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  • 1. Curso: Eng da Produo

2. AULA 1 3. SUMRIO A Administrao da Qualidade O Controle da Qualidade CEP Origem e histria Outros conceitos relacionados ao CEP Mdia Exerccios 4. Poltica da Qualidade Objetivos da Qualidade Sistema da Qualidade Organizao da Qualidade Garantia da Qualidade Controle da Qualidade Planejamento da Qualidade Auditoria da Qualidade Responsabilidade da alta direo Responsabilidade das chefias do setor Administrao da Qualidade, segundo Miyauchi 5. No se gerencia o que no se mede, no se mede o que no se define, no se define o que no se entende, no h sucesso no que no se gerencia. Deming 6. Controle de Qualidade - Estabelecer padres de qualidade - Checar se produtos e servios esto conforme o padro; - Onde checar? - Checar cada produto ou amostra? - Como checar? 7. Onde checar? - Identificar pontos de controle crticos. - Incio do processo (recebimento matria prima); - Durante o processo - antes de uma srie de processos (checagem difcil); - depois do processo com alta taxa de falhas; - antes de processo que possa esconder defeitos; - antes de um ponto sem volta; -antes de uma mudana de responsabilidade funcional. - Depois do processo 8. Checar cada produto e servio ou usar uma amostra*? Perigo na checagem da amostra total; - Checagem total pode destruir a amostra ou interferir no servio; - Consumo excessivo de tempo para checagem total. *Amostra (n) o conjunto de elementos extrados de uma populao aleatoriamente. Ex: um conjunto de parafusos retirados de uma caixa. ** Amostragem (N) o nmero de amostras consideradas para um estudo. Ex: 5 grupos de 30 elementos cada N=5 x 30 (n) = 150 9. Como as checagens devem ser feitas? - Amostragem: - CEP (Controle Estatstico do Processo) 10. O Controle Estatstico da Qualidade se faz atravs de uma das ferramentas da Qualidade que chamamos de CEP Controle Estatstico do Processo e de algumas outras ferramentas como folhas de verificao, grficos de controle e histogramas. 11. Origem Bell Telephone e Western Electric (~1930) Necessidade: Aprimorar a uniformidade de peas manufaturadas em uma linha de produo. Walter Andrew Shewhart Cartas de Controle 12. Aps 1944 EUA Europa e Japo (produo em larga escala) Mtodo: Eficiente: Matemtica aplicada Seguro: Aplicado no dia-a-dia Rpido: pequenas amostras 13. Correo x Preveno Custos da Produo (qualidade / produtividade / competitividade) 14. Conceitos: Controle: manter algo dentro dos limites (padres/especificaes) ou fazer algo se comportar de maneira adequada. Estatstica: obter concluses com base em dados e nmeros Processo: a combinao necessria entre o homem, e os recursos disponvies para fabricar um produto qualquer. Mais especificamente um processo um conjunto de operaes simultneas, utilizando os recursos disponveis, para produzir um determinado resultado. 15. Controle Estatstico do Processo ento Um mtodo preventivo de se comparar continuamente, os resultados de um processo com os padres/especificaes identificados, a partir de dados estatsticos, as tendncias para variaes significativas, a fim de eliminar/controlar essas variaes, com o objetivo de reduz-las cada vez mais. 16. CEP Controle Estatstico do Processo (SPC Statistical Process Control) - Checagem do produto ou servio durante o processo; - Evita eliminao de lotes defeituosos; - Grficos de controle; - Desvios corrigidos antes que haja problema; - Investigao de tendncias. 17. CEP Controle Estatstico do Processo Variao na qualidade de processo: - Todos os processos variam em alguma medida; - Mquina - Operador - Ambiente - Variao pode ser reduzida, nunca eliminada. 18. AULA 2 19. CEP Controle Estatstico do Processo Conceitos e Tipos de Variaes Variaes Aleatrias (comuns): Fazem parte da natureza do processo, podem ser controladas e seguem padres normais de comportamento. Ex: uma usinagem dentro de uma determinada medida. Variaes causais ( especiais): So de certa forma imprevisveis. Quando detectadas devem ser eliminadas rapidamente para no prejudicarem o desempenho do processo. Ex: Quebra de uma ferramenta de corte. 20. DEFINIES ELEMENTO (x): a unidade considerada para o estudo estatstico. Ex. objeto, pea, indivduo, conjunto... POPULAO: o conjunto de todos os elementos (ou itens) extrados de uma populao. Ex. todos os veculos Gol, Ano/Modelo 2009,; todas peas produzidas em um torno... 