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Convvio Social No Trnsito

Cadeirantes e Deficientes Visuais

Curso de Formao de Instrutor de Trnsito

Sumrio

I. ndice de figuras ..................................................................... 0

II. Alunos....................................................................................... 1

III. Resumo ................................................................................... 2

Introduo

IV. Definio ................................................................................. 3

Deficincia

Espao Acessvel

Normatizao

Smbolos

Finalidade

Sinalizao Visual

Sinalizao Ttil

Permanente ou Direcional

Onde Sinalizar?

Linha Guia

Piso Ttil Alerta

Piso Ttil Direcional

Rampas

Destinao de Vagas

V. Concluso ............................................................................... 13

VI. Referencial.............................................................................. 14

ndice de figuras

1 - Incluso .................................................................................................................................................................... 3

2 - Igualdade de Direitos............................................................................................................................................. 4

3 - ABNT ...................................................................................................................................................................... 5

4 - Acesso Cadeirantes ................................................................................................................................................ 5

5 - Acesso Deficientes Visuais ................................................................................................................................... 5

6 - Igualdade de Condies ........................................................................................................................................ 5

7 - Sinalizao Visual ................................................................................................................................................... 6

8 - Piso Ttil .................................................................................................................................................................. 6

9 - Braile ........................................................................................................................................................................ 6

10 - Sinalizao Permanente ....................................................................................................................................... 7

11 - Sinalizao Direcional ......................................................................................................................................... 7

12 - Placa de Sinalizao Trnsito ............................................................................................................................. 8

13 - Linha Guia - Piso ................................................................................................................................................. 9

14 - Linha Guia - Corrimo ........................................................................................................................................ 9

15 - Piso Ttil - Alerta ............................................................................................................................................... 10

16 - Piso Ttil - Direcional ....................................................................................................................................... 10

17 - Rampas e Caladas ............................................................................................................................................. 11

18 - Ambiente Inclusivo ........................................................................................................................................... 12

CONVVIO SOCIAL NO TRNSITO - JUNHO DE 2015 1

Alunos e Orientador

o Ale Karine Tomasi o Edson Rodrigues o Fausto Fernandes de Lima o Gilberto Santana o Rafael Duquech

Professor Orientador: Me. Cleomar Reginatto

CONVVIO SOCIAL NO TRNSITO - JUNHO DE 2015 2

Resumo

Tratar da acessibilidade, pode ser um amplo assunto a ser discutido. Esta abordagem se

caracteriza pela tentativa de deixar claro os motivos que os condutores que passam pelos

Centros de Formao de Condutores CFCs, possam estar atentos a necessidade de

praticar a incluso de maneira assertiva.

Direitos e deveres, regulamentados na forma da lei, permitem que pratiquemos atos iguais,

reservando, conservando e contribuindo para uma sociedade que permita fornecer possibilidades

de incluso dos portadores de deficincia visual e cadeirantes.

Cabe aos instrutores (educadores do trnsito), despertar em cada antigo ou novo condutor a

prtica de respeitar os espaos reservados, conhecendo as limitaes e contribuindo para que a

incluso seja uma forma comum no dia a dia.

Conhecer a sinalizao, adaptar as edificaes (orientando-se pelas normativas) praticar a

cidadania de fato, e por consequncia a prtica da incluso social atravs do Convvio Social

no Trnsito

Introduo

Dentro do panorama de nosso curso (Curso de Formao de Instrutor de Trnsito), em sua

disciplina de Meio ambiente e Convvio Social, foi possvel atentar a uma particularidade

impactante na mobilidade das pessoas portadoras de deficincia fsica (cadeirantes) e visual

(cegos).

natural que encontremos neste cenrio crescente (trnsito), a desorganizao somada ao

descontrole no que se refere a incluso de deficientes. Desta forma, nosso destaque serve para

atentar os educadores (instrutores) que faro parte deste processo, da participao ativa dentro

da conscientizao no formato educacional dos condutores.

CONVVIO SOCIAL NO TRNSITO - JUNHO DE 2015 3

Definio

Podemos definir o Convvio Social no Trnsito, tratando sua particularidade Cadeirantes e

Deficientes Visuais, como um conjunto harmonioso de veculos, pessoas e animais, com

obrigaes, direitos e deveres assegurados, conforme a particularidade de cada um,

respeitando-se as diferenas, permitindo livre acesso a todos sem discriminao,

observando-se as normas de regulamentao.

Deficincia

A cada modelo de abordagem se d o direito de interpretao da deficincia

(classificando-se dentro da tratativa especfica do assunto). Especificamente podemos

dizer que a deficincia, objeto de estudo deste, a reduo, a limitao, a inexistncia

da percepo das caractersticas do ambiente ou de mobilidade das edificaes, espao ou

mobilirio, podendo ser de carter temporrio ou permanente. Entende-se por pessoa

com mobilidade reduzida os idosos, as gestantes, os obesos, os cadeirantes, os deficientes

visuais, entre outros.

Entendemos que os portadores de necessidades especiais, vistos como cadeirantes e

deficientes visuais, possuem os mesmos direitos como cidados, respeitando e pleiteando

o respeito de usufruir do convvio em sociedade. A partir deste, que entendemos que a

sua incluso dentro do aspecto Convvio Social no Trnsito deve ser mais intensa no

formato educacional.

Muito j se avanou, mas necessrio uma abordagem permanente no sentido de levar

aos alunos da rede de ensino tradicional ou dos Centros de Formao de Condutores

(CFCs), a conscincia da igualdade e respeito na incluso.

1 - Incluso

CONVVIO SOCIAL NO TRNSITO - JUNHO DE 2015 4

Espao Acessvel

O espao acessvel pode ser qualquer espao, utilizado por portadores de necessidades

especiais ou no, devidamente sinalizado e com caractersticas que facilitem o ir e vir

de todos os cidados, oferecendo a igualdade, sem restries, seja em casa, no trabalho,

na rua, nos parques, em locais pblicos e privados.

No trnsito, este espao claro quando fornece rampas de acesso dentro dos padres e

no percentual de aclive normatizado, ou quando disponibiliza acesso aos semforos com

botoeiras e sinalizao sonora, ou ainda quando disponibiliza o nmero correto de vagas

inclusivas (e respeitadas), entre outros.

2 - Igualdade de Direitos

Normatizao

As Leis Federais n 10.048 e 10.098 de 2000.

Decreto n 5.296 de 2 de dezembro de 2004.

O artigo 9 da Conveno da ONU.

A Associao Brasileira de Normas Tcnicas (ABNT), o rgo responsvel pela

normatizao de todos os padres a serem adotados para que se respeite a situao de

igualdade entre portadores ou no de deficincias.

Atravs na Norma Regulamentadora NBR 9050 (2004), fica estabelecida todas os

critrios e parmetros tcnicos a serem observados quando do projeto, construo,

instalao e adaptao de edificaes, mobilirio, espaos e equipamentos urbanos s

condies de acessibilidade.

CONVVIO SOCIAL NO TRNSITO - JUNHO DE 2015 5

3 - ABNT

Smbolos

Toda e qualquer representao grfica, de forma convencionada, estabelecendo uma

analogia entre o objeto ou a informao e a sua representao, de forma a ter sua

interpretao instantnea pelas pessoas.

A indicao de aces