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AbstractAbstract

Sirlene de Mello Sopea Universidade Federal de Pelotas, Brasil sirmellos@hotmail.com

Nirce Saffer Medvedovski Universidade Federal de Pelotas, Brasil nirce.sul@gmail.com]

Gustavo Alcntara Brod Universidade Federal de Pelotas, Brasil gustavobrod@hotmail.com

Adriane Borda Almeida da Silva Universidade Federal de Pelotas, Brasil adribord@hotmail.com

Theo Teodoro Universidade Federal de Pelotas, Brasil Thalesteo.sn@gmail.com

Contruo de cenrios motivacionais sob a perspectiva de tecnologias sociais Construction of motivational scenarios in the perspective of social technologies

This paper describes the development of actions, denominated motivational scenarios, which sought to motivate behavior change in favor of the requalification of the urban space in a playful manner; the actions were directed to areas of social housing and the appreciation of architectural heritage. The concept of Social Technology and the recognition of advanced technologies of representation and visualization were characterized in this study as theoretical and technological framework respectively. The actions were structured from anamorphosis techniques, augmented reality and natural, tactile and motion-capture interfaces, building interactive virtual scenarios that are provocative in facing the architectural issues outlined.

Keywords: motivationalscenarios;urban requalification,architectural heritage,naturalinterfacesandaugmented realitys

IntroduoA caracterizao de uma lata de lixo como um jogo, a qual a cada objeto depositado reage com som, em um espao pblico, campanha publicitria realizada pela Volkswagen em 2009, exemplifica como uma ao de Design pode promover uma mudana de comporta-mento social atravs de estratgias divertidas. Sob outra perspectiva, na cidade do Rio de Janeiro, como exemplo, a lei 55/2013 dispe sobre a aplicao de multa ao cidado que for flagrado jogando lixo nos logradouros pblicos. Ambas as aes tem propsitos educati-vos, porm, utilizando-se de estratgias diferenciadas: diverso ou legislao e policiamento.

Neste trabalho relatam-se aes que buscaram transpor a perspectiva ldica de motivar mudanas de comportamento, sob dois propsitos advindos da rea de arquitetura: requalificao do espao urbano dirigido s reas de Habitao de Interesse Social (HIS) e valorizao de patrimnio arquitetnico.

O termo cenrios motivacionais est sendo utilizado, no mbito deste estudo, para caracterizar estas aes. A problemtica foi incrementada a partir da associao do propsito de promover mudanas voluntrias de comportamento social ao conceito de Tecnologia Social (TS). Este conceito abordado por Dagnino, 2001 e revisado por Kapp e Cardoso (2013), compreendendo-se que TS faz referncia tecnologia que no s objetiva promover a incluso social e o estabelecimento de processos participativos de transformao social. Mas, especialmente objetiva promover o em-poderamento ou a aquisio de critrio individual e de conscincia coletiva, necessrios para uma transformao social. Especialmente,

Kapp e Cardoso (2013) consideram o poder de promover a au-tonomia coletiva o indicativo principal para que uma tecnologia seja caracterizada como Social.

Analisando-se a campanha da Volkswagen, citada anterior-mente, sob o conceito em questo, passou-se a interpret-la como um tipo de TS, por ter o potencial de provocar a formao de uma conscincia coletiva. E, nesta direo, observa-se tambm a possibilidade de descrever os cenrios motivacionais, referidos no mbito deste trabalho, utilizando-se do conceito de Tecnologia Social. Parte-se do princpio que tais cenrios buscam, igualmente, provocar mudanas de comportamento social, em prol das questes abordadas, a partir de aes voluntrias.

Materiais e MtodosAlm de considerar as especificidades dos temas tratados, o con-ceito de Tecnologia Social ficou ento caracterizado como marco terico do estudo, enquanto que o reconhecimento de tecnologias avanadas de representao e visualizao, atualmente disponveis, ficou caracterizado como marco tecnolgico. Estes referenciais determinaram os materiais e mtodos empregados para o dese-nho dos cenrios motivacionais para a requalificao do espao urbano e a valorizao de patrimnio arquitetnico, delimitando, para o desenvolvimento de cada cenrio quatro etapas de estudo, descritas a seguir.