21. DEFINIES AMOSTRA (n): o conjunto de elementos extrados de uma populao aleatoriamente. Ex: um conjunto de parafusos retirados de uma caixa. TAMANHO DA AMOSTRA o nmero de elementos ( ou itens), existentes na amostra 22. DEFINIES AMOSTRAGEM (N): o nmero de amostras consideradas para um estudo. Ex: 5 grupos de 30 elementos cada N=5 x 30 (n) = 150 Tipos de amostragem a)Instantnea: refere-se a amostragem composta de amostras, cujos elementos foram obtidos num mesmo momento Ex. 5 peas consecutivas produzidas por uma mquina b) Peridica: refere-se s retiradas, durante um certo perodo, em intervalos de tempo pr-estabelecidos. Tende a representar melhor o tamanho da populao. Ex. 5 peas retiradas aleatoriamente a cada 5 horas 23. Distribuio Normal a distribuio de valores que representa uma maior concentrao em torno de um valor mdio, representado por uma curva contnua, denominada como curva do sino ou curva de Gauss. 24. DEFINIES DESVIO PADRO: a medida de disperso em relao a mdia, identificada pela letra grega sigma ( ou pela letra s). DADOS MENSURVEIS: So os que podem ser expressos em unidade bsica de medidas. Ex. kg, cm, ml... DADOS ATRIBUTIVOS: So os dados enumerveis ou contveis que estabelecem presena ou ausncia de um atributo. Ex. nmero de peas defeituosas 25. DEFINIES AMPLITUDE (R): a diferena entre o maior e o menor valor de uma amostra. uma medida de disperso. MDIA: A Mdia aritmtica simples uma medida de posio. 26. CLCULO DA MDIA (x Barra) DA AMOSTRA Vamos calcular a mdia da amostra de 9 elementos numa produo de parafusos cujo comprimento em mm esto relacionados abaixo: 37 36 33 34 35 34 37 35 35 x1 x2 x3 x4 x5 x6 x7 x8 x9 27. X = somatrio de todos os elementos nmero de elementos X = 37+36+33+34+35+34+37+35+35 9 X = 35,1 CLCULO DA MDIA (x Barra) DA AMOSTRA 28. MEDIANA: o valor central ou o valor do meio de uma sequencia crescente ou decrecente. uma medida de projeo. Ex. 37 36 33 34 35 34 37 35 35 x1 x2 x3 x4 x5 x6 x7 x8 x9 Passo 1 Ordenar as amostras : 37, 37, 36, 35, 35, 35, 34,33 Passo Determinar o elemento central: 35 29. EXERCCIOS CALCULE A AMPLITUDE, A MDIA (x barra) E MEDIANA DAS AMOSTRAS DA FOLHA DE EXERCCIOS 30. AULA 3 31. MAIS ALGUNS CONCEITOS... DISCREPNCIA: o ponto de discordncia de um elemento com relao a uma dada caracterstica da qualidade. DEFEITO: uma discrepncia de tal grau que torna uma unidade inaceitvel. DEFEITUOSO: uma unidade que contm defeitos, ou seja, no atende aos padres requeridos, tornando toda unidade inaceitvel. Um defeituoso, pode, portanto, ter um ou mais defeitos. 32. MAIS ALGUNS CONCEITOS... GRFICO DE CONTROLE: uma projeo grfica, no tempo, do comportamento do processo. LIMITES DE CONTROLE: So fronteiras da regio onde esto compreendidas 99,74% das variaes aleatrias de um processo. TOLERNCIA: o campo de variao permitida numa caracterstica da qualidade. 33. MAIS ALGUNS CONCEITOS... LIMITES DE ESPECIFICAO: So os limites de tolerncia, dentro dos quais um processo pode variar. CAPACIDADE DO PROCESSO: a condio de produzir continuamente dentro das exigncias. NDICE DE CAPACIDADE DO PROCESSO (Icp): um nmero obtido a partir da comparao da tolerncia do produto com a variao aleatria do processo. 34. Desvio Padro (s) a medida de disperso em relao a mdia. calculado da seguinte forma: a raiz quadrada da soma das mdias dos desvios ao quadrado VALOR DESVIO (X - xbarra) DESVIO2 (X - xbarra)2 35 1 1 34 0 0 33 -1 1 2 Xbarra = 34 S = (x-xbarra)2 / n-1 = 2/2 = 1 35. EXERCCIOS CALCULE A AMPLITUDE, A MDIA (x barra) E MEDIANA E O DESVIO PADRO DAS AMOSTRAS DA FOLHA DE EXERCCIOS. 36. AULA 4 37. Desvio Padro aproximado(Sx) calculado da seguinte forma: a)Para amostras tamanho n100 elementos: dividir em subgrupos 38. AULA 5 39. REAS DE PROBABILIDADE SOB A CURVA NORMAL 40. Grficos de Controle So empregados para evitar, reduzir ou eliminar no conformidades em tempo real (durante o processo de produo); Utiliza os dados de uma srie de amostras pequenas chamadas de grupos racionais, para estimar onde o processo est centralizado e quanto ele est variando em torno desse centro; Os parmetros estatsticos a serem utilizados so a Mdia Estimada e a Variabilidade do processo; 41. Grficos de Controle Mdia do Processo: um valor desconhecido estimado pela mdia da amostra; Variao do Processo: todo o processo seja natural ou artificial sofre variaes; Variao Admissvel: consiste no valor nominal do parmetro a ser controlado, mais ou menos a tolerncia aceitvel. Ex. Umidade = 4,0% + 0,2%; - valor nominal: 4,0%; variao admissvel: 3,8% a 4,2% 42. Grfico de controle com linha central e com limites de controle Grfico de Controle padro 43. CEP Controle Estatstico do Processo Capabilidade de Processo: - Medida da aceitabilidade da variao do processo. - Razo entre a faixa de especificao e a variao natural do processo ( 3 desvios-padro); - Cp = LST LIT 6s Cp >1 = Processo capaz Cp