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Correio Notícias - Edição 749

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  • QUINTA-FEIRA, 25 dE ABRIL dE 2013 - EdIo 7491

    25 749Quinta-Feira de Abril de 2013Ministro Marcelo

    Crivella e governador Beto Richa anunciam

    investimentos na regioPagina 3

    Dia do Trabalho ter passeio ciclstico e caminhada ecolgica em Cornlio Procpio

    Pagina 8

    Secretaria de Agricultura de So Jos da Boa Vista j atende em novo endereo

    Pagina 4

    Museu Histrico de Siqueira Campos recebe

    doaes de objetos antigos da Sanepar

    O Museu Histrico de Siqueira Campos recebeu nesta semana equipamentos doado pela da Com-panhia de Saneamento do Paran (Sanepar) do municpio. De acordo com o secretrio da Cultura, Arnaldo Luska Ribeiro a inteno criar uma sala que conte o desenvolvimento de saneamento bsico em Siqueira Campos. Recebemos a doao de documentos como, dirios oficiais de 1972, projeto de planejamento das redes de esgoto de 1974, um Datalogger (equipamento de gravao de dados) de 1980, entre outros, informou Luska. Segundo o secretrio a Sanepar iria se desfazer dos equipamen-tos, no entanto entrou em contato com o Museu a fim de fazer as doaes. Aps a aprovao do pro-jeto para a reforma do museu, queremos fazer uma sala somente com o histrico da Sanepar, disse. Devemos dar importncia a esses equipamentos e documentos recebidos, pois a nossa cidade foi uma das primeiras do Norte Pioneiro a ter rede de esgoto, completou Luska. O oramento para a reforma do museu est orado em R$ 60 mil e ainda no tem prazo para iniciar. O projeto j est pronto, estamos apenas esperando um aval dos lderes polticos. O prefeito Fabiano Lopes Bueno est indo a Braslia e levar o nosso projeto. Temos prioridade que a reforma do museu da Casa da Cultura seja feita ainda este ano, ressaltou o secretrio. Alm disso, o secretrio planeja criar outras salas especficas dentro do museu. Aps a ampliao do prdio, o museu contar com uma sala de desenvolvimento da inform-tica, uma sobre a evoluo da tecnologia na comunicao e uma sobre a origem do caf no municpio.

    Pagina 5

    Policiais Militares realizam mega operao em Ibaiti

    Pagina 7

  • QUINTA-FEIRA, 25 dE ABRIL dE 2013 - EdIo 7492 OPINIO

    Ibaiti, Japira, Jaboti, Cornlio Procpio, Nova Santa Brbara, Salto do Itarar, Carlpolis, Joaquim Tvora, Guapirama, Quatigu, Ja-carezinho, Conselheiro Mairinck, Pinhalo, Tomazina, Siqueira Campos, Santo Antnio da Platina, Arapoti, Jaguariava, Sengs, So Jos da Boa Vista, Wenceslau Braz, Santana do Itarar, Jundia do Sul, Andir, Abati , Cambar, Ribeiro do Pinhal, Nova Ftima, Ribeiro Claro, Barra do Jacar e Santa Amlia. Telmaco Borba, Iba e Reserva.

    jornalstica correio do norte s/c ltdacnpj: 07.117.234/0001-62RuA DOS ExPEDICIONRIOS,1525 - CENTROSIQuEIRA CAMPOS - PARAN(43) 3571-3646 | (43) 9604-4882correiodonorte@correiodonortesc.comjornalcorreiodonorte@gmail.comwww.correionoticias.com.br

    DIreOElizabete GoiseDITOrA CHeFeElizabete GoisreDAOCamila Consulin, Isa Machado,Regiane Romo, Isamara MachadoDIAgrAmAOMarcos Vincius, Bruno RafaelAuxIlIAr ADmINIsTrATIvOClaudenice Machado, Emilia KusterCOluNIsTAGnesis Machado

    JORNAL CORREIO NOTCIAS

    CIr

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    :

    rePreseNTAOMERCONET Representao de Veculos de Comunicao LTDARua Dep. Atilio de A. Barbosa, 76 conj. 03 - Boa Vista - Curitiba PRFone: 41-3079-4666 | Fax: 41-3079-3633

    FIlIADO A

    Associao dos Jornais Dirios do Interior do Paran

    Por Gilles Lapouge

    Enquanto o resto da Europa desperta temores no FMI, nos Esta-dos Unidos e na China e despenca sob o peso dos dficits pblicos - fabricando multides de desempregados em lugar de automveis, alm de prever que seu Produto Interno Bruto (PIB) cair 3% em 2013 -, a Alemanha permanece na liderana.

    Os nmeros falam por si: em 2012 a Frana apresentou um dficit que representou 4,8% do seu PIB. Nesse perodo, a Alemanha conta-bilizou um supervit de 2,2 bilhes, deixando exasperados seus rivais franceses.

    verdade que este ano Berlim prev uma desacelerao do seu crescimento (entre 0,8% e 0,5% apenas), mas em 2014 a Alemanha apresentar margens mais confortveis. O crescimento dever ser de 1,9% em 2014, ndice suficiente para o desemprego recomear a cair.

    A chanceler Angela Merkel pode se vangloriar e olhar de cima todo o mundo, especialmente os franceses, que lhe do conselhos para mudar sua poltica de austeridade e promover uma poltica de "retomada". Ser com o corao tranquilo que Angela Merkel enfren-tar seu prximo teste poltico: as eleies legislativas em setembro, daqui a seis meses.

