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O presente trabalho visa elaborar um manual de procedimentos tericoprticos, compilando toda seguinte informao:

Material facultado pelos Formadores Informao recolhida na Internet Informao recolhida em Literatura de Esttica

Contedos

Ambiente de Trabalho Esteticista Marquesa Mesa de Apoio Massagem Corporal Tratamentos Especficos

Esfoliao Envolvimentos de Algas Mscaras de Argila Crioterapia Aromaterapia Cromoterapia Electroterapia Endermologia Ultra Sons Pressoterapia Ginstica Muscular Passiva

Ionizao

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Maria Teresa Castilho Sousa 10 Aco de Tcnicas de Esteticismo e Cosmetologia 2010/2011

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Gabinete com pouca luz natural. Equipado com sistema de luzes para possibilitar para adaptar a iluminao ao tipo de massagem.Maria Teresa Castilho Sousa 10 Aco de Tcnicas de Esteticismo e Cosmetologia 2010/2011

O gabinete deve estar limpo, organizado e j preparado quando a cliente entrar. A decorao deve ser apropriada temtica do mesmo. Pode usar-se leos essenciais suavemente de forma a estimular ou relaxar por meio da aromaterapia. A temperatura deve ser sempre amena e confortvel. Pode-se tirar proveito de uma msica de fundo que dever ser apropriada finalidade do tratamento. Ainda escolha para criar o ambiente perfeito h a cromoterapia, que disponibiliza um leque variado de opes.

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Deve estar sempre limpa, a higiene a regra n 1 Usar farda adequada, assim como sapatos Cabelos bem apanhados Brincos s muito pequenos e discretos No deve usar fios, pulseiras e anis, alianas e piercings Usar mscara Unhas rentes e bem arranjadas Se tiver feridas nas mos deve usar luvas na massagem mas estas tambm vo ser necessrias para a realizao de vrios outros tratamentos

Para certos tratamentos estticos como esfoliaes, crioterapia e envolvimentos, deve usar avental Usar maquilhagem leve para um aspecto natural e saudvel Deve ter uma pele cuidada a as sobrancelhas (e o buo) devidamente depiladas No deve exalar qualquer odor, seja corporal, seja de perfumeMaria Teresa Castilho Sousa 10 Aco de Tcnicas de Esteticismo e Cosmetologia 2010/2011

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Materiais necessrios 1 Proteco de marquesa, encosto de cabea (e para a zona popliteia), toalho turco ou lenol para a parte de baixo, toalho ou lenol para tarpar a cliente, materiais descartaveis para cliente (touca, bata e chinelos) 2 Para alm do material descrito em 1, necessrio uma resguado do tamanho corporal para envolvimentos totais ou de tamanho menos se for um envolvimento localizado. Para a crioterapia esse resguardo plstico colocado na zona a tratar mas por baixo no toalho ou lenol, por uma questo de conforto 3 Para alm do material descrito em 2 para o envolvimento total, ainda se usa papel tecido (preferencialmente) por cima do resguardo de plstico

Massagem corporal

Higienizao e esfoliao

Envolvimentos

Para a Cliente: Bata de Cliente / Touca / Fita cabelo / chinelos Almofada para a zona Popliteia6

Maria Teresa Castilho Sousa 10 Aco de Tcnicas de Esteticismo e Cosmetologia 2010/2011

Mesa de apoio para massagem corporal

Mesa de apoio para higienizao e esfoliao

Materiais para massagem corporal Protector da mesa de apoio Alcool para higienizao Esteticista Tacinha com leo lcool para higienizao das mos da esteticista Materiais para higienizao e Esfoliao Protector para mesa de apoio Alcool para higienizao Esteticista Mscara para a Esteticista Luvas descartveis para a Esteticista Compressas Taa grande com gua Taa pequena para as compressas utilizadas Taa para esfoliante Luvas de turco

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Maria Teresa Castilho Sousa 10 Aco de Tcnicas de Esteticismo e Cosmetologia 2010/2011

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Definio Conjunto de manobras interligadas entre si e adaptadas a um objectivo final que pode ser: estimulao, relaxamento ou drenante, tendo em conta o sistema fisiolgico (a nvel muscular, sanguneo, linftico, etc.).

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Maria Teresa Castilho Sousa 10 Aco de Tcnicas de Esteticismo e Cosmetologia 2010/2011

Tambm pode ser definida da seguinte maneira: Conjuntos de tcnicas estticas que consistem em manobras manuais diversas, praticadas num indivduo so, prosseguindo um fim higinico e plstico. Tm por finalidade conservar e restituir ao rosto e corpo as formas e efeitos da juventude durante o maior tempo possvel. (H. Pierantoni)

