correio rural 13 de maio de 2016

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Correio Rural 13 de maio de 2016

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  • FUNDADO EM 25 DE NOVEMBRO DE 1912 | ANO 104 | NMERO 5.284 | 13 DE MAiO DE 2016 | R$ 1,00

    www.correiorural.com.br

    H 103 anos o seu jornal de Viamo

    Pr-Morar contar com Unidade de Sade

    Pgina 4

    PSOL lana candidatos a prefeito e vereadores

    Pgina 4

    Dos leitores Pgina 3

    Prefeitura rene Polcia, Brigada, Estado e

    entidades em busca de mais segurana

    Consultrio MdicoRua Coracy Prates da Veiga, 77 Viamo Centro

    Fone 3485.1383

    Dr. Belmar Andrade Cremers 4444 Cardiologia

    Dra. Irene Menezes Cremers 4390 Dermatologia

    Dra. Michele da Silva CRN 8083 Nutrio e Auriculoterapia

    Dr. Eduardo Dias Lopes Cremers 9372 Clnica e Cirurgia Geral

    Dra. Mrcia Michele de Souza CRP 07/13.731 Psicologia

    Reunio que marca o incio de uma srie de aes aconteceu na tarde de quinta-feira, dia 12. Novas viaturas para a Guarda Municipal

    e fiscalizao de trnsito tambm foram entregues. Pgina 3

  • 13 DE MAIO DE 2016WWW.CORREIORURAL.COM.BR2

    O Brasil vive uma novela em seu desdobramento polti-co. Esta semana saiu a Pre-sidente Dilma e entrou o Presidente (Vice) Temer. Depois de uma delonga poltico-judicial. Mas o drama j vem se arrastando desde o Mensalo, o Pe-trolo, etc. e suas diversas fases, o que, de certa forma, influi nas decises. O certo que a populao brasileira est dividida. Alguns aplaudem as decises tomadas, sendo que estas mesmas de-liberaes so repudiadas por outra parte da populao. H aquelas pes-soas que no so contra nem a favor e que esto P da vida com a maioria dos polticos que comandam as coisas no pas.

    A verdade que o brasileiro no escolhe (na hora do voto) aquele mais honesto ou naquele que apresenta as melhores propostas de governo duran-te a campanha. E a d no que d. Os interesses pessoais e polticos entram na frente.

    E a ouve-se nos discursos, de prs e de contras, e tambm de indi-ferentes, de que preciso defender a democracia. O que significa, mesmo, a democracia? O economista brasilei-ro, Rodrigo Constantino, um dia disse aquilo que, consideramos, seja a defi-nio exata: Precisamos lutar dentro da prpria democracia com as armas da legalidade, respeitando o imprio das leis. Ento, no Brasil de agora, to-dos lutam pela democracia, dentro da democracia. Cabem as perguntas, po-rm: Quem usa as armas da legalida-de? Quem respeita o imprio das leis?

    preciso que ambas as partes que lutam e buscam a democracia, agora, no nosso amado Brasil, respeitando a Repblica Federativa que temos, fa-am uma reflexo para saberem o que, realmente, entendem de direito. pre-ciso que ponham a mo na conscincia e que reconheam a verdade. No se pode atirar a primeira pedra, porque o pecado pode estar sendo lanado por ns mesmos.

    Defender este ou aquele, repudiar isto e aquilo, no democracia. Esta chega quando todos tenham a mesma conscincia cuja regra ditada pela lei.

    EDiTORiAL

    Pela democracia

    EXPEDIENTE

    CORREIO RURAL uma publicao da MV Santos Editora Ltda.

    CNPJ 15308385/0001-26.

    Rua Marechal Deodoro, 274- Centro - Viamo - RS - Fone (51) 3485.1313 -

    CEP 94410-000

    jornal@correiorural.com.br www.correiorural.com.br

    Diretor e Editor MILTON ZANI DOS SANTOS Jornalista Reg. MTb n 4506

    milton.santos@correiorural.com.br

    Circulao: Semanal Tiragem: 3.000 exemplares

    Editorao: MV Santos Editora Impresso: Grupo CG

    O Jornal no se responsabiliza por conceitos emitidos em matrias assinadas.

    Detalhes As crnicas do cotidiano e as informaes de bastidoresPOR MiLTON SANTOS

    OMASKARA

    Virada de pginaO Brasil viu mais uma pgina da histria ser escrita nesta

    semana. O afastamento da presidente Dilma Rousseff, que tem tudo para se tornar definitivo, encerra um ciclo de 13 anos de governo petista no Brasil. Alguns analistas dizem que o PT nunca mais se recuperar, chegam a falar em morte do partido.

    O ponto crucial da queda de Dilma foi a tentativa frustrada de nomear Lula como Ministro da Casa Civil. Neste momento, ela perdeu o restinho de poder que ainda tinha e desceu ladeira abaixo, rumo ao impeachment.

    Ningum mocinhoOs anti-impeachment criticam o fato de figuras de reputao

    duvidosa ou at de pssima reputao e conduta, como Eduar-do Cunha e Renan Calheiros, terem sido os comandantes destes processos na Cmara e no Senado. Tem razo.

    Os motivos que levaram esses polticos a retirar Dilma no so os mesmos que levaram milhes s ruas. Resta saber se es-

    Ningum v o seu rosto,mas ele est em todos os lugares

    tes milhes vo fiscalizar estas figuras e cobrar tudo aquilo que Dilma no fez.

    E aqui na terrinhaO Partido dos Trabalhadores j vinha encolhendo de tama-

    nho, desde a derrota para Bonatto em 2012. Foram 16 anos de domnio petista e a derrota trouxe pesados problemas internos, alm da natural perda de militantes.

