correio not­cias - edi§£o 1160

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  • 1Tera-Feira - 10 de Fevereiro de 2015Edio 1.160

    10Tera-FeiraFevereiro / 2015

    Edio 1160

    Ratinho quer alternativas modernas e sustentveis aos municpios e comitiva chinesa apresenta propostas

    Sob esta nova pers-pectiva, Ratinho Junior recebeu em audincia, nesta quinta-feira, 05, um grupo de empre-srios chineses que querem investir no Paran, com a apre-sentao de novas tec-nologias para diversos setores da administra-o pblica.

    Ratinho Junior quer nesta segunda fase a modernizao de todo o sistema de ilu-minao pblica, com economia em energia, maior durabilidade e

    sustentabilidade para que os municpios possam ter mais recur-sos para sade, educa-o e segurana. Por seu lado, os chineses explicaram o interesse em investir no Paran, porque um Estado que gera energia, tm incentivos fiscais, timo acesso geogrfico, com Portos e excelentes estradas, logstica e timos e srios traba-lhadores, explicou a intrprete, Kyra Marini Hsia.

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    Escolas municipais retornam as aulas em Jacarezinho

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    Acusado de homicdio preso em Santo Antnio da Platina

    O suspeito de um assassinato foi preso neste sbado,7, por volta das 11h 30min. J.C.A, de 38 anos foi preso pela morte de um adoles-cente de 16 anos.

    O crime aconteceu no Bairro Sindicato, por volta da 07h00min, da manh de sbado,7, onde segundo informaes estava acontecendo uma festa e um homem desferiu vrios golpes de faca na regio do trax da vtima, um adolescente de 16 anos.

    Os PMS localizaram J.C.A aps receberam denncia de que duas pessoas teriam adentrado o Residencial Morumbi, um cor-rendo atrs do outro, por volta das 11h 30min, e constatou ser ele o suspeito do assassinato aconte-cido horas antes.

    Pgina 7

  • Tera-Feira - 10 de Fevereiro de 2015Edio 1.1602 OpiniO

    jornalstica correio do norte s/c ltda cnPj: 07.117.234/0001-62

    Siqueira CamposCornlio ProcpioCuritibaIbaitiJapiraJabotiSalto do ItararCarlpolisJoaquim TvoraGuapiramaQuatiguJacarezinhoConselheiro MairinckPinhalo

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    CHARGE DO DIASob os lenis da ignornciaWemerson DamasioH aqueles que defendam a

    ideia de que a Lngua Portuguesa a mais difcil de ser aprendida e apreendida, porm, colocarmo-nos atrs deste pretexto e ento justifi-carmos nossos equvocos no s lamentvel como inaceitvel.

    Antes que se fale em precon-ceito lingustico, esclareo que no h nada de desrespeitoso em querer utilizar o seu idioma materno de forma adequada. Historicamente, sabe-se que o meio em que se vive um grande influenciador da fala e consequen-temente a fala a influenciadora da escrita. Nessa conexo, ainda posso citar a leitura como um eixo influenciador. Dizem por a que quem l mais fala e escreve melhor. Eis aqui um dos nossos problemas. O que estamos lendo para que a Lngua Portuguesa tenha cado em uma vulgarizao to absurda? No estou aqui para enaltecer os grandes nomes da

    Literatura Brasileira, mas sim para dizer que estamos lendo o errado. Fazemos isso a todo o momento: nos outdoors, nos supermerca-dos, nos slogans, nas camisetas, na internet (tambm conhecida como a vil da escrita). Todos esses equvocos saltando aos olhos contribuem para a interna-lizao dos erros e propagao dos mesmos, colocando-nos em dvida sobre grafias simples. No se trata da evoluo da lngua, mas sim de seu retrocesso. Alis, o substantivo evoluo seria con-traditrio nesse contexto.

    Expressar-se bem e de maneira clara e objetiva no requer utilizar-se de palavras difceis ou raras, basta coloc-las corretamente. Vimos, recen-temente, quo vexatrio foi o resultado das redaes no Enem. Obviamente que nem todos os problemas giraram em torno das grafias, incluem-se ali os quesitos interpretao e desenvolvimento.

    Mas se o idioma a raiz da fala, leitura e escrita, uma vez que se tem a falha no princpio, matema-ticamente pode-se dizer que che-gar at o final do processo.

    No vergonhoso dizer que no se sabe. O que vergo-nhoso a no aceitao desse no saber e sentir-se acomodado com a situao. Pode parecer que no, porm as pessoas per-cebem como voc se comunica. Seja na procura de um emprego ou na oferta de um servio. A lin-guagem pode tanto inclu-lo como exclu-lo de um determinado grupo. Ela um dos seus cartes de visita. Recordo-me de um filme a que assisti h muitos anos: My Fair Lady,o qual elucida muito bem qual o poder da linguagem dentro da sociedade. E, querendo ou no, nela em que estamos includos e vivenciamos todos os dias. Cabe a ns retirarmos o que nos encobre e encararmos a rea-lidade.