Etapa de reviso bibliogrfica: O conceito de Tecnologia Social (TS) foi recentemente revisado e sistematizado por Kapp e Cardoso (2013), especificamente para a construo de um marco referencial

Blucher Design ProceedingsDezembro de 2014, Volume 1, Nmero 8

www.proceedings.blucher.com.br/evento/sigradi2014

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para o desenvolvimento de projetos de produo e melhoria da moradia. Os referidos autores elaboraram diretrizes para o desenvolvi-mento de tecnologias sociais. Fundamentalmente, identificaram sete parmetros, os quais, se presentes em conjunto, permitem caracterizar uma tecnologia como social. Em Medvedovski, Borda e Sopea (2014), foi observada a pertinncia de adotar estes sete parmetros para analisar o potencial de TS das estratgias utilizadas para apoiar a execuo de diagnstico de contextos de habitao de interesse social, como aes prvias ao projeto de requalificao do espao urbano. Tais parmetros so explicitados a seguir, destacando-se as adaptaes realizadas junto ao trabalho referido. O primeiro deles a autonomia coletiva, indicada como diretriz que norteia todas as demais. O potencial de aumento ou de reduo da autonomia um critrio de qualidade ou de desqualificao, respectivamente, de uma tecnologia social. Esta autonomia significa a possibilidade concreta, poltica, econmica, social e cultural, de determinar o tipo de processo. Nos termos originais destas diretrizes este processo est referido, especificamente, ao processo da habitao e de seus produtos. O segundo parmetro caracterizado pela capacidade da tecnologia de catalisao de processos coletivos. Observa a ca-pacidade de promover a mobilizao e organizao populares, para transformar grupos em coletividades auto-organizadas. O terceiro parmetro observa o potencial da tecnologia para a valorizao do confronto. Esta caracterstica apontada como fundamental a ser atribuda tecnologia, para promover o exerccio do confronto e com isto afastar o mero participacionismo. Para Kapp e Cardoso (2013), o exerccio do confronto possibilita uma compreenso das reais divergncias de interesses, para que ocorram conquistas e no apenas concesses. O quarto parmetro se refere capacidade de valorizao dos pequenos ganhos de autonomia. Destaca para a importncia de uma tecnologia responder s urgncias, deixando o mximo de abertura para desenvolvimentos e transformaes ao longo do tempo. No valoriza, desta maneira, a adoo de solu-es pragmticas conservadoras ou ainda de ideais emancipatrios inalcanveis. O quinto indicativo de presena de tecnologia social refere-se capacidade da tecnologia de fortalecimento de arranjos cooperativos. Nos termos originais, est dirigido especificamente para a construo civil. Visa favorecer relaes de produo em que tambm as pessoas (originalmente, os trabalhadores) adqui-ram maior autonomia para ampliar suas atuao poltica e suas qualificaes especficas. O sexto parmetro se refere, nos termos de Kapp e Cardoso (2013), necessidade de concepo da moradia como um processo. Destacam para a necessidade da moradia no estar restrita sequncia convencional de um projeto, construo e uso, considerando o seu prolongamento no tempo. Referem-se necessidade de solues construtivas e organizacionais radicalmente flexveis, adaptveis e evolutivas. Este parmetro foi interpretado no sentido de que as tecnologias analisadas, no caso, as estratgias de requalificao urbana, tambm devam ser concebidas como processos, flexveis, adaptveis e evolutivas. O stimo e ltimo parmetro diz respeito capacidade da tecnologia em promover a contextualizao crtica. Este parmetro decorre da conscincia de que tecnologias no seguem uma lgica apartada das sociedades e dos grupos em que se desenvolvem, contrapondo crena de que

tecnologias podem ser como que transplantadas de um contexto a outro. Esta etapa de reviso do conceito de TS foi oportunizada por um trabalho em rede de oito instituies brasileiras, a rede MORAR.TS (http://www.mom.arq.ufmg.br/mom/27_finep/).