    Entretanto, mesmo com um nvel de popularidade recorde, a chanceler tem algumas preocupaes. A primeira delas chama-se "marco", a moeda alem que foi substituda pelo euro.

    Nada a ser feito: muitos alemes lamentam a perda do vigoroso marco, que era ao mesmo tempo seu orgulho e seu conforto, sobre-tudo porque foi substitudo por essa moeda "aptrida", o euro, que permite aos pases mais frgeis da Europa (Grcia, Itlia, Espanha, etc) sugarem a Alemanha.

    um partido acabou de ser fundado na Alemanha para defender o retorno do marco: o AfD (Partido Antieuro Alternativo para a Alema-nha). um partido novo, que nasce forte. uma pesquisa realizada pelo jornal Bild indica que 5% dos eleitores votariam nele. uma semana antes, eram apenas 2%.

    No sabemos ao certo de onde provm os simpatizantes da nova agremiao. Sem dvida de uma parte da unio Democrata Crist, partido de Angela Merkel. Nesse caso, e se a fuga de eleitores da CDu se acentuar, ou se o AdF conseguir diminuir a taxa de adeso ao pequeno partido liberal para menos 5%, ento a esquerda estaria em posio de vencer. No uma hiptese insana. A prpria chanceler j fez meno a isso.

    Enfim, mais uma preocupao em vista: a Europa, enferma e fragilizada, est cada vez mais enfurecida com a austeridade que a chanceler alem impe no apenas ao seu pas, mas aos outros membros da zona do euro.

    Ora, como ao mesmo tempo os economistas americanos comeam a afirmar que a poltica de "total austeridade" ado-tada por Angela Merkel um erro estratgico que explica a letargia na qual a Europa se encontra, podemos prever rudes discusses entre Merkel e seus amigos ministros europeus.

    A Alemanha vai bem Iluso de tica Por Dora Kramer

    A incluso do nome do presi-dente do Supremo Tribunal Fede-ral na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo escolhidas pela revista americana Time reabriu a srie de homenagens a Joaquim Barbosa, bem como a temporada de especulaes sobre a possibilidade de uma candidatura Presidncia da Repblica em 2014.

    Em princpio, o quesito "con-dies objetivas" inscreve essa hiptese eleitoral na seara das miragens, para no dizer das simplificaes impensadas. A eleio "casada", de depu-tado estadual a presidente, pas-sando pelas disputas Cmara, ao Senado e aos governos dos Estados. Dependente, portanto, de estrutura partidria ou, como no caso do PSB, de coligaes substantivas.

    Barbosa no tem partido e os que detm as condies acima expostas j tm candidatos.

    Nenhum deles estaria disposto a ceder seus espaos. Muito menos a algum to impermevel s transaes tpicas do modelo de governo lastreado em fisiolo-gismo.

    Difcil imaginar Joaquim Bar-bosa numa roda de discusso sobre o toma l d c. Seria o "defeito" da qualidade que pode-ria fazer dele um excelente can-didato em cenrio (infelizmente?) fictcio no cotejo com a realidade poltica.

    uma eleio algo mais complexo que a comunho de vontades, senso de oportunidade e construes hipotticas. Em 1989, quando Fernando Collor decolou a bordo de um PRN ine-xistente, a eleio era "solteira"; s para presidente, podendo se dar em torno de uma personali-dade.

    Pela norma vigente, partidos precisam eleger o maior nmero possvel de deputados para que tenham influncia no Congresso e, com isso, meream a ateno

    do Executivo; prefeitos precisam "ter" parlamentares que defen-dam seus interesses em Braslia e, em troca, trabalham pela per-manncia deles no Congresso.

    A dinmica desenhada de maneira resumida essa, e nela no se incorporam com suavi-dade fatores exgenos. uma eventual candidatura do presi-dente do Supremo a presidente da Repblica por esse critrio se enquadra no terreno nas excen-tricidades.

    O que no quer dizer que Joaquim Barbosa no seja objeto do desejo no mundo poltico. , mas no como concorrente. Seu apoio seria algo extremamente bem recebido por qualquer can-didato.

    Sendo praticamente imposs-vel obt-lo de forma explcita, os polticos provavelmente o busca-ro de maneira implcita, procu-rando estabelecer algum tipo de identificao com a pessoa ou com os valores representados por Barbosa.

    Se vo conseguir so outros quinhentos. Pertencentes a uma histria a ser contada de acordo com os parmetros impostos pelo presidente do STF ao manejo poltico do simbolismo de auste-ridade moral que transmite opi-nio pblica.

    uva verde. Nas "internas" do governo e cada vez mais nas "externas" do PT, j se usa a expresso "bolha" em rela-o possvel candidatura de Eduardo Campos Presidncia. Emprestada da economia com o significado de inconsistncia, o vocbulo tem o sentido de des-qualificar a recepo positiva que o governador de Pernam-buco vem tendo entre polticos e empresrios.

    Nome do jogo. O mote do dis-curso de campanha da oposio por ora "inflao de alimentos". O senador Acio Neves encaixa as trs palavras em cada cinco de dez frases que fala sobre seus planos de construo da candida-tura presidencial pelo PSDB.

    Por Srgio Augusto

    Por que nos lembramos mais das primeiras frases e das aber-turas dos romances que da outra extremidade? Ser porque os escritores tendem a caprichar mais na entrada e relaxam na sada? Ou porque passamos mais vezes pela abertura de um livro (quando o folheamos na livraria, quando ini-ciamos sua leitura, quando o rele-mos)do que por seu desfecho? Ou porque as aberturas costumam ser mais concisas, logo, mais memor-veis?

    No exclua nenhuma dessas hipteses. Nem est