correio rural 04 de marco de 2016

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Correio Rural 04 de marco de 2016

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  • FUNDADO EM 25 DE NOVEMBRO DE 1912 | ANO 104 | NMERO 5.275 | 04 DE MARO DE 2016 | R$ 1,00

    www.correiorural.com.br

    H 103 anos o seu jornal de Viamo

    Novo asfalto na Plcido Mottin

    Contracapa

    Mais 20 txis na cidade

    Contracapa

    Os planos para o terreno da Mumu

    Pgina 4

    Planto para recadastramento do ttulo

    eleitoral no final de semanaA Central de Atendimento ao Eleitor de Viamo, que fica na

    rua Coronel Mrio Antunes da Veiga, 202, sala 201, no Centro, realizar planto neste final de semana, dias 5 e 6 de maro, das 9 s 16 horas. Tenha em mos documento de identidade e compro-vante de residncia.

    Querido dirio Pgina 3

    Prefeitura intensifica programao de entrega de uniformes para alunos

    Pgina 3

    BENEFCIO PARA QUASE 30 MIL

    Nova Escola Felisberto

    ser entregue

    Pgina 4

    O sucesso da Estncia Viamonte

    Pgina 7

  • 04 DE maro DE 2016WWW.CorrEIorUraL.Com.Br2

    Neste momento em que o pas vive di-fceis situaes na economia, nas finanas, na po-ltica, enfim, no mbito social, dentre as preocupaes que mais chamam a ateno, e so alvos de citaes, est o desem-prego. As empresas, de modo em geral, demitem e ao mesmo tempo fecham oportunidades de novas vagas; o empreende-dorismo fica difcil pelo encur-tamento do mercado; o empre-go publico cancelado. Enfim, o cidado est sem servio.

    Em vista do que, um dos maiores desafios do pas, da-qui para a frente, a criao de oportunidades de emprego. Notadamente para os jovens que esto vindo a, aos borbo-tes, vidos por trabalho. Os jo-vens de agora, que j comeam a mirar o futuro, preparam-se melhor intelectual e profissio-nalmente e, ao procurarem um emprego esbarram no excesso de candidatos em virtude da carncia de vagas.

    Isso assusta, porque a situ-ao afeta tanto o jovem que usa macaco e chinelo, como aquele bem-vestido e com anel no dedo. Resta-lhes, ento, o mercado informal, sem carteira assinada e sem direitos traba-lhistas.

    Temos que ficar de olho para esta questo: desemprego, pelas demisses, e a falta de oportu-nidades pela escassez vagas.

    EDITORIAL

    Preocupante

    EXPEDIENTE

    CORREIO RURAL uma publicao da MV Santos Editora Ltda.

    CNPJ 15308385/0001-26.

    Rua Marechal Deodoro, 274- Centro - Viamo - RS - Fone (51) 3485.1313 -

    CEP 94410-000

    jornal@correiorural.com.br www.correiorural.com.br

    Diretor e Editor MILTON ZANI DOS SANTOS Jornalista Reg. MTb n 4506

    milton.santos@correiorural.com.br

    Circulao: Semanal Tiragem: 3.000 exemplares

    Editorao: MV Santos Editora Impresso: Grupo CG

    O Jornal no se responsabiliza por conceitos emitidos em matrias assinadas.

    Detalhes As crnicas do cotidiano e as informaes de bastidoresPOR MILTON SANTOS

    Vejop no Maranho?...

    OMASKARA

    Caindo foraH mais de 40 anos residente em Viamo, o msico, cantor,

    compositor e escritor Antnio Carlos Francisco, o Zngaro, por

    seu intenso trabalho cultural engajou-se nas diversas atividades

    da comunidade. Na poltica, filiou-se no PDT do municpio, onde por mais de 15 anos sempre esteve como membro ativo do di-

    retrio.

    Pois, o Zngaro desembarcou. No dia 23 de fevereiro desligou--se formal e oficialmente do PDT. Segundo comentrios nas es-quinas locais, Zngaro no se conformou com algumas decises tomadas pela Executiva pedetista, as quais o estavam forando a agir de forma no condizente com suas ideias, que sempre ex-pressou dentro do partido. Elas passaram a ser desprezadas. Ou seja, a Executiva puxou o tapete do Zngaro.

    Agora sem ficha no PDT, no se sabe para onde ele vai.

    Muito legalA Corsan, quase que diariamente, est enviando mensagens

    (celular) para os consumidores, informando situao do abaste-cimento de gua e outros servios. a Corsan jogando limpo.

    Quem quiser saber a situao do abastecimento onde mora, basta enviar mensagem com a palavra Corsan para o 28595. Se h problema de abastecimento, basta ligar para 08006466444.

    Muito legal! Parabns!

    Ningum v o seu rosto,mas ele est em todos os lugares

    E o Leco?...Eleito em 2012, o vereador Vitorino Gutierres, o Leco, no

    pode assumir em 2013 pois questes de ao condenatria na Justia acabou retendo seu mandato, at fevereiro de 2016. Pois j passou o fevereiro de 2016 e o Leco no foi para a C-mara assumir a sua titularidade. Parece que tentou, mas o seu partido, o PTB, tirou a escada e ele ficou pendurado no pincel.

    Dizem, por a, que ele est recorrendo. Mas o certo que a cpula petebista viamonense no quer Leco entrando no time, pois est desentrosado no time e pode atrapalhar as boas joga-

    das do elenco. Vai ficar treinando, separado, longe dos esque-mas tticos. No limbo...

