na verso oficial do Governo?

    Quando se trata de sade pblica, de vidas, no existe espa-o para achismos, boatos, fofocas, segundas intenes. triste

    ver agentes pblicos, que tm seguidores, eleitores, comunida-des, usar o seu espao de comunicao para disseminar infor-

    maes truncadas. Uma corrente de informaes de preveno

    seria muito mais til neste momento. No s falta de responsa-bilidade, falta de carter.

    Reunio de esclarecimentoSegundo informaes da assessoria da Cmara, hou-

    ve uma reunio na quinta-feira, com um grupo de cidados, Prefeitura, vereadores e secretrias municipais e estadual de Sade. Nela foram tiradas as dvidas tcnicas da populao e explicado o porqu Viamo no est recebendo vacinao em massa.

    Espera-se que depois dessa palavra oficial, ao vivo, esses

    agentes pblicos faam a sua parte, tenham responsabilidade.

    Ningum v o seu rosto,mas ele est em todos os lugares

    Informao oficialCorreu o zunzunzum na cidade, esta semana, de que ha-

    via trocado o comando do 18 BPM de Viamo, e que o Ten. Cel. Marcelo Giusti havia sido substitudo. Mas ficou s no blablabla. Ningum sabe nada. Os telefones da Brigada no atendem.

    Seria bom o comando da BM fazer um comunicado ofi-cial para que a comunidade fique informada com preciso.

    Sartori e as FundaesTenho visto diversas manifestaes quanto inteno do

    governador Jos Ivo Sartori em terminar com algumas Fun-daes do Governo, tais como a Zoobotnica e a Fundergs, entre outras. Pelo que li, as funes destes rgos seriam absorvidas por Secretarias de Estado, e outras poderiam ser

    transformadas em parcerias pblico-privadas.O Governo do RS est em profunda crise financeira,

    preciso modificaes profundas, de conceito e de gesto. Enxergo que terminar com estruturas gigantes, eivadas de presidentes, diretores, assessores e outros agentes polticos e otimizar os processos tcnicos de trabalho uma atitude correta.

    Quem no conhece aquele poltico que no se elegeu e se encostou numa dessas Fundaes? Aquele assessor de deputado que sobrou na Assembleia e beliscou uma teta numa dessas instituies.

    A gritaria est sendo grande, pois tem muito cargos em

    jogo, muitos interesses sendo contrariados, muito cabide de

    emprego que pode ser desmanchado.

    O agosto j chega na sua metade. O ms que deveria ser um incentivo ao cobertor e s roupas de l, converteu-se num magnfico perodo de vero. Fato, alis, que no surpreende somente a ns, simples mortais que temos de enfrentar e aguentar as temperaturas que nos so entregues, mas tambm aos meteorologistas, profissionais que precisam informar as condies climticas. Quando acertam nas previses so enaltecidos, quando erram so criticados. Mas o agosto est a com os dias ensolarados e calorentos.

    Botei a mo num calendrio e comecei a folhar as suas pginas. Serviu para certificar-me daquilo que no novidade, ou seja, cada dia do ms uma data que enaltece algum fato que pode ser comemorativo ou no. Por exemplo, 1 de abril o Dia do Trote, mais popularmente falando, o Dia da Mentira.

    Pois no agosto descobri que o 29 o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Se bem que este combate deve ser dirio, sem data especfica. O tabagismo considerado pela OMS a principal causa de morte evitvel em todo o mundo. Evitvel pela conscincia que cada um deveria ter com relao ao assunto. Um tero da populao mundial adulta ainda fumante. 47% de toda a populao masculina e 12% da populao feminina no mundo so fumantes.

    Foi neste agosto de 2015, folhando as pginas de um calendrio e descobrindo o alerta do dia 29, que me caiu a ficha. Um fato ocorrido h 30 anos, que no deveria ser esquecido, saiu-me da memria quando, ao contrrio, deveria ser comemorado. Era 1985, agosto. Noite, fazia um frio terrvel, uma chuvinha fina ajudava a enrijecer os ossos. Sa, por volta

    de meia-noite, de uma reunio no salo paroquial. Ficara sem cigarros. Procurei algum bar aberto no centro da cidade. No havia. Passei a noite sem fumar. No dia seguinte, pela manh, foi direto fazer a compra de um mao de cigarro Continental. No sei o que aconteceu. Deu-me um estalo. Pensei: se ficara uma noite sem fumar, por que no ficar uma manh? Ao meio-dia fui em busca do desejo. Novo estalo. Por que no passar o resto do dia sem fumar? Em sntese, fui prorrogando a compra.

    Neste ms de agosto completo 30 anos sem fumar.O fumo algo muito srio, muito nefasto. Vejam: em 2013

    (dois anos atrs) fui ao mdico para exames rotineiros. Ele olhou um dos exames e perguntou-me: - O quanto fumas por dia?. Disse para ele que havia parado de fumar h 28 anos. Ele cumprimentou-me e mostrou o resultado do exame onde ainda constavam traos de nicotina.

    Ento, vamos comemorar. Voc que fuma, pare! J! Aproveite este agosto para daqui h 30 anos relembrar, como eu estou fazendo agora, com muita satisfao.

  • 14 de AGOSTO de 2015WWW.CORReIORURAL.COM.BR 3

    PANOpra manga

    POr PANO TerrA

    Foram to somente trs pontos perdidos. E vai ter volta! Eis o choro de um vencedor.

    Choro de vencedorDesde que vrios ingleses, em 1863, se reuniram em um pub dizem que

    estavam todos bbados - para definir as regras do futebol e as variaes do ta-manho do campo, eles no sabiam mas estavam ali inventando uma paixo mundial. Plagiei a primeira frase do Dr. Eduardo Gonalves na coluna da ltima quarta-feira na Folha de So Paulo. Eduardo Gonalves , com a bola e com a ca-neta, um gnio mais conhecido como Tosto. Como todos sabem sou colorado, muito colorado. Sou sobrinho-neto de um presidente colorado, Ccero Ahrends, dirigente do Inter em 1935. Mas no domingo passado estive na hora e no lugar errado. Fui a Arena. E, pior, no meio da torcida gremista. Minha fama de p-frio (artificialmente criada por desafetos) no se sustenta. Estive no Gigante da Beira Rio em todas grandes conquistas coloradas. S no estive na conquista da Copa do Brasil de 1992, um campeonato menor, vencido por times pequenos como Paulista de Jundia, Santo Andr, Cricima, Juventude e Grmio.

    Mas como estava dizendo, estive domin-go no Gre-Nal e vos informo: o estdio do Internacional muito superior ao do Gr-mio, at porque o Beira Rio foi reformado e o Olmpico est em runas. J a Arena OAS um timo estdio, pena a localiza