    Mas em 2012 ainda havia Dilma e Tarso. Em 2014, veio o segundo baque, com a derrota de Tarso Genro. As opes de cargos minguaram de vez. Mas ainda restava Dilma.

    Agora, nem isso.O futuro do PT aqui em Viamo passa pelas urnas de 2016.

    Ainda h dvida sobre quem concorre a prefeito e at mesmo se haver candidato a prefeito, o que seria um atestado de pe-quenez.

    Quem pode fazer algo?Em que pese as duas reprovaes de contas pelo Tribunal

    de Contas, o nome mais forte ainda Alex Boscaini. Ridi est fragilizado pela dvida que possui com o municpio, e Serginho parece no ter mais cacife suficiente.

    Uma coligao com o PDT de Ddo seria tambm um ates-tado de encolhimento

    Fogo SimblicoToda a movimentao que antecede a Olimpada 2016, que ter

    como sede o Rio de Janeiro, nos leva, as vezes, a momentos de

    recordaes de situaes vividas que lembram, num relmpago,

    a efemride esportiva que se avizinha. Desde a semana passada, o

    noticirio est voltado para acompanhar a trajetria da Tocha Olmpica

    que est percorrendo diversas cidades brasileiras, desde a sua chegada

    solene em Braslia, com a chama que simboliza os jogos que nasceram

    na Grcia.

    E eu lembro minha juventude, fase da vida em que sobrava a

    energia, o suficiente para ser um atleta todos os dias e a qualquer hora.

    Principalmente quando se referia ao futebol, sem esquecer, no entanto,

    que esbanjava flego para uma corrida aqui, um jogo de vlei l adiante e at uma comemorao esportiva com altas danas nos

    sales do Clube dos Casados.

    Pois l nos anos 1950 e 1960 as comemoraes da Semana da Ptria tinham incio com a chegada do Fogo Simblico, quando

    ele era aceso na pira meia-noite do dia 31 de agosto, ou zero hora do dia 1 de setembro, como queiram. Ns, atletas das mais

    variadas modalidades esportivas, representando clubes, associaes e escolas, ramos chamados para formar o peloto que iria

    buscar a Chama da Ptria em Porto Alegre. Dois nibus eram disponibilizados e, da capital para Viamo, vnhamos correndo em

    revezamento trazendo o smbolo da Ptria que, na chegada, era recebido na igreja matriz e depois vinha para a praa, onde uma

    multido aguardava. Sem esquecer que os atletas, aps a cerimnia, eram brindados com um sanduiche e um copo de refrigerante

    ofertados pelo Bar Restaurante Setembrina, do meu tio Adonis.

    Na oportunidade do acendimento da chama, aps o Hino Nacional, a cerimnia determinava a fala de uma autoridade. Numa

    dessas falas, no lembro o ano, o orador oficial fez o encerramento do discurso usando uma frase, a qual foi para o vocabulrio

    jocoso da populao, que passou a us-la sempre em situao que exigisse uma gozao ertica e hilariante. A frase, com uma

    certa cacofonia, era essa: ...saudemos, ento, o fogo que a tocha traz...

    A Olimpada vem a e a tocha com o fogo tambm...

    Esperando o veranicoApesar do outono ter nos proporcionado dias

    calorentos e estarmos a passos largos caminhando

    para o inverno. No podemos esquecer que este

    ms de maio, das mes, das noivas, tambm o

    ms do veranico. , o veranico de maio. Na espera

    deste, atrevo-me a escrever alguns versos. Assim:

    Maio, a espera dele fico/ Pois apesar do outono/

    Ele me traz veranico./ A, na pura brincadeira/

    Sinto-me como um Bandeira/ E declamo:/ Vou-me

    embora pra Cidreira/ L sou amigo do mar/ Terei o

    mergulho que quero/ Na hora que desejar.

    BACO Vinhos e LinguiaABERTO DE DOMINGO A DOMINGO - FONE 3446-7267 AV. SEN. SALGADO FILHO, 5528 SO LUCAS

  • 13 DE MAIO DE 2016WWW.CORREIORURAL.COM.BR 3

    PANOpra manga

    POr PANO TerrA

    panoterra14@hotmail.com

    Meu sobrenome Terra e no levo desaforo para casa.

    Dos leitoresUma das grandes satisfaes de quem escreve , alm de ser lido, receber o

    retorno de seus leitores, o tal feedback. Na coluna de hoje, entre as centenas de emails recebidos, publicarei alguns, com a devida resposta, porque meu sobre-nome Terra e no levo desaforo para casa. Vamos l:

    Alm de beber no Guar e falar mal do PT, o que mais o senhor faz? No traba-lha? Vana Incio (Querncia). Resposta do co-lunista: cara Vana, trabalho sim e muito, sou engenheiro agrnomo h 10 anos de numa empresa de consultoria com abrangncia na-cional; tambm sou responsvel tcnico por uma empresa de alimentos aqui de Viamo e, de quebra, escrevo essas mal traadas linhas. Ah, bebo tambm nos bares do Valdomiro. Quem nunca trabalhou, e agora fi-cou sem emprego, foi uma homnima sua l em Braslia.

    O senhor conhecido por sempre abrir o voto, em quem votar este ano? Edi-valdo Escovar (Ceclia). Resposta: amigo Escovar, sem dvida Viamo est muito bem servido de candidatos para prefeito. Bonatto, Andr Pacheco e Russinho formam um excelente triunvirato para a eleio majoritria. Para vereador votei na eleio passada no Canelinha. No sei se vai concorrer este ano. Foi um bom voto. Tem