    Mamografia para salvar vidasMaira CaleffiNa semana passada foi

    comemorado o Dia Nacional da Mamografia. A data foi instituda h quatro anos para sensibilizar a populao sobre a importncia de realizar o exame para a deteco precoce de um dos tipos de cncer que mais matam no mundo, o cncer de mama.

    Para entender a importncia da mamografia neste cenrio, basta ter em mente que quanto mais cedo um tumor descoberto, menos agressivo e dispendioso o tratamento e maiores so as chances de cura. Para se detectar um tumor com poucos milmetros de dimetro, antes mesmo que ele seja perceptvel pelo toque, mamografia a melhor alternativa disponvel. Em outras palavras: este exame representa um dos principais caminhos para que uma doena, que hoje curvel, deixe de fazer tantas vtimas fatais.

    Poucos dias antes, coinci-dentemente, foi o Dia Mundial do Cncer. A data colocou luz sobre a importncia do diagnstico pre-coce no combate ao cncer em nvel global, integrado promoo de um estilo de vida saudvel, ao acesso ao tratamento para todos e ao aumento da qualidade de vida

    para os pacientes oncolgicos. Porm, essa prtica no tem sido a realidade de milhares de brasi-leiras.

    Dados de um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Mas-tologia (SBM), em parceria com a Rede Goiana de Pesquisa em Mastologia, apontaram que, em 2013, menos de 25% das mulhe-res entre 50 e 60 anos no Brasil fizeram o exame pelo Sistema nico de Sade (SUS). Este ndice quase trs vezes menor que o recomendado pela Organizao Mundial de Sade (OMS), que de 70% de realizao deste exame em mulheres com mais de 40 anos.

    Ainda segundo o documento, das mais de 10 milhes de mamo-grafias aguardadas pelo Instituto Nacional do Cncer (Inca) em 2013 em mulheres desta faixa etria, apenas 2,5 milhes foram realizadas de fato. Um dos motivos a m distribuio dos mam-grafos espalhados pelo Pas. Grande quantidade dos apare-lhos est concentrada nas capi-tais, enquanto as reas afastadas ficam completamente descobertas. A maioria deles est no Sul e no Sudeste, e uma pequena parte no Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

    A dificuldade de acesso

    mamografia resulta em diagns-ticos tardios. Um relatrio elabo-rado pelo Tribunal de Contas da Unio (TCU) aponta que, em 2010, metade das pacientes diagnostica-das no SUS j estava com cncer de mama em estgio avanado. Essas mulheres, alm de terem as chances de cura muito reduzidas, ainda precisam travar duras bata-lhas, pois os medicamentos mais modernos, que hoje so cobertos pelos planos de sade, no esto disponveis na rede pblica. Neste ponto, mais uma vez o Brasil esbarra nas estratgias definidas mundialmente para o combate doena, restringindo acesso ao tratamento que garante maior qualidade de vida e tempo livre de progresso da doena a pacientes com metstase.

    Frente a este quadro, impor-tante que a mulher exija seu direito ao diagnstico precoce do cncer de mama, que tambm o direito preservao de sua vida. neces-srio realizar exames clnicos das mamas regularmente com o gine-cologista ou mastologista, procurar o mdico em caso de alteraes percebidas nos seios e realizar a mamografia anualmente a partir dos 40 anos, independentemente de onde essa mulher resida.

    Sob os lenis da ignornciaWemerson DamasioH aqueles que defendam a

    ideia de que a Lngua Portuguesa a mais difcil de ser aprendida e apreendida, porm, colocarmo-nos atrs deste pretexto e ento justificarmos nossos equvocos no s lamentvel como ina-ceitvel.

    Antes que se fale em precon-ceito lingustico, esclareo que no h nada de desrespeitoso em querer utilizar o seu idioma materno de forma adequada. Historicamente, sabe-se que o meio em que se vive um grande influenciador da fala e conse-quentemente a fala a influencia-dora da escrita. Nessa conexo, ainda posso citar a leitura como um eixo influenciador. Dizem por a que quem l mais fala e escreve melhor. Eis aqui um dos nossos problemas. O que estamos lendo para que a Lngua Portuguesa tenha cado em uma vulgari-zao to absurda? No estou aqui para enaltecer os grandes

    nomes da Literatura Brasileira, mas sim para dizer que estamos lendo o errado. Fazemos isso a todo o mome