Aspectos gerais da Massagem

Contacto e comunicao: A massagem serve para estabelecer contacto prvio entre as mos da profissional e a pessoa que a recebe. uma comunicao sensorial que favorecer a concentrao da massagista e da pessoa tratada. um primeiro contacto que servir para realizar um reconhecimento do corpo ou rosto. A massagem no deve ser efectuada de forma mecanizada, cada indivduo diferente, com caractersticas e sensibilidades diferentes. Serve para a profissional se aperceber de alteraes, tenses ou falta de tonicidade das zonas a tratar. O contacto no deve NUNCA ser quebrado ou interrompido e, para mudar de posio ou aplicar algum deslizante, deve manter-se sempre um contacto fsico directo com a mo ou o brao. Intensidade A massagem deve ser rtmica, contnua e sem movimentos bruscos. Deve-se comear com manobras ligeiras e superficiais para relaxamento da cliente e reconhecimento da zona. A intensidade e presso passam lentamente a ser mais profundas Para acabar a massagem diminui-se gradualmente a intensidade at ser superficial. Nunca se empregam tcnicas bruscas e que provoquem um aumento da dor, evitando manobras profundas nas zonas doridas. Numa intensidade superficial, os movimentos so efectuados de forma suave, com uma presso mnima . Numa intensidade mdia, os movimentos so efectuados com maior presso que os anteriores. Numa intensidade profunda, os movimentos so efectuados com forte presso.

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Maria Teresa Castilho Sousa 10 Aco de Tcnicas de Esteticismo e Cosmetologia 2010/2011

Aspectos gerais da Massagem

Contacto e comunicao: A massagem serve para estabelecer contacto prvio entre as mos da profissional e a pessoa que a recebe. uma comunicao sensorial que favorecer a concentrao da massagista e da pessoa tratada. um primeiro contacto que servir para realizar um reconhecimento do corpo ou rosto. A massagem no deve ser efectuada de forma mecanizada, cada indivduo diferente, com caractersticas e sensibilidades diferentes. Serve para a profissional se aperceber de alteraes, tenses ou falta de tonicidade das zonas a tratar. O contacto no deve NUNCA ser quebrado ou interrompido e, para mudar de posio ou aplicar algum deslizante, deve manter-se sempre um contacto fsico directo com a mo ou o brao

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Maria Teresa Castilho Sousa 10 Aco de Tcnicas de Esteticismo e Cosmetologia 2010/2011

Aspectos gerais da Massagem

Intensidade A massagem deve ser rtmica, contnua e sem movimentos bruscos. Deve-se comear com manobras ligeiras e superficiais para relaxamento da cliente e reconhecimento da zona. A intensidade e presso passam lentamente a ser mais profundas. Para acabar a massagem diminui-se gradualmente a intensidade at ser superficial. Nunca se empregam tcnicas bruscas e que provoquem um aumento da dor, evitando manobras profundas nas zonas doridas. Numa intensidade superficial, os movimentos so efectuados de forma suave, com uma presso mnima. Numa intensidade mdia, os movimentos so efectuados com maior presso que os anteriores. Numa intensidade profunda, os movimentos so efectuados com forte presso.Maria Teresa Castilho Sousa 10 Aco de Tcnicas de Esteticismo e Cosmetologia 2010/2011

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Aspectos gerais da Massagem

Ritmo Pode ser lento, moderado e/ou rpido: independentemente do (s) ritmo (s), a massagem deve ser feita sem brusquido, de uma forma constante e adequada a cada caso. Massagens com estimulantes. ritmo rpido tm efeitos

Massagens com ritmo lento e pausado provocam um efeito sedante e relaxante.

TempoMaria Teresa Castilho Sousa 10 Aco de Tcnicas de Esteticismo e Cosmetologia 2010/2011

A durao da sesso depende da zona a tratar e da sensibilidade da pessoa que a recebe. Para uma massagem completa +- 1 hora. Para uma zona entre 12 e 20 minutos dependendo da extenso da mesma.

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Aspectos gerais da Massagem

Direco Deve respeitar-se a direco das fibras musculares (at s inseres dos msculos). Normalmente realiza-se no sentido da circulao de retorno, favorecendo o relaxamento e a circulao sangunea, descongestionando as veias e os vasos linfticos. Em circunstncias especiais aquecer alguma zona, por ex. realizam-se manobras centrfugas, at s extremidades, favorecendo o fluxo sanguneo s mesmas; normalmente deve comear-se a massajar as zonas centrais, continuando com as extremidades, para voltar de novo regio central.Maria Teresa Castilho Sousa 10 Aco de Tcnicas de Esteticismo e Cosmetologia 2010/2011

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Efeitos da MassagemA massagem vai actuar sobre a pele e os tecidos subjacentes, tonificando-os e favorecendo os trofismos dos mesmos

Aco sobre a pele

Liberta a pele de substncias gordas e detritos superficiais tornando-a maisfina e elstica Aumenta a secreo sebcea e sudorpara (por estimulao nervosa) Provoca vasodilatao dos capilares perifricos, tanto por efeito nervoso como pela secreo de histamina estimulada pela massagem (aco hipermiante) a zona fica avermelhada e aumenta a temperatura, facilitando a absoro de substncias

A hipermia produzida favorece o intercmbio de oxignio e nutrientes,estimulando a regenerao celular uma vez que h uma reabsoro de lquidos intersticiais com reduo de edemasMaria Teresa Castilho Sousa 10 Aco de Tcnicas de Esteticismo e Cosmetologia 2010/2011

Aco sobre os msculos Aumento da excitabilidade muscular, pois estimulam-se as terminaes nervosas musculares As manobras lentas e rtmicas produzem relaxamento As rpidas estimul