    O conto de fadas e os russosParece que aquele conto de fadas que embalavam os so-

    nhos de alguns novatos vereadores, transformou-se num pesa-delo, que pode custar caro. Esqueceram de combinar com os

    russos, ou no caso, com o comando nacional do partido.

    Aberta a porteiraAt o dia 2 de abril a porteira da troca de partidos estar

    aberta. Alm da ida de Maninho Fauri para o PSD, que ser consumada na segunda-feira, dia 7, no mnimo mais dois vere-adores devem utilizar desta janela para trocar de sigla: Ronaldo Ribeiro e Prof. Jefferson.

    Este numero pode chegar a cinco, dependendo dos desti-

    nos de Ddo Machado, Armando Azambuja e, dizem alguns, de Augusto Giraudo.

    Cinco tambm pode ser o nmero de candidatos a prefeito. Bonatto ou Andr, Ddo, Eda, Chiden, Romer ou Guto. E esta-mos conversados.

    Resolvi contar mais uma histria que envolve a cidade de Vejop. Tenho a Vejop como fico, mas tem gente que garante sua existncia fsica e territorial. Para tirar as dvidas devo recorrer ao consagrado colunista da pgina 3, o Pano Terra. No momento ele , sem dvida, o viamonense que mais viaja por este imenso Brasil. A bem da verdade, diga-se, viaja a servio. Na semana passada ele escreveu sobre uma cidade chamada Viano, homenagem a um tal de Viana, no Maranho. Pergunto ao Pano: l naquele agreste territrio nordestino brasileiro, h algum lugarejo chamado de Vejop?

    Pelo sim, pelo no, na espera da resposta do Pano, passo a contar a histria da Vejop ficcional. Pois, nessa cidade, a exemplo da realidade da nossa vida contempornea, os vereadores eram bem remunerados. Na Vejop os edis reuniam-se duas vezes por semana para fazer politicagem e mais nada. Seguidamente, parece que em revezamento, os nobres tiravam licena, mas arranjavam uma justificativa para que os seus polpudos ganhos no fossem cancelados. Mas volta e meia vasava a falcatrua. Uma das ltimas conta que um vereador vejopense pediu licena sade. Estava muito doente. Licena sade no cortava a remunerao. L pelas tantas apareceu uma foto dele, com a famlia, em Cancn, no Mxico.

    Quando voltou resolveu explicar que o mdico havia recomendado absoluto descanso, de preferncia em locais quentes, com bastante sol, areia e gua. Pensou em ir para uma tal de Praia do Punhal, ou uma desconhecida chamada Asneira , mas preferiu algo mais perto e com menos movimento, sem muita badalao, um lugarzinho sombrio, pacato e escondido do Mxico. E para quem duvidasse da explicao, o vereador ameaava (s ameaava...) mostrar o laudo mdico com a devida recomendao de sombra e gua fresca.

    Pano vai me dizer se h no Maranho, ou na redondeza, uma cidade chamada Vejop. Deve haver praias lindas por ali, no ? Mas se Vejop s fico, fica o registro de mais uma histria...

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    PANOpra manga

    POr PANO TerrA

    Sem segurana pblica, confie no seu instinto. Sempre! Discordei dele e me dei mal.

    Querido DirioDirios pessoais foram, ao longo da Histria, grande fonte de pesquisa

    de como se vivia poca relatada. Os dirios de Anne Frank e Franz Kafka so dois grandes exemplos. V que daqui a 100 anos algum queira es-crever minha biografia (acho difcil) ou queira pesquisar sobre os costumes do incio do Sculo XXI em Viamo!... Vou lhes fazer um relato sobre o meu dia 2 de maro de 2016.08h30min Dirijo-me ao Cartrio Elei-toral para fazer o Recadastramento Bio-mtrico, agendado um dia antes para as 9 horas. Segundo um vereador, Cadas-tramento Geomtrico (deve ser men-tira que ele disse isso). Tudo tranquilo, rpido e eficiente. Parabns ao Exrcito Brasileiro e aos funcionrios envol-vidos. Pequeno reparo: estimado que sejam atendidos 100 mil eleitores dos atuais 170 mil at 16 de maro. Nesse mega-mutiro e corrida contra o tempo, das 25 posies de atendimento, havia 7 sem atendente. Questio-nei um dos responsveis e ele me informou que alguns dos funcionrios cedidos da Prefeitura e da Cmara no comparecem para trabalhar. Assim fica difcil.12h00min Sou uma das pessoas que mais prestigia restaurantes e lan-chonetes na cidade. Dificilmente fao uma refeio em casa. Reflexo da crise econmica e recesso que os incompetentes petistas nos meteram. Carreteirinho bsico.19h00min Depois de um soninho reparador da beleza, vou ao aniver-srio do meu grande amigo Luis Carlos Morm, o Lul. Refri, salgadinho e bolo com seus familiares e seus amigos mais prximos. Levo o Pirulitinho junto. Depois de brincar exausto, o levo para a me dele.22h30min Sou assaltado. Isso mesmo, um assalto! Sigo sempre meu ins-tinto ou 6 sentido, como queiram chamar, mas na volta do aniversrio em vez de ir direto para casa, passo no bar. Algo me dizia para no ir. Pensei: Darei uma passadinha no bar, saber das novidades. Cheguei ao Guar e nem entrei, fiquei na mureta conversando com o Nen Barreto, o Danilo Malta, o Poxoxa, o Hlio e o Bode. A chuva apertou, entrei. Vimos o 1 tem-po daquela baba do Grmio contra as nulidades da LDU. No intervalo do jogo estvamos s eu e o Bode na mesa. Em outra, o Gideo Duarte Pache-co comendo uma salada de frutas, o Kung Fu viajando, mais na frente o Leonardo Maia com