A reviso sobre as tecnologias avanadas de representao e visualizao, para apoiar o processo de desenvolvimento dos cen-rios motivacionais foi tambm realizada no mbito de um trabalho em rede, de oito instituies latinoamericanas e quatro europeias, rede ALFA GAVIOTA (http://www.alfagaviota.eu/index.php/el-proyecto). Apoiando-se na equipe interdisciplinar desta rede, de pesquisadores da rea de informtica grfica e de arquitetura, foram reconhecidos conceitos e procedimentos relativos ao uso de tecnologias de edio de imagens, realidade virtual, aumentada, interfaces naturais, sejam tteis ou por captura de movimento, como recursos possveis de serem utilizados para o desenvolvimento de tais cenrios.

A etapa de projeto e desenvolvimento dos cenrios foi realizada de acordo com a especificidade de cada propsito e de tecnologia adotada. Um trabalho prvio, relatado em Brod, Borda e Pires (2011), no qual foram utilizadas as tcnicas de edio de imagens para a produo de anamorfose de um elemento do patrimnio arquitetnico da Cidade de Pelotas, RS, determinou o mtodo de estudo para a estruturao de cenrios tanto sob o tema de valo-rizao do patrimnio arquitetnico quanto para a requalificao do espao urbano.

A etapa de Experimentao est direcionada para as aes que efetivamente envolvem a comunidade;

A etapa de Anlise dos resultados frente ao conceito de tec-nologia social e difuso.

Resultados e DiscussoComo resultados, at o momento, obtiveram-se o desenho de trs tipos de cenrios motivacionais e a experimentao e validao de dois deles.

O primeiro foi idealizado para aes de valorizao de patrim-nio arquitetnico, utilizando-se de tcnicas de anamorfose. Collins (1992) relata que a anamorfose se refere distoro da imagem de um objeto, de tal maneira que esta somente corresponde com a representao da forma deste objeto quando observada de um ponto de vista especfico. Desta maneira, a partir da fotografia tirada de um determinado ponto de vista, uma imagem deformada de um elemento percebida como se fosse um objeto tridimensional pertencente ao ambiente fotografado. Sob esta iluso, a partir de instalaes em espaos pblicos, foram representados diferentes elementos de interesse patrimonial da cidade de Pelotas. A figura 1 exemplifica duas destas instalaes, realizadas junto s comemoraes da Semana do Turismo de 2013 da cidade de Pelotas. As pessoas foram questionadas sobre a localizao de tais elementos na cidade, estabelecendo um jogo de descobertas e motivando a curiosidade sobre o significado histrico de cada um para a cidade. A imagem da esquerda da figura 1, por exemplo, exemplifica a anamorfose da Torre do Mercado Central a qual foi representada em seu interior para destacar a riqueza do conjunto dos elementos em ferro deste edifcio. A imagem ao centro desta mesma figura traz para o plano

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do pedestre uma das esculturas do chafariz que est ao fundo, para muitos um elemento que foi descoberto a partir desta experincia, mesmo fazendo parte de seu cotidiano tal paisagem.

Depoimentos registrados sobre estas aes demonstraram a eficcia para a educao patrimonial. Esta repercusso motivou o uso desta tcnica tambm para o tema de requalificao do espao urbano. Foram produzidas imagens anamrficas de elementos urbanos, como bancos e uma lixeira de coleta seletiva. Realizou-se uma instalao envolvendo a comunidade de um contexto de HIS. O caso da lixeira, por exemplo, promoveu um momento educativo: os sujeitos buscavam ser fotografados com um tipo de lixo na mo pertinente ao local destinado para o seu depsito, como ilustrado tambm junto figura 1.

O segundo cenrio foi desenhado para apoiar a etapa de execuo de um diagnstico sobre um local a ser requalificado. A tcnica at ento utilizada no contexto trabalhado refere-se ao DRUP, Diagnstico Rpido Urbano Participativo. Esta tcnica se utiliza da coleta de dados a partir de um questionrio e estabelece uma dinmica de grupo para validar as respostas dadas pelos moradores de um determinado contexto urbano, de maneira participativa. Para apoiar este processo utiliza-se da fotografia como recurso para registrar o ponto de vista dos moradores sob os aspectos negativos do bairro. Buscando-se ento outra estratgia para coletar dados

sobre o imaginrio dos moradores, estruturou-se um jogo desenhado para computadores, tablets e para captura de movimento (kinect). O jogador pode remover elementos da cena fotografada. Para isto, tal fotografia editada previamente. Os elementos apontados como indesejveis pelos moradores so subtrados, porm seguem sobrepostos fotografia mantendo a aparncia original. A interface disponibiliza um catlogo de elementos urbanos para serem sele-cionados e sobrepostos imagem, compondo um cenrio desejado pelo jogador. Este aplicativo, ilustrado pela figura 2, tem tambm a pretenso de motivar a ao para a requalificao efetiva do local representado, algumas vezes possvel atravs da mudana de comportamento do prprio morador, como o caso do depsito indevido de lixo no cenrio urbano.

O terceiro cenrio foi desenhado para intensificar o dilogo em projetos participativos de requalificao urbana. Esteve centrado no propsito de apresentar, a um contexto de autoconstruo, as transformaes possveis de um espao urbano decorrentes de decises individuais de cada morador, especificamente quanto aos temas de arborizao e adensamento. A partir da anlise das tendncias de transformao de tal espao, foram estruturados cenrios, utilizando-se da tcnica de Realidade Aumentada (RA). Sobrepondo-se assim elementos virtuais realidade concreta, os cenrios permitem que os moradores visualizem tais consequncias. Como resultado tem-se a estruturao do mtodo de construo de tais cenrios, os quais objetivam ento promover a construo de critrios, pelos moradores, para decidir sobre suas aes: arborizar ou adensar. A figura 3 ilustra o tipo de cenrio gerado.

Esto sendo estruturados os materiais e momentos didticos dirigidos s escolas da regio, os quais complementam as aes a partir de oficinas. Tais oficinas objetivam o desenvolvimento de competncias da comunidade envolvida para a utilizao de tcnicas de RA e para a edio de imagens digitais, incluindo os efeitos de anamorfose.

Consideraes FinaisO uso do conceito de TS, como marco terico para o desenvolvi-mento desta investigao, tem possibilitado delimitar parmetros que auxiliam na avaliao da pertinncia de cada uma das aes

Figura 1: esquerda, anamorfose da Torre do Mercado Central, ao centro, anamorfose de uma figura do Chafariz das trs meninas, ambos elementos do Patrimnio da Cidade de Pelotas, direita, anamorfose de uma lixeira. Fonte: dos autores, 2013.

Figura 2: esquerda, interface do jogo; direita, transformao do cenrio a partir do tratamento da imagem atravs da remoo do lixo. Fonte: dos autores, 2013.

Figura 3: Requalificao do espao urbano atravs da insero da vegetao em RA. Fonte: dos autores, 2013.

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propostas frente aos objetivos da investigao. O reconhecimento de tecnologias avanadas de visualizao, adotado como marco tec-nolgico, tem permitido ampliar o repertrio para a ao projetual.

Em relao ao cenrio dirigido valorizao do patrimnio: considerou-se que a experincia de um sujeito ser provocado a identificar o local de um elemento representado em anamorfose e de ser questionado sobre o significado de tal elemento em termos patrimoniais motiva o desenvolvimento de um olhar mais atento, podendo configurar uma mudana de comportamento. Este cenrio promove tambm a compreenso de tcnicas de iluso de tica, atualmente veiculadas em situaes do cotidiano. Este conhecimento adquirido interpreta-se como uma ao de empoderamento.

Em relao aos cenrios dirigidos requalificao do espao urbano: considera-se a potencialidade de promoverem a construo de uma postura crtica, de tomada de conscincia sobre as conse-quncias das intervenes decorrentes de decises individuais e coletivas sobre tal espao. Esta construo de critrios interpreta-se tambm como empoderamento. Tais cenrios fazem uso de tecno-logias avanadas de visualizao, contribuindo de alguma maneira para o reconhecimento e transferncia de tecnologia.

As aes formativas, as quais esto sendo estruturadas junto s escolas, buscam promover a autonomia da comunidade envolvida atra-vs da apropriao do conhecimento, postulados pelo conceito de TS.

Desta maneira, a investigao promoveu o desenho de trs tipos de aes, os quais permitiram exemplificar a possibilidade de uso de estratgias divertidas e/ou educativas para motivar a mudana de comportamento frente s questes de interesse arquitetnico delimitadas no mbito deste trabalho.

AgradecimentosAos rgos financiadores CAPES, FINEP e Programa ALFA/CE..

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